como colocar mais amor no que você faz

como colocar mais amor

cinco minutos no Facebook são o suficiente pra perceber que as pessoas não colocam muito amor no que escrevem por ali. no Twitter também. e se fica tão claro que as redes sociais são tipo a válvula de escape do dia a dia, já dá para ter uma ideia do que acontece com as outras coisas que a gente faz por aí, né?

tem tempo que eu parei de destilar ódio ~pelas redes~ (e fora delas também) porque percebi que simplesmente não vale a pena. não faz parte de quem eu sou de verdade, não me define e, usando termos bem simples de explicar, é um karma ruim. não no sentido de ‘eu vou pagar por isso na próxima vida‘, mas do tipo ‘eu vou pagar por isso daqui cinco minutos quando bater o joelho na quina da mesa ou derrubar o celular na privada‘. do tipo o que a gente recebe de volta quase que imediatamente os efeitos do que sente. é desse tipo de karma que eu tô falando.

reverter isso é um trampo: eu preciso primeiro entrar em contato com quem eu sou de verdade, pra entender que essa raiva não faz parte de mim. e aí começar a atuar desse lugar ‘novo‘ (que de novo não tem nada). é uma mudança de postura, sabe? de posicionamento. e aí colocar amor nas coisas fica fácil, porque eu só tô expandindo o que eu já sou, colocando pra fora tudo o que tá dentro de mim.

enquanto a gente treina nesse vai e volta constante em busca de viver a verdade sobre quem a gente é, tem algumas coisinhas que podem ajudar a gente a lembrar desse posicionamento de distribuir amor por aí. é um listão cheio de gatilhos do amor pra gente ter sempre à mão, sabe? tipo assim:

1.pensar em quem tá lendo o que a gente escreve;
2.pensar duas vezes antes de clicar no botão enviar no email / comentário /tuíte;
3. olhar no olho da outra pessoa com quem a gente tá falando;
4.parar pra pensar no que a gente tá sentindo na hora de digitar aquele texto / relatório / email;
5.prestar atenção: a gente tá ouvindo mesmo o que o outro tá contando?;
6.tentar não viajar na hora do banho e cuidar do corpo com carinho (e não no automático);
7.ouvir a música de verdade, e não se imaginar cantando – tem uma mensagem em cada acorde;
8.dar um abraço apertado quanto pedirem;
9.pensar nas pessoas que vão usufruir do nosso trabalho (tem um montão de gente, eu aposto);
10.não pensar no que a gente quer, mas tentar entender o que o outro está pedindo;
11.fazer uma pausa quando tudo parecer demais – nada que uma xícara de chá não resolva;
12.acalmar o nosso coração antes de conversar com qualquer pessoa;
13.falando nisso, não assumir que tem alguma coisa errada na hora de falar com alguém;
14.ser gentil (com a gente mesma e com os outros);
15.na dúvida, escolher amar. 

eu falo que o amor é uma escolha e eu sei que isso parece conversa de maluco, filosofia de filme da Disney ou aquelas teorias vazias sobre a vida que a gente insiste em repetir por aí. mas não tem nada disso (mesmo). amar é uma escolha que a gente pode fazer de novo o tempo inteiro – tudo bem se você cair do cavalo de vez em quando, a boa notícia é que a cela continua ali e você pode subir de novo se quiser. é assim. uma escolha entre amar ou continuar colocando raiva no mundo (e no corpo e nos outros). olhando assim, nem fica difícil, né?

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4 comentários

  1. Aleide comentou:

    Achei seu blog sem querer e é tão gostoso de ler… to passando aqui, passando de página em página… hmmmm

    1. Maki respondeu Aleide

      eeeee volte sempre, Aleide!

  2. Vinícius da Silva Paula (ni NY) comentou:

    É sim!
    Vlw.

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