Playlist: 15 músicas que estão em loop

Eu percebi que tenho um costume bem engraçado quando escuto música em casa. Normalmente eu coloco as músicas pra tocar no Youtube  porque vez ou outra eu dou aquela olhadinha no clipe, pra distrair, e eu gosto de ter que parar pra escolher a próxima música. É um momento de respiro.

Playlist: 15 músicas que estão em loop

Porém, olhando o meu histórico dia desses, eu percebi que eu fico variando SEMPRE entre as mesmas músicas. Vez ou outra eu mudo, mas eu costumo seguir um padrão e ouvir os mesmos artistas, até que eu preciso de um momento de foco mais poderoso e coloco uma playlist automática no Spotify pra tocar e eu não ter que me preocupar com isso.

Música é uma parte muito importante do dia. Quando eu acho a música certa, no momento certo, ela me ajuda a criar uma sensação que eu consigo passar no que quer que eu esteja fazendo (principalmente nos posts pro blog!). Pra mim, é só mais uma forma de relacionamento, ouvir a letra, a voz dos músicos, tentar identificar cada um dos instrumentos e sentir gratidão (isso mesmo, eu usei a palavra da discórdia) por cada pessoa que participou do processo pra fazer cada música que eu escuto.

Quando a gente ouve o resultado final, esquece que tem toda uma galera por trás que precisou trabalhar muito pra tirar a música do papel. E isso, claro, vale pra todas as coisas do mundo. (você já pensou quantas pessoas foram necessárias pra você usar a blusa que está te esquentando agora?)

Então, pensando nessas músicas que eu escuto sempre, montei uma Playlist do Loop. Só tem música que eu ouço de novo e novo até enjoar. (e depois ouvir de novo porque ela ficou na cabeça!). Tem Ed Sheeran, tem o meu marido Justin Timberlake, tem Birdy e tem até um pouco de K-Pop (tô viciada em BIGBANG alguém me socorre).

Pra aproveitar nesse comecinho de feriado.

Que música você está ouvindo em loop? Quero ouvir também!

Pinocchio e as mentiras que a gente se conta

A Park Shin Hye é a minha atriz coreana preferida. Acho que já vi quase todos os doramas que ela fez (alô, vício) e um dos meus preferidos é Pinocchio.

Esse é um dorama de 2014 que conta a história de uma aspirante a jornalista, a Choi In Ha, que tem uma condição que não a deixa mentir. Toda vez que ela mente, ela soluça.

Pinocchio e as mentiras que a gente se conta todo dia

A In Ha cresceu com o Choi Dal Po, um menino com um passado bem macabro e um problema sério com os jornalistas que é adotado pelo avô da In Ha, que em um momento de demência achou que o menino (que na verdade se chama Ki Ha Myeong) era o filho dele que tinha morrido 40 anos antes. Por conta dessa confusão mental, o Dal Po e a In Ha crescem fingindo que são tio e sobrinha, respectivamente.

A história, confesso, é incrível. Eu já percebi que os coreanos tem um gosto especial por histórias de vingança (as novelas brasileiras também, né?), mas o que eu mais gosto é que toda história tem algum elemento diferente. Nesse caso, é a condição da In Ha, que dá nome a série (Pinocchio).

Além da atuação incrível da Park Shin Hye (como ela conseguiu fazer um soluço parecer tão real é um mistério pra mim), o que eu mais gostei desse drama, num todo, é que ele me fez pensar sobre mentiras.

Se você fosse como a In Ha e soluçasse toda vez que falasse (ou pensasse) uma mentira, o que você faria? Tentaria mesmo assim encontrar um jeito de mentir ou ia aceitar que isso não rola mesmo e fazer o máximo pra não ficar soluçando?

Claro, a In Ha sofre com uma culpa imensa por causa do drama – literalmente – todo, mas uma coisa que ela nunca deixou de ser é ela mesma. Ela só fazia aquilo que a deixava em paz, paz de espírito mesmo, sabe? Ela até abre mão do amor que ela sente pelo Dal Po pra fazer aquilo que ela considera certo e não passar a vida soluçando.

