sobre amores (e dias cheios de permissões)

sobre amores

eu não sei se você sabe o quanto dá pra gente ser feliz. uma hora você olha em volta, percebe o tanto de gente que te ama e tem aquela sensação de pertencimento que faz o coração cantar e os fogos de artifício mentais explodirem felizmente no céu. é uma festa que ninguém vê, mas todo mundo sente, que te faz encolher os ombros e sorrir feito besta olhando pro outro lado, só pras pessoas não acharem que você é maluca.

nem dá pra dizer que foi de repente. veio vindo aos pouquinhos e você percebeu os sinais, um por um. um sorriso aqui, um olhar ali, um abraço… e quando você se dá conta, tá sentada numa mesa com outras 12 pessoas comendo uma macarronada improvisada e com vontade de chorar de tão gostoso que tá. você olha ao redor e vê, entre um gole de café é uma mordida de bolo de rolo, que você nunca esteve tão contente e que provavelmente esse é o momento mais feliz da sua vida.
fica tão cristalino quanto um copo de água. a gente não precisa de um amor só pra ser feliz. a gente precisa DO amor. único, inabalável e eterno. esqueça o romance, deixe de lado as fantasias sobre príncipes encantados e felizes para sempre. esse momento é o que te salva do alto da torre, esses sorrisos que abrem as grades da prisão que você mesma criou, esses abraços que te jogam a escada para sair do fundo do poço. e foi tudo escolha sua. você topou, entende? topou estar ali, no meio daquela gente toda, sendo banhada de amor.
você até tenta acompanhar as conversas, mas são muitas ao mesmo tempo. ali discutem alguma coisa sobre o Airbnb. aqui falam sobre produtos para cabelos cacheados. lá do outro lado da mesa conversam sobre a cobertura do bolo, o melhor brigadeiro que aquelas pessoas já comeram. você tenta participar de todas: dá um palpite aqui e acolá, ri um pouquinho, aparece no Stories de alguém e acha graça do jeito que aquela pessoa coloca a água na xícara de café artesanal. tudo vira uma música, cada som, cada bater dos talheres nos pratos, cada arrastar de cadeira.
sobre amores
o sorriso não vai embora nunca. vocês andam juntos pelas ruas da cidade, mesmo que cada um tenha seguido o seu caminho. eles estão com você em cada batida do teclado enquanto você trabalha, em cada palavra escrita no caderno rebuscado. em cada post, em cada foto, em cada legenda do Instagram.
porque você permitiu. você topou. você aceitou. você tava lá e aceitou fazer parte disso. você aceitou ser feliz e agora está um passo mais próxima de uma vida alegre. porque ela já é alegre, você só esqueceu de olhar direito. se confundiu com óculos de lentes esfumaçadas que não te deixam enxergar nem um palmo na sua frente.
mas o importante é o que importa, e você se permitiu sair sem óculos dessa vez. você olhou em volta, pra todas as cores vibrantes da vida e percebeu que tudo isso faz parte de você. e um pedaço de bolo deixa de ser um pedaço de bolo, uma xícara de café deixa de ser uma xícara de café e uma macarronada deixa de ser uma macarronada. é tudo música, é tudo vida, é tudo amor.
a gente acha que é sobre as coisas, sabe? eu amo isso, eu amo aquilo, eu amo aquela pessoa, agora amo essa… a gente pensa que é sobre status de Facebook, sobre programar coisas e comprar tantas outras, mas não é. porque tudo isso some diante da presença do amor.
e a gente ama, viu? ah, ama. é que a gente se esquece mesmo, e coloca outras coisas no lugar só porque acha que não ama. ô, menina, larga a mão de ser besta. o amor tá aí dentro só esperando você se permitir soltar ele por aí. a própria ursinha carinhosa espalhando arco-íris e unicórnios por todos os lados, vendo tudo com olhos mais brandos e um sorriso no rosto. e de clichê isso não tem nada. muito menos de brega. muito menos de errado. tá tudo certo, viu? pode amar à vontade. tá liberado.
e sentindo tudo isso a gente olha pra trás e fica se perguntando porque passou tanto tempo se privando do amor. das pessoas. você diz que odeia todo mundo no Twitter, mas morde a língua quando percebe que isso não é verdade. que sem elas você nem saberia o que fazer da sua vida. dá um nervoso no estômago só de pensar em ficar sem ninguém, né?
dá pra gente ser muito feliz. e pode, sabe? pode trabalhar feliz, pegar o ônibus feliz, andar de Uber feliz, ouvir música feliz, até comer jiló feliz (a confirmar, né?). porque não é o jiló, ou o ônibus, ou o carro super caro, ou a viagem pra Paris que vai fazer a gente se sentir assim. é o amor. sempre ele. toda vez ele. pra toda eternidade ele.
e aí… se você passou um dia inteiro andando pelo bairro e comendo coisas gostosas, ou se trabalhou até tarde e foi dormir depois das três da manhã… tudo vai parecer a mesma coisa e tudo vai ter a mesma sensação porque é amor, entende? e só existe uma forma de amor.
esse post faz parte de um projeto de blogagem coletiva chamado Day by Day. tem um monte de gente maravilhosa participando, olha só: 

