porque A Bela e a Fera virou o meu filme preferido da vida

A Bela e a Fera sempre foi uma das minhas animações favoritas da Disney. eu me identificava muito com a Bela porque era a louca dos livros e nunca achei que me ‘encaixava’ – sabe essa coisa de achar que você é diferente demais e que ninguém te entende? então.

eu sempre fui muito apaixonada pelos filmes da Disney, mas A Bela e a Fera era aquele para o qual eu sempre voltava quando precisava de uma afago. eu não só gosto muito da história, como da simbologia da rosa. no filme, ela é vista meio que como um mau agouro, cada pétala que cai é um sinal de que o tempo está acabando. mas pra mim ela é um presságio de esperança. ainda tem mais uma pétala, mais uma chance…. se essa rosa está aí é porque tem uma saída, a gente só precisa olhar de novo e tentar mais uma vez.

daí veio a versão live-action e ao mesmo tempo que eu fiquei muito empolgada, eu fiquei meio com um pé atrás. e se estragassem a minha história preferida? mas com um elenco tão incrível, eu achei muito difícil que isso acontecesse de verdade. veio a estreia e eu sai do cinema em prantos – o filme é uma das coisas mais lindas que eu já vi.

sabe quando eu falo de fazer as coisas com carinho? esse filme é cheio de carinho. cada detalhe, cada música nova, cada piada, cada adaptação das músicas originais…. só de ver o castelo da Fera logo no comecinho já me deu uma emoção que eu não consegui segurar… tem uma sensação envolvida que me conta o tanto de amor que tinha nesse projeto.

depois dessa experiência, A Bela e a Fera virou, mais uma vez, o meu filme preferido de todos os tempos. tanto a versão nova quanto a animação, porque ambas me mostram o poder do amor.

é por isso que eu tatuei a rosa no braço, com a redoma e tudo mais. ela me lembra todos os dias que a resposta para todas as minhas dúvidas está no amor. e é atrás disso que eu vou. às vezes, a gente tropeça, cai no meio do caminho, acha que tá indo pro lado errado… as dúvidas e a desconfiança fazem parte do processo (apesar de não precisarem), mas a gente ajusta a rota conforme vai andando. tipo a Bela pensando de novo antes de deixar a Fera na neve depois do ataque dos lobos.

esse filme, pra mim, foi a maior prova de que é possível fazer as coisas com muito carinho, com amor, e passar uma emoção que a gente precisa sentir – é aquela coisa gostosa que não sabe explicar muito bem, mas que dá um quentinho no coração e faz a gente pensar que o mundo tem salvação (ele tem mesmo).

no mais: fiquei encantada com a Emma Watson cantando não por cona de potência vocal, mas porque ela foi muito honesta no talento dela para a música, cantou o tanto que podia, sem exageros e ficou perfeito. Josh Gad merece ser ovacionado de pé pelo papel de LeFou (um dos melhores personagens do filme inteiro) e a mesma coisa vale para o Luke Evans no papel de Gaston. Dan Stevens apareceu pouquíssimo como ele mesmo, mas ganhou meu coração mesmo assim.

outra coisa que eu simplesmente amei nesse filme é como ele dá um contexto histórico muito maior e explora mais a trama… até a Feiticeira aparece mais vezes no filme do que na animação.

enfim, é maravilhoso e se vocês puderem, por favor, assistam de coração aberto. eu garanto que você não vai sair do cinema decepcionada, mas sim cheia de amor.

você já viu A Bela e a Fera? me conta o que achou?

doramas para um coração quentinho

outro dia eu tava assistindo uma série, Westworld, que apesar de ser incrível não me deixava com uma sensação gostosinha. pelo contrário, me fez sentir medo e me deixou meio perturbada depois. e eu percebi como muitas das coisas que a gente assiste são assim. por que a gente insiste no que não é gostosinho?

claro, tem muita série incrível por aí que não é amorzinho e que vale a pena ver, mas tem horas que o que a gente precisa mesmo é do coração quentinho, é daquela sensação de que o mundo tem salvação (porque tem mesmo), de que vai ficar tudo bem, de que é possível encontrar amor nessa confusão que a gente chama de vida. ultimamente eu vi tantos dramas desse jeito que não tem porquê não compartilhar com vocês aqui, pra todo mundo ficar de boinha e com um sorrisinho no rosto depois de fazer aquela maratona regada a chá quentinho e doses cavalares de pipoca.

