i’m not a robot é a coisa mais preciosa que você vai ver este ano

i'm not a robot

títulos sensacionalistas à parte, há alguns dias eu perguntei no Instagram o que você gostaria de ver por aqui, e alguém comentou que sentia falta dos posts sobre doramas (os dramas coreanos). verdade, eu também tinha na cabeça que precisa escrever sobre alguns que vi recentemente, sendo o principal I’m Not a Robot.

acho que o meu nível de obsessão por esse drama foi tão grande porque eu me vi representada em cada uma das cenas entre os personagens principais, Kim Min Gyu e Jo Ji Ah. a história é a seguinte: o Min Gyu é um cara muito rico que perdeu os pais quando era pequeno e desenvolveu uma alergia aos humanos (sim, é isso mesmo). ele tem reações alérgicas horríveis quando encosta em alguém ou come a comida feita por outra pessoa. um dia ele recebe a proposta de um grupo de cientistas financiado pela sua empresa: eles têm um robô que pode ajudá-lo no dia a dia e se ele topar bancar a equipe pessoalmente, o robô é dele.

acontece que o tal robô foi feito à imagem e semelhança da ex-namorada do cientista principal, e ele fica desesperado quando um acidente faz com que ele fique temporariamente sem a máquina. a solução? vai correndo atrás da Ji Ah e pede para que ela faça o papel de robô por alguns dias, até que a máquina seja consertada.

você deve estar pensando ‘ah, não pode ser que alguém caiu MESMO no conto de um humano se passando por um robô‘. sim, pois é. é aí que entra a parte mais importante desse drama pra mim. o Min Gyu é solitário. ele é muito sozinho. ele passou 15 anos trancado dentro de uma mansão com medo das reações alérgicas que poderia ter por causa da sua condição. e as outras pessoas estavam tão preocupadas consigo mesmas e com o que elas queriam do Min Gyu e da fortuna dele, que ninguém pensou que ele poderia se sentir sozinho no meio de toda essa bagunça.

ele era tão solitário, mas tão solitário, que ter alguém pra conversar era um bálsamo. ele acreditou, sim, que a Ji Ah era um robô e colocou toda a confiança dele num relacionamento que parecia ser 100% fictício.

mas não era. a Ji Ah era real. e ela começou a perceber, dia após dia, que o que ela tinha pensado sobre o Min Gyu era tudo uma invenção da cabeça dela (porque eles tinham se conhecido brevemente antes). ela percebeu que não tinha o contexto. ela julgou as atitudes dele, achou que ele era grosso, mal-educado e mimado porque não sabia da história dele, de tudo o que ele passou. e ela desenvolve compaixão por ele.

i'm not a robot

os dois acabam virando grandes amigos. na verdade, eles se amam muito, e esse amor cura. o Min Gyu percebe que quando a ‘robô’ (chamada Aji 3) está por perto, ele não tem reações alérgica, ele consegue ter interações físicas com as pessoas e andar por lugares lotados. ele começa a entender como as relações sociais funcionam e ele sai da caverna em que se colocou tantos anos antes.

eu confesso que fico meio emocionada só de lembrar da história e das cenas, porque é muito lindo de ver a relação dos dois. nisso, a Ji Ah, que tinha ranço do Min Gyu, acaba virando a maior defensora dele, porque ela entende o que ele passou e porque ele age como age. ela prestou atenção. ela se interessou por ele e ela adaptou a forma como ela se comporta pra ajudá-lo. sim, o amor da Ji Ah salvou o Min Gyu.

é claro que essa história toda uma hora explodiria na cara de todo mundo (não tem como não ser assim, né?), mas essa relação que eles firmaram, ela continua ali, independentemente do que acontece. a Ji Ah passa de todos os limites pra ajudar o Min Gyu e provar pra ele que as pessoas são confiáveis, que são amáveis, e que ele merece uma vida melhor do que o isolamento que ele escolheu.

sei lá, gente. a gente duvida tanto das pessoas, sabe? a gente sempre começa todo relacionamento com um pé atrás, duvidando de todo mundo, achando que não se pode confiar em ninguém, mas é tudo falta de contexto. é falta de interesse. e quando eu acho que, talvez, eu seja uma das únicas pensando sobre isso, me vem um drama como esse escancarando pro mundo inteiro como é importante a gente se interessar pelo próximo.

