descobri porque aimee song é a minha blogueira favorita

aimee song

apesar de ter um amor profundo pelos blogs, eu não tenho muito tempo para lê-los (shame on me – isso vai mudar). mas, por outro lado, eu sempre encontro tempo de sobra pra olhar o Instagram e uma das pessoas que eu mais gosto por lá é a Aimee Song.

se você não conhece a Aimee, precisa saber que ela é uma pessoa fofíssima, que ama moda e decoração e tem um blog incrível de looks do dia (entre outras coisas). ela também tem um dos feeds mais bonitos que eu já vi no Insta, o que justifica os 4,6 milhões de seguidores que ela tem por lá (até agora). então, quando ela lançou o seu livro, o Capture Your Style, que fala justamente sobre essa rede social, eu fui correndo comprar.

o livro é lindo por si só: ele tem uma capa e uma diagramação maravilhosa, além de várias das fotos que a própria Aimee já postou no Instagram. o que mais me chamou a atenção, porém, não foi isso, mas o tanto de carinho que tinha em cada página. fica na cara que a blogueira colocou muito de si em cada parágrafo.

ela faz praticamente um tratado sobre como montar um Instagram legal e que vai crescer o suficiente para transformar isso na sua profissão, e eu acho que já tem conteúdos demais na internet sobre esse assunto (a própria Aimee tem um vídeo muito mara sobre isso – clica aqui pra ver!). ao contrário, eu vou falar sobre como e porque descobri que a Aimee Song é a minha blogueira preferida com esse livro: ela gosta de contar histórias.

sabe quando você quer criar uma conexão com outra pessoa, mas não sabe muito bem como? daí você começa a puxar papo, você cria um diálogo e logo vocês estão falando sobre coisas que nunca imaginaram. isso é contar histórias: cada conversa que você tem com alguém é uma história que está se desenrolando naquele momento. eu amo fazer isso com a escrita, a Aimee faz o mesmo com as fotos que posta no Instagram.

capture your style aimee song

cada imagem que ela publica conta uma história e tem vezes que a gente esquece o quanto isso é bonito e como esse é um canal incrível de conexão. um exemplo disso também é que toda vez que eu penso no meu perfil do Instagram, me vem uma palavra na cabeça: aconchego.

eu quero que as pessoas sintam um carinho quando olham pras minhas fotos e a Aimee se sente da mesma maneira: para ela, não tem sentido postar uma foto se ela não conta uma história, ela não faz parte de um contexto e se ela não passa uma mensagem de cuidado(com ela mesma e com os outros). isso fica muito claro no livro.

a gente fica sempre tão preocupada em conseguir mais números, mais engajamento, mais seguidores, mais likes, que muitas vezes esquece o quanto é importante a mensagem que estamos passando com aquilo.

eu já falei muitas vezes sobre como tudo o que a gente faz tem uma mensagem (mesmo que ela seja inconsciente e a gente não entenda exatamente de onde ela vem) e escolher por uma mensagem de amor é sempre mais poderoso do que uma mensagem de ‘fiz isso aqui só pra conseguir likes‘. mesmo que o número de seguidores no primeiro caso não seja assim tão alto.

contar uma história com um blog, um canal no Youtube ou um feed do Instagram é a melhor forma que nós temos de criar uma conexão com quem acompanha a gente. gera uma identificação, um link, e a gente se encontra num lugar de um cuidar do outro.

quem ama a Aimee precisa ler esse livro (mesmo que não tenha interesse em crescer com o Instagram) só por causa do carinho que existe em casa página. dá pra sentir ela falando do seu lado, contando cada caso e dando cada aconselho ali, no seu quarto. vale a pena também para aprender um pouco mais sobre contar histórias e como é legal quando a gente tem uma mensagem verdadeira e querida para passar. você pode clicar aqui para comprar (e me ajudar a ganhar uns trocadinhos ♥)

aproveitando a deixa, se você não me segue no Instagram ainda dá tempo, é só clicar aqui. prometo que lá só tem carinho e amor!

você já leu o livro da aimee song? me conta o que achou?

para o dia que você pensar em desistir

sobre desistir

sabe, eu ando pensando muito sobre a desistência, e como ela foi uma parte tão grande de mim por tanto tempo, que criou uma caixinha apertada em volta do meu coração, ao ponto de me fazer acreditar que eu jamais poderia me abrir.

