52 pontos: diário em tópicos, carinho e canetas coloridas

52 pontos

quando eu comecei o desancorando, eu não tinha muitas pretensões além de colocar para fora coisas que eu sentia (e tirar de mim aquela nhaca de que blog só pode ser famoso pra ser legal). mas quase três anos depois (!) eu só consigo pensar no quanto eu sei que ele pode crescer e levar carinho pra cada vez mais pessoas incríveis. foi assim que nasceu o detalhes, a blogagem coletiva que eu criei junto com a Lominha, e é assim que nasceu esse projetinho também, o 52 pontos.

como se eu precisasse de mais um motivo pra passar as minhas madrugadas trabalhando (mas sempre sorrindo, né?), eu fiquei com a pulguinha atrás da orelha quando a própria Loma me deu a ideia de fazer alguma coisa especial envolvendo diário em tópicos (o nome original é bullet journal, mas pra um projeto como esse eu prefiro usar a versão traduzida). pra começar, serão 10 posts sobre o assunto, dando todos os detalhes sobre cada partezinha desse caderno que a gente gosta tanto.

digo ‘pra começar‘, porque pode ser que surjam outras coisas no caminho e eu sinta que é interessante falar sobre essas coisas com mais profundidade. ou pode ser que você tenha uma dúvida que vale um post. mas, de início, vão ser 10 posts e um bônus.

52 pontos

e como fazer junto é sempre mais legal, eu chamei uma pessoa incrível pra me ajudar. a Duds vai entrar nessa comigo, fazendo algumas coisas incríveis que eu-não-vou-falar-agora-pra-não-estragar-a-surpresa, mas que eu posso garantir que vocês vão gostar. eu não poderia ser mais grata por ter alguém tão talentosa do meu lado. vai ser maravilhoso (na verdade, já está sendo!).

que mais? ah, vai ter um post a cada 15 dias sobre esse assunto por aqui, começando no dia 16 de outubro, e especificamente como parte do projeto. cada um terá ’52 pontos’ como identificador no título, pra não restarem dúvidas sobre o que é, tá bom? e vai ter hashtag também pra você participar desse projeto junto comigo e com a Dudinha, não se preocupa! a gente vai explicar tudo direitinho mais pra frente. tem até um banner lindão (que você pode ver aí no fim do texto) pra ajudar.

é, quando eu comecei o blog, eu nunca imaginei que tanta gente estaria disposta a ouvir o que eu tinha a dizer. hoje eu só consigo agradecer (muito!) pelo tanto que vocês curtem passar esse tempo comigo, ler as minhas palavras e aprender junto sobre uma coisa tão legal quanto o diário em tópicos.

você me acompanha nessa também? me conta, o que você gostaria de ver sobre esse assunto aqui?

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tem um livro com as melhores dicas pro seu bullet journal

diário em tópicos

eu contei há um tempo, lá no Instagram, que ganhei da Editora Sextante o livro Diário em Tópicos, da maravilhosa Rachel Miller. foi a primeira vez que eu recebi qualquer coisa de uma editora e fiquei animadíssima, porque esse é um tema que eu amo muito. (mas isso você já sabe, né?)

demorei um pouquinho para ler, mas finalmente consegui, no começo desse mês. esse não é um livro que você precisa ler do começo ao fim do jeito tradicional, mas eu escolhi fazer assim para garantir que ia seguir a linha de pensamento da Rachel e entender direitinho todas as informações que ela passa.

o que eu percebi, logo de cara, é que esse foi um livro feito com muito carinho. a autora explica, logo no começo, que fez cada uma da páginas de bullet journal que aparecem fotografadas no livro. tudo à mão, ela mesma. e conversando com a editora no Brasil, ela me contou que as páginas foram refeitas aqui para  terem o mesmo efeito. diz se isso não é um baita cuidado?

