a gente precisa parar de ser tão obcecado com produtividade

dia desses, eu tava lendo os meus emails e percebi que era o segundo ou terceiro dia seguido que recebia do Medium textos sobre produtividade e como produzir mais e melhor. ok, eu entendo que esses textos foram selecionados com base no que eu tenho costume de ler, mas fiquei pensando em como as pessoas são obcecadas por produtividade.

eu tive uma chefe que costumava contar quantas matérias eu escrevia num dia. eu trabalhava num sistema de meio período na época, e se fizesse menos de 10 textos no meu horário, alguma coisa estava errada. como resultado, eu desenvolvi o hábito de escrever muito rápido só para conseguir bater essa expectativa. no fim do expediente, eu sempre me sentia muito cansada e sabia que o nível de foco que eu tinha era muito baixo: eu precisava me colocar num modo automático, se não o conteúdo não saía. pode-se dizer que eu era altamente produtiva (mas a que custo, né?)

dois anos depois, eu levo a rapidez do teclado comigo, e quem me acompanha no Twitter sabe que os problemas de foco não cessaram só porque eu deixei de escrever esse tanto de coisa em tão pouco tempo. parece que eu preciso sempre encontrar formas e métodos de escrever melhor, de produzir mais, de acabar com a procrastinação…

por mais que eu ainda passe muito tempo pesquisando sobre agulhas de crochê na internet, sendo que nem crochê eu faço, eu percebi essa semana que essa falta de foco tem pouquíssimo a ver com a minha organização. tipo, eu sou a rainha do bullet journal, gente, organização é o que não falta por aqui.

é falta de propósito mesmo.

eu percebi que toda vez que não sei porque tô fazendo as coisas que preciso fazer, eu fico confusa, meio perdida, sem saber o que fazer, desmotivada, e assistir pela milésima vez o clipe de Really Really no Youtube parece muito mais interessante do que a minha lista de tarefas.

tá, quando a cabeça tá muito maluca, eu consegui desenvolver alguns truquezinhos para me ajudar a focar de novo. a música tem sido a minha principal ajuda. eu ando tentando dividir o meu dia em blocos de horário também, mas não sei até que ponto isso está funcionando. mas acho que, o principal, é saber se eu estou seguindo o meu propósito ou  não.

é tipo quando a gente fica tentando usar milhares de aplicativos de organização diferentes e nenhum funciona. daí a gente tenta mais um e não dá certo. daí a gente pesquisa sobre bullet journal e também não se adapta muito bem. daí volta para os aplicativos. e a gente fica obcecada em pesquisar sobre produtividade e como se organizar e esquece da parte mais importante, que é produzir.

na hora que eu percebi isso, foi como uma tijolada na cara. mas, gente, é claro! eu só preciso parar de me preocupar em ser produtiva e produzir. o ‘como‘, tanto faz. é mais a questão de colocar a mão na massa que me incomodava tanto. e eu não colocava. e achava desculpas do porquê eu não cumpria as minhas tarefas. quando, na real, eu só precisava me fazer duas perguntas:

1.o que diabos eu tô fazendo?

2. por que diabos eu tô fazendo isso?

essa semana, essas duas perguntinhas foram tipo as minhas âncoras. tava lá bem de boa pesquisando sobre as ações russas durante a Segunda Guerra Mundial… OPA, que que eu tô fazendo? por que eu tô fazendo isso? e minha mente voltava automaticamente pra minha meta e pra minha função. e o trabalho fluiu mais fácil. é um exercício, né? e você se sente meio maluca das ideias tendo essa conversa com você mesma. não ajuda muito o fato de que eu sou altamente expressiva quando tô no computador e gesticulo como se ele fosse me responder a qualquer instante (imagine as conversas que eu já tive com as impressoras…). nessas horas, todas essas dicas de organização e produtividade entram apenas como uma ferramenta para eu cumprir a minha meta, mas não são o meu foco.

eu percebi também que fui diretamente afetada pelo flood de informação que a internet grita na nossa cara todos os dias e senti, mais uma vez, a  necessidade de dar um passo pra trás e selecionar melhor o que eu consumo e quando consumo (ainda mais em mês de BEDA, com tanto texto incrível pra ler, né?).