sobre girlboss e a importância de ser realista

girlboss

em agosto, o livro do Chá com Flor (o clube do livro que eu criei com a Karine e a Clarinha) foi Girlboss, da Sophia Amoruso. eu já tinha lido algumas vezes antes e ele é um dos meus preferidos pros períodos de falta de inspiração e bloqueio criativo, e foi muito legal ler mais uma vez o que a autora tem a dizer, em uma fase diferente da vida e com outras coisas em mente.

eu não vou entrar no mérito da série produzida pela Netflix, porque não vi a temporada inteira e, honestamente, não senti que o programa retratou minimamente quem a Sophia é de verdade – e nem acho que esse era o objetivo. mas eu posso dizer que, depois de ler Girlboss de novo, eu sigo gostando muito dela.

eu jamais vou saber como ela é mesmo, a não ser que passe a conviver diariamente e aprenda sobre como ela pensa e como funciona, mas o que ela passa no livro são lições muito palpáveis sobre a experiência que ela teve e a visão de mundo que ela aprendeu. verdade, ela ficou muito rica meio de repente e faz questão de falar sobre isso várias vezes no livro, mas o que eu gostei de tirar de lição dali agora foi a importância de ser realista.

sabe quando a Shonda fala no livro dela que as pessoas que sonham e ficam imaginando dificilmente conquistam o que querem? (é uma parte do discurso que ela fez numa universidade) pois bem, a Sophia fala muito disso também. basicamente, ela te conta nos mínimos detalhes como preferiu mil vezes fazer alguma coisa a ficar sonhando com a vida perfeita e é por isso que a empresa dela deu certo (na época, pelo menos… hoje em dia a gente sabe que a Nasty Gal faliu).

e eu gosto disso, sabe? a Sophia não perdeu os dias dela se comparando com as pessoas. ela não duvidou do que ela poderia fazer (só procrastinou muito pra encontrar alguma coisa que ela gostasse de verdade), ela só foi lá e fez. e trabalhou muito e trabalhou duro. ela olhou pra uma demanda e cumpriu. ela pensou nos detalhes, ela fez com carinho, ela foi atenta e ouviu o feedback. é por isso que do dia pra noite o negócio dela cresceu tanto que ela precisou mudar a empresa de lugar num espaço curtíssimo de tempo. ela não deu trela pro auto-boicote.

tá, concordo que a Sophia pode parecer meio agressiva na forma como encara a própria vida e o negócio que ela criou. mas não deixa de ser uma visão mais realista do que a que eu tinha sobre os blogs, por exemplo. sabe essa coisa de você ficar imaginando e fantasiando sobre como uma coisa pode ser, ao invés de simplesmente fazer o que você acha que quer fazer e que pode ser legal? é tipo isso.

lendo Girlboss, eu me lembrei de todas as vezes que me boicotei e que deixei as minhas inseguranças levarem o melhor de mim. não penso nisso com pesar, mas com gratidão – é sempre bom deixar claro. tudo o que eu vivi aconteceu exatamente como deveria acontecer porque eu precisava chegar onde estou agora. e eu não me arrependo de nada.

