resumaki #12 – janeiro

resumaki janeiro

minha. nossa. 

um pouquinho sobre janeiro…

eu tô escrevendo esse post às 23h29 de quarta-feira, dia 31 de janeiro de 2018, e meio que tinha desistido de fazer esse post porque o dia foi corrido, eu tô cansada e não conseguia parar de pensar que só o que eu queria era dormir cedo – a maior mentira da internet, não é mesmo? mas, mesmo assim, cá estou, revivendo essa tag maravilhosa quase-meia-noite-de-dia-da-semana pra contar um pouco sobre o primeiro mês desse novo ano.

e tudo o que eu consigo dizer é o que eu já escrevi ali em cima: minha. nossa. bem assim, com a pontuação no meio da frase pra dar uma entonação diferente, do tipo ‘eu não acredito que euzinha vivi esse tanto de coisa incrível e quero chorar só de lembrar de cada segundo desse mês‘.

foram milênios que se passaram em 31 dias. que começou com uma festa de ano novo incrível que rendeu milhares de momentos fantásticos, inclusive essa foto minha com a Gabs que eu quero emoldurar de tão linda que é (te amo, Gabs!).

teve o primeiro brunch do ano com uma pessoa que é maravilhosa, a Helena, e por quem eu tenho um carinho imenso. teve sorvetes gostosos, muitos donuts deliciosos que causaram nos comentários do Instagram e teve amigo secreto do pessoal da Coe (o Cauê me tirou ♥ e eu ganhei uma sessão de voz com ele – UMA DAS COISAS MAIS INCRÍVEIS QUE EU JÁ FIZ NA VIDA).

teve tantos abraços e beijos que eu fico com o choro entalado na garganta e o coração saltando forte no peito de tanta emoção. teve colagens no bullet journal. teve um clube do livro, que eu criei junto com duas pessoas que eu admiro tanto que parece sonho a gente ter se tornado tão amigas nos últimos meses. falando nisso, teve também encontro ao vivo e a cores com a Loma, depois de tanto tempo só de amizade pela internet, e teve ainda esse presente maravilhoso que eu ganhei da Mel – e o carinho dela transbordou as barreiras estaduais e me invadiu com tudo.

teve amor. teve muito amor. de você pra mim. de mim pra você. com as pessoas ao meu redor. teve permissão, sabe? e um tanto de coisa incrível que eu nem sei explicar também, só sei que aconteceu e quando eu olho pra trás fico descrente com como eu mudei no último ano, e hoje eu não tenho mais medo de exercer a minha felicidade agora e dizer pra todo mundo em alto e bom som:

meu. Deus. como eu amo vocês. 

… e algumas coisinhas que valem a pena compartilhar

um post que amei escrever: diário #96 – apenas esteja lá (vocês também gostaram, né?)

um post que amei ler: What I Learnt From Taking a Month Off From Blogging, do The Anna Edit

um livro: Tartarugas até lá embaixo, do John Green

uma pessoa: você, que me acompanha e me dá tanto carinho, todos os dias ♥

uma música: alguém me ajuda, eu não consigo parar de ouvir Anavitória

o que dizer de 2018, que mal começou e eu já considero pakas?

diário #96 – apenas esteja lá

diario

há algumas semanas, eu tive uma conversa com a Gabs sobre produção de conteúdo pra internet que foi muito legal. por que a gente se comprometeu com uma meta, sabe? a gente meio que prometeu puxar uma a outra nesse lugar, se ajudar mesmo. e eu tava aqui revendo as anotações que fiz daquela conversa (sim, sou dessas) e me deparei com uma frase que bateu tão fundo na hora que eu ouvi quanto relendo, dias e dias depois:

você não precisa fazer nada grandioso, só precisa estar lá.

vamos parar pra pensar nisso um pouquinho? percebe como a gente se cobra, se machuca, porque fica pensando em formas diferentes de fazer uma coisa grandiosa, gigante, que entre pra história, e no fim acaba mega desmotivada porque acha que jamais vai conseguir chegar nesse fim de caminho ideal? tipo, você quer escrever um livro maravilhoso, que vai ser super aclamado pela crítica, vai virar filme e série na Netflix, mas não consegue nem escrever o primeiro parágrafo da história.

você fica travada, com medo desse resultado.

mas você não precisa fazer algo grandioso, menina, só precisa estar lá. só precisa dar o primeiro passo. escrever uma linha hoje, outra amanhã. outra daqui duas semanas. postar no blog um pouquinho numa semana, depois postar de novo só quando sente vontade, sem pressão sabe. você só precisa estar lá.

só precisa começar de alguma forma. mesmo que seja julgando como péssima cada uma das palavras que você escreve nessa primeira linha.

