plan with me: março ° 2017

depois de muito pensar sobre o assunto, de tentar fazer um vídeo desses em fevereiro (e falhar), eu (finalmente) fiz um plan with me fechei os olhos e publiquei. quem acompanha o blog desde o comecinho sabe que eu costumava fazer vídeos, láaaaaa atrás, mas acabei fazendo a louca e deletando tudo o que tinha no canal porque não tava combinando mais comigo. era hora de começar diferente (se é que eu ia começar alguma coisa).

então, com o resumaki de fevereiro eu reinaugurei essa coisa de fazer vídeos (porém sem nenhum tipo de promessa), mais para mostrar algumas coisinhas que podem não ficar assim tão didáticas em texto. se você quer me ver escrevendo a lápis e depois passando caneta por cima por quase cinco minutos, então dá o play aí embaixo:

e se você, por algum acaso, quiser se inscrever no canal, pode clicar aqui:

 algumas coisinhas que eu acho que podem ser ditas sobre o vídeo (e o meu processo de organização):
  1. eu sempre faço tudo a lápis primeiro, porque dá pra corrigir se eu errar (ainda assim eu erro algumas coisas, principalmente na hora de fazer os calendários – sempre faço pelo menos uma das linhas no lugar errado);
  2. eu sou bem básica mesmo. para mim, cada página precisa ser funcional e sem grandes firulas, por isso vou no mais simples: um título uma linha de Tombow e é isso;
  3. por motivos óbvios, as partes de metas, tarefas e finanças eu deixei para completar depois.

tem alguma dúvida sobre o vídeo e esse processo? me conta aí nos comentários! ♥

Manual de sobrevivência dos freelas incríveis

Nem parece, mas tem mais de um ano que eu sou freela e, entre trabalhar um mês direto sem parar e passar duas semanas olhando pro teto do meu quarto, eu acho que tenho um mínimo de conhecimento sobre o que funciona e o que não dá certo para quem quer trabalhar desse jeito também. O home office virou meu melhor amigo (e meu inimigo também, às vezes) e eu tive que me adaptar à toda uma nova rotina pra conseguir dar conta da demanda de trabalho (ou falta de).

manual para freelas incríveis

A gente sempre acha que tá tudo de boa, que trabalhar de casa é ‘o maior sonho‘, até perceber que não tem muita estrutura pra lidar com o tipo de trampo que a gente tá fazendo. Eu fui descobrindo isso aos poucos e usei o que aprendi até agora pra montar um pequeno manual de sobrevivência para freelas incríveis, with a little help dos produtos da linha Work da Kipling, olha só:

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Acreditem quando eu digo que trabalhar de casa precisa-sempre-o-tempo-todo ser sinônimo de conforto. Vai ser legal trabalhar no laptop da sua cama até você ter dores no pescoço (e nas costas!) e ficar morrendo de dor no punho também (alô, tendinite!). Home office significa que você precisa estabelecer uma rotina e ter um local reservado só para trabalhar. Uma mesa, com a tela do computador na altura dos olhos (por isso o suporte), um teclado e mouse pra você não morrer de tanto usar o mousepad. A garrafona de água dispensa comentários, e o bullet jouirnal é porque todo freelancer precisa de um método de organização. Você não vai querer perder deadlines porque ficou muitas horas na Netflix quando deveria estar terminando o job certo? Certo!

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Tem horas que a gente cansa muito de ficar olhando pras quatro paredes de casa o dia inteiro (eu sei bem) e uma mudança de cenário é sempre muito bem-vinda. É nessas horas que você precisa se munir de uma boa mochila. A Deeda, da Kipling, é incrível porque é muito espaçosa e desenvolvida pra caber um computador direitinho ali dentro – e deixar o bichinho bem seguro ali. Tenho horror a usar mochila sem divisória específica porque fica tudo batendo no laptop e ‘ai meu deus a chave de casa arranhou o tampo’. Nessa mochila cabe tudo, até os gadgets que você precisa pra sobreviver um dia no Starbucks mais próximo (euzinha, todo sábado ou domingo de manhã).

Seja num café ou num espaço de coworking (também já aconteceu comigo) você precisa lembrar de ter o seu escritório inteiro à mão, ou seja, não vale levar o laptop e esquecer o cabo de força. Ou sair de casa sem o seu BuJo. O trabalho vai ser feito da mesma maneira, você só vai estar num lugar diferente!