Será que é ruim viver assim? Quantas vezes você mente por dia? E não estou falando de mentiras grandes, coisas que você fala. Pense em pequenas mentiras que você conta pra si mesma, só pra tentar se adaptar. Se você não pudesse mentir, será que você ficaria mal por não conseguir fingir ser uma coisa que você não é? Ou aceitaria numa boa? Será que a vida seria mais leve, mais livre?

Mesmo quando a In Ha tenta mentir sobre alguma coisa, ela precisa ficar totalmente isolada, sozinha, pra ninguém perceber que ela está soluçando. Ela tem que se esconder. E isso, por si só, já faz com que ela soluce mais ainda, porque ela está indo contra quem ela é de verdade.

Sabe o que eu entendi por isso? Que sempre que a gente mente, a gente está se escondendo.

Você coloca esse monte de mentirinhas na frente de quem você é e a sua essência fica jogada num cantinho, tentando encontrar um jeito de aparecer. A gente fica tão acostumada a mentir, que quando a gente é sincera, quando é totalmente honesta com quem a gente é, sente a necessidade de pedir desculpas, sente vergonha, como se fosse algo errado.

Se isso não prova que tem alguma coisa muito errada com o mundo, eu não sei o que mais pode provar.

A gente passa a nossa vida inteira mentindo. Falando que gosta de uma coisa e não gosta. Escolhendo uma profissão que a gente não quer porque os nosso pais querem. Usando verde só porque tá na moda, quando na real a gente ama vermelho. Indo na balada sertaneja quando você ama rock. Aceitando ver o futebol quando você queria ver a novela. São milhões e milhões de mentiras que a gente se conta todo dia e que escondem quem a gente é. Vale mesmo a pena viver assim?

Esse dorama é um dos meus preferidos de todos! (essa lista só cresce, né? hahahaha) Ele é todo fofo e redondinho, tem uns momentos tensos que dão vontade de jogar o computador longe e ganhou o meu coração por causa desse gif do Lee Jong Suk, que eu vou deixar aqui pra animar o dia:

pinocchio e as mentiras que a gente se conta

Eu desafio você a não ter um espasmo de fofura olhando pra isso.

Se você ficou curiosa, dá pra ver Pinocchio no Drama Fever e no Viki. (Acredite, vale a pena!)

Como seria a sua vida se você não pudesse mentir?

Sassy Go-Go (Cheer Up) e o medo de pedir ajuda

Sim, vocês acertaram. O meu vício por doramas continua firme e forte e eu não consigo parar de ver dramas coreanos (nem agora, nem num futuro próximo, eu imagino). Recentemente, assisti um que entrou direto para a lista dos queridinhos, Sassy Go-Go (Cheer Up), que me fez pensar sobre um bocado de coisas.

Atenção! Este post pode conter spoilers!

Esse é um dorama escolar, ou seja, a história se passa na escola, e segue uma menina, Kang Yeon Doo (Jung Eun Ji), que é uma das piores alunas da escola, mas compensa o seu problema com estudos com um grupo de dança chamado Real King.

sassy go go e o medo de pedir ajuda

A ‘bagunça’ da história começa quando esse grupo é proibido de continuar, mas tem a chance de voltar desde que todos os integrantes participem de um novo grupo de líderes de torcida pra ajudar a antogonista, Kwon Soo Ah (Chae Soo Bin) a entrar nas faculdades Ivy League norte-americanas, ou seja, é um grupo totalmente feito pra ela conseguir mais créditos universitários.

Até aí a história pode parecer bobinha, mas o que me chamou a atenção é a forma como eles lidam com assuntos bem sérios, que vão de depressão à tentativas de suicídio (sim, isso mesmo que você leu). Logo no segundo episódio eu já tomei um mega susto com uma das cenas que tratam desse assunto, que, como vocês sabem, é um velho conhecido meu.

É muito interessante ver como, realmente, a gente escolhe aquilo que quer sentir. Na série isso ficou muito claro e escancarado.  A Soo Ah, por exemplo, faz de tudo pra ser a primeira aluna do colégio, ela tem uma meta muito clara, mas mesmo assim, quando ela chega lá, a sensação de ‘felicidade’ dela é muito momentânea, passa muito rápido, porque, na real, não era isso que ela queria.

