Para cada like nasce um unicórnio

Tem horas que eu levo dias pra pensar num tema de post, outras vezes vem rapidinho, inspirado por alguma coisa que eu vi na net. O post de hoje é um desses casos. Tem um tempo que eu venho lendo sobre o assunto e pensando sobre como a gente tem dificuldade em apoiar quem produz conteúdo (ou qualquer coisa, na verdade)

Para cada like nasce um unicórnio

O tema anda na minha cabeça por vários motivos. Recentemente a Lominha maravilhosa fez um post no blog dela falando sobre como você pode apoiar um blogueiro – um post que eu achei importantíssimo – e ontem mesmo eu vi um vídeo incrível da Luh Testoni falando sobre o mesmo assunto. Se você ainda não viu, ele tá aí em baixo, é só dar o play antes de continuar a ler, ok?

Eu não sei quem foi que inventou essa ideia de que só quem é grande merece like e comentário na internet. Como se os blogs menores ou os perfis do Instagram não tão bombados assim não tivessem nenhuma importância. E eu não tô falando aqui sobre querer fama, sobre ficar vidrados nos números e querer crescer e virar uma Camila Coutinho da vida. Não é isso. (e não tem nada errado com isso também, aliás)

Sabe, tem muita gente que faz as coisas com carinho, mas acaba perdendo a vontade de fazer o que faz porque parece que ninguém dá a devida atenção. A gente já falou muito aqui sobre querer agradar os outros e como isso é uma furada, e o ponto aqui não é esse. É a gente reconhecer que todo mundo tá dando o melhor de si a todo momento e isso, sim, merece ser reconhecido.

Quantos amigos você tem que fazem um trabalho legal, que tiram fotos incríveis, mas você não curte só porque tá ali passando correndo pelo feed e ‘ah, ele posta sempre, né?’. Daí quando ele para, a gente escuta aquele bom e velho ‘ahhh, mas por quê? Eu gostava tanto do que você fazia!’.

Fazer coisa pra internet parece o mesmo que gritar pra parede, às vezes. Você fala, fala, fala, mas não sabe mesmo se tem alguém ouvindo o que você tá dizendo. Nessas horas, é desanimador a gente pensar ninguém tá lendo o que a gente escreve ou que ninguém gosta do que a gente produz.

A verdade é que quando a gente faz as coisas com um propósito, com o coração, as pessoas sempre vão perceber, isso é um fato. Não tem como você não fazer qualquer coisa com carinho e não ver um mínimo de resposta. Mas a gente pode dar aquele empurrãozinho extra pra mostrar que a pessoa tá no caminho certo, sabe? Que a gente tá curtindo o que ela faz.

Se o post da Lominha e o vídeo da Luh não foram o suficiente pra você saber como pode ajudar essas pessoas, aqui vão algumas ideias:

  1. Comente: viu um post legal? Poxa, dá uma chegadinha ali na caixa de comentários e deixa a sua impressão no que você leu/viu, isso faz sempre um blogueiro/youtuber/instagrammer feliz!
  2. Curta: pode parecer que não, mas você curtir um vídeo ou um post no Facebook faz MUITA diferença pra quem produz conteúdo. Além disso, é uma forma de você divulgar um trabalho sem esforço!
  3. Compartilhe: se encontrou um conteúdo feito com carinho, cheio de informação bacana, porque não dar um ‘share’ no Facebook ou no Twitter? É tão rapidinho, e não machuca ninguém!
  4. Converse: tem horas que você não quer comentar em blog nenhum, beleza, isso é normal. Mas você pode começar um papo sobre o tema com o autor no Twitter, no Facebook… As redes sociais tão aí pra isso!

Esse tipo de apoio pode parecer uma coisa pequena pra quem lê/vê, mas faz uma diferença enorme pra quem tá por trás desses blogs, vlogs e perfis no Instagram… Parece fácil fazer conteúdo, mas não é! É um trampo escrever posts, fazer fotos, divulgar nas redes sociais….E muita gente (tipo euzinha) faz isso tudo sozinha, ou seja não tem pra onde fugir! A gente precisa desse feedback pra saber o que vocês precisam, entende?