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Essa é aquela situação em que você tem que fingir que usa salto todo dia, colocar uma roupa mais arrumadinha ou pelo menos lavar o rosto antes de sair de casa. Por isso, vale combinar o seu escritório a ocasião. Uma reunião dificilmente demanda que você leve o seu computador, dá para se virar bem com um bullet journal e um tablet, por exemplo, ou até mesmo com o celular. A bolsa Superwork é incrível, porque ela é mais arrumadinha, é muito espaçosa e dá pra levar as tralha tudo num lugar só – até o computador, se você precisar mesmo – sem ficar parecendo sacoleira da 25 de março. Fora que ela tem uma alça na transversal que é mara pra quando você precisa correr de reunião em reunião e não quer ficar com o braço todo marcado por causa da bolsa (tenho horror!).

Fora isso, é sempre bom ter pelo menos um carregador ou bateria extra, pra não ficar na mão, e lembrar que você é flawless na hora que rolar aquele medinho de falar pro cliente que não dá pra você escrever oito mil toques com duas entrevistas sobre a Revolução Francesa até o dia seguinte.

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Não tem nada pior do que precisar fazer uma viagem de trabalho e não ter uma mala que comporte isso. Tem gente que precisa fazer bate volta pra vários lugares durante a semana ou fazer viagens mais longas de tempos em tempos. Uma mala de bordo é a melhor opção para ter por perto tudo o que você precisa para o trabalho e para evitar certos ~inconvenientes~ (por isso a muda de roupa). Fora que você economiza tempo embarcando e desembarcando, se a viagem for curta e você estiver com a agenda meio apertada. Aprendi isso com George Clooney em Amor sem Escalas e nunca mais esqueci! Por isso, uma mala como a Madellin, que tem divisórias, bolsas e tudo mais o que você precisa é perfeita para esse tipo de situação: você tem espaço pra tudo, cada coisinha vai no seu lugar e você não se mata de levar as coisas na mão, pois: RODINHAS! Melhor invenção, sério.

No mais o que eu posso dizer é aquele ditado: deus no comando. Vida de freela não é fácil, não e glamour e te dá uma dor na lombar de levar o computador nas costas o tempo inteiro, mas essa é a hora de ir com calma e tenta se adaptar aos poucos à rotina. Mais do que você ter qualquer coisa (um super equipamento, por exemplo) é você entender o seu propósito e a sua meta e se organizar para chegar lá. E o resto a gente vai ajeitando no caminho, ?

Esse post foi feito com muito carinho para a IV Seleção Correspondente Kipling, um concurso da marca para selecionar blogueiras incríveis desse Brasilzão pra fazer um trabalho de divulgação e criação de conteúdo com os produtos da casa. Pelo sim, pelo não, fico feliz de ter usado essa oportunidade pra criar um post legal pra vocês e, acima de tudo, que seja útil. ♥

Você trabalha como freela também? Me conta o que não pode faltar pra você?

Manual para freelas incríveis correspondente Kipling

5 Instagrams para quem ama bullet journal

Todo mês, quando eu vou montar o meu bullet journal para os próximos 30 dias, eu lembro de duas coisas: 1) eu deveria ter feito isso antes e 2) eu deveria ter separado algumas referências pra não fazer a mesma coisa de novo. Por mais que eu tenha uma pastinha no Pinterest cheia de referências de BuJo, eu ainda acabo esquecendo de olhar e separar aquilo que vale pra eu adaptar pro meu caderninho.

5 Instagrams para quem ama bullet journal

Na dúvida, eu também sempre recorro pro Instagram, que tem sempre umas inspirações incríveis de bullet journals, do tipo ‘fico-de-queixo-caído-e-queria-ser-mais-talentosa’. Mas já diz o ditado: é questão de prática.

Uma ideia legal – e que eu li uma vez falando especificamente sobre estilo/moda – é sempre dar um print screen quando encontrar uma foto legal no Insta e guardar numa pastinha no celular. Pode ser ‘só mais uma pastinha’, mas fica bem mais à mão do que numa rede social, quando você tem que contar com a ajuda do 3G para ver. Então, eu separei 5 contas bem legais que valem a pena seguir e usar de inspiração sempre que você precisar, ó:

@boho.berry

5 contas do Instagram para quem ama bullet journalA Kara deve ser uma das mais famosas no mundo do BuJo. O caderno dela é tipo uma obra de arte e eu imagino que ela deva gastar umas horas por dia montando o bullet journal dela. Ainda assim, é tudo muito lindo e tem um monte de inspiração. O que eu acho mais lindo nos cadernos dela são as mandalas que ela faz e as caligrafias maravilhosas que ela treina.

@maryj13

5 Instagrams para quem ama bullet journal

Eu descobri o Insta da Mary meio sem querer, mas acabou virando um dos meus preferidos. A Mary é alemã e, claro, o BuJo dela é em alemão, porém, ainda assim dá pra tirar muita de inspiração dali. Ela faz umas artes incríveis com títulos e monta umas páginas maravilhosas. Dá pra ficar um dia inteiro olhando as páginas dela, uma mais colorida do que a outra.

