3 coisas para fazer depois de formar

Daí que você conseguiu terminar a faculdade. Pegou o diploma, usou aquela beca ridícula, fez a festa e comemorou a sua capacidade de sobreviver ao TCC até altas horas da madrugada. Mas passado o momento de alegria, aquela felicidade repentina de acabar mais uma fase da vida você se vê… Não tendo ideia do que fazer dali em diante.

É normal se sentir um pouco perdido depois que você, finalmente, termina o ciclo de estudos completo que a sociedade espera que você faça. Parece que alguma coisa está faltando agora que a fase adulta finalmente começou e você pode até se sentir um tanto quanto inadequado se não é um dos sortudos que sempre soube o seu talento e o que queria fazer da vida. Se você foi efetivado no estágio, pode ser que sinta que o emprego não é pra você. Se você está desempregado, pode achar que nada daquilo fez sentido algum.

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Mas não tente se desesperar. Sempre existe uma solução para tudo, e se você não tem ideia do que fazer depois de se formar, aqui vão três dicas:

formatura-1Tire um mês, uma semana, um ano para conhecer aquele lugar que você sempre quis, mas não teve a oportunidade enquanto estava na faculdade por N motivos. Aproveite para fazer as coisas com calma, nunca se sabe o futuro, então se você pode fazer isso agora, aproveite o máximo que puder (e tente planejar para fazer isso depois também!). Faça um mochilão, trabalho voluntário no exterior, um curso de especialização… Mantenha-se curioso!

formatura-2Se você acha que a faculdade que você fez talvez não seja o caminho que você quer seguir, faça cursos! Muitos deles, aprenda o máximo possível! Faça contatos, converse com pessoas diferentes, entenda melhor o mercado em que você quer entrar ou criar – nunca se sabe. Aliás, isso vale também se você gostou da faculdade que fez e se você não é mais tão recém-formado assim. Aprender nunca é demais.

formatura-4Se você não tem ideia do que fazer agora que está formado, se o trabalho não está legal, se o curso não foi o que você esperava, não tenha medo de pedir ajuda. Não precisa ser necessariamente para algum familiar, mas para pessoas da área que você está ou para a qual quer ir, pessoas que você admira de alguma forma. Às vezes uma palavra de reafirmação é tudo o que você precisa, e às vezes aquele banho de água fria pode ser bom também. Mas lembre-se: peça ajuda sem esperar nada em troca, seja educado e respeitoso. Não espere que a pessoa resolva todos os seus problemas, porque quem tem que fazer isso é você mesmo.

Vocês conseguem pensar em alguma outra coisa legal de se fazer? E, olha, preciso dizer que é bem normal MESMO se sentir meio perdido (eu me sinto assim até hoje!), e tudo bem se você achar que o curso que fez não é exatamente o que você queria da vida, isso não é o fim do mundo e, ao contrário do que as pessoas podem dizer, você não perdeu tempo algum. Acho que somos ‘obrigados‘ a escolher uma profissão muito cedo e é normal mudar de ideia!

(Ps: esse post foi feito em homenagem ao meu irmão que teve a coragem – e é coragem mesmo – de começar outra faculdade só pra seguir a profissão que ele queria! Você é meu orgulho, Lo!)

Por que você deve fazer da viagem uma prioridade?

Já comentei aqui, pelo menos uma vez, como viajar é importante para mim. E acredito muito que viajar é uma das necessidades básicas da vida.

Explico: fazer uma viagem abre os horizontes, nos tira da zona de conforto, nos faz ver as coisas por uma perspectiva diferente, nos ensina muito. Seja uma viagem menor, com a família, ou um intercâmbio de longa duração, você sempre, sempre, volta diferente de uma viagem.

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Quando paro para pensar o que eu quero para o meu futuro, tudo o que me vem na cabeça é viajar. Eu quero conhecer o máximo possível do mundo, visitar lugares diferentes, conhecer culturas variadas, fazer amizades globais… É uma das poucas certezas que eu tenho na vida, que eu quero viajar.

E eu desejo essa certeza para todo mundo. Viajar é, sim, uma forma de fuga, de fugir dos problemas e das ideias com as quais a gente lida todo santo dia. Um pouco de espaço e distância às vezes é muito bom para colocar a cabeça no lugar e até perceber e agradecer por tudo aquilo que a gente já tem. Quando estamos imersos nessa realidade de todo o dia, é difícil dar valor para qualquer coisa.

Então, faça da viagem uma prioridade. Escolha um lugar novo para conhecer todo ano, todo mês, todo dia! Não precisa ser tão longe, pode ser na sua própria cidade. Tem dias que a gente esquece de ser turista na própria vida e o quanto conhecer um lugar novo pode nos fazer bem. Não perca a curiosidade, a vontade de conhecer coisas, pessoas e lugares novos. Busque sempre viajar.

Viva uma grande aventura. Mesmo que seja experimentar escargot pela primeira vez na França ou fazer um bungee jump na Nova Zelândia. Mesmo que seja experimentar aquele restaurante indiano na esquina da sua casa ou conhecer um museu minúsculo em algum outro lugar do mundo que você nem sabia que existia.

Viaje através de um filme maravilhoso ou de um livro espetacular, mas que eles sirvam de inspiração para que você viaje de verdade. Vá e esqueça que tem que voltar. Porém, se você lembrar em algum momento, que seja para planejar a próxima e a próxima e a próxima. Viaje.