O que ela buscava era uma sensação de que ela estava totalmente sozinha, abandonada, sem ter pra onde ir e o que fazer. E ela conseguiu isso. E aí entra no tópico principal desse post: a dificuldade que a gente tem de pedir ajuda.

O Seo Ha Joon (Ji Soo), um dos meus personagens preferidos de Sassy Go-Go, estava passando por umas coisas bem tensas – ele apanhava do pai, tinha pensamentos suicidas, lidava com a autoflagelação… – mas ainda assim ele não sabia como, diretamente, pedir pra alguém ajudá-lo a sair dessa situação.

O Kim Yeol (Lee Won Geun) ajuda o Ha Joon como pode, mas é uma ajuda forçada. O amigo não pede nada pra ele, mas ele faz mesmo assim. Querendo ou não, ele tem alguém que faz o que é preciso por ele, mesmo que ele não peça. Em essência, ele quer ajuda, e o universo entrega isso pra ele.

Com a Soo Ah é diferente, porque ela se isola totalmente. Ela se embola nas próprias escolhas e, quando decide pedir ajuda, parece ser tarde demais pra isso, a mãe dela não quer ouvir as desculpas e os motivos reais por trás de tudo o que aconteceu. Mesmo quando a mãe descobre a verdade, a Soo Ah não consegue pedir ajuda, apenas deixa a mãe tomar a iniciativa de resolver tudo por ela, de colocar panos quentes em toda situação.

Quantas vezes você pediu ajuda quando precisou? Eu demorei para fazer isso e esperei até chegar no máximo do meu limite pra perceber que eu não conseguiria lidar com tudo sozinha. Às vezes, é bem isso mesmo, a gente sente que vai dar conta de tudo e esquece que existem outras pessoas pra segurar a nossa mão no caminho.

Um dos meus momentos preferidos desse drama é quando a Yeon Doo e toda equipe de torcida criam vídeos bonitinhos incentivando a Soo Ah a voltar pra escola, mesmo ela tendo feito um monte de coisas pra magoar todas essas pessoas. Eles entenderam que ela precisava de ajuda, e decidiram estender a mão. Se ela toparia estender a dela de volta era escolha dela, mas esse era um primeiro passo pra ela entender que tudo bem ela pedir ajuda e que teriam pessoas dispostas a isso, se ela quisesse. Porém, como tudo o que aconteceu com ela, era uma escolha.

Provavelmente sou bem suspeita pra falar, mas esse dorama é um dos mais fofinhos que eu já vi. É lindo e a forma como eles lidam com assuntos tão sérios, de um jeito quase que natural, é muito interessante. Comecei a ver porque estava atrás de romance (aparentemente a romântica incurável ainda vive em mim), mas terminei com muito mais em mente.

Sassy Go-Go é uma série sobre amizade, sobre saber viver o momento presente, sem se preocupar muito com o futuro, sobre tomar as rédeas da sua vida e não se deixar cair no controle alheio, sobre deixar de lado os julgamentos. Mas, principalmente, é uma série que fala sobre a importância de saber pedir ajuda.

Cena mais fofa de todos os doramas da história do planeta

A gente tem a mania de acreditar que caímos aqui no mundo de paraquedas, sozinhos, uma sensação de abandono mesmo. E a gente só quebra essa corrente quando entende que não tem que ser assim. Que a Vida não precisa ser sozinha nem isolada, ela pode – e deve! – ser feliz e compartilhada. Mas, pra isso acontecer a gente tem que entender que o compartilhar só acontece junto com o outro.

TOO LONG, DIDN’T READ: Vejam Sassy Go-Go. É linda, os personagens são super cativantes, e eu garanto que vai fazer você pensar sobre tentar resolver todos os seus problemas sozinha. Não tem necessidade não, viu? Tá todo mundo junto nessa!

Ah, dá pra assistir no DramaFever e no Viki.

Você já teve medo de pedir ajuda? 