diário em tópicos

eu já fiquei com o coração quentinho aí, porque, para mim, esse é o objetivo de um bullet journal. é fazer um negócio com carinho, que vai te ajudar a ter um dia mais organizado e produtivo. em seguida, a Rachel logo explica outra coisa que eu amo sobre esse método: você é livre para montar o seu caderno como quiser e do jeito que quiser. não tem essa de seguir regras, sabe?

até por isso, um dos pontos positivos do livro são as opções de páginas que ele oferece. ele mostra como você pode fazer o seu daily log, como criar uma página para acompanhar as suas finanças, opções de habit trackers, de calendários mensais… são várias ideias, com opções diferentes para cada uma. o legal disso é que você pode testar e ver qual se adapta melhor ao seu estilo de vida e ao que você precisa.

outro ponto muuuito legal é que a Rachel fala sobre usar o bujo também como um diário, o que ela faz. inclusive, as primeiras opções de páginas diárias que ela passa são todas pensando nisso, deixando um espaço para você escrever o que aconteceu no seu dia. tipo, com a ideia de deixar um registro da sua vida mesmo – porque a gente bem sabe que esse caderninho também é uma memória, né?

diário em tópicos

a Rachel dá umas dicas legais para quem está começando um bujo, tirando algumas dúvidas sobre o que acontece se você errar (inclusive, esse quadrinho do livro me inspirou para esse post aqui), como ter uma letra mais ‘bonita‘ para escrever no caderno (o que não é obrigatório, mas eu sei como tem gente que sofre com isso) e curiosidades sobre o uso de um diário ao longo da história (fala até da Anne Frank!).

ele é um guia prático completinho e muito lindo, visualmente falando. dá vontade de testar tudo o que ela dá de dicas – inclusive, eu já mudei o meu bullet journal de setembro, mas vou mudar mais algumas coisas em outubro, para testar algumas das inspirações dela. tô vendo que esse meu caderno novo vai ser um super caderninho de experimentação! (amo/sou)

a Rachel até mostra todas as canetas que ela usa no bujo dela, as washi tapes, as Tombows e os marcadores e outros acessórios. eu acabei comprando uma das canetas que ela indica no livro, a Pilot Frixon Ball Slim (mas a minha é 0.38 e a dela, 0.40), porque seguia em busca da caneta perfeita e tô completamente apaixonada. acho que finalmente encontrei a caneta pra mim. ♥

enfim, se você quer aprender um pouco mais sobre bujo e ter inspirações bem mais palpáveis desse método, num livro lindão, com tudo bem mastigadinho, eu recomendo DEMAIS o livro da Rachel. ela, aliás, é editora de estilo de vida do Buzzfeed gringo e já fez vários posts sobre o assunto por lá. ela inclusive tem um blog bem mara, que você pode conhecer clicando aqui.

falando em ‘clicar aqui’, você pode comprar Diário em Tópicos neste link maravilhoso (que me ajuda a  ganhar umas moedinhas!). ah!, e obrigada Editora Sextante por esse presente incrível. esse post não é patrocinado, mas isso não significa que eu não possa agradecer o carinho, né? tão bom quando as pessoas veem uma coisa legal e lembram da gente, né?

você já leu Diário em Tópicos? me conta o que achou aí nos comentários!

dá para não errar no bullet journal?

errar no bullet journal

semana passada eu li Diário em Tópicos, o livro da Rachel Miller (e que vai ganhar um post só para ele mais pra frente) sobre bullet journal, e me deparei com uma parte que fala sobre cometer erros no caderno. eu já percebi que as pessoas que começam um bujo tem essa questão: elas ficam desmotivadas se erram um título, uma linha do calendário ou algum detalhe.

eu não tô isenta disso. depois que comecei a fazer o calendário vertical, errei 99% das vezes nos primeiros cinco meses desse formato novo. agora eu acho que peguei o jeito, mas deixava errado mesmo quando não fazia tudo certinho: uma coluna mais larga que as outras ou uma linha mais fina que as demais.