mas não deixa de ser interessante olhar para trás e falar ‘minha nossa, como eu pude alimentar tanto esse bichinho chato, né?‘. é tipo um sinal de alerta, uma sirene me lembrando pra não fazer isso de novo, pra ficar esperta e focar no que eu posso entregar, na demanda que eu vejo e que sei que posso ajudar(se você tem dúvidas, essa demanda é o amor).

eu gosto da Sophia porque, mesmo parecendo meio agressiva e super assertiva, ela te incentiva a parar de melindre, entende? ela é tipo aquela amiga que vive falando ‘miga, só faz o que você quer‘, mas você insiste em não ouvir porque continua achando que não é capaz. no fim, é uma escolha nossa querer ou não ouvir o conselho (seja da amiga ou da Sophia).

ser realista tem muito a ver com ser presente. com manter a cabeça no lugar e olhar para cada cena com olhos de primeira vez: você observa, identifica a demanda e aí faz o que precisa ser feito para atendê-la. não tem muito essa coisa de ‘isso eu faço, isso eu não faço‘. não. é fazer tudo. tudo, tudo, tudo. desde que esteja de acordo com a sua meta.

o livro me fez pensar muito nisso, sabe? o quanto eu estou disposta a ser realista e fazer o que for preciso pra atingir a minha meta. pra fechar o meu objetivo de uma vez por todas e olhar só pra ele daqui pra frente. parece tão mais fácil querer que o mundo resolva isso pra mim, sabe?  mas isso não vai acontecer. quem tem que tomar essa decisão sou eu. sempre vai ser assim.

então é isso. Girlboss me fez olhar de novo pra como é legal a gente ser realista e colocar a mão na massa pra atingir um objetivo. e como essa é a fase que eu tô agora. de fazer tudo, absolutamente tudo, com uma meta em mente e seguir a tal montanha no Neil Gaiman. é me fazer de novo e de novo a pergunta ‘isso me deixa mais próxima ou mais distante do topo da montanha?‘ e lembrar de sempre, sempre, sempre, colocar doses cavalares de amor e carinho no que eu faço – porque o resultado vem, independentemente da forma que tome.

resumindo: Girlboss é uma leitura que eu recomendo muito se você precisa de um pouquinho de incentivo pra dar esse pulo e ainda tem umas dicas incríveis sobre mercado de trabalho que eu já coloquei em prática várias vezes (principalmente as sobre carta de apresentação pra currículos!). e dá pra comprar baratinho na Amazon clicando aqui (e você ainda me ajuda a ganhar uns trocados!).

você já leu Girlboss? o que achou do livro? 

coisas incríveis que o BEDA me ensinou

o que o beda me ensinou

não é a primeira vez que eu faço o BEDA e também não sei se vai ser a última (nunca diga nunca, não é isso que falam por aí?), mas eu sempre acho que essa é uma experiência incrível, mesmo com a correira, mesmo com a quantidade insana de conteúdo que eu vejo, mesmo com os dias e dias de risos nervosos.

a Isa também fez um post desses logo depois que o BEDA acabou, na semana passada, e deu a visão dela dessa coisa toda – e eu sempre acho incrível como a gente pode usar o conteúdo dos amigos como base e como uma forma de aprender visões diferentes sobre um mesmo assunto. por mais que eu compartilhe de muitos dos pontos que ela colocou no post dela, também senti vontade de falar dos meus aqui:

1.a minha blogosfera tá viva

a maior alegria foi perceber como – ao contrário do que insistem em dizer – ainda tem muita gente legal criando conteúdo pra blogs. pode ser esporadicamente, pode ser só no mês do BEDA, mas os blogs não vão a lugar nenhum, e tem espaço pra todo mundo. eu já repeti isso tantas vezes por aqui que tá até ficando meio chato (ou não), mas a blogosfera segue viva, segue linda e cheia de gente que tem coisas incríveis pra dizer e compartilhar com todo mundo, sabe?