O que os doramas me mostraram sobre honestidade

Se tem uma coisa que eu tenho feito exaustivamente nos últimos dias é assistir doramas. Eu fiquei realmente viciada nos dramas coreanos e tenho visto um atrás do outro. Além das histórias, o que eu mais tenho gostado em ver esse tipo de programa é como a minha visão sobre a vida mudou.

o que os doramas me ensinaram sobre honestidade

Principalmente, eu percebi a importância da honestidade para um relacionamento verdadeiro. Claro, em um programa de televisão ou um filme, se todo segredo é contado logo de cara, não tem porque montar um roteiro sobre isso. A história não vale ser contada, na visão de Hollywood. Se tudo fica às claras, então não tem motivo pra desenvolver todo um drama – literalmente – em cima disso.

Mas, a televisão e o cinema retratam, mesmo que de forma caricata e exagerada, os relacionamentos da vida real, e isso é o que me chamou mais atenção nos doramas. Quando falei sobre esse meu vício pela primeira vez aqui no blog, expliquei que o mais me chamou a atenção nos dramas coreanos é a inocência, a forma como tudo é muito mais ingênuo do que nas novelas brasileiras, por exemplo.

Por isso mesmo, os diálogos são muito mais desenvolvidos e a profundidade dos personagens, muito mais explorada. Os coreanos tem uma cultura diferente, muito rígida e com muita base na educação e no respeito. É tudo muito mais velado. E, por isso, a falta de honestidade é muito mais escancarada.

O que é honestidade pra você? Para mim, honestidade é manter o meu compromisso com a verdade. Não com a minha verdade, ou com a sua, mas com A Verdade. Com V maiúsculo. A única verdade. A Verdade sobre os fatos e sobre a Vida.

Em Falling for Innocence, Kang Min Ho, um empresário cruel e muito egoísta, começa a ter sentimentos pela Kim Soon Jung depois que passa por um transplante de coração e recebe, justamente, o coração do ex-noivo dela. A história inteira se baseia na descoberta desse segredo e se os sentimentos do Min Ho são verdadeiros ou só um ‘efeito colateral’ do transplante.

Por isso, ele faz tudo escondido dela. Tenta descobrir sobre a veracidade dos seus sentimentos sem envolvê-la diretamente. Não conta pra ela sobre a origem do seu coração novo, faz tudo por ela sem ela saber. Ele vê a situação toda como um verdadeiro problema na vida dele.

Em Healer, o Seo Jung Hoo tem uma profissão ingrata, ele é como um faz tudo que, por conta do trabalho, vive uma vida escondida. Ele mora sozinho numa fábrica abandonada, faz tudo à noite, com o rosto escondido, nunca revela a sua verdadeira identidade e assume uma personalidade totalmente diferente em prol de um trabalho. Ele mente e se esconde e até cuida da mulher que ele ama às escondidas. Como se isso fosse errado.

E o que isso tem a ver com honestidade? Absolutamente tudo! Desde quando cuidar dos outros é algo errado? Desde quando ser fiel ao que você é de verdade e o que você sente é algo condenável?

Por que esconder os nossos sentimentos e entrar num ‘jogo de conquista’ é o mais aceitável, mas ser direto e sincero assusta, afasta? Por que a gente precisa fingir que não gosta tanto assim e aceita fazer as coisas pelo outro e com o outro com limitações  – ‘encontrei ele ontem, ver hoje de novo é demais’, ‘melhor não falar assim, mas desse outro jeito pra não parecer que eu tô gostando dele mais do que ele de mim’ –, sempre com um pé atrás?

Mas isso é muito cansativo. É exaustivo e demanda um esforço hercúleo não ser honesto o tempo todo. ‘Ah, mas ninguém é assim, então por que eu vou ser diferente?’ Não é ser diferente, é ser verdadeiro, é estar sempre alinhado com quem você é de verdade, e não aceitar barganhas e concessões e aceitar que você é infinitamente mais do que as pessoas dizem e do que você pensa sobre você.

Uma das minhas partes preferidas de Healer – que também é um dos meus doramas favoritos até agora – é quando a Chae Young Shin descobri quem o Healer é e diz que vai continuar esperando por ele. O que ele é e o que ele faz não importa. Ela gosta dele pelo o que ela reconhece de honesto nele.

É incrível viver assim. Sendo honesta a todo momento, e reconhecendo que você sente de real não tem limites…. E que tudo bem não adaptar isso pra um molde bizarro que a sociedade diz que é ‘certo’.

