Playlist para o fim de semana

Tem tempo que eu não faço uma playlist, né? Andei pensando esses dias sobre as músicas que mais me animam quando eu preciso e criei lá no Spotify uma lista com algumas das canções que eu mais amo no planeta (serião) para animar o final de semana.

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Confesso que fiquei bastante orgulhosa dessa lista, porque só tem música legal, passando pelos mais variados artistas/bandas, como One Direction e Fall Out Boy, Imagine Dragons e Katy Perry. É uma lista pra não ficar parado mesmo, muito menos triste! Dá pra dançar sozinha no quarto ou na festa com os amigos (alô, humildade!).

O que vocês acharam?

How I Met Your Mother e as voltas que o mundo dá

Eu sou muito, muito, muito, fã de How I Met Yout Mother. Há um tempinho, eu comecei uma nova maratona, meio que involuntariamente, e lembrei de como é série é verdadeira e de como ela representa muito do que eu mesma passei.

Sabe quando você tá em casa de bobeira, abre o Netflix e fala ‘ah, vou só ver alguma coisinha rápida pra distrair?‘. Pra mim ‘essa coisinha‘ sempre foi HIMYM. E, no último final de semana, eu terminei as oito temporadas que já tinham lá e baixei a nona, para poder terminar de vez essa maratona. A última temporada é uma das minhas preferidas, mas também uma das que eu menos gosto: primeiro porque é quando a Mãe finalmente aparece de verdade, e, depois, porque é quando a série termina.

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Meu episódio preferido dessa temporada é o 16, ‘How Your Mother Met Me‘, que mostra a visão da Mãe, Tracy, sobre os anos em que seguimos a história do Ted. O que eu acho maravilhoso é que, enquanto a história do Ted parece ‘normal‘, com seus altos e baixos, como a história de cada um deveria ser, a da Tracy é um pouco mais trágica: ela estava apaixonada e feliz com um namorado que, de repente, morreu.

Ela se fechou completamente para o mundo, para qualquer nova experiência. Ela se perdeu. E precisou contar com a insistência de uma amiga e um cara pelado na sala da sua casa para entender como voltar para os trilhos. E, em parte, ela consegue mesmo. Mas quando o assunto era o amor, ela continuou fechada, presa no que ela achava que era o ideal, até que se viu num momento decisivo, e precisou dizer adeus para o que seria o seu amor verdadeiro.

O quanto eu amo esse episódio não está escrito. Porque me vi muito nele, em cada alto e baixo, em cada momento perdido da Tracy, em cada encontro e desencontro que ela teve com o Ted e, principalmente, quando ela precisou se despedir de um ideal que ela mantinha tão fixo na cabeça. É muito difícil, e pode até parecer meio triste, mas a verdade é que quanto mais a gente se liberta das prisões que criamos para nós mesmos, mais incrível a vida é.

Como muita gente, quando a série acabou eu fiquei revoltadíssima com o final, mas pensando bem, depois de revê-lo, não acho que eu mudaria alguma coisa. Ele, de verdade, mostrou na sua essência o que é aproveitar cada momento da melhor maneira possível, como amar, como nunca desistir e como, por si só, tudo isso torna cada dia lendário.

(E posso falar o quanto eu amo a Tracy cantando La Vie En Rose? Posso, né?)

Divertida Mente e como o seu cérebro funciona

Eu sou louca com os filmes da Pixar, e fiquei muito animada quando vi pela primeira vez o trailer de Divertida Mente, porque parecia incrível. Depois que o filme lançou oficialmente e eu vi todas as críticas maravilhosas que foram publicadas internet afora, fiquei ainda mais animada porque o longa trata, de forma muito delicada, sobre o funcionamento da mente humana.

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Basicamente, o filme segue a história da mente da garotinha Riley, e como a Alegria, a Tristeza, o Medo, a Nojinho e o Raiva interagem ali dentro. O grande problema é que, um dia, a Tristeza e a Alegria se desentendem porque a primeira começa a alterar as lembranças da personagem, sem saber o porquê, e as duas são sugadas pelo tubo das lembranças de longo prazo junto com as “memórias base” (as mais importantes, que definem a personalidade) da Riley.

O resultado é um filme muito, muito delicado, divertido e tocante que fala sobre a importância da Tristeza na vida das pessoas (apesar que eu gosto de pensar nisso mais como empatia), e também da evolução da mente infantil para a adulta.

O momento que mais me marcou foi quando as ‘ilhas da personalidade’ da Riley começam a desmoronar e caem no esquecimento. Para mim, essa é a representação mais clara da depressão que eu já vi (fora a analogia do Cachorro Preto feita pela Organização Mundial da Saúde). Eu senti que foi exatamente aquilo que aconteceu comigo: as minhas ilhas desmoronaram, e eu era comandada pela raiva, o medo e o nojo (num sentido geral das coisas). E nem mesmo a alegria e a tristeza eu conseguia encontrar. O meu painel de controle ficou preto e tudo o que era mais precioso para mim perdeu completamente o sentido. Eu me sentia sem amigos, abandonada, pensando em fugir (mas o meu fugir era um pouco mais pesado, como vocês já sabem).

Na Riley essa mudança é ativada por causa da mudança física da sua família para São Francisco, e mostra muito bem como uma criança pode reagir a esse tipo de quebra de padrão, seja o divórcio dos pais, uma escola nova, etc. Para mim, como eu comentei ali em cima, tem um sentido beeem mais profundo.

Um outro personagem que eu adorei na trama é o Bing Bong, o amigo imaginário da Riley que está perdido nos corredores onde as memórias de longo prazo estão guardadas. Ele gosta de roubar as suas memórias preferidas e guardá-las em um saco sem fundo (bem parecido com o da Mary Poppins) e tem um visual bem louco. Segundo um post feito pelo blog da própria Disney, ele é o espírito da infância personalizado, que insiste em continuar relevante. Olha que foda isso! (com o perdão da palavra).