eu percebi, nas últimas semanas, que a gente faz questão de ignorar o processo. a gente olha pra fulana e pensa ‘meldels, nunca vou chegar no meso patamar que o dela‘, olha pra ciclano e diz que jamais teria o talento que ele tem pra desenhar, escrever, editar vídeos, *insira aqui aquilo que você acha que não consegue fazer*. mas a gente esquece que essa pessoa passou por um processo incrível pra chegar nesse ponto.

você tá aprendendo sobre edição de vídeo agora, mas o ciclano passou 12 anos estudando e mexendo com isso enquanto você fazia outras coisas. e tudo bem, sabe? editar vídeos só não era uma prioridade pra você. fulana faz uns letterings maravilhosos no bullet journal dela e você tem certeza que jamais conseguiria fazer nada remotamente parecido com o que ela faz. mas não vai investigar que ela começou a fazer esses desenhos ainda pequena e fez faculdade de design e faz disso o trabalho dela – e deve treinar isso umas 10 horas por dia ou em cada momento vago que ela tem.

a gente esquece o processo e quer logo o resultado. mas isso de querer o resultado só coloca a gente lá longe, sabe? bem longe da meta, bem longe do que a gente acha que quer. e aí fica frustrado quando percebe que já não nasceu sabendo como editar vídeos de um jeito incrível ou fazer letterings maravilhosos pra escrever no #bujo e postar as fotos no Instagram depois. mas tem todo um contexto que a gente tá ignorando.

eu sei lá. fiquei pensando nisso e observando como eu mesma já pensei isso milhares de vezes e como esses pensamentos machucam. é crueldade, sabe? é tortura com a gente mesma. a gente acha que só é importante quando faz alguma coisa grandiosa, quando viraliza na internet ou quando ganha prêmio em algum lugar. mas a gente não tem ideia do efeito que o nosso primeiro passo tem no caminho e no quanto as pequenas coisas que a gente faz vão influenciar as outras pessoas. a gente tem um caso sério de ignorar o contexto, entende?

e aí acha que tudo é sobre a gente. ‘porque EU não consigo fazer isso’. ‘eu não tenho capacidade de fazer aquilo’. ‘eu nunca vou ser como fulana’. ‘eu queria ser tão talentosa quanto ciclana (mas não sou)’. e usa isso pra falar mal de si mesma. pra se colocar pra baixo, pra ficar triste e desmotivada. e esquece de novo que:

  1. é o mundo que precisa de você, não o contrário;
  2. sempre tem alguém observando a gente.

e quando fica nessa de achar que só vale a pena se for grandioso, o que que a gente ensina? que tem um padrão inalcançável, só pra algumas pessoas especiais e que você não serve de nada.

desculpa acabar com o seu castelinho de areia, mas isso é mentira. e mentir pra si mesma só alimenta esse círculo de maus-tratos autoinfligidos que a gente finge não fazer consigo mesma, jogando o problema lá longe, na meta impossível, sendo que um passinho minúsculo que a gente dá nessa direção já muda o mundo inteiro, inclusive você.

detalhe: a máquina que faz fotos pra levar na carteira

instax mini 8

eu comprei a minha Instax Mini 8 na França, literalmente um dia antes de voltar pro Brasil. tive aquela crise clássica de ‘segurei dinheiro a viagem inteira e agora sobrou um pouco e acho que eu mereço *insira o seu item de desejo aqui*‘. a primeira foto que eu tirei, queimou. foi uma foto dos cataventos que tinham na varanda do apartamento que eu morava lá. era pôr do sol, mas a máquina não conseguiu identificar o tipo certo de iluminação e a foto ficou assim, meio queimada.

mesmo estranha, eu levo essa foto na minha carteira, como uma lembrança dos dias que passei lá, tanto quanto levo o próprio catavento na parte de trás do meu braço direito.

instax mini 8

quando eu era pequena, lembro que ver as fotos reveladas da máquina de filme (que era o normal naquela época) e sentir o coração quentinho, lembrando de cada momento em que as imagens foram feitas. era muito emocionante. não deixa de ser assim com a Instax. ela virou tipo um amuleto, um acessório que eu levo comigo em dias potencialmente incríveis pra fazer um registro. e a sensação é essa ao ver a foto impressa, na hora.

eu tenho uma caixinha cheia de fotos, que espero colocar em um mural um dia. lembranças de momentos maravilhosos que tive ao longo dos últimos anos, desde que eu decidi comprar a minha câmera, em fevereiro de 2014.

instax mini 8

instax mini 8

pensando agora, eu tenho um registro de todo o meu processo de cura – algumas fotos por ano desde que eu decidi que ia melhorar, encontrar a felicidade dentro de mim e tirar aquele cachorro preto da minha cola. fico com o coração transbordando ao perceber que alcancei essa meta e que foi possível cumprir a promessa que eu me fiz naquela virada de ano, de que eu nunca mais me sentiria daquela maneira.

