detalhe: sobre o caderno florido

detalhe caderno flores

tem mais ou menos um mês eu mostrei nessa mesma tag o caderno que estava usando pro meu bullet journal, um super fofinho que eu ganhei junto com o livro Diário em Tópicos. daí que as coisas mudam (e eu também) e decidi trocar o meu caderno por um novo, artesanal, feito pela mãe da menina Duds (e que aceita encomendas por meio do Instagram de #bujo dela, se não me engano).

o caderno anterior, por mais fofinho que fosse, virou uma grande bagunça de experimentações e milhares de layouts diferentes e aquilo começou a me dar um nervoso, menina. fiquei muito animada com a ideia de usar um caderno artesanal, feito com carinho, à mão, e ainda de quebra ajudar uma pessoa super talentosa e sua família.

detalhe caderno flores

detalhe caderno flores

detalhe caderno flores

o que eu mais amo nesse caderno (além da página ser mais grossinha e funcionar bem com as canetas que eu uso, o miolo ser pontilhado e ter duas fitinhas pra marcar página) é essa capa linda. tipo, ela me dá vontade de sorrir toda vez que eu olho, sabe? é mais uma boniteza que eu tenho na minha escrivaninha e que me deixa com o coração quentinho quando eu acordo de manhã pra fazer tudo o que eu preciso.

sei lá. a gente tem tanta certeza que a vida é esquisita, é estranha, que ela não é legal, que, às vezes, ter um caderno bonitinho pra levar por aí é o suficiente pra lembrar que não é bem assim e que tem muita coisa legal nas ruas cinzas desse mundão. tô filosofando demais? talvez. mas não deixa de ser verdade. ♥

detalhe caderno flores

este post faz parte do projeto detalhes, uma blogagem criativa criada por desancorando + sernaiotto +serendipity  saiba mais sobre o projeto clicando aqui e confira os posts já publicados aqui.

projeto detalhes novo

amorzices: o que eu amo nessa época do ano não é uma coisa

amorzices 2

é estranho eu não ter muitas lembranças de Natais passados e férias de verão? sei lá, eu tenho algumas memórias de abrir presentes debaixo da árvore, ir pro Guarujá no Ano Novo e comer muito tender com molho de mel na ceia (e a decepção de saber que tender é carne vermelha?). ok, talvez eu tenha exagerado ao dizer que não tenho muitas lembranças, mas acho que é porque o que eu mais amo nessa época não é a ceia ou o Natal em si ou os presentes. é o tempo.

estranho pensar em como o tempo é um ‘bem‘ precioso ao mesmo tempo que ele não tem significado nenhum. quero dizer, é muito estranho as pessoas acharem normal que aqui no Brasil é manhã e na Coreia é de noite e dizer que isso envolve alguma verdade universal com um selo de as coisas são assim mesmo™ e a gente tem que aceitar.

ao mesmo tempo, eu lembro de gostar da sensação de poder acordar a hora que quisesse, mas levantar cedo pra passar o dia envolta dos meus livros, entrando em histórias maravilhosas e usando as horas de sol pra desbravar novos universos e sonhar com personagens fictícios.

hoje é diferente. eu não tenho pausas tem mais de três anos (quatro anos? já nem lembro mais) por escolha própria. e nos poucos momentos em que me permito ficar sem fazer nada (e por ‘não fazer nada‘ entenda: não trabalhar) eu penso que deveria estar fazendo coisas que não estou fazendo e esse é um loop eterno do qual a gente não sai nunca e nos custa alguns neurônios nesse processo que chamamos de vida.

pra ser sincera, eu nunca fui muito fã de férias porque eu amava estudar. ainda amo, mas essa minha mania de achar que o trabalho é a coisa mais importante da vida (não é) não me cedeu o bom e velho tempo pra voltar a estudar coisa alguma. ainda assim, lembro com carinho dos dias que eu passava deitada na cama ou encolhida num dos cantos do sofá lendo um livro novo enquanto meu irmão jogava videogame ou o meu pai assistia o jornal.