De novo, para mim esse personagem teve uma importância incrível. Eu sempre fui uma dessas pessoas que acreditava que esquecer a sua criança interior era uma das coisas mais absurdas que poderiam acontecer e, vejam só, foi a primeira coisa que eu fiz. Eu esqueci o lado brincalhão, que ri de tudo (incluindo de si mesma), que acha algo incrível nas menores coisas, que se diverte com pouco (porque não é preciso muito para ser feliz). E eu joguei o meu Bing Bong para longe sem nem me despedir. Mas eu acredito que aos poucos eu estou recuperando as memórias que tenho dele para reformular as minhas ilhas!

Outra coisa maravilhosa sobre o filme é a lição que ele dá sobre abrir mão das coisas. De uma memória base da infância, de uma personagem marcante da nossa vida, porque não dá para manter todas as memórias vivas o tempo todo, e é preciso abrir mão de algumas coisas (mesmo que seja uma personalidade inteira!) para conseguir continuar em frente (o que quer que isso signifique para você).

Já vi mais de um portal falando que esse filme marca o retorno da era de ouro da Pixar, apesar de que eu prefiro pensar que essa é uma nova era de ouro, e o filme já está sendo cotado para o Oscar do ano que vem, e não duvido que ganhe.

Vale lembrar que o filme não fala diretamente sobre a depressão, mas sim sobre a importância da tristeza na vida. Como é mostrado, dar conforto à alguém que está triste é essencial, deixá-la falar, deixá-la sentir o que ela está sentindo, para chegar ao fundo daquele problema, resolvê-lo e aí continuar em frente.

Enfim, o filme é lindo DEMAIS e com certeza entrou para o meu hall de favoritos de todos os tempos. Já quero ver de novo! Alguém já assistiu e também recomenda?

Covers maravilhosos para um dia maravilhoso

Acho que comentei muitas vezes como a música me influencia. Eu sou, de verdade, apaixonada por música e amo como ela consegue passar sensações e mudar o humor em apenas alguns minutos. De verdade, acredito mesmo que ler e ouvir música são algumas das coisas mais incríveis que essa nossa vivência na Terra nos proveu (exagerada? Imagina!).

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Daí que eu adoro os vídeos da BBC Radio 1. Não sei se vocês já viram, mas eles sempre convidam bandas ou cantores(as) para se apresentarem ao vivo na rádio, e toda vez eles gravam um cover e o vídeo é colocado no Youtube.

Tem cada cover incrível e super criativo que eu fico de cara! E algumas versões maravilhosas que eu gosto mais até do que as músicas originais. As minhas preferidas até agora são as do Imagine Dragons e do Bastille. Duas bandas incríveis fazendo cover de duas musas pop: Taylor Swift e Miley Cyrus.

Uma versão que não sai da minha cabeça tem dias é a versão da Tove Lo da música See You Again, criada pelo Wiz Khalifa para o filme Velozes e Furiosos 7, em homenagem ao Paul Walker. Posso ouvir essa música o dia inteiro!

E Ellie Maravilhosa Goulding fazendo o Justin Timberlake e cantando Mirrors? Eu LOUCA com essa música.

Dá bem pra perder um dia inteiro ouvindo todos os covers legais que tem ali! Eu tô viciada e acho que uma música boa pode mesmo mudar o dia de qualquer pessoa, passo minhas tardes trabalhando com essas músicas no fone e é impossível eu não ficar animadinha com algumas dessas versões.

Vocês curtem covers? Eu confesso que sempre procuro vários quando tô viciada em uma música, pra variar as versões!

 

Três músicas que são o meu vício do momento

Acho que todo mundo passa por isso, mas de tempos em tempos eu fico com algumas músicas na cabeça, que eu ouço repetidamente até que enjoo. E aí eu redescubro essas músicas e o ciclo se repete.

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Ultimamente eu tenho escutado menos música do que no passado, acho que por conta de tudo o que eu estou passando, mas algumas têm aparecido com muita frequência sempre que eu coloco o fone de ouvido. São elas:

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Eu amo The Vamps. De verdade, adoro as músicas do grupo britânico e essa, particularmente, é uma das minhas preferidas do álbum Meet The Vamps. Primeiro, porque tem aquela vibe de música romântica, com um violãozinho e uma melodia mais tranquila. E, segundo, porque a letra fala muito com o que eu ando sentindo ultimamente. Meus versos favoritos são:

Cause I can see that the candle you hold inside / Has a cloud around it. / How can a heart like yours be that high and dry / When it burns the brightest” (“Porque eu posso ver que a vela que você tem dentro de si / Está encoberta por uma nuvem / Como um coração como o seu pode estar tão desamparado / Quando brilha tão intensamente“)

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Já até coloquei McBusted em uma das playlists que fiz para o blog, e essa, de longe, é para mim a música mais legal do primeiro álbum deles. É uma música tão para cima que é impossível  não ouvir e sair dançando por aí feito doida no meio da rua (o que eu faço, claro).

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A música foi feita para o filme 50 Tons de Cinza (que eu não vi nem tenho interesse em ver), mas descobri sem querer pelas minhas andanças no Youtube e fiquei completamente apaixonada. Não sei porque a música me dá vontade de dançar um pas de deux daqueles bem cheios de energia e paixão! Eo refrão (Love Me Like You Do Lo-Lo-Love Me Like You Do) fica o dia inteiro na cabeça!

Vocês curtem alguma dessas? Têm alguma música bacana para indicar?