2.se organizar direitinho…

agosto foi tipo um chute na minha cara sobre a importância de ser minimamente organizada. não só com coisas do blog, mas com tudo. fazer um projeto como o BEDA exige um mínimo de organização e por mais que eu tenha cumprido a minha meta pessoal de 27 posts no mês, eu sei que poderia ter sido mais tranquilo e bem menos estressante se eu tivesse me organizado melhor. sabe aquela coisa de você ter dias sem sacrifício? então. tem como. mas eu preciso saber priorizar e fazer as coisas com mais calma. eu espero conseguir cumprir essa meta em setembro (torçam por mim – sério). ♥

3.brainstorm é o melhor amigo do blogueiro

eu acho que se não tivesse tirado uma tarde para pensar em todos os posts que gostaria de escrever em agosto, o BEDA não teria saído. eu sempre acreditei que pensar com antecedência nos temas tirava a espontaneidade da coisa toda, mas não – é um facilitador. se eu não tivesse feito isso, tenho certeza que não teria consigo fazer conteúdos legais e posts que me deixaram com um quetinho no coração, sabe? sob pressão a gente até consegue umas ideias bacanas, mas o processo todo fica mais sofrível e não tem necessidade disso. criar um banco de ideias pode ser, sim, uma boa ideia e eu fiquei apaixonada por ela.

4.apenas escreva, amiga

tinham dias que eu sabia que estava cansada e achava mil motivos pra procrastinar. parecia que o texto não ia sair de jeito nenhum. mas aí eu lembrava de uma dica que ali em algum lugar alguma vez (será que dá pra ser mais vaga?) que dizia que, na dúvida, só comece a escrever. e aí a coisa fluía, sabe? a gente tem uma mania de ficar supervalorizando o bloqueio criativo e subestima o poder de começar a digitar qualquer coisa. quando você vê, o texto saiu, você tirou da cabeça o que incomodava e agora só precisa fazer os ajustes pra ficar do jeitinho que você imaginou. feito é melhor que perfeito, já diria (mais) uma sabedoria popular.

5.a gente sempre se subestima demais…

de verdade verdeira. chegou no fim de agosto e eu pensei: ‘nossa, não acredito que terminei esse projeto‘. mas, como assim? é claro que eu terminei. é claro que eu sou capaz. é claro que ficou lindo. a gente se subestima muito e nunca acredita na própria capacidade. a gente encontra motivos pra se boicotar e pra falar mal de si mesma e pra provar que a gente não consegue. e aí quando consegue fica surpresa. stop subestimar a própria capacidade tour 2017.

6… mas também sabe se apoiar muito

se tem uma coisa legal nesse mundo de blogs é a capacidade das pessoas se apoiarem. eu recebi tanto comentário fofo, vi tantas indicações incríveis… se a gente se subestima, então as amigas da internet, quem lê a gente todos os dias, quem curte o que a gente escreve, faz questão de mostrar (nem que seja só um pouquinho) e ajuda a gente a acreditar um pouco mais no nosso próprio trabalho, sabe? incentivam e motivam e fazem a gente acreditar que tem muita coisa legal pra entregar por aí. só amor por você que tá do outro lado da telinha! ♥

não me canso de dizer como agosto foi um mês maravilhoso e como eu não poderia estar mais feliz de ter criado esse blog e poder compartilhar com você um pouquinho de quem eu sou, de quem você é e de como a nossa vida pode ser incrível. espero que em cada post isso tenha ficado claro – e que venha o BEDA 2018 (abençoa, senhor!).

o que você gostaria de ver no blog esse mês? me conta aí nos comentários!

resumaki #8 – agosto

resumaki agosto

eu não tô acreditando que estamos em 1º de setembro e cabô agosto, cabô BEDA, cabô Maki aloka das postagens.

um pouquinho sobre agosto…

daí que agosto foi um mês tão maravilhoso, mas que, contrário da crença popular, passou muito mais rápido do que eu imaginei. aconteceu tanta coisa que chegou num ponto em que eu só perguntava QUE QUE TÁ CONTE CENO e continuava andando meio desengonçada, rindo feito criança.

agosto foi o mês do BEDA, e eu tô me sentindo a própria definição de ‘veni, vidi, vici‘, isso mesmo, euzinha mello. vim, vi e venci, fiz todos os 27 posts que me propus a fazer esse mês (a ideia era só não postar aos domingos, mas a tal falta de organização bagunçou um pouco as minhas semanas) e o carinho que eu recebi das migas e de você me acompanha por aqui foi tão incrível que fez o meu coração cantar. foi um blog every day august memorável com certeza.