1.weightlifting fairy kim bok joo (kissasian)

acho que esse é o meu drama preferido DA VIDA. comecei a ver pelo Nam Joo Hyuk, que também fez Scarlet Heart, mas fiquei por causa da história fofinha e super relacionável. A Bok Joo (Lee Sung Kyung) é uma levantadora de peso que reencontra, sem querer, um antigo amigo de infância na faculdade, o Jung Joon Hyung (papel do fofinho do Joo Hyuk). os dois não se bicam, mas acabam ficando amigos e a história se desenvolve a partir daí. o que eu mais gostei desse drama é que o romance dos dois não é tão óbvio assim. eu honestamente cheguei a duvidar que ia acontecer, mas é tudo tão fofo, tão bonitinho, tão inocente que dá vontade de apertar. tem algumas das cenas mais bonitinhas que eu já vi em doramas e eu dei pulinhos quando assisti, sério mesmo. (não, não tenho vergonha de admitir).

2.lucky romance (viki)

apesar da atriz principal, a Hwang Jung Eum não ser a minha preferida, esse drama é uma fofura sem fim, principalmente por causa da evolução do personagem do Ryoo Joon Yeol. A Bo-Nui é uma trabalhadora de meio período que acha vários empregos diferentes para bancar as contas médicas da irmã, Bo Ra. ela é muito supersticiosa e acha que o acidente da irmã aconteceu por causa dela e, um dia, um xamã explica que ela precisa dormir com alguém do ano do tigre pra que a irmã dela acorde. o Je Soo Ho é totalmente racional, um nerd dos games que não se dá muito bem com multidões, e acaba se encontrando com a Bo Nui meio que por acaso. ela descobre que ele é do ano do tigre e faz o que pode pra dormir com ele, o que rende umas cenas MUITO engraçadas. é um drama levinho, com cenas muuuuuito fofinhas e que vai te deixar apaixonada, com certeza. AH!, se você assistir, não deixe de esperar os episódios acabarem mesmo, sempre tem umas cenas ‘extras’ no final.

3.moonlight drawn by clouds (dramafever)

eu era muito relutante em ver dramas de época (pois preguiça), mas depois de Scarlett Heart, eu comecei a ver todos que apareciam na minha frente. Moonlight é levinho, meio de comédia, que começa super descontraído, mas vai ficando mais sério e bonito conforme passam os episódios. ele conta a história de uma menina que, desde nova, foi obrigada pela mãe a se vestir de menino para se esconder das autoridades. mesmo depois de crescida e de se separar da mãe, ela seguiu vivendo como homem e consegue, então, um trabalho como eunuco no palácio e se torna o servente do príncipe Lee Young (Park Bo Gum = amor eterno, amor verdadeiro). é uma delícia de drama, com alguns momentos mais tensos e que vão te fazer chorar, mas no geral, daqueles que mostram que tudo nessa vida tem jeito.

vocês sabem que eu tô sempre procurando coisas gostosinhas e que tenham um significado legal para ver. por isso acabo indo sempre atrás das séries, filmes e dramas, que mais me representem que mais tenham uma sensação que lembram a minha própria. é sempre investir naquilo que faz a gente se sentir bem, vocês não concordam?

pra terminar, um Park Bo Gum piscante pra animar o dia de vocês! ♥

me conta se vocês já viram algum desses?

 

 

(mais) doramas que todo mundo precisa ver

sim, vocês acertaram. o meu vício em doramas continua firme e forte e parece que não vai embora tão cedo. eu também nem quero que vá, porque esses dramas coreanos são bons demais e do jeitinho que eu gosto: sucintos, diretos, e cheio de cenas que me fazem dar aquela quebradinha de pescoço e soltar um ‘awwww‘. sou dessas.