cada um desenvolve o seu próprio método de ser mais produtivo, mas nenhum vai ser tão eficiente quanto o propósito. fazer as coisas com amor, lembrar do porquê e pensar em quem recebe o nosso trabalho (qualquer que seja ele, em maior ou menos escala) é e sempre será a maior motivação que eu tenho.

você sente que é produtiva? o que te motiva a fazer o que faz?

como eu cuido da minha pele

você sabe que eu tenho pensado muito em cuidado, né? tem mais ou menos dois anos que eu parei de tomar a pílula anticoncepcional, e a minha pele anda meio maluca desde que isso aconteceu. primeiro, ela ficou muito oleosa e com uma propensão maior às espinhas. depois, ela foi regulando e ficou mais ‘normal‘.

o problema é que essas mudanças acontecem meio do nada e, desde a minha última visita ao dermatologista, os produtos que eu estava usando não funcionavam mais. quer dizer, funcionavam, claro, mas eles estavam deixando a minha pele muito ressecada. quando o inverno chegou, ela começou a ‘reclamar‘ muito: repuxava demais depois do banho e de cada lavada, descascava na região do queixo / ao redor da boca e ficava cheia de bolinhas. isso já aconteceu muito comigo, quando o inverno era pesadão, mas piorou quando eu parei com a pílula.

agora eu acho que é seguro dizer que o meu corpo se recuperou depois de tantos anos desse remédio, e a minha pele estabilizou. então, essa semana eu fui no dermatologista de novo (costumo ir a cada seis meses, mais ou menos) para falar sobre o que estava acontecendo e como eu poderia cuidar melhor da minha pele. aproveitei também para checar todas as pintas do corpo (como sou muito branquinha, fico sempre atenta à essas bichinhas).

tudo bem com as pintinhas (ainda bem) e com a pele também, só precisaria trocar os produtos que estava usando, porque a questão do ressecamento era 100% por conta da função anti-acne desses cremes e sabonetes. uma dica importante que ele me deu é que todo sabonete em barra resseca mais o rosto do que os líquidos, e me recomendou que eu sempre use a opção líquida pra evitar desconfortos maiores.

então, vamos aos finalmentes. o que o médico me recomendou:

produtos pele

1.glycare (mantecorp)

é um sabonete líquido para peles mistas a oleosas. a recomendação é que eu use duas vezes ao dia: uma de manhã e outra de noite. ah, um hábito que eu adquiri há muito tempo e que sempre confirmo com o meu dermato é nunca lavar a pele do rosto com água quente (por causa do efeito rebote: ela pode ficar ou muito oleosa ou muito ressecada). banho só de costas e com o rosto longe da água quente. ♥

2.epidrat mat (mantecorp)

é um hidratante com fator de proteção solar 30. esse é para pele oleosa e/ou acneia e o médico me explicou que serve muito bem para quem passou pelo mesmo processo que eu e que tem períodos de pele com espinhas (tipo durante a menstruação – euzinha de novo) e outros de pele mais ressecada. tô bem animada para experimentar.

e complementei esses dois com os outros produtinhos que já uso sempre e que tem o aval dele:

3.bepantol (bayer)

vivo de bepantol, gente. eu passo todos os dias na região das olheiras, antes de dormir, e também na boca. é o melhor hidratante/creme para olhos que eu já usei na vida. não abro mão por nada.

4.produtor labial med (nivea)

adoro os protetores labiais da nivea. eu costumava usar um de uma linha chamada Puro & Natural, de mel, mas acho que pararam de distribuir por aqui. nunca mais achei. perguntei na farmácia e me falaram que esse era sem parabenos (confirmei nos ingredientes) e ainda tem proteção FPS. eu deixo um do lado do computador, pra usar durante o dia, e um na bolsa também.