@feebujo

5 Instagrams para quem ama bullet journalPra quem ama preto e branco (euzinha), o feed da Frederica é um prato cheio. Acho incrível que ela faz um layout até que bem simples, mas com umas ilustrações maravilhosas de flores que MELDELS. É uma mais incrível do que a outra, parece quase um livro de botânica (ou o caderno de biologia da época da escola).

@yunchelle

5 Instagrams para quem ama bullet journal

Amo o trabalho de sombreado que a Michelle faz, essa coisa de escrever um título com marca-texto e depois usar uma caneta preta para deixar as linhas mais definidas. Fica tão bonitinho! Fora que ela faz umas ilustras tão fofinhas que é difícil não querer fazer igual! (ou, pelo menos, tentar!)

@nittany_bujo

5 Instagrams para quem ama bullet journal

O meu TOC deu pulinhos de alegria quando eu vi o feed da Ashlyn. Ela faz o bullet journal dela de um jeito bem diferente, criando ‘caixinhas’. Fica visualmente tão bonito que dá vontade de fazer a mesma coisa, todas essas caixinhas pra cada coisa da semana (os dias, calendário, etc.), é muito legal e parece bem funcional.

Tem também sempre o Insta do blog (que é o meu, na verdade, agora eu tenho só o @desancorando) em que eu costumo postar algumas fotíneas do meu bullet journal (se bem que ele tá mega funcional por causa da correria) para quem quiser usar como inspiração. No mais, vale a pena fazer o que você tem vontade, deixar o coração no comando mesmo.

Você conhece algum perfil legal que fala sobre BuJo no Insta? Me conta?

Como usar o seu bullet journal para cuidar da sua saúde mental

Eu poderia contar mais um milhão de vezes a minha história com a depressão, mas eu acho que não tem necessidade nenhuma, você já tá careca de saber (mas, se for realmente oportuno, eu conto de novo). Também poderia falar muito sobre como o bullet journal tem me ajudado horrores, mas isso você também já sabe (e se não sabe, pode ler sobre aqui).

A questão é que o BuJo é um método tão legal que você pode usá-lo para o que quiser, até mesmo pra cuidar da sua saúde mental. Sim, é isso mesmo. Como o buller journal é altamente personalizável, você pode, de verdade, usar para qualquer coisa, inclusive para ajudar no seu processo, qualquer que seja ele.

Como usar o seu bullet journal para cuidar da sua saúde mental

Claro, o caderninho não vai JAMAIS substituir a ajuda profissional que você precisa num momento complicado (eu mesma fiz um bom tempo de terapia e tomei medicamentos, como você bem sabe), mas ele pode ajudar você a ver as coisas de uma forma diferente.

1.Habit Tracker

Eu já comentei algumas vezes sobre o tracker aqui, mas ele é realmente uma ferramenta muito legal. Ele pode ajudar você a prestar atenção no dia, você anota ali o que faz, sente, o seu humor – o que você quiser! – e você ainda tem uma visão geral do mês, de quebra. Ou seja, é um jeito de você medir o que você fez que fez você se sentir bem e o contrário e ir ajustando as coisas a partir daí.

Você pode dividir o seu tracker em sensações físicas (dor de cabeça, apetite, insônia, etc), outra seção em comportamentos bons e ruins que você costuma ter (horas de sono, bebi álcool, tomei os remédios, passei mais de 1 hora na Netflix, etc) e uma outra ainda para o seu humor.

Ah, e o tracker não precisa ser do jeito tradicional, em que você pinta os quadradinhos. Pode ser da melhor forma para você. Às vezes, o melhor jeito é descrevendo o que você sente no daily log, outras é fazendo uma lista das coisas que te incomodaram num dia.

2.Gratitude Log

Esse é um velho conhecido do BuJo. O gratitude log, ou log da gratidão, é uma página onde você escreve tudo as coisas pelas quais é grata todos os dias. É uma forma simples de você perceber que existe algo de bom todos os dias. Você pode montá-lo como o monthly log: escreva os dias do mês um abaixo do outro e a sua ‘gratidão do dia’ ao lado da respectiva data.

3.Anotações pós-terapia

Se você já fez terapia alguma vez na vida sabe que tem dias que você pode sair dela completamente desnorteada. Para esses momentos, é legal você escrever o que aconteceu durante a sua sessão, os pontos que foram mais difíceis, coisas que você gostaria de lembrar que o seu terapeuta falou e outras que você gostaria de levar para a próxima sessão.