(mais) doramas que todo mundo precisa ver

o que continua me chamando me chamando atenção nos doramas é não só a atuação (incrível) de alguns atores (Lee Jong Suk soberano do meu coração), mas também a inocência de muitas das histórias. em um país tão cheio de regras e limites para tudo, um amor que seja puro parece o desejo de todos – e é mesmo.

então, sim, eu continuo vendo muitos doramas, quase todos os dias. e nos últimos tempos vi alguns que queria compartilhar com você:

1.shopping king louis (viki)

comecei a ver esse drama sem esperar muita coisa, mas acabou se tornando um dos meus preferidos de todos os tempos. ele conta a história de um herdeiro, o Louis (Seo In Guk), que sofre um acidente e perde a memória. por causa disso, ele passa a seguir por todos os lados uma jovem chamada Ko Bok Shil, que confundiu o Louis com o irmão.

pra mim, o ponto alto desse drama é a relação do Louis com a Bok Shil. a forma como eles se amam e cuidam um do outro me deixa emocionada só de lembrar. me faz pensar que é assim que todo mundo deveria se sentir, o tempo todo. é um amor muito inocente, quase infantil, até porque o Louis depois que perde a memória parece uma criança. e o mais legal é: apesar de todas as provações, nunca faltou nada para nenhum dos dois. a sensação de abundância, de que eles estavam completos, desde que estivessem juntos, era muito presente. e isso é lindo demais. ♥

2.moon lovers: scarlet heart ryeo (drama fever – premium)

primeiro: esse drama é um desfile de mozões. tenho certeza que na hora do casting os produtores pensaram assim ‘vamos chamar só os caras gatos, sem necessidade de audição‘. e assim foi. é tanto homem bonito que você fica até meio sem saber pra onde olhar.

em segundo lugar: essa trama! a Hae Soo é uma jovem do mundo atual que, um dia, mergulha no lago para salvar uma criança que caiu mas é misteriosamente puxada para o fundo e se afoga. porém, ela acorda em outra época, durante o período Goryeo (mais ou menos no ano 918). lá ela conhece e envolve com os príncipes filhos do imperador Taejo, principalmente com o 4º príncipe (Wang So – o lindo do Lee Jong Ki) e o 8º príncipe (Wang Woo – mozão Kang Ha Neul). é tanto plot twist, tanta reviravolta e cada cena de tirar o fôlego que é impossível você não se apaixonar. esse foi o primeiro drama de época que eu assisti e confesso que me abriu a porta pra um mundo novo! tem tanto drama lindo nesse estilo (os figurinos! os cenários!).

3.w – two worlds (viki)

sim, eu sei. eu já dediquei um post inteiro pra esse drama, mas não me canso de falar o quanto ele é incrível. W é o meu drama preferido de todos os tempos e o favorito desse ano. vi de novo tem pouco tempo e fiquei chocada, de novo, com toda a história, os plot twists e a atuação do Lee Jong Suk e da Han Hyo Joo. a química desses dois é de outro planeta.

fora que a série fala de um lugar que, pra mim, tocou muito: o motivo da nossa existência. eu acho muito arrogante da nossa parte achar que a gente veio pro mundo pra viver meia dúzia de anos de uma forma medíocre, ir embora e não voltar nunca mais. não, vai muito além disso. saber porque a gente tá aqui, de onde veio e pra onde vai é talvez a coisa mais importante que a gente redescubra por aqui (porque, com certeza, a gente já sabe, só esqueceu). e esse drama… apenas veja, é tudo o que eu peço.

sabe, a gente encontra várias maneiras pra lembrar de quem a gente é aqui na Terra. pode parecer aleatório falar isso em um post sobre dramas coreanos, mas todas as vezes que eu assisti um episódio de uma dessas séries, eu consegui tirar alguma coisa que me lembrava da minha meta, da razão da minha existência, por mais que também seja uma distração. no fundo tudo que a gente quer é lembrar que o que a gente veio fazer aqui e que somos todos, de fato, tão inocentes quando a IU em Scartlet Heart (o que é essa menina, meldels? parece feita de porcelana).

você já viu algum desses dramas? me conta o que achou?

3 músicas do McFly que todo mundo deveria ouvir

todo mundo tem aquela banda que ama, que faz o coração bater mais forte, que deixa você meio eufórica sempre que anuncia um show na sua cidade. eu tenho isso com algumas, mas nada chega perto do que eu sinto por McFly. não tenho nenhuma dúvida de que é a minha banda favorita de todos os tempos na história do universo.