fazendo as coisas à mão, é óbvio que você vai errar algumas vezes. tem horas que a gente escreve rápido demais, outras tenta fazer uma coisa direto à caneta porque calculou mentalmente o espaço e aí na prática não dá certo (euzinha toda). ou você erra uma data ou uma tarefa e precisa corrigir. tem jeitos e jeitos que você pode acertar esses detalhes (não vou chamar de erro porque não precisa), mas o ponto que eu quero chegar com isso é: tudo bem você errar de vez em quando.

bonito é você fazer uma coisa com carinho, mesmo que não tenha saído com todas as linhas retas e todas as cores certinhas. mesmo que a caneta preta tenha borrado um pouquinho. mesmo que o pincel da tonbow tenha manchado a página porque você passou por cima da tinta preta (euzinha, de novo). você não precisa se sentir desmotivada e chateada só porque errou.

eu lembro, na época do colégio, como eu sofria de verdade quando eu cometia um erro. do tipo ‘vou comprar outro caderno e passar tudo a limpo DE NOVO pra ficar perfeito’. mas nunca ficava do jeito que eu tinha na minha cabeça. de certa forma, o bujo foi uma maneira que eu encontrei de sair dessa cilada. fico tão motivada em me organizar, que acabo não ligando pros errinhos. eles viram parte da minha arte também.

errar no bullet journal

se você escreveu alguma coisa numa grafia não-correta, se fez um lettering e comeu uma letra, se trocou as cores ou se errou uma linha, eu pensei em algumas formas de você ‘acertar‘ esses detalhes, ó:

1.transformar o erro num desenho;
2. passar um branquinho e vida que segue (eu uso aqueles em fita, amo!);
3.colar um adesivo por cima;
4.fazer uma segunda arte com um pedaço de papel colorido por baixo (tipo assim ó);
5.colar uma folha por cima da original (um pedaço de cartolina ou folha sulfite ou o que você achar melhor);
6.fazer um ‘X‘ bem grande pra mostrar que tudo bem zoar uma página inteira;
7.fazer uma brincadeirinha (tipo a Boho Berry com os títulos dos dias da semana);
8.colocar um pedaço de washi tape por cima.

nem tudo está perdido se você fez alguma coisa que considera errada no seu bujo. eu já errei todas as datas de um calendário inteirinho, daí tive o trampo de passar corretivo em todas e acertar depois. e tudo bem, eu não refiz o calendário ou desisti do caderno por causa disso (dá um trabalhão fazer essas páginas e ain’t nobody got time for that).

uma diquinha esperta que eu peguei desde o começo do meu bujo é sempre fazer os títulos principais (tipo do calendário do mês ou algum lettering grande de meio de página) em lápis primeiro. faço o traço depois passo as canetas por cima. isso não é 100% de garantia que eu não vá errar no meio do processo (já aconteceu, quando eu tava muito distraída), mas é uma forma de você reduzir esses errinhos em páginas e detalhes importantes do seu caderno.

no mais, relaxaaaa… você tá montando uma agenda inteira à mão e isso é incrível! tudo bem se cometer um errinho aqui e outro ali! eles te ajudam a aprender também, como planejar melhor as páginas, testar canetas antes e até a treinar melhor o seu lettering com a lapiseira primeiro.

me conta: o que você faz com o seu bujo quando erra alguma coisa?

o que mudou no meu bullet journal de setembro

bujo setembro

eu comentei em algum lugar nas redes sociais que ia mudar o meu bullet journal esse mês. aliás, neste post aqui sobre organização eu já comecei a explicar que algumas coisas mudariam. a primeira semana completa de setembro passou e eu já adotei algumas novidades pra me ajudar a ter semanas mais tranquilas e menos confusas, e quis compartilhar tudo isso aqui com você.