o Min Gyu era tão sozinho que dói no coração lembrar. eu era assim também. eu nunca tive alergia a humanos, mas tenho certeza que o meu nível de isolamento e o dele não eram diferentes. mas o amor me salvou. ele me curou e continua me curando todos os dias. e ele pode curar qualquer pessoa. é só a gente se propor a prestar atenção em outro alguém que não a gente mesma.

no mais, Yoo Seung Ho tá absolutamente maravilhoso nesse drama e já ganhou o posto de um dos meus atores preferidos da televisão coreana. a Chae Soo Bin também virou uma das minhas favoritas e ela tá incrível em cada uma das cenas, tanto como Aji 3 como Ji Ah. ah, sim, e esse é o casal mais fofo dos últimos tempos e é impossível você não torcer muito pra eles ficarem juntos de verdade. o coração palpita só de lembrar.

I’m Not a Robot é um daqueles dramas que deixam o coração quentinho, te faz chorar muito e torcer pelos protagonistas. mas, principalmente, é uma história que vai te lembrar da importância de cuidar das pessoas e se interessar por quem tá na nossa frente. não dá mais pra gente passar os nossos dias sem o tal contexto, entende?

quem quiser, tem pra assistir no DramaFever

 

 

chegadas e partidas e um filme para ver no Natal

simplesmente amor

o mais incrível do projeto detalhes desse mês é que eu precisei me desafiar muito para encontrar coisas que eu curto nessa época do ano. foi um pouco estranho perceber que eu não tenho exatamente uma tradição natalina (a não ser comer rabanadas. eu amo rabanadas). mas tem uma coisa que eu gosto muito e que sempre faço, independente da época do ano: rever filmes natalinos. 

acho que o preferido é, e sempre será, Simplesmente Amor. é aquele filme que eu assisto sempre que passa na TV, já sei o discurso de abertura do Hugh Grant de cor e eu amo – amo amo amo amo amo – a ligação que eles fazem entre o amor e os aeroportos.

na verdade, eu tenho um carinho especial por aeroportos (e você vai entender melhor porque na semana que vem), mas é que tem uma vibe, sabe? uma coisa de reencontros. de expectativa. tanto pra conhecer um lugar novo quanto pra encontrar alguém que você não vê tem um tempo. eu observo as pessoas nos portões de desembarque e me dá um quentinho no coração pensar que daqui a pouco vai passar alguém por aquela porta automática que vai fazer outro alguém pular de alegria ou abrir um sorrisão.

eu amo aeroportos.

e amo que esse filme faz uso disso para falar sobre o amor, sabe? eu adoro as histórias que se entrelaçam (mas a do Sam continua sendo a melhor de todas), a cena do Hugh Grant dançando na casa do primeiro ministro (esse cara sou eu) e até o Colin Firth falando um português super enrolado se declarando pra Aurelia (tão fofinho os dois tentando se entender, gente).

simplesmente amor

aliás, apesar de curtir tanto a história do primeiro ministro com a secretária, o meu personagem preferido é o Sam. a conversa dele com o Daniel naquele banco, falando sobre a total agonia de estar apaixonado não poderia deixar de ser mais sincera e verdadeira. a gente meio que esquece o que significa amar alguém, às vezes, e que não existe idade pra isso acontecer, né?

pra mim, esse filme é tipo um carinho. um aconchego. uma lembrança que o amor está em todas as coisas, o tempo inteiro, e que de vez em quando a gente se engana sobre as pessoas e o que elas pensam. acho que a história da Juliet com o Mark é a maior prova disso, né? ela tinha certeza que ele não gostava dela… e ele lá, tão apaixonado quanto o Sam.

é um lembrete também da gente ser mais gentil, sabe? e grato pelo o que a gente tem. não dá pra ver um filme desses e não pensar em tudo que a nossa vida tem de legal, tudo que ela tem de incrível. é fácil deixar isso de lado, né?

enfim, pensando agora, acho que sou uma dessas pessoas que amam filmes de Natal, que gosta das historinhas água com açúcar, do beijo à meia noite, da reconciliação na hora da ceia, da troca de olhares quando as pessoas tão comemorando a chegada do ano novo… tem uma coisa de querer ficar junto, um carinho, que a gente meio que deixa de lado nos outros dias do ano.

sei lá. pegou pra mim agora essa coisa da gente se reencontrar. é o portão de desembarque outra vez, sabe? é fazer questão da presença de alguém na nossa vida, é ir lá esperar por ela com uma plaquinha de ‘bem-vinda de volta!‘ e os braços abertos. é não afastar quem a gente ama só porque a situação parece difícil. é querer demonstrar o quanto a gente gosta de alguém sem medo. é falar o que tá no coração e buscar aquela sensação gostosinha de que tá tudo bem.

me conta: qual o seu filme preferido de Natal?

