Playlist do feriado: vem ouvir!

Chegou o feriado, aquele dia maravilhoso que todo mundo espera super animado. Eu não sei vocês, mas eu tava contando os segundos pra esse dia, especificamente, porque é a primeira vez em um bom tempo que eu vou sair da cidade, relaxar e focar totalmente em alguma coisa que não seja o meu computador.

Playlist do feriado: vem ouvir!

Então, para animar o seu, o meu, o nosso feriadão, eu criei uma playlist do feriado com algumas das músicas que eu tenho escutado em loop recentemente. Tem de tudo, garanto, vou de Adele à One Direction, passando por 5 Seconds of Summer e Shawn Mendes. Tá bem legal e dá pra ouvir essa playlist enquanto você limpa a casa (ô, programão), na academia, passeando pela rua ou o que mais você tiver programado pra esses dias de folga (se for passar o feriado sozinha, tem algumas dicas do que fazer aqui ó).

Aliás, uma curiosidade: enquanto eu montava essa playlist, fui no Youtube ver o meu histórico para acrescentar bandas e tals e percebi que estou ouvindo as mesmas oito músicas repetidamente tem pelos um mês e meio, e sempre na mesma ordem. Addicted much? E, eu sei, vocês devem estar se perguntando ‘ainda tem gente que ouve música no Youtube?‘ e a resposta é: sim. O Spotify trava muito comigo, não sei porque, aí eu prefiro colocar lá mesmo, que toca tudo bonitinho e eu não continuo cantando feito doida quando a música congela.

Bora lá:

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3 filmes de Zoe Kazan que você precisa ver

Na última Newsletter, quem assina recebeu uma lista de coisas maravilhosas para fazer no feriado, e, entre elas, estava fazer uma maratona de filmes de época. Eu me inspirei na ideia e acabei, meio que involuntariamente, maratoneando filmes da atriz Zoe Kazan, e descobri que ela é a minha preferida de todos os tempos.

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A Zoe costuma fazer muitos filmes independentes e mais alternativos, mas nenhum dos que eu vi até hoje deixou de ser menos tocante e incrível por conta disso. Eu amo que ela sempre faz personagens mais ‘esquisitos’, exatamente como eu me sinto. Aquela coisa meio adorkable, sabe? Não sei explicar muito bem. Tem que ver pra entender!

1.In Your Eyes (2014)
Esse foi o primeiro filme que eu vi dela no feriado, porque o Netflix recomendou. Acho que também virou o meu favorito. A Zoe faz o papel de uma mulher, Rebecca, que por algum motivo desconhecido tem uma ligação mental com um cara que mora do outro lado do país, o Dylan. Eles podem falar um com ou outro através da mente, sentem as sensações do outro, os toques, podem ver pelos olhos do outro. É um filme incrível e super delicado, que fala sobre um tipo de relacionamento que, realmente, não é do mundo.

2.Será que? (2013)
Também amo esse filme por motivos de: Daniel Radcliffe. Ele faz o Wallace, um cara meio perdido na vida que conhece a Chantry, papel da Zoe, com quem tem uma conexão super forte, mas que namora e, por isso, está fora de alcance. Ainda assim, os dois decidem ser amigos e vocês já podem ter uma ideia do que acontece aí.

3.Ruby Sparks (2012)
Amo tanto esse filme que poderia escrever o dia inteiro sobre ele. Paul Dano faz o Calvin, um jovem escritor prodígio que está passando por um bloqueio criativo, mas sonha toda noite com uma mesma mulher e decide coloca-la no papel. Para sua surpresa, a mulher aparece vivinha da silva no dia seguinte, na sua casa, e ele percebe não só que criou a Ruby do nada, como também que ele pode alterar a sua personalidade escrevendo sobre ela. É demais e vocês precisam ver esse filme por conta de uma mensagem importantíssima: controle não é amor.

Já assistiu algum desses filmes? O que achou?

3 filmes nerds que você tem que ver

Eu sou uma adepta ferrenha do mundo nerd. Sério. Amo Harry Potter, mangás, animes, games (principalmente Final Fantasy) e sempre adorei os filmes de quadrinhos e esses mais alternativos.

Dos filmes desse mundo, tem alguns que eu curto demais e que acredito que todo bom nerd (ou geek, sei lá!) deve ver pelo menos uma vez na vida e ter o devido respeito por essas obras clássicas da sétima arte.

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1.Jurassic Park (1993)
MANO QUE FILME BOM! Revi Jurassic Park há pouco tempo, antes de ver Jurassic World (a continuação lançada esse ano), e juro que fiquei impressionada (de novo!) com como esse filme é incrível. Claro, os efeitos especiais de hoje em dia são bem legais e tals, mas nada muda o efeito dos animatronics. Tenho muito vívida na minha mente quando vi esse filme pela primeira vez (devia ter uns 10 anos) e tomei um baita susto quando o Danny Nedry é atacado por um Dilophosaurus. TRAUMA PRA VIDA. Fiquei com essa cena na cabeça por anos. Mas, fora isso, o filme é incrível, a trama é super legal, e acho que desde então nunca fizeram filmes com dinossauros tão legais quanto.