1.agora eu faço um planejamento semanal

é assim, quando eu mostrei como monto o meu bujo, eu expliquei que fazia dia por dia, porque achava que funcionava bem pra mim. hoje eu sinto que isso mudou – e tem um motivo: eu comecei a ter uma carga de trabalho um pouco mais exigente e estava me confundindo nos dias e entregas. some a isso a minha falta de vontade de ficar indo e voltando no calendário do mês e até as minhas metas estavam esquecidas. agora, eu olhei para essas metas (que são bem realistas e pé no chão) e estou separando todas por semanas. no começo de uma semana nova, eu coloco um quadrinho com o que precisa ser feito nos próximos sete dias e distribuo nesse período conforme os prazos e a disponibilidade. já adianto que funcionou muito bem e eu vou continuar assim.

2.eu monto os dias com antecedência

esse novo método tinha uma pegadinha: eu podia muito bem escrever lá as minhas tarefas pra semana, não olhar e continuar montando os dias conforme eles chegavam. no fim, não ia mudar nada. por isso, agora eu adotei o hábito de montar a semana com antecedência. já deixo os dias com um número de linhas pré-determinado e já meio que distribuo as tarefas e compromissos antes. isso me ajudou DEMAIS a tirar aquelas tarefas do quadrinho semanal e, de fato, organizar os meus dias pra colocá-las entre as tarefas do dia a dia. daí eu dependo só da minha vontade de procrastinar pra cumprir ou não o que tá escrito ali (mas isso é assunto pra outro post).

bullet journal setembro

3.eu levo a sério o que eu escrevo

não que eu não levasse antes, mas essa coisa de deixar algumas tarefas pré-determinadas me colocou num lugar de ‘ou eu levo isso a sério e cumpro o que eu escrevi ou sigo empurrando com a barriga e me sentindo mal comigo mesma‘. como o bujo é uma ferramenta pra ajudar e não pra atrapalhar, eu tomei uma decisão muito honesta de levar a sério o que eu coloquei ali. se tá escrito pra mandar o email X no dia Y, eu mando. se é pra terminar de ler o livro no dia Z, eu termino. é óbvio que tem toda uma questão de flexibilidade e saber lidar com as coisas que aparecem ‘de repente‘, mas é um compromisso que eu assumi comigo mesma, sabe? e ficou fácil assim porque eu fui muito lembrada do meu propósito,e tudo o que eu tô colocando ali tem a ver com isso também. daí, pronto! funciona ♥.

ah, pra ajudar a entender tudo direitinho eu até gravei um videozinho, olha:

basicamente, é isso! nada elaborado demais, só alguns ajustes pra coisa ficar mais fluída e gostosinha de fazer. sigo fazendo anotações mil nas margens e no meio do caminho (só que agora elas ficam entre as semas e não entre os dias) e esquecendo de colocar os números das páginas no índice (alguém me ajuda, pelo amor!).

me conta o que tem de diferente no seu bujo?

porque ser organizada é tão legal

ser organizada

você provavelmente não sabia disso, mas o BEDA desse ano tem um tema: amor. não sabia porque eu esqueci de fazer o post explicando e só comecei as postagens sem essa ~informação importante~. na real, eu comecei a me organizar para o BEDA e parei no meio do caminho. daí o mês aconteceu, eu tive mil trabalhos e tarefas pra fazer e… corta a cena, eu tô escrevendo um post sobre o porquê ser organizada é legal.

parece contraditório, mas é verdade. com o bullet journal, a minha vida melhorou 200% porque eu consegui acertar uma rotina que funcionava para mim e ficar a par das entregas e trabalhos que tinha para fazer. ou seja: sucesso. ao mesmo tempo, eu ainda tenho um lugar que gosta de se sentir meio enrolada, meio cheia de coisa para fazer, meio ‘meu Deus, vou ter que trabalhar no sábado de novo‘, meio ‘tem mais de dois anos que eu não tiro férias, nem sei mais o que é isso‘. parece legal, sabe? pensar nisso o tempo inteiro. fazer post de madrugada, tirar foto aos 45 do segundo tempo, antes de sair de casa pra reunião que não tava marcada e ‘eita, vou ter que trabalhar até mais tarde hoje de novo porque me enrolei, procrastinei e não fiz o que eu tinha que fazer e poderia ter adiantado antes‘.

pois é. eu também cansei só de ler isso tudo que escrevi.