eu sei pontuar exatamente o momento em que eu decidi fazer diferente e começar a quebrar as paredes de concreto dessa caixinha, mas não sem antes lembrar de todas as vezes que eu pensei em desistir. de sorrir, de amar, de sentir o sol na pele. eu quase desisti de viver permanentemente e sou grata todos os dias por não ter ido em frente com esse plano que eu tracei tão perfeitamente na minha cabeça milhares de vezes. ainda bem que eu, mais uma vez, desisti.

a gente desiste de muitas coisas acreditando que está sozinha no mundo e que tem essa obrigação hercúlea de ‘dar um jeito‘ e ‘se virar‘. pedir ajuda é um sinal de fraqueza e ai de mim se alguém me pegar chorando desesperada no banheiro de casa – ali não tem como disfarçar as lágrimas que correm quentes e a mão de ferro que aperta o coração.

desde que eu viralizei e passei por uma experiência que me ensinou tanto, desde que rolaram mudanças na minha carreira e eu precisei aceitar que eu não sei porque as coisas acontecem como acontecem, desde que eu decidi mudar de ideia sobre a forma como eu vivo, eu tenho pensado muito sobre as pessoas que, como eu, pensam ou já pensaram em desistir.

a gente vê tanta desgraça por aí e tanta intolerância que o mundo parece não valer a pena mesmo. a gente tem certeza que ninguém se importa o suficiente com a gente e que a nossa dor não é digna de atenção. a gente mesma se oprime, se fecha, se isola e se ataca, esperando que em algum momento essa zona toda faça algum sentido.

tem horas que não faz, e desistir parece mesmo a única saída aceitável pra quem não consegue ver uma luz no fim do túnel.

tenho pensado tanto nessas pessoas, que a minha vontade era dar um abraço apertado em cada uma delas, fazer um afago no cabelo e falar que tá tudo bem. queria me multiplicar em centenas de milhares e viajar pelas telas dos computadores distribuindo um pouco de esperança, de conforto, de carinho. um pouco mais de gentileza.

conversando com a Lominha hoje (essa maravilhosa), eu me lembrei do porque eu escrevo e do porque vale a pena dedicar o meu tempo para esse espaço, de não desistir dele, desde que ele ajude, de alguma forma, você aí do outro lado e não desistir de você mesma também.

já pensei em desistir de tantas coisas tantas vezes que não teria nem graça listar tudo aqui, porque não caberia em uma postagem de blog. porém, o que mais me surpreende dia após a após dia é que eu nunca, jamais, em hipótese alguma, quis desistir de verdade de viver. lá no fundo eu seguia buscando aquele amor que me lembraria de quem eu sou e que me faria ver as coisas com lentes de Pollyana.

por vezes, pareceu utópico e ineficiente. em outras, desistir continuava sendo mais atrativo do que tentar de novo e correr o risco de ter o coração partido pelo mundo mais uma vez. eram tantos remendos que não existiria cola o suficiente para manter os pedaços no lugar.

por outro lado… não desistir me ensinou que desistir é, sim, a melhor maneira de mudar de ideia. em algum lugar de mim eu precisaria abrir mão do que eu pensava para topar uma nova visão e tentar diferente do que eu (não) tentei tantas outras vezes. desistir me fez sorrir, me fez chorar de alegria, me aqueceu as mãos e me deu vontade de levar da cama todos os dias.

eventualmente, o que eu entendi é que essa desesperança que eu sentia era só um resultado da minha (de novo) desistência em ver as coisas de um jeito que não deixava o meu coração em paz. e que desistir desse jeito para adotar um outro, um caminho amoroso e sempre tão quentinho e aconchegante, foi o que me salvou e continua me salvando.

sobre desistir

ando pensando nas pessoas que já desistiram, nas que querem desistir e nas que ainda desistirão. queria oferecer pra todas vocês uma xícara de chá e um sorriso acolhedor, um carinho nas costas e um ombro pra chorar. tá tudo bem se você pensa assim agora.