Eu adorei o título desse post (tirei a ideia de um comentário da Carla lá no grupo do Modices no FB) porque like pode ser uma ferramenta poderosa pra gente saber quando tá fazendo alguma coisa legal. A gente só não pode achar que a nossa vida gira em torno dele, né?

BEDA2016

Senta que lá vem o BEDA

Esse post era pra ter entrado no ar ontem, mas como eu sou uma pessoa super organizada metódica, preferi deixar pra hoje mesmo porque toda segunda gosto de subir os posts da Tag Diário (que eu sei que vocês gostam também, né?).

Senta que lá vem o BEDA

Sabe, eu deixei pra pensar no BEDA, esse lindo do Blog Everyday August, aos 45 do segundo tempo, em plena noite de domingo, quase ultrapassando a linha de chegada. Mas a ideia me veio assim meio forçada goela abaixo de repente porque teve gente que me perguntou sobre no Instagram e a galera começou a postar sobre no Twitter e eu pensei o bom e velho: por que não?

Como disse a Nicas lá do Apto 401, eu acho o BEDA uma loucura oportunidade incrível da gente ser a blogueira que sempre quis ser, de ir fundo mesmo nessa brincadeira. E você sabe o quanto eu amo essa loucurinha, né? Pra mim, não tem nada mais legal do que escrever, é o que eu sei fazer de melhor e sei que tenho capacidade de fazer coisas legais e que sejam úteis pra você. É isso que motiva a continuar escrevendo e blogando (e tomando chá).

Me recuso a fazer promessas porque não vou me desdobrar em quarenta mil pra tentar cumprir uma coisa que eu talvez não consiga fazer, nem mesmo pedir desculpas para os dias que eu não postar (pode acontecer, ok? Ainda mais porque a minha rotina é meio doida e frenética). Mas eu vou me esforçar pra fazer o que sempre fiz, um conteúdo legal e que dá aquele quentinho no coração. A única diferença é que isso pode acontecer mais vezes na semana. E é isso aí.

Me deseje sorte e vamos juntas! Ah, se você quiser participar também, tem como viu? Não é só porque o mês já começou que você não pode mais fazer parte disso. Tem até um grupo super legal lá no Facebook que você pode participar e pegar umas dicas, temas de posts, blogagens coletivas, etc, etc. E tá cheio de gente incrível lá pra te ajudar, se você precisar.

E, sim, esse post introdutório também tá valendo como post do BEDA porque eu quero e ponto final. Ah, e o Diário de ontem já faz parte do projeto, tá bem? Então tá bem!

BEDA2016

VLOG: Um dia no Anime Friends

SIm, sim, vocês não leram errado: tem ‘vlog‘ escrito no título desse post. Há um tempo eu queria voltar a fazer vídeos, mas estava muito em dúvida sobre o formato. depois que fiz a pesquisa de público do blog, tomei a iniciativa de simplesmente começar a gravar com o celular mesmo, só pra dar aquele start.

VLOG: Um dia no Anime Friends

Um dos dias que eu gravei (tem mais dois já, pasmem!) foi um sábado, há duas semanas, quando visitei o Anime Friends com duas pessoas queridissímas: o Erick e a Bella. A gente passou a tarde por lá e foi muito divertido! Eu, que amo tudo relacionado à cultura oriental/japonesa, pirei com o tanto de coisa que tem lá. Até tirei uma foto com a Sakura, de CCS! Confesso que tive um mini-ataque de fã quando vi ela por lá.

VLOG: Um dia no Anime Friends

O vídeo ficou curtinho e essa é a minha intenção mesmo. Fazer coisas que eu goste de ver tanto quanto vocês e a verdade é que eu não tenho paciência pra vídeo muito longo! Paro no meio mesmo. Então, vou tentar deixar tudo bem sucinto e curtinho, pra ser divertido e fácil de ver.

Eu espero que você goste. Foi um dia muito legal, com muita dança aleatória, cabeças de unicórnio, Erick vestido de Totoro e action figures de Sailor Moon. Ah, e eu ainda comprei a caneca das canecas no stand de Harry Potter que tinha por lá. Foi amor à primeira vista. ♥

Se você quiser se inscrever no canal, é só clicar aqui em baixo, ó:

Me conta o que você achou?