4.Separe uma página (ou meia) para coisas que te incomodam

Tem dias que as coisas parecem muito difíceis mesmo e você só queria que o meteoro chegasse logo e acabasse de uma vez com a terra. Enquanto desabafar é bom, desabafar demais pode fazer mais mal do que bem, então separe um espaço limitado para você escrever sobre o que você está sentindo naquele momento. Tire tudo da cabeça!

Ah, e se você precisa de inspiração pra essas páginas todas, pode dar uma olhada lá no painel que eu fiz no Pinterest, tem um monte de referências incríveis.

 

No mais, o que eu posso falar sobre esse assunto é: o BuJo é como um diário e você pode usá-lo sim para melhorar. É só uma questão de querer. Usa o caderno com carinho, cuida dele com amor e você vai vendo, aos poucos, que pode cuidar de você da mesma maneira. E, ó, já falei isso mil vezes também (alô, tô repetitiva hoje!) mas eu confio muito na sua capacidade de superar qualquer coisa. Então, força! Tá bom?

Como você usa o bullet journal para se sentir bem? Me conta?

Como ficar motivada com o seu bullet journal

Eu já cansei de falar sobre como o bullet journal salvou a minha vida e como eu serei eternamente grata por esse método maravilhoso que me ajudou a ser bem mais organizada, ainda mais trabalhando de casa. Mas mesmo tendo um carinho enorme por esse caderninho salvador, tem horas que dá uma baita de uma preguiça de escrever ali. Principalmente de final de semana.

Como ficar motivada com o seu bullet journal

Eu duvido que você não tenha sentido isso em algum momento do seu dia/semana/mês com o bullet journal e se você falar que não teve aquela preguicinha básica, é mentira. Mas o ponto aqui é que tudo que se torna uma rotina fica meio cansativo, às vezes, e pode ser difícil encontrar motivação para continuar em frente (ui, que profundo pra um texto sobre BuJo ahahaha). Se esse cara é você, aí vão algumas dicas pra ajudar a segurar essa barra que é gostar de você:

Pare de complicar

Se você usa o seu BuJo pra controlar o clima, o quanto de água você bebe num dia, o que você come, quantas vezes você postou no Instagram, quantas voltas você deu no quarteirão com o seu cachorro e mais mil coisas, vai ser difícil mesmo. O objetivo do bullet journal é você focar no básico, no que é necessário para que você continue organizada (e não pra que você vire um control freak). Uma dica é dar uma bela de uma maneirada no que você coloca ali e focar no que é importante mesmo.

Torne o BuJo o seu único método de organização

Se você tem o BuJo, mas insiste em mandar e-mails pra si mesma com lembretes de coisa pra fazer (euzinha), então tem algo errado. O bullet journal não foi criado para ser um método adicional, mas, sim, o principal. Por isso, deixe de lado todos os outros apps que você usa para se organizar e foque apenas nele. É impossível você não ficar motivada quando sabe que tudo o que você precisa está ali.

Reveja o que funciona e o que não dá certo

Por uns meses, esse ano, eu tirei o habit tracker do meu BuJo porque simplesmente não estava dando certo mais. Eu nunca lembrava de preencher e olhar para aquilo me fazia mal, me deixava para baixo. Mas agora eu coloquei de novo, porque senti falta de marcar algumas coisas ali. Então, é tudo uma questão de você saber como o seu bullet journal funciona a seu favor. Ele tem que ser uma ferramenta facilitadora, viu?

Pare de se comparar

Você tá fazendo o seu BuJo direitinho e ele está funcionando muito bem, mas fica com aquela sensação de derrota sempre que olha pras inspirações do Pinterest ou do Tumblr. Apenas pare, amiga. Cada pessoa funciona de um jeito e o seu bullet journal não precisa ser uma obra de arte para funcionar bem. Não se preocupe se a sua letra é meio bagunçada ou se você não sabe fazer mil caligrafias diferentes. O importante é que ele te ajude a se organizar. O que me leva ao próximo ponto:

Lembre do seu propósito

Qual o objetivo do seu bullet journal? Por que você está usando esse caderno? É só pra entrar na onda do momento? É pra postar foto com a hashtag no Instagram? Pra quê ele serve, afinal? Se você quer se organizar, então saiba que esse é o propósito dele. Se você quer usar como um arquivo de furtos, então o propósito muda. Mas tenha sempre em mente a resposta desse ‘pra quê’. Se você não sabe porque está fazendo alguma coisa, é hora de mudar o foco, não?

Sentir uma preguicinha vez ou outra é normal, mas se a gente manter em mente o nosso propósito, o porque de fazer qualquer coisa (mesmo um bullet journal), tudo flui muito mais fácil, sabe?

Como você se mantém motivada com o BuJo?

BEDA2016