Ah, outra coisa que eu adoro nesse filme é como o Tim é um verdadeiro sobrevivente. Ô, menino azarado. TUDO aconteceu com ele nesse filme.

E não tem como não desejar ir pra um parque desses um dia na vida (e torcer pra que não role uma tempestade que cause uma pane geral no sistema de segurança ou que não inventem um híbrido de dinossauro que seja calculista e saiba como enganar a galera para fugir da própria jaula).

2.De volta para o futuro (1985)
Sabe a banda mais legal do universo, McFly? Você é fã? Então, por favor, se você não viu De volta para o futuro, só digo uma coisa: POSER! (e, caso você ainda não tenha entendido, os dois tem relação) Acho que esse filme é um dos meus preferidos de todos os tempos, e eu sempre quis muito ser amiga do Marty e conhecer o Dr. Emmett Brown. Fora que eu ainda tenho ataques de animação sempre que vejo um DeLorean e nunca vou superar que o brinquedo do De volta para o futuro no parque da Universal, em Orlando, foi substituído por um de Os Simpson (tipo…. JURA?).

Mas esse é um daqueles filmes que eu sempre vou querer ver, não importa quanto anos eu tenha, e sempre vou torcer pro Marty não sumir na foto da família.

3.Scott Pilgrim contra o mundo (2010)
Primeiro motivo para ver esse filme: Michael Cera. Segundo motivo para ver esse filme: todas as referências de games que você imaginar!

Vi a minha mente inteira representada nesse filme, e quão incrível seria se você encontrasse alguém e de repente rolasse um confronto tipo as lutas de Street Fighter? Fora que tem muitas referências a quadrinhos e desenhos animados que são incríveis e uma vibe meio underground que eu acho demais. O filme é diversão na certa e é tão fofinho que dá vontade de apertar!

Tem algum filme nesse estilo que você também ama? Já viu os que eu comentei no post? Me conta nos comentários!

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Playlist para o fim de semana

Tem tempo que eu não faço uma playlist, né? Andei pensando esses dias sobre as músicas que mais me animam quando eu preciso e criei lá no Spotify uma lista com algumas das canções que eu mais amo no planeta (serião) para animar o final de semana.

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Confesso que fiquei bastante orgulhosa dessa lista, porque só tem música legal, passando pelos mais variados artistas/bandas, como One Direction e Fall Out Boy, Imagine Dragons e Katy Perry. É uma lista pra não ficar parado mesmo, muito menos triste! Dá pra dançar sozinha no quarto ou na festa com os amigos (alô, humildade!).

O que vocês acharam?

How I Met Your Mother e as voltas que o mundo dá

Eu sou muito, muito, muito, fã de How I Met Yout Mother. Há um tempinho, eu comecei uma nova maratona, meio que involuntariamente, e lembrei de como é série é verdadeira e de como ela representa muito do que eu mesma passei.

Sabe quando você tá em casa de bobeira, abre o Netflix e fala ‘ah, vou só ver alguma coisinha rápida pra distrair?‘. Pra mim ‘essa coisinha‘ sempre foi HIMYM. E, no último final de semana, eu terminei as oito temporadas que já tinham lá e baixei a nona, para poder terminar de vez essa maratona. A última temporada é uma das minhas preferidas, mas também uma das que eu menos gosto: primeiro porque é quando a Mãe finalmente aparece de verdade, e, depois, porque é quando a série termina.

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Meu episódio preferido dessa temporada é o 16, ‘How Your Mother Met Me‘, que mostra a visão da Mãe, Tracy, sobre os anos em que seguimos a história do Ted. O que eu acho maravilhoso é que, enquanto a história do Ted parece ‘normal‘, com seus altos e baixos, como a história de cada um deveria ser, a da Tracy é um pouco mais trágica: ela estava apaixonada e feliz com um namorado que, de repente, morreu.

Ela se fechou completamente para o mundo, para qualquer nova experiência. Ela se perdeu. E precisou contar com a insistência de uma amiga e um cara pelado na sala da sua casa para entender como voltar para os trilhos. E, em parte, ela consegue mesmo. Mas quando o assunto era o amor, ela continuou fechada, presa no que ela achava que era o ideal, até que se viu num momento decisivo, e precisou dizer adeus para o que seria o seu amor verdadeiro.

O quanto eu amo esse episódio não está escrito. Porque me vi muito nele, em cada alto e baixo, em cada momento perdido da Tracy, em cada encontro e desencontro que ela teve com o Ted e, principalmente, quando ela precisou se despedir de um ideal que ela mantinha tão fixo na cabeça. É muito difícil, e pode até parecer meio triste, mas a verdade é que quanto mais a gente se liberta das prisões que criamos para nós mesmos, mais incrível a vida é.

Como muita gente, quando a série acabou eu fiquei revoltadíssima com o final, mas pensando bem, depois de revê-lo, não acho que eu mudaria alguma coisa. Ele, de verdade, mostrou na sua essência o que é aproveitar cada momento da melhor maneira possível, como amar, como nunca desistir e como, por si só, tudo isso torna cada dia lendário.

(E posso falar o quanto eu amo a Tracy cantando La Vie En Rose? Posso, né?)