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projeto detalhes novo

if this is love, then love is easy

love is easy mcfly

o ano era 2006 e a Maki do cursinho tinha acabado de descobrir uma banda britânica maravilhosa chamada McFly. as músicas tocavam em loop no CD gravado naquele computador antigo e eram alternadas apenas com algumas outras canções que insistiam que ela jamais sairia da fase emo.

eu já deveria suspeitar que as coisas não estavam bem naquela época. um dia, eu coloquei um dos meus CDs mais depressivos pra tocar e sentei no chão do banheiro. o volume tava alto, eu mal conseguia ouvir meus próprios pensamentos e as minhas mãos tremiam muitos: o meu desejo era sumir do planeta. eis que, de repente, começa a tocar I’ll Be Ok. uma música do McFly que fala sobre ficar tudo bem nos momentos mais sombrios. ali, eu tive certeza que não era a minha hora e, principalmente, que eu não tinha motivos pra me machucar, e me agarrei naquela música com todas as forças pra sair daquela posição.

desde então, eu passei a acompanhar essa banda sempre. todos os dias eu ouvia um álbum. eu decorei os clipes. eu sabia todas as letras. e eu acompanhei cada um dos membros nos momentos mais importantes da vida. quando o Tom casou e deu aquele discurso lindo. quando o Harry pediu a namorada em casamento também. quando o Dougie foi pra rehab. quando o Danny participou de um reality de ópera. e no meio de tudo isso veio uma música que, pra mim, é a essência do McFly: Love is Easy. a estrela principal desse post.

não consigo colocar em palavras o tanto que eu amo essa música e o que ela significa pra mim. quando ouvi pela primeira vez, ela me fez tão feliz que passei a semana seguinte cantando em loop pela casa. talvez, porque foi uma música feita pensando nos fãs. talvez porque ela fala a verdade e o amor é mesmo fácil.

mas é o tipo de música que me faz sentir bem. por algum motivo, eu sempre volto pra ela, de tempos em tempos, e passo algum tempo vendo como cada um deles tava feliz nesse clipe. eles se divertiram de verdade, sabe? lembrando da história de cada um e da banda, e oferecendo um presente pras pessoas que acompanham eles há tanto tempo. eu me senti representada. me senti junto deles. fiquei até me perguntando de onde veio a ideia de usar uma frase de A Felicidade Não se Compra, um filme de 1946, no meio da música.

talvez, eu ame tanto Love Is Easy porque é uma das poucas que eu já ouvi que fala de amor de uma forma tão feliz. tão alegre. tão sincera, sabe? no meio dos ‘do ro do ro ro do‘ eles dizem que o amor completa. que ele é fácil. eles me ensinam o quanto se amam, entre si mesmos, e o quanto amam as pessoas que estiveram sempre junto deles, mesmo que não fisicamente.

tô iludida esperando sexto álbum? (que aparentemente eles já gravaram, mas não lançam nunca?) tô, sim. mas tanto faz, sabe? tanto faz, porque eles me deram uma baita lição do que é o amor, quando eu ainda não tinha noção do que ele era de verdade. quando ainda tava perdida nas minhas ideias sobre mim e o que eu achava do mundo.

eu sempre fiquei impressionada com a capacidade do McFly de falar de assuntos sérios de uma forma otimista, dando uma saída, sabe? mostrando um caminho, um sentimento, uma solução. as músicas deles sempre tiveram uma cara de solução pra mim. que alguma coisa tinha sido resolvida, que eles encontraram a resposta pro que estavam cantando, que até a solidão tinha jeito. então, sim, eu gosto muito de McFly e eu gosto mais ainda dessa música, que pra mim tem essa carinha aí: de coisa feita com o coração.

e mal sabia eu que, tantos anos depois, eu aprenderia a viver exatamente como a música diz. a minha grama é verde. eu fiz o céu ficar azul. eu escuto as flores conversando. e eu até vejo tudo como se fosse a primeira vez. e é tão, tão, feliz. é alegre. e me dá vontade de sair por aí tocando um ukulele e cantando do do ro do ro ro do.