4 blogs que são fontes de inspiração

Sabe aqueles dias em que você precisa fazer um monte de coisa, escrever mil textos, mas simplesmente não consegue encontrar a inspiração pra colocar as ideias que estão na sua cabeça no papel? Então…

Eu, como jornalista e ~blogueira~, tenho muitos desses dias. Eu escrevo o dia inteiro, todos os dias, mas tem horas que nem por um decreto eu consigo começar a escrever coisa alguma. E aí, quando eu vejo, eu tô atualizando o feed do Twitter (melhor rede social, beijos!) pela milionésima vez ao invés de fazer o que eu preciso. Ou começo todos os textos usando as mesmas palavras. Argh.

4 blogs que são minhas fontes de inspiração

O que eu aprendi com o tempo é que, nessas horas, a gente precisa dar um passo para trás e respirar fundo. Tudo bem se naquele momento o que você tem que fazer/escrever simplesmente não está saindo. A questão é como contornar essa situação.

Eu gosto de fazer muitas coisas nesse momento que tiram a minha cabeça da obrigatoriedade de escrever e me levam pra um lugar de inspiração mesmo. E, dentre essas coisas está visitar alguns dos meus blogs preferidos. Visitar páginas que me inspiram de alguma forma é um jeito de eu mudar o foco e deixar a cabeça ‘descansar’ um pouco, digamos assim. É uma forma bem palpável para mim de ir atrás de inspiração.

Os meus blogs preferidos pra isso são esses ó:
blog-1Eu sou muito fã do blog da Gabi. Muito mesmo. Os textos são tão bem escritos que é impossível eu não me apaixonar por um texto dela. Sabe aquela coisa que dá muito gosto de ler? Então. E é tudo tão bem explicadinhos, os textos tão bem amarrados que você sente que não ficou nada sem ser dito num post. E isso é incrível! Normalmente, quando estou presa em texto mesmo, vou no blog dela ler um pouquinho, pra ver se entrar em contato com essa escrita me anima a sair do bloqueio. Costuma funcionar!

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Gente, o blog da Melina é a coisa mais amorzinho desse mundo. Eu sou encantada com as fotos que ela faz, é tudo criado com muito carinho sabe? Cada foto é super bem pensada, com elementos que conversam entre si e que criam uma vibe – toda foto dela transmite uma sensação que vai muito além do que está ali na foto, materialmente falando. O feed do Instagram dela é um dos meus favoritos da vida e eu sempre corro pra lá quando quero me inspirar para fazer fotos para o blog ou só pra ver coisas bonitas mesmo! Rsrs

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O blog da Lominha é incrível! Eu acompanho tem tanto tempo que eu nem sei mais quando foi que eu comecei a ler. Mas a Lominha fala sobre duas coisas que eu gosto muito: a cultura coreana e blogs! Como ela tem um material incrível de forte para blogueiras, eu sempre corro lá quando estou um pouco travada em relação ao Desancorando. Seja porque não tenho ideias para posts, como divulgar os que eu faço (alô, preguiça!), como fazer uma newsletter bacana. Enfim, tudo isso sabe?

 

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Esse blog não é brasileiro, mas britânico. A página da Rebecca é incrível e eu descobri sem querer nessas minhas andanças pela internet. O que eu mais gosto é o conjunto da obra do blog dela: as fotos incríveis e os textos muito bem feitos. Ela faz muito conteúdo com esse viés de inspiração também, o que eu gosto muito. Corro muito pra lá quanto estou sem ideias para posts, por exemplo.

Pode ter certeza que quando qualquer um desses blogs tem um post novo, eu leio. São páginas que me ajudam muito em muita coisa, mas, principalmente, a olhar de uma forma diferente e a fazer as coisas de um outro jeito. E isso é o mais legal.

E, verdade, quando a gente tem um propósito certo, tudo fica muito mais fácil, mas isso não significa que a gente não precisa de uma ajudinha de tempos em tempos, né? Um empurrãozinho não faz mal nenhum.

Você lê algum desses blogs? Quais você usa de inspiração?

Porque eu amo os haters

Eu já comentei muitas algumas vezes que eu sou muito fã de internet. Eu acompanho blogs desde que me conheço por gente e já vi de tudo. Posts legais, posts péssimos, blogs legais acabando, blogs legais começando, blogs não tão legais assim fazendo sucesso e outros incríveis ficando escondidos nos cantinhos obscuros da internet.