Se essa distinção entre ‘certo‘ e ‘errado‘ é algo que existe mesmo na sua mente e uma crença forte assim, entenda que entre continuar fazendo vivendo cheia de limitações e sentindo as coisas sozinha, eu prefiro mil vezes viver do jeito errado.

Você já viu algum dorama? Já pensou sobre isso?

Doramas: um vício em coreano

Se você me acompanha no Twitter deve ter visto (ou não) que eu tenho um novo vício: doramas! Para mim, não é surpresa nenhuma eu ficar viciada nisso, já que sempre tive um carinho pela cultura oriental, mas você, que pode não saber nada sobre esse assunto, pode estar se perguntando o que diabos é um dorama.

Doramas: um vício coreano

Bom, um dorama é um gênero de televisão oriental. É como uma série de TV, porém com menos capítulos, de duração mais longa. Pense em Avenida Brasil meets Sherlock. Um dorama pode ser japonês (J-drama), coreano (K-drama), taiwanês (TW-drama) ou chinês (C-drama), e eu estou mesma é viciada nos coreanos, que, pelo o que eu vi, são os mais famosos.

Já tinha lido sobre os doramas no blog da Lominha, porém, até então, não tive curiosidade de ver. Recentemente eu encontrei um outro blog, o Love Code, que fala demais sobre isso e a curiosidade me venceu. Comecei assistindo um dos que a Mariana indicou como melhor de 2015: Falling For Innocence.

Gente. Gente. GENTE. É muito fofo. Tipo. MUITO FOFO MESMO! Fiquei apaixonada por esse dorama e pelo gênero no geral, tanto que já estou assistindo mais um – Love Rain, que pretendo comentar sobre depois.

Mas, para começar, achei Falling for Innocence incrível. A história, os personagens, os atores. No começo, claro, é muito estranho, porque o idioma é diferente e eu até tive vontade de rir, mas você logo acostuma e aprende a prestar mais atenção na legenda e na trama do que na forma em como as pessoas falam. No meio do caminho você até aprende algumas palavras em coreano!

Resumidamente, esse dorama conta a história de um empresário, o Kang Min Ho, que se envolve com uma mulher simples, a Kim Soon Jung, e se apaixona por ela, mas tem dúvidas sobre o seu sentimento porque eles ficam mais fortes depois que ele passa por um transplante de coração – e recebe o coração do ex-noivo dela.

O que eu achei mais interessante é algo comum nos doramas, pelas minhas pesquisas: a inocência. Tudo fica muito nas entrelinhas, não é como uma novela brasileira, em que rola pegação forte logo de cara. Pra ter um beijinho demora um tempão, mas quando tem é tão fofo que é difícil você não dar uma quebradinha de pescoço.

Eu gosto disso, desse amor mais delicado, nas entrelinhas. Sempre fui uma hopeless romantic – e como você bem sabe, estou olhando muito para isso – e nunca curti essa coisa de ‘vamos nos pegar até acabar o ar agora-já’. Sei lá.

Outra coisa que eu estou adorando é o estilo dos coranos. Cara, eles se vestem de um jeito muito legal! E a cultura é tão diferente, não tem como você não ficar curioso para saber mais sobre os costumes locais.

Um ponto interessante, que eu já tinha visto antes, mas que com todo esse meu processo ficou muito mais claro é: apesar de ser uma cultura incrível, os coreanos são muito controlados. É visível isso na forma como falam, como se movimentam, até em como eles seguram um copo. E o controle é justamente uma coisa da qual eu estou tentando me livrar de todas as maneiras. Controle limita, machuca e exige muito esforço. Assistir esses programas tem sido um exercício legal para ver a extensão disso, e como o controle é algo muito escancarado na vida das pessoas e como isso fere o fluxo natural da Vida.

Se você tiver um tempinho (e curiosidade), indico que você comece a ver também (e pire nas trilhas sonoras e nos atores comigo), porque vale muito a pena ver. Além de ser uma forma de conhecer uma cultura totalmente diferente da nossa, é um gênero lindo e que tem todo tipo de história: romance, drama, comédia, suspense, ação… Vale a pena!

Para quem se interessou, é possível ver online no Viki e no DramaFever.

Alguém por aí já é fã também?