hoje, a Instax fica na minha escrivaninha, bem pertinho de mim. ela tá sempre pronta pra agir, no momento que eu precisar de um clique exato pra marcar um momento incrível. o mais legal é que não é a máquina que fazem os momentos serem incríveis, só a minha permissão de aproveitá-los e, quem sabe, registrá-los com uma foto revelada na hora pra colocar na carteira depois.

este post faz parte do projeto detalhes, uma blogagem criativa criada por desancorando + sernaiotto +serendipity  saiba mais sobre o projeto clicando aqui e confira os posts já publicados aqui.

projeto detalhes novo

 

52 pontos: quando (e como) usar um habit tracker

habit tracker

se você acompanha o blog há um tempo, sabe que eu já falei (bastante) sobre habit tracker neste post. porém, como a ideia é que o 52 pontos seja um projeto bem completo – e como esse é um assunto que gera muita dúvida – decidi que valeria a pena falar sobre ele aqui de novo.

a função do tracker é muito mais fácil de entender do que as pessoas imaginam: tudo o que ele faz é te ajudar a prestar atenção em alguns hábitos da sua rotina. ele funciona só para coisas que você quer fazer todos os dias, ou com uma frequência grande, e que não necessariamente precisam entrar no seu daily log.

é assim: vamos supor que você quer começar a caminhar 30 minutos todos os dias. coloquei caminhar porque ir na academia gera um monte de sensações esquisitas aí nesse seu corpinho (também conhecida como ranço ou preguiça). daí, ao invés de escrever no seu diário em tópicos, todos os dias, que você vai caminhar 30 minutos, como se fosse uma tarefa, você monta um tracker e coloca uma linha assim ‘caminhar 30 min’.

a natureza do tracker é ser uma tabela com todos os dias do mês, por isso, toda vez que você cumprir essa tarefa, você vai lá e marca uma bolinha. se você cumpriu também no dia seguinte, faz mais uma bolinha. se não foi no outro, deixa em branco… e assim por diante.

‘meu Deus, Maki, mas pra quê todo esse trabalho duplo?’

porque o tracker tem um objetivo motivacional, sabe? é tipo aquele sistema do Jerry Seinfeld, de você marcar todos os dias que faz alguma coisa num calendário e não quebrar a corrente de ‘X’s que faz lá sempre que cumpre a tal tarefa. você se sente motivada quando percebe que está conseguindo cumprir esse hábito todos os dias.

ele também pode te ajudar a ter uma visão geral de coisas que você está fazendo e que são um ponto de atenção na sua rotina. por exemplo, eu percebi que estava tomando muito café durante o dia, daí coloquei uma linha para ‘café’ no meu tracker e comecei a marcar quando eu estava tomando e quantas xícaras (eu colocava o número em cima da bolinha ou só o número). isso me ajudou a perceber que o consumo estava alto demais e que talvez fosse o momento de mudar esse hábito – o mesmo para dias em que eu comia fora de casa e para o número de vezes que eu usava serviços como o Uber.

resumindo: o habit tracker é uma ferramenta que traz consciência pra coisas que você faz ou quer fazer no seu dia. por isso é tão legal pra te ajudar a adotar novos hábitos ou tirar aqueles que não te fazem bem, sabe?

daí, tem evoluções pra essa ferramenta. algumas pessoas usam o tracker para cuidar da saúde mental, anotam o humor delas diariamente e pequenas tarefas que são importantes pra quem tá passando por uma depressão. vale de tudo, de arrumar a cama até escovar os dentes, depende do que você precisa e o que vai criar em você essa sensação de motivação e realização, tá bem?

existe um tipo de habit tracker perfeito?

puxa, aí você me pegou. mas, se eu puder responder sinceramente, eu diria que não. como tudo no diário em tópicos, você precisa testar para saber o que funciona para você. eu costumava fazer um tracker mensal, antes do meu daily log, com todos os dias do mês e tudo mais. mas aí parou de funcionar porque eu esquecia de ver e não completava as bolinhas!

agora, eu uso um tracker semanal e isso salvou a minha vida, porque ficou muito mais fácil de ver, de completar e de ficar mais consciente sobre o que eu estou fazendo e com que frequência. essa semana, o meu tracker tem as seguintes linhas: uma pros dias que eu postei no blog, pros que eu postei no Instagram, pros que eu chequei a minha conta bancária (alô, finanças bagunçadas!), uma pros dias que eu vi um vídeo no Youtube (tô com uma meta de acompanhar duas youtubers esse ano!) e um pros dias que eu li alguns minutos.

brincando com recortes, colagens e frases de O Rei do Show ✨

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tá vendo? dá pra colocar de tudo mesmo! depende só dos hábitos que você quer manter no seu dia e aqueles que você quer tirar. a minha sugestão: não faz a louca de mudar a rotina inteira e colocar mil linhas no seu tracker de um dia pro outro. começa escolhendo coisas que você quer monitorar (tipo eu com os posts do blog) e coloca uma ou duas coisas novas que você quer tentar colocar na rotina. quando essas coisas novas se estabelecerem, daí você pensa em outras. ok?

ah, e pra te ajudar a montar o habit tracker, a Dudinha criou um freebie fabuloso, com adesivos para você colar no seu habit tracker! se você imprimir e usar, não esquece de mostrar pra gente com a hashtag #meus52, ok?