falando em blog, o que vocês acharam do layout novo? já nem lembrava que foi em agosto (meu deus, que mês comprido!) que tinha mudado o visual daqui e eu sigo completamente apaixonada. um obrigada muito especial pra linda da Adri e pra Dani que tiraram essa ideia da minha cabecinha e executaram ela maravilhosamente bem no mundinho dos 0s e 1s.

esse mês teve Dudinha de volta no Brasil e eu não acredito que a gente não tirou uma foto desse reencontro das estrelas (de novo!) e teve Celle muitas vezes seguidas e a Bee num dia também. amo tanto essas três que nem sei dizer. é sempre um afago no coração quando a gente se encontra (e muitas risadas e piadas internas no Twitter).

esse mês eu também conheci a Mel e nem acredito que isso aconteceu. eu fui no lançamento do livro que ela fez com outras três autoras incríveis (incluindo a Babi, que eu também chorei por ter conhecido!) em parceria com o Maurício de Souza e aquele dia foi loko demais™.

aliás, o dia que eu conheci a Mel foi um dos mais incríveis que eu já tive na vida. começou às 9h da manhã e terminou à 1h da madrugada do dia seguinte e foi repleto de ‘coincidências‘ maravilhosas, xícaras de chá e muitas panquecas. falei um pouquinho mais sobre aqui, lembra?

teve recebidos do mês (nem acredito que ganhei o livro Diário em Tópicos da Editora Sextante!), teve passeios pelo centro da cidade (e eu relembrei os meus dias de Galeria do Rock), teve muitas idas à Liberdade, muito lámen, muitos cafés da manhã deliciosos, teve SPFW e ~lúki do dia~, muitos sorrisos e abraços – e meu Deus, eu não tô chorando VOCÊ QUE TÁ.

esse mês foi tão louco que teve até uma viagem surpresa pra São Bento do Sapucaí, em plena quarta-feira, um dia que também ficou conhecido como ‘a vez que eu dormi só seis horas num espaço de três dias e vivi pra contar a história‘.

conheci tanta gente maravilhosa esse mês, conversei com tantas pessoas incríveis, lembrei de tanta coisa importante sobre mim, que tudo o que eu posso dizer é: brigada, brigada, brigada, mil vezes MUITO OBRIGADA. a vida é muito linda, gente, de verdade. e eu nunca estive tão feliz e tão confiante de que tá tudo bem com a gente e que a gente vai lembrar que o amor vai salvar o mundo.

foi um mês que eu finalmente percebi como eu tenho vontade de viver e como é importante eu estar nesse mundo. reparei que não penso mais no quanto morrer pode ser uma solução pras coisas que eu sento e que penso de mim e que tudo o que eu mais quero da vida é que as pessoas sintam isso também, que a gente se lembre de como é bom existir, sabe?

*abraça apertado você que tá aí do outro lado da tela*

… e mais uma coisinhas que valem compartilhar

um post que amei escrever: só um? vou deixar aqui todos da categoria BEDA, pois ela merece ♥

um post que amei ler: eu escrevo, da fofinha da Isa!

um livro: Girlboss, da Sophia Amoruso (tá R$19 na Amazon, gente!)

uma música: *DINOSAUR UUUH UH UH UH*

uma pessoa: a Celle, que foi tão presente na minha vida esse mês

o BEDA acabou, o blog volta com a programação normal (amém, gente, eu preciso dormir), mas eu só consigo pensar com alegria e um sorrisão na cara no quanto esse mês foi incrível.

setembro, pode vir. eu tô com o coração cheio de amor pra te dar!

blog day: 8 amizades maravilhosas que eu fiz através de blogs

pode considerar o blog day tipo uma extensão daquele post de encorajamento que eu fiz umas semanas atrás? pode sim, senhor. eu fiquei quebrando a cabeça sobre como falaria sobre esse dia de uma forma diferente e que combinasse como que eu venho sentido.