a única coisa que eu queria que você entendesse é que, escondido no meio de todas as essas dúvidas, de toda essa tristeza e todo esse ressentimento, tem uma luzinha pulsante que quer crescer, mas que foi esquecida, distraída pela caixinha em que você a colocou, no fundo da sua mente. a chave que a abre não tá tão longe assim. é só você procurar, que vai achar.

não desiste não, meu amor. tá tudo bem. o mundo é assim mesmo, uma loucura sem pé nem cabeça, que não faz sentido 100% do tempo e que muda de direção a cada segundo. você não precisa mais se sentir perdida ou sozinha, a gente tá junto. a gente pode desistir de mãos dadas daquilo que não deixa o coração quentinho, e alimentar a cada hora essa luzinha gostosa que tá lá no fundo, esperando pra ser lembrada.

13 coisas para fazer quando você tiver um dia ruim

um dia ruim

sabe quando você acorda meio torta e pensa ‘hoje vai ser um dia ruim‘? quem me conhece da internet pode acreditar que eu tô imune e acordar ‘da pá virada’ (mentira, acontece comigo também), mas eu tenho muito claro na minha cabeça que eu tenho a capacidade e o discernimento suficientes para mudar de ideia e escolher ter um dia bom (sim, é possível).

nos meus eventuais dias tristes eu já tenho uma lista de coisas que amo fazer para me ajudar nessa tarefa de mudar de ideia. fato, eu só vou mudar de humor mesmo se eu quiser (e tem dias que eu não quero), mas, normalmente, dar um passo para trás e fazer atividades que eu gosto, com pessoas que eu gosto, são o suficiente para me fazer bem (e ficar bem) rapidinho. eu sei que já falei um pouco sobre isso nesse post aqui, mas nunca é demais a gente encontrar mais formas de se sentir e de ser gentil com a gente mesma né?

olha só a minha lista de soluções incríveis para superar um dia ruim:

  1. abraçar alguém que eu amo (os roomies são ótimos nisso)
  2. conversar com alguém sobre o que eu tô sentindo
  3. fazer maratona de uma série ou dorama fofinho (recomendo Strong Woman Do Bong Soon ♥)
  4. deitar abraçada com uma pessoa que eu adoro
  5. sair de casa para tomar um chá no Starbucks
  6. ler comentários fofinhos que eu recebi no blog
  7. pedir ajuda para quem eu sei que vai me ajudar
  8. andar no sol
  9. comer chocolate (o Laka com Oreo é o meu preferido!)
  10. ouvir músicas gostosinhas (a minha favorita do momento é essa aqui)
  11. reler livros que me motivam (Roube como um Artista tá no topo dessa lista!)
  12. arrumar o guarda-roupa (é tão catártico quanto arrumar a biblioteca do iTunes)
  13. escrever no bullet journal
  14. ficar de mãos dadas com alguém que eu amo

tem vezes que a gente tá num dia ruim e as coisas vão se acumulando – parece que o mundo inteiro está contra a gente e não tem saída pra essa sensação a não ser voltar para casa, se enfiar embaixo das cobertas e sair de lá só no mês seguinte. a gente acha que é impossível mesmo transformar um dia ruim em um bom, mas dá mesmo. a questão é a gente querer. se parece faltar motivação, quem sabe fazer algumas coisas gostosinhas não é tudo o que você precisa para receber aquele boost de good vibes e mudar de ideia de uma vez por todas. ♥

me conta o que você faz pra sair de um dia ruim? 

k-pop 101

k-pop

depois que eu comecei a ver doramas, foi meio que inevitável me apaixonar também por k-pop. eu fui bem resistente à ideia de começar a ouvir música em coreano, sempre me achei muito exigente quando o assunto é gosto musical (mas dava um migué e ouvia sertanejo vez ou outra), e ficava meio assim de ouvir qualquer coisa em uma língua que eu não entendia.

o que, obviamente, não fazia nenhum sentido, já que eu não tinha problema algum em assistir horas e horas de séries em coreano. então, até por conta das trilhas sonoras dos doramas, eu acabei me abrindo um pouquinho para esse mundo e caí de cabeça tanto quanto com as próprias novelas.