3 músicas do McFly que todo mundo deveria ouvir

conheci McFly lá em meados de 2006 (ou seja, tem dez anos), quando assisti sem querer um filme da Lindsay Lohan em que eles apareciam. o filme chama Sorte no Amor e é uma gracinha, vale a pena ver se você estiver sem fazer nada em casa. lembro que na hora fui atrás para saber que banda era aquela que aparecia no filme, se ela era real, e viciei nas músicas todas na hora. desde então, não larguei o vício e o amor por eles só aumenta.

eu sei que todo mundo que tem uma banda favorita diz que a sua é ~diferente~, que eles são ~especiais~. e apesar de não achar (mais) que eles têm qualquer coisa de ‘especial‘ (ser especial é démodé, gente), eu sinto que eles têm uma vibe que a maioria das bandas não têm. eu acho que nunca vi um grupo tão unido, tão parceiro e tão de boa. claro, no mundo da música os altos e baixos estão sempre presentes (o Dougie não me deixa mentir), mas eu sempre achei que eles tinham uma ligação muito forte, tanto entre si, quanto com o público.

fora que todos eles são extremamente talentosos e escreveram as próprias músicas, e isso, pra mim, sempre foi uma coisa que me cativou demais. foi uma questão de me reconhecer neles, eu acho. dito isso, dentre todas as músicas maravilhosas deles que eu amo, três delas têm um cantinho no meu coração:

1. i’ll be ok

essa música, sem sombra de dúvidas, deve ser uma das que eu mais ouvi NA VIDA. toda vez que me sentia pra baixo, eu colocava os fones e botava essa música pra rodar bem alto. fora que ela me leva pra um lugar em que eu lembro que não estou sozinha. não só porque ela fala, justamente, que ninguém tá sozinho no mundo, mas também porque é tipo a música tema minha e de uma amiga muito querida. ouço essa música e penso nela. penso em tudo o que eu passei, lembro que não tô só e agradeço.

melhores versos:
just try a little harder / and try your best to make it / through the day / oh, just tell yourself i’ll, i’ll be ok

2.smile

pensa naquela música good vibes, que você nunca pensou que ia gostar, mas se apaixona na hora porque te dá um quentinho no coração. essa é ‘smile‘ pra mim. eu sei que vou falar que todas as músicas do McFly são as minhas preferidas, mas essa está de verdade no top 3 melhores músicas do mundo pra mim. é impossível eu não sorrir sempre que escuto, a letra é tão delicinha, na falta de uma palavra melhor, que você se sente automaticamente otimista depois de ouvir.

melhores versos:
oh you just got to be happy / but sometimes that’s hard / so just remember to smile, smile, smile / and that’s a good enough start

3.love is easy

eu já falei dessa música aqui, mas, se pá, ela é a minha música preferida do McFly de verdade. amo tudo nela. a letra, a melodia, o ukulele rosa do Tom que aparece no clipe, e todas as referências aos álbuns passados e à história deles como banda. mas, principalmente, eu amo como essa música reforça que amar é fácil, que não tem dificuldades, não tem problemas… é natural, é livre e é lindo. só é.

melhores versos:
if this is love /  then love is easy / it’s the easiest thing to do

B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-BÔNUS ROUND!

4.i’ve got you

a música que fez eu me apaixonar por McFly, apenas. também é a música que define toda uma amizade (muito querida, muito importante, que me acompanhou até nos momentos mais sombrios) que eu tenho. é o tipo de música que me dá forças e que prova o quanto é importante a gente lembrar o tempo todo que tem gente do nosso lado precisando nós tanto quanto a gente precisa delas, sabe?

melhores versos:
‘cause I’ve got you to make me feel stronger / when the days are rough and an hour seems much longer

já aconteceu muito de estar num dia ruim e colocar qualquer uma dessas músicas do McFly pra ouvir e, voilá!, meu humor muda completamente. elas são tipo um lembrete de que esses sentimentos ruins não tem nada a ver comigo e que vale muito mais a pena eu investir nas sensações gostosinhas do que ficar mal, qualquer que seja o motivo. nada justifica eu sair desse lugar, sabe?

vocês também são fãs de McFly? têm alguma música preferida deles?