talvez, então, o que eu mais ame dessa época do ano sejam as histórias. histórias essas que vinham dos milhares de livros que eu me dispunha a ler enquanto tomava xícaras e mais xícaras de Toddy com leite (Toddy rainha, o resto nadinha), das fanfics que passava horas procurando (Draco x Gina melhor ship) e dos personagens que eu descobria e inventava diariamente, e que me faziam companhia nos dias longe da escola.

amorzices 2

pra ser sincera, eu me sentia muito sozinha – e essas histórias, elas me faziam companhia de alguma forma. elas me lembravam que eu não estava só e que tudo bem eu aproveitar esse momento para recuperar as energias, pra acordar cedo mesmo podendo dormir até tarde, porque eu tinha as minhas histórias para ajudar com o processo.

não é à toa que Harry Potter é um dos meus livros preferidos e, possivelmente, a lembrança mais vívida que eu tenha das férias. ele era meu melhor amigo, meu companheiro de aventuras, ele tinha dificuldades como as minhas e ele também se sentia sozinho numa escola cheia de pessoas incríveis. ele precisou se abrir pros próprios amigos e lembrar que ele não precisava enfrentar tudo isso com o coração solitário e eu, querendo ou não, descobri a mesma coisa ao longo do tempo.

eu passava os meus dias sonhando acordada, esperando que o mundo resolvesse a minha solidão de um dia pro outro, de uma hora pra outra. mas mesmo isso parecendo uma coisa ruim, mesmo parecendo triste e sozinho e sem graça, eu sou muito grata por esses dias de tempo livre. sem eles, não dá para dizer que eu conseguiria hoje perceber que é muito mais legal ficar junto das pessoas que eu amo do que sozinha num quarto, ouvindo Avril Lavigne e Blink 182 e lendo histórias que não são reais.

eu ainda amo ler. ainda amo histórias. mas hoje eu acho mais legal compartilhar cada uma delas com vocês, pra gente aproveitar junto, sabe? e, assim como o Harry, eu percebi que é bem mais fácil passar por tudo lado a lado com pessoas que têm a mesma meta que eu e que se comprometeram a sempre ser a verdade sobre mim, pra que eu não pense que sou outra coisa além do que eu sou.

no meio do caminho, eu fico aqui pensando porque ainda faço como Hamilton e escrevo como se tivesse ficando sem tempo e lembrando dos dias em que não fazia nada e coletava milhares de histórias pra guardar no coração.

amorzices 2

você pode fazer parte dessa blogagem coletiva com a gente. o amorzices é um projeto mensal, publicado todo dia 15, criado pelo trio amorzinho Sernaiotto + Serendipity + Desancorando e que terá um tema de base: amor. a partir daí, a gente vai falar sobre um monte de coisas. o tema de dezembro é ‘o que você ama dessa época do ano?’. então, faz um post no seu blog e deixa o link nos comentários pra gente ver também, tá bom?

quando foi que fazer ginástica ficou legal?

ginástica

teve um dia que eu tava no meio do meu treino (aquele físico, sabe?) e pensei bem assim: ‘ei, eu gosto muito disso. é divertido!‘. e é mesmo. treinar é muito divertido. movimentar o corpinho é legal e eu amo demais colocar a minha roupa de ginástica e fazer 3 séries de 15 repetições de afundo com 30 segundos de intervalo.

eu sei, talvez não esteja totalmente sã.

ou talvez eu esteja apenas vendo as coisas de uma forma diferente. tipo com a proteína e com o que eu me alimento todos os dias. tinha uma época em que eu detestava fazer ginástica e qualquer tipo de exercício físico, e sempre lutei contra o sedentarismo. era uma luta mesmo. eu reclamava na minha cabeça o tempo inteiro que tava sedentária, que passava o dia sentada numa cadeira e não tinha fôlego pra correr atrás do ônibus quando chegava atrasada no ponto.

