Três filmes de romance para ver

Sem querer parecer clichê, mas já sendo, filmes de romance são os meus preferidos. Eu sou doida com esse gênero porque sou bem coração mole e gosto de suspirar no cinema, apesar de apreciar algumas explosões vez ou outra.

Eu tenho diversas listas de filmes preferidos (assim como os livros!), mas percebi que a predominância é por filmes românticos. Sim, sou uma romântica incurável, me processem! Dessas minhas listas, tem três filmes que, eu já percebi, eu revejo de tempos em tempos simplesmente porque os amo de paixão!

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SR. DARCY PEDE PRA CASAR COMIGO! Vocês vão ter que me perdoar, mas Orgulho e Preconceito é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos, porque é lindo de viver. Claro que eu também li a obra de Jane Austen e ela está bem alta na minha lista, mas eu não resisto à carinha de sofrimento que o Matthew Macfadyen/Sr. Darcy faz toda vez que a Keira Knightley/Lizzie Bennet dá um toco. E, vamos combinar, a história desses dois é linda, e a Lizzie é uma das personagens mais maravilhosas que eu já vi no cinema e na literatura! Só amor!

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Descobri esse filme meio sem querer, porque a impressão que eu tive é que ele nunca estreou no Brasil. Questão de Tempo conta a história de Tim (Domhall Gleeson), um jovem que descobre que tem o poder de viajar no tempo, para o passado, para rever acontecimentos da própria vida. O objetivo dele no momento é conseguir uma namorada, que aparece em Mary, interpretada pela incrível Rachel McAdams. Esse filme foi uma surpresa maravilhosa, já que eu tinha certeza que não ia gostar depois que vi A Mulher do Viajante do Tempo, também com a Rachel, e que achei bem fraco. Mas chorei tanto com a lindeza e delicadeza desse filme, que de tempos em tempos eu revejo simplesmente para lembrar da mensagem maravilhosa que ele traz. Vale a pena ver!

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Tudo bem que Moulin Rouge está mais para uma tragédia, um belo de um drama, do que para um filme de romance, mas eu sou encantada com essa história. A busca do amor pelo Christian, papel do Ewan McGregor, é algo com o qual eu me identifico muito, e o amor proibido dele com a Satine (Nicole Kidman – uma das mulheres mais divas do planeta!) é muito lindo. É bem triste, também, mas tem seus momentos de alegria que, com certeza, valem por muita coisa. Fora que os arranjos musicais são maravilhosos e o filme em si é muito lindo de se ver. Ele é dirigido pelo Baz Luhrmann, meu diretor preferido!

Vocês gostam desse gênero? Têm alguma indicação de filmes românticos? Eu estou sempre aberta a novas experiências cinematográficas! Aliás, mal posso esperar para ver Simplesmente Acontece, o filme inspirado no livro que eu falei aqui no blog, e que tem Lily Collins no papel principal!

Playlist: Músicas para se sentir bem

Desde que o ano começou eu tô com a sensação de as coisas vão ser diferentes. Claro que quem tem que mudar sou eu, os anos continuam iguais – com os mesmos 365 dias, o mesmo ciclo lunar, as mesmas estações -, mas sinto que no dia 1º de janeiro deste ano, uma folha virou e eu comecei um novo capítulo. Adeus, velha Maki – olá, Maki do futuro!

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Por isso, desde então eu percebi que até mesmo o meu gosto musical, que sempre foi muito de acordo com o meu humor, tem passado essa vibe de ‘vamos nos sentir bem para conseguir tudo aquilo que a gente sonha‘. Estou muito viciada no CD do McBusted (fruto da minha banda preferida de todos os tempos, o McFly) que é muito animado e pra cima, bem nesse clima que dá vontade de dançar aloka por aí.

Para acompanhar esse ritmo, pensei em uma nova playlist com essas músicas que dão aquele up no humor e na confiança (porque eu acredito que música pode influenciar nisso também!). Tem algumas que estão em loop no meu iPod ultimamente, apesar de estar ouvindo o álbum do McBusted por quase duas semanas direto… Mas, vamos lá!