hoje em dia, k-pop é uma das coisas que eu mais escuto. já tenho os meus grupos preferidos (Monsta X e GOT7 for life) e músicas que eu recorro sempre que preciso dar aquela animada no dia. aliás, k-pop é a melhor coisa pra quem precisa mudar de ideia e ficar com o dia mais leve, já que é cheio de músicas animadas e alto astral. é impossível você não querer sair dançando pela sala. a Prih até fez um post incrível falando justamente sobre como essas músicas a ajudaram numa fase complicada. eu assino embaixo!

depois de ouvir milhares e milhares de músicas, pirar com os comebacks, chorar por não ter ido no show do BTS no Brasil (sou dessas) e ainda ficar maluca caçando as músicas no Spotify (não acredito que não tem GOT7 lá, by the way), eu montei uma playlist para quem quiser se aventurar nesse mundinho também. eu não sou muito fã de girl groups, prefiro mais os grupos masculinos mesmo (tudo a ver com as coreografias incríveis e eu não engulo muito essa coisa de menininha super fofinha que eles vendem), mas ainda assim tentei variar ao máximo para vocês terem um ideia do que tem por aí.

foi uma playlist pensada em deixar o seu dia mais gostosinho de um jeito diferente (diferente bom, claro!)

você já ouviu k-pop antes? é fã também?

‘não leia os comentários’: a vez que eu viralizei

viralizei

viralizei. acho que esse é o sonho de todo jornalista da nova geração. escrever um texto que viraliza, que aparece em todas as redes sociais, recebe milhares de comentários e um alcance de mais de 100 mil pessoas no Facebook. eu consegui esse feito. escalei essa montanha, conquistei essa medalha de ouro.

viralizei. assisti uma série e escrevi um texto. pesquisei. li e reli sobre, conversei com pessoas, revi cenas, passei muito mal, pedi ajuda, chorei. terminei com a sensação de  nunca-jamais-em-hipótese-alguma quero que alguém no planeta Terra se sinta como eu me senti vendo aquela série. chorei de novo, li mais sobre, fiz pesquisas sobre a OMS e sobre o efeito Werther. passei 3 dias só com esse assunto na cabeça.

sentei no computador na segunda-feira. entendi que precisa ir por uma direção diferente, falar daquilo que não tinham falado ainda. escrevi. pesquisei mais, apaguei e escrevi de novo. o que eu senti escrevendo essa frase? raiva. não, apaga. não posso escrever esse texto sentindo raiva, preciso mudar de ideia. sentir raiva só vai alimentar a sensação que a série me vendeu (e eu comprei). pensei na morte, pensei nas vezes que eu tentei acabar com a minha própria vida e pensei que talvez essa não é uma ideia tão ruim, levando em conta a situação do mundo. parei, respirei fundo, lembrei de Deus. lembrei da minha missão no mundo, voltei a escrever com o coração tranquilo.

passei mais de cinco horas assim. escreve, apaga. muda essa frase, troca essa palavra. lê o texto anterior e vê se faz sentido. tá coerente? tá coerente, sim. manda pra equipe toda: ‘gente, lê isso aqui pra mim? me diz se faz sentido‘. ‘tá ótimo, Maki, pode publicar‘, ‘não esquece de linkar aquele texto sobre como identificar comportamentos suicidas‘, ‘escolhe uma foto que não seja da Hannah, já tem muito texto com imagem dela no site‘. tá bom, gente, brigada.

manda pra chefe: ‘chefe, tá aqui o texto, me diz se tá ok?‘. escolhe a foto, corta, coloca links, lê mais uma vez. acho que vou mudar. não, tá bom assim, não vou mexer mais. confia que tá bom. seu coração tá em paz? tá em paz. então publica. publiquei.

joga o texto no Facebook. em 10 minutos, mais de 100 reações e 50 comentários. os números de visualizações vão subindo… 100, 200, 300, 1000. meu Deus, o que que tá acontecendo? 100, 200, 300 comentários. mais de 4 mil visualizações em menos de uma hora e meia de publicação. o site sai do ar porque não aguenta esse tanto de gente junto no mesmo link ao mesmo tempo.

as mãos começam a tremer e o coração a pulsar forte. é inevitável querer ler os comentários. só críticas. ‘caça cliques!‘, ‘oportunista‘, ‘falou muita merda‘. ‘colunista bosta‘. tão fazendo comigo a mesma coisa que fizeram com a Hannah e ainda querem me dar lição de moral, falando que eu não entendi a série. hipócritas. será que eu não entendi mesmo ou será que as outras pessoas que não levaram a sério?