Eu já vi muito comentário ruim. Muito mesmo. Os haters não têm cara nem coração e aparecem quando a gente menos espera. Eu, confesso, nunca tive muitos desses (acho que um ou dois, no meu blog antigo – e nenhum até agora no Desancorando), mas eu entendi uma coisa nos últimos anos, que me fez olhar para eles (os haters) de uma forma diferente.

Porque eu amo os haters

Desde que eu conversei com a Lominha sobre o porquê da internet ser tipo um poço que tem um alçapão depois do fundo e depois que eu mesma comecei a mudar a minha percepção de tudo, eu entendi que só existem duas coisas que as pessoas fazem no mundo: ou elas entregam amor ou elas pedem amor.

Se alguém entrega amor (e eu gosto de pensar que faço isso cada vez mais por aqui), a gente recebe, aceita e agradece muito. Se a pessoa está pedindo amor, o que a gente faz? Devolve a patada do mesmo jeito ou dá o que ela está pedindo?

Sabe, nem sempre as pessoas vão ser objetivas a ponto de falarem ‘oi, me dá amor, peloamordedeus’. Às vezes, elas brigam, outras xingam, outras vezes ainda elas saem falando mal de você pra internet inteira ouvir ou até mesmo roubam o seu conteúdo sem dar os devidos créditos. Não estou falando que nada disso é certo ou errado, que fique bem claro, mas a gente nunca sabe como – e quando – alguém vai pedir amor.

Por isso, quando aparece alguém fazendo comentários maldosos no nosso blog, Instagram ou o que quer que seja, a gente só tem duas coisas a fazer:

  1. Entender que o que a pessoa está falando não tem nada a ver com a gente e tudo a ver com o que ela pensa dela própria;
  2. Dar a ela o amor que ela está pedindo.

Isso não significa que você tem que ficar feliz quando aparece um hater na sua timeline, quando alguém te xinga ou fala mal de você. E dar amor não quer dizer que você vai passar a mão na cabeça da pessoa, falar um ‘eu te amo’ e mandar muitos-beijos-e-abraços-queridinha. Eu já falei mais de uma vez que amor não tem nada a ver com isso.

Dar amor é reconhecer a vida que existe do outro lado da tela. É perceber que tem alguém ali que pensa tão mal de si mesmo que precisa externalizar isso de alguma maneira e só porque ela usou o seu blog como desculpa pra isso, não significa que você tem que comprar o que ela está jogando na sua cara.

Sabe quando aparecem aquelas pessoas na rua que ficam insistindo muito pra você comprar a balinha? Ou a tia do telemarketing que tem um script pronto pra te vender um milhão de serviços diferentes quando tudo o que você quer é só cancelar o serviço da Net? Então, só porque essas pessoas estão azucrinando o seu ouvido com opções, não significa que você tem que comprar coisa alguma.

Você não é obrigada a comprar o serviço que estão te oferecendo. Com os haters é a mesma coisa. A única diferença é que ao invés de um pacote com 150 canais que você nunca vai assistir eles te vendem uma sensação.

Aí, você fica puta, nervosa, tremendo na frente do computador. Mas você não precisa comprar o que essa pessoa tá te oferecendo, sabe? É tipo quando você vai numa festa e tá tocando uma música incrível, mas tem uma pessoa que esqueceu tirar o tampão que usa pra dormir e não tá ouvindo nada. Você vai ficar puta porque ela tá gritando que você tá maluca? Dançando feito doida sem música? Ou vai falar pra ela tirar os malditos tampões do ouvido?

Já diria Taylor Swift: haters gonna hate (hate hate hate). Não significa que a gente tenha que odiar também, pelo contrário. A gente tem mais é mostrar pra pessoa que tá tudo bem com ela, e que nada do que ela falar muda quem a gente é. Se ela não quiser ouvir, se quiser continuar batendo na mesma tecla, tudo bem também, é uma escolha dela. Mas pelo menos ela sai da sua página se odiando menos do que quando entrou. Pra mim, isso já é vantagem.

Agora eu quero saber de você: como você lida com os haters?