O que vocês acharam? Ah, e me recusei a colocar Happy, do Pharell Williams, porque não aguento mais essa música! Rsrsrs

Netflix nas férias

Muitos de nós, simples mortais, não estamos de férias em janeiro (#sdds escola!), mas quem está tem muito o que aproveitar, mesmo sem sair de casa. Para quem está bem à toa esperando o começo do ano letivo ou a enfim volta ao trabalho, pode aproveitar muito entrando comigo no mais novo vício do momento: Netflix.

Para ocupar o muito tempo livre, elegi cinco coisas que existem por lá e que, com certeza, são ótimas opções para tirar um dia das férias e fazer um verdeiro pajama day, isto é, um dia daqueles dias em que a gente só toma banho pra trocar de pijama e só levanta da cama pra comer!

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É fã de Bonequinha de Luxo? E dos filmes de John Hudges? Por incrível que pareça, desde que comecei a usar o Netflix, tenho visto mais filmes clássicos do que contemporâneos, com exceção de alguns guilty-pleasures. Mas por lá tem um monte de filmes legais que com certeza, muitos de nós lembram da infância e adolescência, como Patricrinhas de Beverly Hills e até mesmo os três filmes de De Volta para o Futuro (AMO!).

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Sou muito, muito fã de Buffy, a Caça Vampiros e qual foi a minha surpresa ao descobrir que tem a série inteira lá? Todas as sete temporadas completas? Quase morri de felicidade e passei um mês inteiro revendo todos os episódios e lembrando como a série é maravilhosa. Fora que, para quem curte, todas as temporadas de Doctor Who estão atualizadas no Netflix, com episódios de Natal e tudo mais, assim como as oito primeiras temporadas de Bones, as dez primeiras de Grey’s Anatomy… Dá para se divertir bem começando uma série nova ou revendo uma antiga (tem até cinco temporadas de Friends lá!)

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Falando em séries novas, nunca peguei para ver nenhuma original da plataforma por falta de tempo mesmo (e porque não dá pra me viciar em mais uma série!), mas já ouvi falar muitíssimo bem de Orange Is The New Black e House of Cards.

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Tudo bem que ninguém aqui é mais criança, mas vira e mexe bate aquela vontade de rever os filmes da Disney (eu tenho isso direto, ok? Nada de julgar a coleguinha!) ou aquele filme infantil que marcou o nosso crescimento, tipo Mary Poppins, Matilda ou Esqueceram de Mim. Dá pra perder umas horinhas só lembrando da infância!

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Tem uma amiga que me disse que ficou viciada em documentários depois que começou a usar o Netflix. Que ela já viu de tudo, desde aquele Blackfish, que fala sobre as baleias orcas, até os mais diferentes sobre felicidade, alimentação e coisas doidas da vida. Tem até um que mostra a vida de atrizes pornôs depois que elas deixam o ramo!

Deu pra perceber que só porque você está em casa de bobeira não precisa ficar, de verdade, de bobeira, né? Dá para aproveitar bem e colocar a cultura trash (e muito querida, por sinal!) em dia.

Ah, só deixando claro aqui que isso não é um publipost. Se fosse, podem acreditar que estaria sinalizado. É só uma forma minha de mostrar o que dá para fazer por lá se você está de férias e quer passar o tempo! Eu sou dessas que adora passar uma tarde fazendo maratonas (de séries, filmes, o que der na telha!) e essa plataforma tem sido ótima pra isso!

 Vocês curtem ver alguma específica no Netflix?

Playlist: Começando o ano com o pé direito

2015 chegou e não tem como não comemorar, pelo menos não depois do ano do cão que foi 2014. E, para isso, nada melhor do que música para dar aquele impulso que a gente precisa para começar com força total essa nova fase.