o que incomoda não é o meu bujo ficar meio incompleto ou eu deixar de fazer um post. é a bagunça mental que fica na minha cabeça. esse monte de ideias e coisas e assuntos que ficam rodando dia sim dia também e que eu não tiro dali. é quando fica ainda mais claro que eu esqueci o meu propósito, o porquê eu faço as coisas – eu me deixo levar por essas vozes infinitas, meio contraditórias e altamente cínicas e não entrego o que eu tenho pra entregar. daí eu termino o dia sentindo que não fiz nada direito, ainda tenho mil coisas pra fazer e, minha nossa, o dia amanhã vai ser muito corrido. será que vai mesmo? ou será que eu vou continuar no mesmo carrossel esperando um resultado diferente?

ser organizada não é ser perfeccionista, muito menos metódica ou neurótica. é saber o que precisa ser feito (e quando e onde) pra tudo sair da melhor maneira possível, sabe? é eu conseguir ficar tranquila pra fazer as coisas tranquila e aproveitar os momentos como eles merecem ser aproveitados, e não passando o fim de semana culpada porque saí com alguém quando deveria ter ficado em casa trabalhando (ou o contrário). é descansar e descansar de verdade – e não deitar na cama pra ver dorama enquanto eu penso nos prazos e no que deveria estar fazendo. é tirar essa bagunça mental da frente, sabe?

ser organizada 2

o bujo não tem que ser mais uma cobrança na sua (na minha, na nossa) cabeça, tem que ser um facilitador. mas esse facilitador só funciona se a gente quiser mesmo. se não eu tô lá montando trackers e fazendo as listinhas do dia e ainda terminando o dia com a sensação de que a vida tá uma bagunça.

a vida vai muito bem, obrigado, é a minha cabeça que fica inventando história e não colocando na prática o que eu falo sempre aqui. que não coloca na vivência o que eu estudo e leio e explico. não é ficar mais ansiosa do que eu já me sinto, mas tirar essa ansiedade do caminho.

é tipo um projeto de boicote, sabe? eu fico adiando e me distraindo com coisas que eu acho mais importantes do que as minhas tarefas pra me sentir mal depois – ‘olha só como eu faço tudo correndo e nada fica do jeito que eu quero‘. eu falo mal de mim, entende?

e a gente já sabe como eu tô cansada disso (e você deve estar também). ser organizada, saber o que eu preciso fazer, otimizar o processo, colocar presença, vida, é uma forma de eu não falar mal de mim. é entrar no fluxo e não fica travando a cada cinco segundos porque MEU DEUS, EU VI UM TUÍTE OUTRO DIA QUE EU PRECISO LER DE NOVO (o cachorrinho de UP me representa sempre).

e tudo bem se um dia ou outro eu estiver mais a fim de ver vídeos de gatinho no Youtube do que trabalhar. a questão é não usar isso para falar mal de mim tanto quanto o tal ser organizada. tanto quanto eu uso agora. é fazer tudo com o coração levinho, com a mente sã, com foco e propósito. assim até assistir um MV de kpop fica legal.

a organização tem que ser só mais uma ferramenta pra me ajudar a cumprir a função, pra alcançar a meta, pra ajudar você a ficar bem (porque assim eu fico também, sabe?). pensando assim, a vontade de organizar tudo outra vez e colocar mais carinho em cada página do bujo ou em cada texto que eu escrevo cresce exponencialmente. e é isso mesmo que vou fazer.

repensei a forma que eu monto o bullet journal e vou começar a colocar em prática em setembro. também repensei a minha rotina e quero ficar mais atenta aos movimentos dessa minha cabecinha insana, pra ver onde ela vai e como colocar ela no foco de novo. e aí a gente vai se adaptando e recalculando a rota e o nervoso passa e a gente consegue fazer tudo com o corpo molinho e gostosinho e cheio de prazer de colocar tanta vida nesse mundão.

você tem alguma dica para organizar o seu bullet journal? me conta nos comentários!

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