*não leia os comentários*não leia os comentários*não leia os comentários*. você é horrível mesmo, uma jornalista péssima. devia ter escrito o texto de outra maneira, talvez eu devesse ter usado outra palavra aqui, será que é melhor eu mudar esse parágrafo todo? não, para com isso, o texto tá bom, não adianta mexer agora. a equipe comemora, mais de 100 mil visualizações no fim do primeiro dia de publicação.

na minha cabeça, a dúvida continua: será que eu sou boa o suficiente? as pessoas não tão gostando, mas tem muita gente concordando em outros lugares. todo mundo me odeia, acho que fiz merda. para com isso, tá tudo certo. não, não, eles tão certos e eu tô errada. penso na morte e como talvez ela seja a única saída para o que eu tô sentindo. paro, respiro fundo, lembro de Deus.

agora é hora de fazer uma escolha: ou eu sigo alimentando a raiva que move o mundo ou desisto dela e pratico o perdão: nada disso importa de verdade, nada disso muda quem eu sou, as pessoas são amáveis e a minha função no mundo é cuidar de quem precisa de cuidado. só existem dois tipos de pessoas: as que entregam amor e as que estão pedindo amor. é hora de eu entregar e parar de pedir.

leio um comentário: ‘eu me amo, eu me perdoo‘. leio outro comentário: ‘eu desisto de sentir raiva para que todos sejamos salvos‘. leio mais um: ‘eu escolho sentir amor‘. eu escolho de novo e de novo e de novo. olho pra cena mais uma vez: meu Deus, obrigada por essa oportunidade incrível de escolher novamente e de desistir daquilo que não é a verdade sobre mim. leio o meu texto de novo: é isso mesmo, meu coração tá em paz. eu sei o trampo que fiz pra chegar até aqui. tá tudo bem comigo.

recebo mais comentários. alguns incríveis, outros também. mesmo aquilo que seria negativo agora eu vejo como uma chance de praticar o que eu vim ao mundo praticar: o perdão. comigo mesma, com o outro e, principalmente, com Deus. Deus, eu te perdoo pelas minhas ilusões, eu aceito o amor verdadeiro.

peço ajuda quando fica demais: ‘obrigada por me lembrar de quem eu sou‘. converso mais com as pessoas sobre isso. nossa, tô monotemática essa semana. ‘obrigada por lerem as minhas palavras‘. sempre, onde quer seja. obrigada.

só o relacionamento cura. e cura mesmo, fui atrás dele para curar a mente inquieta e insegura. é claro que tá insegura, você tá esquecida de novo! olha aqui, quem é você de verdade. você é amor, as pessoas são amor e elas precisam saber que essa lembrança é a saída que elas tanto buscam.

então, eu treino. treino mais e me lembro de novo. e toda vez que eu me lembro fica mais fácil pros outros lembrarem também. ei, você quer ajuda? pega aqui na minha mão. ué, não gostou do texto? tá tudo bem, opiniões são só isso, opiniões. no fundo, no fundo, não servem de nada. mas se você precisa delas, me permita usá-las para lembrar você de que tá tudo bem, que quem você é não muda e que nós vamos juntos até o último dia. até o sonho feliz, até a gente voltar pra casa. a gente tá com saudade mesmo.

ah, tanto faz o que você acha da série. ela é importante? puxa, é, pode-se dizer isso, sim. se eu gostei? puxa, sei lá. isso importa? ela me fez sentir coisas que desencadeou tantas outras que me trouxeram até aqui. então, sou grata. eu agradeço. e perdoo. ih, acho que não perdoei tanto assim, ainda tô sentindo uma coisinha chata no peito. para. respira fundo. ‘eu sou o amor perfeito de Deus‘. ‘nada disso muda quem eu sou‘. ‘eu sou importante‘. ‘eu tenho uma função no mundo‘. ‘eu quero entregar todo o amor que eu sou para lembrar os outros de quem eles são‘.

seguimos. eu topando aprender a cuidar. os outros topando serem cuidados.