 

3 frases de Hamilton que definem uma vida

Há algumas semanas a maravilhosa dona Duds me apresentou uma coisa incrível chamada Hamilton. Para quem não conhece, essa é uma peça escrita pelo deuso do planeta Lin-Manuel Miranda sobre a história de Alexander Hamilton, o primeiro Secretário do Tesouro norte-americano.

3 frases de Hamilton que definem uma vida

A história mostra como o Hamilton se envolveu na luta pela independência dos Estados Unidos, em 1776, e na formação do novo governo do país. Pode parecer chato, eu sei, – quem se importa com a independência dos Estados Unidos? –, mas a peça e a trilha sonora são algumas das coisas mais maravilhosas que eu já vi/ouvi.

Não só o elenco é incrível e super diverso (vai tá tendo protagonista de origem porto-riquenha e coreana, Thomas Jefferson e Aaron Burr negros) como a trilha sonora é quase em sua totalidade um rap. Sim, é um rap. Sim, é incrível e dá pra ouvir tudinho no muso Spotify. Vale a pena porque mesmo sem ver a peça é possível entender total a história (é tudo contado direitinho, só prestar atenção nas letras! – e fazer uma pesquisa básica no Google pra entender os contextos).

Eu tô completamente viciada nessa trilha, principalmente porque as letras, apesar de terem muito conteúdo histórico, tem um tanto de amor e carinho que é difícil não perceber. O Lin-Manuel ficou 7 anos escrevendo essa peça – SETE ANOS – então dá pra imaginar o tanto que ele pensou em cada uma das letras. Wait fot It e It’s Quiet Uptown são as minhas músicas preferidas do planeta e por mais que cada uma delas tenha uma frase incrível com a qual eu me identifico, essas três merecem um espacinho aqui:

1. ‘Love doesn’t discriminate’

Wait for it deve ser uma das músicas mais bonitas já escritas no mundo (#exagerada) (#sqn) e a interpretação do Leslie Odom é tão maravilhosa que me deixou sem ar. O que eu acho incrível nessa música é que ela fala de uma coisa que a gente não curte muito conversar: inveja. De quando você vê os seus amigos casando, tendo filhos, conseguindo um emprego maravilhoso e parece que você tá estacionada no mesmo lugar um tempão. Mas, ainda assim, você sente que só tem que esperar, que uma hora o jogo vira (não é mesmo?).

Love does’t descriminate (o amor não discrimina) é a minha frase preferida da música porque… É verdade. O amor não discrimina. Ele não escolhe cor, raça, etnia, religião, posição política, o que quer que seja. E a gente continua amando por causa disso. Tem horas que a gente esquece. Que acha que algumas pessoas merecem amor mais que outras, acha que o coração escolhe e que o amor tem um limite. Mas não tem, viu? O amor é. E ponto.

2. ‘That would be enough’

Sabe quando a gente faz um monte de coisa e pensa assim ‘isso deveria ser o suficiente’? Mas nunca é. Nunca parece que tá bom, que tá pronto, que tá feito. Parece sempre que a gente tá atrasada, que tem alguma coisa faltando e que a gente deveria ir atrás de mais.

Realmente, quando a gente esquece quem a gente é, qual o nosso propósito, o que a gente quer de verdade, fica difícil achar um ponto em que tudo é o suficiente mesmo. A gente fica correndo atrás do rabo procurando por coisas e ‘realizações’ sendo que a gente ‘never’ll be satisfied’. É por isso que a gente precisa entender que a felicidade e o amor nunca estão do lado de fora.

3. ‘Why do you write like you’re running out of time?’

Essa frase pode muito bem definir a minha vida inteira. ‘Por que eu escrevo como se estivesse ficando sem tempo’? Só o que eu faço no meu dia é escrever. E quando eu não tô escrevendo, em penso em coisas para escrever. A palavra escrita é mesmo a minha melhor amiga. Mas tem horas que eu penso se não vale dar um passo para trás e pensar um pouco em outras coisas também. Eu não preciso correr pra escrever o que tá na minha cabeça. Tá tudo bem, tem tempo.

Eu podia colocar mais mil frases aqui, mas acho que essas três são as que mais me marcaram. Love doesn’t discriminate é uma frase tão linda e verdadeira que merece até virar tatuagem, como o discurso do Lin-Manuel no Tony desse ano:

Você já ouviu a trilha de Hamilton? Me conta o que você gostou mais?