 

 

Um amor: vestidos de festa

Posso dizer que os designers que fazem vestidos de festa, tipo Elie Saab ou a própria Patricia Bonaldi, são os meus preferidos de todos os tempos.

Com certeza minha terapeuta tem algo a dizer sobre o meu amor por esse visual princesa, mas eu sempre sonhei em usar um vestido como o que a Jennifer Lopez ou a Lupita Nyong’o usaram para o último Oscar . Alô, para o trauma de não ter sido a Cinderela quando era criança (ou a Bela, o que seria mais legal porque aquele vestido amarelo é muito amor na vida – mesmo eu detestando amarelo).

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Mas eu penso que o meu carinho por esse tipo de peça vem, justamente, da vontade me sentir uma princesa. Sabe aquele vestido maravilhoso que faz sentir como se você estivesse flutuando no tapete vermelho? Mais ou menos isso mesmo.

Elie Saab, como eu comentei ali em cima, e Zuhair Murad, são dois dos meus estilistas favoritos. Sempre presto atenção nos destiles dos dois durante as semanas de moda e sempre, SEMPRE, fico completamente encantada com as criações de ambos para a passarela, especialmente para as coleções de alta costura. Claro que não é de se surpreender que criações como essas acabem nos tapetes vermelhos mais disputados do showbiz.

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Adoro o trabalho que vai em cada uma das peças, a delicadeza de algumas delas e até mesmo o brilho, apesar de brilho ser a última coisa que tem no meu guarda-roupa desde que me conheço por gente. Apesar disso, acredito, claro, que devemos sempre nos sentir bem em relação a nós mesmas, mas não há como negar a existência de algumas peças de roupa que, de verdade, nos fazem sentir como verdadeiras princesas.

Vocês curtem esse tipo de vestido? Têm um estilista preferido no ramo?

 

Na Web #11

Mais uma semana que passou! E mais uma vez estou de volta com os links mais legais da semana. Confesso que sair atrás dessas páginas é uma das partes mais legais da minha semana, até porque eu sempre leio muito e adoro separar os textos preferidos para colocar aqui.

Como que foi a semana de vocês? Por aqui foi tudo bem e cada vez melhor, ainda bem! Meus dias estão bem cheios e a única coisa que me chateia é que eu ainda não consegui me organizar direitinho pra postar com mais frequência no blog. Tá difícil segurar o cansaço! Mas vamo que vamo!

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1. Descobrir e desenvolver seu estilo próprio é uma forma de facilitar sua vida e aumentar a autoestima

2. 10 ideias parar economizar sem deixar a vida chata

3. Queria me costurar no mundo

4. Medo de ficar sem dinheiro: a falácia que te paralisa

5. Sobre a Sororidade

Gostaram? Boa semana para todos nós!

Diário #13 – A lei da atração

Engraçado que quando você ouve falar de alguma coisa – qualquer coisa – ela parece te perseguir o resto do dia, da semana ou do mês. Tipo quando você quer comprar um carro, um Uno, digamos, e vê um de cada cor em cada esquina da cidade.

Tem sido assim comigo em relação à lei da atração. Enrolei muito para ver o filme The Secret (para quem quiser, tem no Netflix!), mas quando assisti foi como um tapa na cara. Claro que com a depressão é muito complicado mudar uma forma de pensamento de um dia para o outro (é difícil até para quem não está em depressão!), mas aquilo me impactou de uma forma que enquanto assistia já colocava em prática.

Imaginem vocês que eu estava louca por um doce enquanto via o filme. E toda vez que eles falavam ‘lei da atração’ me vinha na cabeça a vontade de comer um doce, cheguei até a visualizar um brigadeiro. E qual foi a minha surpresa ao ver minha mãe chegando no quarto com um potinho de brigadeiro de colher? Quase tive uma síncope. E antes que vocês digam que estou dando um exemplo surreal, aconteceu DE VERDADE. Eu tomei um baita susto.

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E isso me fez pensar que, poxa, se deu certo com um simples brigadeiro, imagina com o resto das coisas na minha vida? Verdade, não acredito que você tem que simplesmente esperar as coisas acontecerem sozinhas, se você não se mexer de alguma forma, nada acontece!, mas fez muito sentido para mim a ideia de que pedir o que você quer para o universo vai, sim, te mostrar o caminho para como chegar lá.

A lei da atração funciona mais ou menos assim: a ideia é que o Universo é um grande cardápio, você pede o que você quiser e ele te dá. Mais simples só fazendo pedido no McDonald’s. Claro, você precisa acreditar – e muito – no que você está pedindo. E todos os dias mentalizar o que você quer. Além disso, você precisa ser grato por aquilo que você já tem, controlar os seus sentimentos bons em relação ao que você já possui e ao que você deseja.

O brilhante dessa ideia é que é muito simples. A gente passa tanto tempo fritando sobre o que não tem, no que o outro tem, no que falta, que esquece de sentir uma gratidão verdadeira por aquilo que a gente já possui – família, saúde, trabalho, amigos, casa, etc. É uma onda de energia negativa que jogamos para o mundo e que, consequentemente, atraímos de volta. Lei da atração: o que você pensa, o que você deseja para o mundo, volta para você. Pode até ser entendido um pouco como karma.

É um trabalho diário, de hora em hora, de minuto em minuto. É incrível a facilidade com que os pensamentos negativos invadem a mente da gente, mas é possível reverter a situação. Basta querer, de verdade, e acreditar, de verdade também!

A quem se interessou, recomendo assistir ao filme e voltar aqui para discutirmos o que ele diz! Ou tentar praticar desde já! :)