5.mask of magnaminty (lush)

pode cair de amores por essa máscara? eu sou muito apaixonada por ela. tem hortelã-pimenta pra estimular, prímula e feijão azuki pra fazer a esfoliação. ela é super fresquinha (confesso que no frio dá um pouco de ~medinho~ de passar) e deixa a pele uma delícia! eu uso uma vez por semana. passo no rosto todo, deixo dez minutos e aí tiro com um pouco de água morna, fazendo massagenzinha. o legal é que ela também pode ser usada no corpo!

 

ufa! bastante coisa, né? tem mais um creminho da La Roche-Posay, que eu esqueci de colocar na foto, e que uso às vezes, quando tô perto da menstruação e as espinhas começam a aparecer: é o Effaclair Duo, especificamente pra ajudar a secar bolotinhas no rosto.

aprendi desde cedo a cuidar muito bem da pele, mas ultimamente tô tentando prestar mais atenção pra não fazer essa rotina no automático. ficar presente na hora de lavar o rosto, colocar vida em cada movimento, enxaguar com cuidado e secar direitinho. daí passa uma camada de protetor (agora vou usar o Epidrat, mas também tenho aqui o Anthelios FPS 70, da La Roche – ele é bem sequinho, amo!) e, pronto!

ah, eu sei que não precisa, mas lá vai: os produtinhos que eu uso são todos recomendados e/ou aprovados por um dermatologista, tá? só porque funcionam pra mim, não significa que vão funcionar pra você também. não esquece de ir no médico de vez em quando pra ter certeza do que é melhor!

me conta como você cuida da sua pele? quero saber!

como eu coloco exercícios no dia a dia

eu acho que nunca vou esquecer da vez que li Madame Charme, da Jennifer L. Scott, e o quanto esse livro me marcou. foi com ele que aprendi, pela primeira vez, o conceito de armário cápsula, porque ali a autora falava sobre como os franceses não tinham essa mania que a gente tem de abarrotar o armário com roupas que a gente não precisa.

esse livro também me ensinou sobre um outro conceito que eu nunca tinha visto antes. ele fala sobre a importância de colocar os exercícios físicos no seu dia a dia. é claro que fazer algum tipo de atividade física com frequência (tipo eu, que treino três vezes na semana) é muito importante, mas você não precisa pensar nisso só na hora que está se arrumando para ir na academia.

basicamente, a autora explicava que os franceses têm esse visual mais magro e em forma porque eles têm esse costume de se exercitar com coisas do dia a dia. e, quando eu morei lá na França, percebi que isso era verdade mesmo – principalmente porque muitos dos prédios não têm elevador, você precisa subir e descer de escada (eu subia seis lances todos os dias).

assim como começar a cuidar da alimentação é uma questão de cuidado e carinho, comigo mesma e com os outros, manter o corpo ativo também. um corpo saudável é uma ferramenta muito importante para cumprir a minha missão no mundo e, querendo ou não, ele fica muito melhor quando está sempre ativo.

colocar exercícios no seu dia a dia não significa que você precisa sair por aí fazendo maratonas diárias ou então levantando pesos nas horas vagas. é só uma questão de lembrar de usar o seu corpo quando você tem a oportunidade. e dá pra fazer isso de várias maneiras:

exercícios no dia a dia

você pode começar andando mais

eu não dirijo, então tudo o que eu faço é ou a pé ou de transporte público. mas eu confesso que com o surgimento de uber, cabify e afins, eu comecei a boicotar um pouco esse projeto para ir de carro toda vez que eu saía de casa. além de pesar no bolso, isso não fazia muito bem para a minha saúde. eu fico muito tempo trabalhando sentada e andar um pouco durante o dia, ter esse movimento de ir até o ponto de ônibus, pegar o transporte, andar até o destino e tals era uma forma de me exercitar e algo que me fazia movimentar o corpo. eu mudei esse hábito e comecei a me programar para andar mais. me organizei para não precisar pegar um carro toda vez que saio (só mais à noite ou voltando para casa tarde) e tenho me proposto a ir trabalhar mais em outros lugares. sair andando pelo bairro, além de ser um delícia é um exercício (e sob o sol de inverno é a coisa mais gostosa do mundo).