eu amo dançar. o balé era uma das minhas maiores paixões, mas um acidente de carro milhares de anos atrás e uma falta de coragem de continuar na dança depois de adulta me afastou das sapatilhas – fora que não ajudava a falta de vontade de levantar da cama todos os dias, sabe? era meio difícil pensar em dançar quando arrumar a cama era uma tarefa impossível.

eu lembro de ter vergonha de me olhar no espelho. e fazia os exercícios olhando pro outro lado porque eu não aguenta ver o meu reflexo. eu achava feio, estranho. esquisito. mas aí eu topei treinar de um lugar diferente, de um jeito que eu não conhecia (e ainda não conheço) e de seguir orientação de alguém que sabia mais do que eu sobre esse assunto. e, olha só menina, que coisa doida, é muito legal treinar.

o maior susto que eu tomei, nos últimos vezes, foi correr atrás do ônibus (de verdade) e não perder o fôlego ou querer morrer com a dor no baço no meio do caminho. A segunda foi pular até bater o joelho na cadeira na frente no show do Coldplay (cantando ao mesmo tempo), sem ficar com a respiração presa na garganta e a sensação que eu ia desmaiar se cantasse mais um verso.

ginástica

a gente subestima o que significa ter um corpo em forma, né? não tem nada a ver com padrão de beleza (oi?), com ficar bonita, com ter um corpo legal pra usar biquíni (de novo: oi?), mas de aproveitar os momentos bons, sabe? na verdade, de aproveitar todos os momentos sem aquela sensação de que o seu corpo não vai segurar essa barra que é gostar de você.

tipo, sabe essa coisa de achar que você não é capaz de fazer as coisas? tem a ver com isso também. eu sempre me achei uma pessoa fraca, que eu não tinha capacidade de fazer certas coisas por causa de toda essa fragilidade. tem uma coisa de ser frágil, quebrantável, temporária. melhor não forçar, se não quebra e aí eu fico sem. entende o que eu tô querendo dizer?

mas aí, a gente percebe que dá pra olhar pra essa coisa que a gente chama de corpo do mesmo jeito que a gente olha pra um carro. é uma ferramenta, e pra funcionar bem a gente tem que cuidar. então, a gente se alimenta daquilo que faz bem e ajuda o corpo a ficar saudável. a gente faz um exercício pra ajudar a ficar em forma e pronto pro que precisar. a gente lava com carinho, passa uns cremes pra ficar com a lataria brilhante e gostosinho de olhar (e passar a mão de vez em quando). é carinho, sabe? exercício físico é carinho.

daí a gente compra um tênis bonito e shorts fofinho pra levar a ferramenta pra treinar salto e roscas diretas infinitas com pesos que mudam a casa série pra dar um choque no músculo e fazer ele acordar. e a gente fica presente, presta atenção na contração, solta o ar na hora de puxar, inspira quando estica. presta atenção na postura, não força a lombar e tira o foco do trapézio. não mexe o resto do corpo na hora de contrair, o foco é no bíceps e você não é uma gangorra. devagar e com carinho, sem forçar o corpo.

eu normalmente vou dormir sentido que fui atropelada por um caminhão. e acordo com o corpo tão dolorido que eu viro o próprio Horário lavando o cabelo no banho, depois de acordar. mas é uma sensação boa. é sensação de vida. oi, tem um músculo aqui, olha como ele funciona! e você vê o corpo ficando forte e tem vontade de fazer coisas que nunca fez antes, tipo usar shorts no verão ou correr no parque. porque você entende que pode. você pode, boba, para de falar que essas coisas não são pra você. tá permitido cuidar do corpo com carinho e querer que ele fique tão forte quanto você já é, viu?