A simple equation
With no complications
To leave you confused
If this is love, love, love
Hmm it’s the easiest thing to do

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doramas de 2017 que você precisa assistir

doramas 2017

tem um tempinho que eu não falo de doramas por aqui, né? para quem acha que eu superei esse vício: pense novamente. tô mais envolvida do que nunca com o mundo dos dramas coreanos (e catequizando as amigas no processo). já vi muitos nos últimos meses, mas tiveram alguns que conquistaram o meu coração de verdade esse ano (e olha que ainda tem muita coisa pra ver, hein?).

1.strong woman do bong soon

o tanto que eu amei esse drama, gente! não ganhou mais espaço no meu coração porque o preferido de 2017 segue sendo Weightlifting Fairy Kim Bok Joo (pra que esses nomes gigantes, eu nunca vou entender). mas Strong Woman é um daqueles dramas fofinhos que te dá cáries de tão doce e bonitinho. eu amo o Park Hyung Sik e essa carinha de elfo que ele tem. senti que ele e a Park Bo Young combinaram muuuuuito bem e o romance dos dois é a coisa mais fofa de todas. fora que a história inteira é muito legal – eu amo a premissa da mulher que é super forte (as in: força de super herói – mas de espírito também), mas fica se segurando por medo de fazer alguma coisa errada. tem muito encorajamento, muito de duas pessoas se descobrindo e se apoiando o tempo inteiro. fora umas cenas MUITO engraçadas.

2.school 2017

esse ainda está no ar na Coréia, mas eu já estou tão apaixonada que não poderia deixar de comentar aqui. com certeza um dos meus ships preferidos do ano e eu tô muito encantada com a trama toda: é um dorama adolescente que fala sobre sonhos e como a gente deixa os nossos de lado porque não se acha capaz de cumpri-los. quero fazer um post só sobre ele depois que terminar, mas já digo que vale muito a pena.

3.lookout

o tanto que eu surtei com esse dorama! eu assisti quando ele já tinha terminado na Coreia, ou seja: maratona. a história é muito emocionante, cheia de adrenalina e reviravoltas e eu fiquei CHOCADA com o Jang Do Han. no começo, tinha certeza que ele era vilão, depois fiquei tão comovida com ele que nem sei dizer… êta, personagem bom. a história é incrível e eu não consegui não me envolver com tudo o que tava acontecendo, e como a trama foi bem sucedida em mostrar que, no fundo, as pessoas só querem ser amadas, sabe? queria dizer que não chorei, mas isso seria mentira. chorei muito.

4.ruler: master of the mask

eu tô muito apaixonada por doramas históricos (ou sageuks, em coreano). eu tive muita relutância em começar a assistir, mas agora não consigo não vê-los. Ruler foi um dos que me encantou. a história enrolou um pouco no meio do caminho, mas eu curti demais o desenrolar todo. nem tanto pelo romance, mas mais pela evolução do personagem principal. a trama acompanha a história do príncipe-herdeiro Lee Sun, que precisou se esconder atrás de uma máscara a maior parte da vida para não cair nas garras de uma organização que tenta controlar Joseon. fiquei TÃO impressionada com como o príncipe ficou fiel ao que ele acreditava, sabe? a atuação do Yoo Seung Ho tá muito maravilhosa. mesmo entre erros e acertos, ele nunca deixou de ter a meta em mente, e isso foi o que mais me impressionou, desde o começo.

5.goblin

drama que começou em dezembro de 2016 e terminou em janeiro de 2017 vale? eu digo que sim. Goblin é um drama tão maravilhoso que eu precisava comentar aqui. é uma produção incrível, com um casting mais incrível ainda e uma história muito cativante. eu fiquei muito deslumbrada com o drama inteiro – eu amo doramas de inverno e outono por causa da paleta de cores, mas esse foi além e tem uma estética e fotografia muito incríveis. chorei demais, amei mais ainda. tem que assistir. a história do Goblin, um ser mítico condenado a viver na Terra até encontrar sua esposa, é muito emocionante e delicada. o ponto alto, pra mim, com certeza foi a atuação do Gong Yoo como o Goblin e do Lee Dong Wook como o Grim Reaper. o melhor bromance que você respeita!

é, eu acho que tô cada vez mais apaixonada por dramas coreanos a ponto de só assistir isso no dia a dia. não tenho mais paciência pra séries americanas e eu fico muito de cara com as ideias de tramas, os atores incríveis e toda essa visão que os doramas me dão sobre a cultura coreana. tão legal conhecer coisas diferentes, sabe?

você também ama doramas? tem algum pra me indicar?