já falei aqui sobre alguns dos meus blogs preferidos e também sobre aqueles que me ajudam muito a escrever, e hoje eu não queria só indicar blogs. queria falar um pouco sobre o que a blogosfera me proporcionou desde que eu comecei essa brincadeira, quando tudo isso aqui era mato. eu conheci tanta gente incrível, fiz tantas amizades maravilhosas que acho que esse é o melhor jeito de mostrar o quanto essas pessoas marcaram essa minha jornada (ai, que brega) na internet e na vida.

nem preciso dizer que aqui não tem ordem de preferência, nem de melhor e pior, só de pessoas incríveis que tem um lugar no meu coração.

1.ka lopes

a Ka é uma das minhas melhores amigas e uma das pessoas mais fabulosas que eu já conheci. tenho muito sorte de ter ela sempre tão próxima de mim, mesmo ela esquecendo dia sim dia também de responder as mensagens que eu mando no FB.

2.celle coelho

o coelho mais maravilhoso que você respeita. a Celle sempre me lembra de como a gente pode olhar pras coisas de um jeito mais divertido e leve, como dá pra ser séria sem ser careta, sabe? fora que somos gêmeas e estamos com roupas iguais 99% do tempo.

3.duds saldanha

a Duds… ah, gente. eu só quero dar um abraço bem apertado na Duds e dizer o quanto ela é maravilhosa e incrível e o quanto eu a amo. de coração.

4.babee pedrosa

a maior incentivadora de todos os tempos. a Bee é uma das pessoas mais criativas que eu já conheci e fico de cara com o quanto ela é maravilhosa. ela me lembra sempre da importância de acreditar em mim mesma e nas pessoas que eu amo e eu sou muito grata por isso. ♥

5.ana clara

quanto mais você me aguenta babando ovo pra Clarinha? é uma das minhas amigas mais próximas hoje em dia e alguém por quem eu tenho MUITO carinho. só ela pra surtar com os doramas da vida comigo e chorar que os bias todos tão indo pro exército, além de me salvar nos dias que eu tenho vontade de colocar fogo no meu armário.

6.gabs casarim

vale gente que eu conheci por Twitter/ Youtube? eu vou dizer que sim, pois o blog day é meu e faço dele o que eu quiser. no caso, a Gabs é aquela pessoa incrível que eu só queria dar um abraço e dizer que tá tudo bem (tá mesmo, miga) e que sempre surta comigo por causa de kpop. brigada pelos gifs do Jong Suk e pelos momentos adivinhação tentando descobrir qual vai ser o próximo grupo a vir pro Brasil (MonstaX, eu acredito em você!) ♥

7.paloma sernaiotto

a Lominha era tipo aquela pessoa que eu acompanhava e pensava ‘noooooossa, ela é tão legal, nunca vai ser amiga de alguém como eu‘. hoje eu sei que a gente é mega parça e, além de ser fofíssima, a Lominha me ensina muito sobre um monte de coisas, principalmente sobre perseverança e não ter medo de tentar coisas novas.

8.karine britto

eu já falei que a K é uma das pessoas mais talentosas que eu já vi, né? pois é. foi uma das primeiras amizades de blogs que eu levei pra vida real depois da Ka e alguém por quem tenho muito carinho. a gente, inclusive, criou o Chá de Flor juntas e eu agradeço todos os dias por esse clube do livro, que tá me ajudando a retomar o hábito de ler sempre.

é claro que tem muitas outras pessoas, algumas que eu conheci recentemente (tipo a Cíntia fofinha! oi, Cíntia!), algumas pelas quais tenho muito carinho (ei, Nina!) e outras que acompanho há um tempão, mas ainda não conheci ao vivo. mas acho que esse ano eu queria relembrar e até enaltecer as amizades que os blogs me trouxeram e que hoje são uma parte muito presente na minha vida. são pessoas com quem eu falo sempre, que já conheci em carne e osso ou com quem compartilho um monte do que eu tenho aprendido por aí. é sempre legal a gente colocar essas coisas em perspectiva e lembrar um pouquinho de tudo o que esse mundão online já proporcionou pra gente, né?

você já fez muitas amizades por causa dos blogs?

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