52 pontos: o que é pra que serve um log do futuro (a.k.a future log)

 

log do futuro

a primeira vez que eu li sobre bullet journal, no site do Ryder Carroll, o que eu achei mais divertido foi como ele criou um sistema em que você, com certeza, não perderia de vista os prazos ou coisas que teria para fazer no futuro, mesmo sem uma agenda convencional.

uma das ferramentas que ele usou para isso foi o future log, ou log do futuro, em português. funciona assim: você usa uma ou duas páginas para colocar uma visão geral dos próximos seis meses (ou do ano todo, se você preferir) e anota ali os compromissos ou datas importantes que você já tem reservadas.

dá pra fazer isso de várias maneiras: colocando calendários menores numa página e circulando as datas importantes, colocando o calendário de um lado e deixando um espaço ao lado para anotações, separando duas páginas em seis para escrever um pouquinho sobre cada mês ali, fazendo uma montagem de doze quadrados com os meses do ano e colocando os compromissos de cada mês ali dentro… vai do que funcionar melhor para você e for mais prático de fazer!

log do futuro exemplo

a ideia é você ter uma ideia de como está o seu ano (ou os meses seguintes) e não esquecer ou perder de vista prazos ou compromissos que vão acontecer só mais para a frente e você não tem onde anotar. então, por exemplo, se estamos em dezembro e você tem um casamento em fevereiro, você tem um lugar para escrever esse evento e não se esquecer dele quando fevereiro chegar.

assim como o seu índice, você precisa lembrar de olhar o seu log do futuro com uma certa frequência – se não, de nada adianta você anotar as coisas ali, se esquece de ver e de colocar no mês / semana / dia (vamos falar disso um pouquinho mais pra frente! <3). olhar o future log precisa virar um hábito tanto quanto qualquer outro.

especificamente falando, eu não uso um future log. não tenho entregas de trabalho ou eventos marcados com tanta antecedência assim, por isso a página ficou um pouco obsoleta no meu bujo. é importante você ter em mente o seguinte: o log do futuro vai funcionar muito bem se você é tipo de pessoa que trabalha com entregas a longo prazo (tipo, tem muitas conferências para ir, viagens de trabalho e coisas marcadas com antecedência), se trabalha com eventos ou é o tipo de pessoa que tem muitos compromissos (casamentos, festas, essas coisas!).

pra mim, que trabalho com entregas a curto prazo, não tem muito sentido manter um future log, mas não deixa de ser uma ideia legal pra você ter uma noção de como está o seu ano, né?

ah, hoje a gente tem um freebie fabuloso criado pela Duds para ajudar com o seu log do futuro: é um calendário com todos os meses de 2018: você pode imprimir e colar como quiser no seu caderno. se você ficou em dúvida como deixar um espaço para anotações, o arquivo final vem duas colunas ‘livres’ para você escrever o que quiser e entender melhor como esse sistema funciona.

CLICA AQUI PARA BAIXAR O SEU CALENDÁRIO FABULOSO 

deu para entender como o log do futuro funciona? me conta nos comentários se você ficou com alguma dúvida!

52 pontos banner

rabanadas, o cheiro do Natal e a rainha do #bujo

sabe quando você pensa em Natal e vem na cabeça aquele cheirinho de canela e pinheiro e você sente que tá tudo certo com o mundo e os dias são felizes e só falta o recesso chegar pra você passar os seus dias envolta em livros, sentada na frente da árvore de Natal com um prato de rabanada e um copo de leite?

não que eu faça isso todos os anos, porque quem leu a newsletter dessa semana (clica aqui pra fazer a sua inscrição!) sabe que eu e o Natal não somos tão amigos assim. mas tem uma coisa que eu amo nessa época do ano, que se resume a: poder comer rabanada todos os dias, sem ser julgada como a louca da canela pelas outras pessoas.

a ideia do post de hoje do detalhes era compartilhar uma receita que a gente ama dessa época do ano, e eu juro que me planejei pra fazer as minhas próprias rabanadas, tirar fotos lindas do processo e virar musa do Pinterest, mas até a rainha do bullet journal se atrapalha às vezes, confunde os dias e erra a data do post.