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por que o kpop me deixa tão feliz?

eu não consigo pensar num dia sequer em que não ouvi música. acho que foram poucas as ocasiões em que eu topava ficar longe dos fones de ouvido e das minhas playlists intermináveis. tem mais ou menos um ano que o kpop começou a entrar na minha rotina também, e não tenho dúvidas de que essas músicas são as que eu mais escuto atualmente.

eu não dava nada para kpop e confesso que achava até meio brega (quer dizer, pra que esse tanto de menino dançando junto, gente?), mas já que eu decidi me afundar de vez no mundo dos dramas, ficou difícil ignorar as trilhas sonoras incríveis e não pesquisar mais sobre os grupos. eu comecei com os mais clássicos, tipo BIGBANG, e fui conhecendo alguns outros aos pouquinhos. preciso deixar registrado aqui que a Gabbs é a grande ”’culpada”‘ por me ~influenciar digitalmente~ a acompanhar uns 10 grupos diferentes, descobrir os meus preferidos e ter umas cinco playlists no Spotify que eu escuto diariamente.

eu tinha muito essa mania de ouvir músicas tristes (beijo, Adele!) o dia inteiro e é óbvio que isso era só um reflexo do que eu sentia. hoje, muita coisa mudou e o que eu mais quero é mostrar o tempo inteiro como tô feliz e como os outros podem se sentir assim também. a música é só mais uma forma de expressar isso, e o kpop me deixa muito feliz. vou explicar porquê:

1.as músicas são muito animadas

é claro que também tem as baladas, as músicas românticas e os cantores mais low key (como em qualquer lugar do mundo), que fazem músicas profundas e emocionantes. mas o que eu mais curto no kpop são as canções super animadas e que me dão vontade de dançar na cadeira (normalmente é o que eu faço). te desafio a ouvir Hola Hola, do KARD, e não sentir vontade de fazer uma mistura de dança latina com street.

2.os grupos são incríveis

eu sei que tem muita sujeira no mundo da música coreana, tanto quanto na música ocidental. é difícil saber tudo o que acontece com essas pessoas e o quanto que elas são exploradas sem acompanhar de perto cada uma delas, mas eu sei que isso existe. ainda assim, eu fico com o coração muito quentinho quando percebo o quanto alguns grupos são unidos e o quanto eles se divertem com o que fazem. acho que Winner é a maior prova disso (e um dos meus grupos preferidos). se você assistir às últimas apresentações deles, dá para ver o quanto eles gostam do que fazem, como se divertem no palco e fazem uma música que eles amam. isso me deixa muito feliz também.

3.a língua muda, mas o amor é o mesmo

a gente sempre acha estranho quando vê alguma coisa de uma cultura diferente da nossa, até perceber que, seja em português ou coreano, as pessoas estão sempre atrás da mesma coisa: amor. as músicas falam disso, os grupos sempre expressam o tanto que amam os fãs, e é muito fácil distinguir aqueles que entram nesse ramo porque amam mesmo e sabem que tem alguma coisa para entregar para as pessoas – isso fica óbvio nas interações e apresentações dos grupos. Monsta X é o meu ultimate por causa disso. sou viciada nos vídeos deles, porque, além de muito talentosos, dá pra ver o quanto eles se curtem e curtem os fãs sempre que lançam uma música ou fazem uma live.

apaixonada por esse clipe mistura de verão-com-os-migos e publi hehe

4.dá pra conhecer muita gente legal

e não é só grupo de música não, viu? eu comecei a fazer muitas amizades por causa do kpop (e dos dramas também!), e acho que isso é o mais legal de tudo. compartilhar esse carinho e os surtos pelo comeback dos grupos com as pessoas vira uma forma da gente criar vínculos e fazer parte um das vidas dos outros. o kpop acaba virando uma ferramenta (cêis sabem que eu amo essa palavra, né?) pra gente se relacionar, sabe?

agora, como eu sei que você vai me perguntar, os grupos que eu acompanho de pertinho e que amo demais são (sem ordem de preferência):

  1. MonstaX
  2. Winner
  3. Seventeen
  4. KARD
  5. Blackpink
  6. GOT7
  7. BIGBANG
  8. BTS

e tem também o Jay Park que não é de grupo nenhum (mas era do 2PM) e tem uma fatia do meu coração só pra ele.

você gosta de kpop? quais grupos você acompanha?

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