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me conta: o que tem no seu habit tracker?

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5 livros maravilhosos para ler em 2018

livros para ler em 2018

já pode falar o quanto eu tô animada com o infinistante, o clubinho de leitura que eu, a Mel e a Lominha criamos, e voltar a ter uma rotina de leitura digna de ser citada neste blog? pode, né? tá liberado.

desde o ano passando, tentando voltar pra esse lugar de ler com certa frequência, eu andei juntando alguns livros que gostaria de tirar da estante (metaforicamente falando) e começar a ler de verdade. até por isso, fiquei super contente quando as meninas sugeriram que um dos posts do projeto detalhes desse mês fosse falar sobre livros que queremos ler este ano (ou que já lemos e achamos que vale a sugestão).

no meu caso, achei que seria legal mostrar quais livros estão na minha estante metafórica e que eu pretendo ler em 2018, entre um livro e outro do infinistante. e, sim, eu sei que a maioria é em inglês, mas são livros que não foram lançados em português por aqui ou, se foram, estão muito mais caros que a versão original (acontece, né?).

1.tartarugas até lá embaixo, john green

esse já está sendo o meu primeiro livro do ano. amo tanto o John Green! A Culpa é das Estrelas é um dos meus livros favoritos e eu sempre adorei o jeito como o ele escreve. fiquei muito empolgada quando ele lançou esse livro, porque todas as críticas diziam que é o melhor que ele já escreveu. até agora, estou gostando bastante (mas confesso que tem sido difícil olhar pra forma como a Aza vê o mundo e a vida).

2.the little book of skincare, charlotte cho

comecei a ler esse livrinho incrível sobre cuidados com a pele estilo coreano no ano passado, por indicação da Lominha, mas larguei na metade porque a correria foi grande e tenho uma questão de esquecer que os livros estão no Kindle. quero retomar a leitura e terminar de uma vez. aliás, tem uma dica que ela dá que eu já adotei: lavar o rosto duas vezes! a primeira com um sabonete à base de óleo, e a segunda com um à base de água. que diferença que faz, viu? ♥

livros para ler em 2018

3.things are what you make of them, adam j. kurtz

vi esse livro tantas vezes no Instagram que comecei a ficar muito curiosa para ler. eu sou apaixonada por livros sobre criatividade (vide a minha obsessão com Roube Como um Artista e qualquer coisa que o Austin Kleon faz), e sempre admirei o trabalho do adam, mesmo não acompanhando tão de perto.

4.the little book of hygge, meik wikking

será que eu já comentei alguma vez por aqui que adora essa ~tendência~ hygge? além de achar a decoração incrível, eu fiquei muito curiosa pra entender mais sobre essa cultura dinamarquesa, de sempre buscar o aconchego pra lidar com os invernos tão rígidos. e também quero ver se me inspiro pra mudar a decoração do meu quarto!

5. o poder do agora, eckhart tolle

tô pra ler esse há um tempão, mas nunca encontrei o tempo ou a força de vontade para comprar (o que mudou enquanto eu vos escrevo, porque ele tá R$ 19 na Amazon). mas é um livro que tem muito a ver com o que eu estudo na Coexiste, fala sobre presença, sobre buscar o amor que você é para compartilhar com o mundo a sua essência… enfim, tudo o que eu tento colocar em prática diariamente aqui, né?

6.everybody writes, ann hadley

olha ela querendo ler sobre como escrever melhor… comprei esse livro pro Kindle no ano passado, depois que a Bruna Vieira comentou sobre lá no Stories dela, e fiquei muito interessada. acho que nunca é demais a gente entender como escrever melhor para comunicar exatamente o que a gente quer, né? (e talvez evoluir pra algo maior tipo um livro – #prontofalei e saí correndo).

lá no Goodreads eu fiz uma meta de ler 12 livros esse ano, acho que já ter 6 pré-estabelecidos é bem ok, né? mais os do clube do livro… acho que consigo bater facinho essa meta. torçam por mim!

tem algum livro que você quer muito ler esse ano? qual?

este post faz parte do projeto detalhes, uma blogagem criativa criada por desancorando + sernaiotto +serendipity  saiba mais sobre o projeto clicando aqui e confira os posts já publicados aqui.

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