então, eu vou fazer o que eu faço de melhor: um textão sobre as rabanadas (que eu comprei na padaria hoje de manhã e estavam maravilhosas, diga-se de passagem).

escrevendo esse post do banco de trás do Cabify, eu me perguntei mais de uma vez porque eu amo tanto rabanadas. mas assim como o meu problema com o Natal, não tem nada a ver com elas, mas com o que eu sinto quando como uma.

eu sempre amei doces e era maluca por pão. junte as duas coisas e você tem uma Maki muito feliz e levemente agitada por causa do açúcar no sangue. mas tinha um coisa alegre em comer rabanadas. era um momento que minha mãe cozinhava sem reclamar, na manhã de Natal, só porque eu gostava desse doce, e ela ainda me deixava jogar a canela por cima.

rabanadas de Natal

 

ai a gente sentava na mesa com aquele pratão, que ela fazia pra família inteira, mas que só a gente comia porque meu irmão não gostava e meu pai “não fazia questão” (como assim, né?).

rabanada, pra mim, tem gostinho de inverno. tem cheiro de carinho. me lembra uma época em que eu não ocupava tanto a minha cabeça com coisas que não valiam a pena.

é, eu gosto de rabanadas.

ao mesmo tempo, hoje eu sei que a rabana era só uma desculpa. eu posso me sentir bem com ou sem ela e, honestamente, minha ingestão de rabanadas diminuiu muito no último ano (sim, eu comia o ano inteiro).

o carinho que eu sentia comendo uma rabanada hoje faz parte do meu dia a dia, basta eu me lembrar que ele está lá. se eu esquecer, é fácil mesmo eu achar que o segredo está num pratão de rabanadas que eu vou comer até cansar e depois me arrepender porque foi demais.

e acho que o mais legal nem é mais ter um prato só pra mim, mas dividir um pouquinho com as pessoas que eu gosto e a gente se lambuzar de açúcar e canela juntos. quem sabe até cozinhar todo mundo no mesmo lugar, se apertando entre a mesa da cozinha e a bancada da pia, tentando encontrar um canto livre no fogão pra colocar mais uma frigideira. eu tenho a impressão que isso vai deixar o processo todo mais gostoso. e você?

pra quem quiser tentar, segue uma receitinha bem gostosa, que é a que eu costumo fazer:

você vai precisar de:

  • 2 baguetes (ou o pão que você mais gostar pra fazer isso)
  • 1 litro de leite
  • 2 latas de leite condensado
  • 3 ovos grandes
  • açúcar (a gosto)
  • canela (a gosto)
  • manteiga (para a frigideira)
  • 1 frigideira

como é que faz, hein?

  1. mistura o leite com o leite condensado
  2. quebra os ovos num prato fundo e bate um pouquinho, pra ficar homogêneo
  3. mergulha uma fatia de pão nessa mistura do leite (tem que ser rapidinho, pro pão não ficar encharcado)
  4. faz a mesma coisa com o ovo
  5. coloca na frigideira com manteiga (pra não grudar) até ficar douradinho dos dois lados
  6. coloca num pratinho com papel toalha pra tirar o excesso de tudo
  7. passa pro recipiente final, com uma mistura de açúcar e canela
  8. pronto! já pode comer ♥

eu não faço rabanada com óleo (imersão, sabe? quando você joga a comida na panela e deixa fritar), porque eu acho que dá muito trabalho e não foi o jeito que a minha mãe me ensinou hahaha. mas fica gostoso igual, ok?

rabanadas de Natal

qual a receita de Natal que você mais gosta?

este post faz parte do projeto detalhes, uma blogagem criativa criada por desancorando + sernaiotto +serendipity  saiba mais sobre o projeto clicando aqui e confira os posts já publicados aqui.

projeto detalhes novo