Já comentei que sou dessas que acredita muito que um novo ano pode, sim, trazer um recomeço e eu também acredito demais no poder da música. Tenho certeza que ela pode inspirar e passar aquele sentimento de confiança que muitos de nós precisamos de vez em quando (eu sei que eu preciso com bastante frequência!).

animarFoto: Google Images

Por isso, criei uma playlist beeem animadinha para dar aquele pontapé inicial no ano com tudo o que ele tem direito! Tem McBusted, Taylor Swift e muita coisa boa! Espero que vocês gostem!

TV: Jane The Virgin

Não sei se cheguei a comentar isso, mas algumas tags e posts que fiz no finado Manias de Moça vão aparecer por aqui aos poucos. Isso porque são temas que eu gosto muito e que quero continuar comentando por aqui.

Uma dessas Tags é a Séries e Filmes. Claro que, quem já acompanha o blog, sabe que eu já comentei sobre alguns filmes por aqui, especialmente voltados para figurinos e moda, mas isso não significa que eu não vá abordar o lado mais recreativo da coisa.

A fall season norte-americana, isto é, a temporada de estreias de séries de televisão nos Estados Unidos, trouxe um monte de programas novos pelos quais eu me apaixonei (alguns deles, aliás, já foram cancelados, para a minha tristeza eterna), e uma dessas novas atrações é Jane The Virgin.

Demorei para começar a assistir essa série, até porque, em um primeiro momento, não ouvi falar muito a respeito. Umas duas semanas depois da estreia, no entanto, tudo o que eu lia eram matérias e mais matérias sobre Jane The Virgin, e como a série, da emissora CW, era uma das melhores estreias da temporada. Acabei ficando muito curiosa e baixei os primeiros episódios para assistir.

Nem preciso dizer que me apaixonei de vez, né? Jane The Virgin é uma série muito legal porque tem um clima bem novelão mexicano. E não porque é parecida com Revenge, nada disso, mas porque a novela em si se passa em uma comunidade latina, tanto que uma das personagens só fala espanhol, apesar de no trailer ela falar inglês, e outra é, justamente, estrela de uma telenovela.

Como diz o nome, a série acompanha a vida da Jane, uma jovem virgem, de vinte e poucos anos, que tem um namorado fixo, trabalha como garçonete enquanto termina os estudos para ser professora e que foi inseminada por engano e está grávida. Isso, uma virgem grávida.

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A Jane é interpretada por Gina Rodriguez, e eu fiquei encantada com essa atriz, que consegue trazer a personagem à vida de um jeito incrível, cheia de caras e bocas. Aliás, a série e a atriz foram revelações tão boas que ambas estão indicadas ao Globo de Ouro de 2015, uma verdadeira vitória para a CW, que estava beeeeem longe das listas de indicados desde a sua fundação, em 2006.

O mais curioso de tudo é que a Jane está grávida de um playboy dono de hotel que, vejam só, foi o cara que partiu o coração dela anos atrás, quando os dois trocaram beijos calientes e ele, basicamente, foi um babaca depois disso.

Mais legal ainda é que no meio de tudo isso ainda tem uma ex-esposa vingativa, uma investigação sobre um cartel de drogas e um pai desconhecido que entra na vida da Jane para causar demais (e tudo isso em prol de atenção).

A série é muito viciante e eu amo o narrador, com suas piadinhas, e as ‘legendas‘ que sempre entram quando um personagem é reintroduzido ou quando algum comentário extra é necessário – e eles sempre são bem sarcásticos. Ainda, a série é bem otimista, apesar dos problemas da personagem principal, e muito sensível. É engraçado, mas em Jane The Virgin você nunca questiona porque os personagens agem como eles agem, você entende pelo contexto porque eles responderam de certa maneira a alguma coisa. Em outras séries eu tenho um pouco mais de dificuldade em perceber isso.

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Enfim, se você gosta de novelas, de romance e um pouquinho de comédia, a série foi feita para você! Se não, vale a pena ver pelo menos o piloto, o primeiro episódio, porque eu garanto que vai conquistar o seu coração (olha o drama!) logo na primeira meia hora!

Alguém já viu e gostou?