e optar pelas escadas também

eu moro no primeiro andar e tenho a ~sorte~ de morar num prédio sem elevador. ou seja, obrigatoriamente eu tenho que pegar as escadas. subir um lance de escada pode não parecer muito, mas é um baita exercício (principalmente se você tá com o computador na mochila). fora isso eu tento também optar pelas escadas sempre que posso e deixar a preguiça de lado, tipo saindo do metrô ou quando preciso subir um ou dois andares em algum prédio comercial (faço sempre). eu treino com frequência, mas isso não significa que eu preciso ser mega preguiçosa todos os ouros dias da semana, né?

a gente pode também alongar um pouquinho

sempre me falam sobre a importância do alongamento para quem fica muitas horas sentada, e eu sempre esqueço desse exercício tão gostosinho. alongamento é exercício, sim, e ajuda com a circulação, a elasticidade, força e resistência do corpo (ou seja, só coisa importante). eu tirei o último fim de semana para organizar o meu dia e coloquei um descanso de meia hora para, além de tomar meu cházinho, alongar as costas, pernas e os punhos e até descansar um pouquinho a vista. vamos fazer isso juntas?

a gente subestima bastante o bem que faz andar um pouquinho todos os dias ou então subir um lance de escadas vez ou outra (até carregar aquela sacola de compras com as frutas da semana). é mais uma forma de você pensar em como manter o seu corpo ativo e funcionando sempre. pra mim, dá super certo e é uma maneira de desconectar também – alô, cabeça sempre maluca e que tá o dia inteiro ligada nas redes sociais.

você tem o costume de colocar exercícios no seu dia a dia? me conta como?

como manter o foco quando a sua cabeça está maluca

eu trabalho muito. não é o tipo de coisa do qual eu goste de me gabar por aí ou pela qual sinta orgulho. é um fato: eu trabalho muito. mas  nas últimas semanas, trabalhar tem sido uma tarefa meio difícil. parece que a minha cabeça não cala a boca e eu pareço constantemente aquele cachorrinho de UP, que vive se distraindo toda vez que vê um esquilo.

eu sei que já falei sobre isso aqui antes, dando algumas diquinhas pra gente não se perder na internet e cair naquele buraco negro cheio de memes da Gretchen e vídeos de gatinhos. mas vez ou outra é sempre bom a gente aumentar o nosso repertório e buscar novas formas de manter o foco.  eu ainda estou tentando descobrir, confesso, e a boa notícia é que a gente pode se ajudar nessa.

separei algumas coisas que tem me ajudado nos últimos dias, e espero que ajude você também ♥

1.respirar fundo

não é exatamente uma técnica, né? mas me falaram recentemente que quando a gente está com dificuldade de manter o foco, é porque a cabeça está muito cheia de ideias, muito doidinha, tentando sabotar a gente, sabe? respirar fundo, fechar os olhos um minutinho, e lembrar do propósito é um jeito de se reconectar e focar de novo. tem me ajudado demais!

2.colocar uma playlist de músicas que eu não conheço

eu percebi que sempre que coloco uma playlist com músicas que escuto sempre, que gosto muito, eu me distraio cantando, paro para rever um clipe que gosto… enfim, a música me distrai ainda mais e não me ajuda a focar. o meu truque tem sido procurar por playlists no Spotify que sejam de músicas desconhecidas, num estilo que eu curto. foi a melhor coisa. como eu não conheço as letras, consigo focar e trabalhar por mais tempo sem parar para fazer outras coisas. uma dica também é explorar playlists de música clássica! é maravilhoso pra concentração.

3.fechar todos os chats (todos mesmo)

quer distração maior do que ficar com o Messenger, o Whatsapp e o Slack abertos? quando eu preciso focar mesmo para terminar uma matéria ou para editar um texto, a melhor coisa que eu faço é fechar os chats todos. assim não tem desculpas e não me distraio com o barulho das notificações. já teve dias que eu passei uma hora indo de um chat para outro por causa das mensagens. pesado.

4.colocar o celular longe

eu  já falei alguma vez sobre essa dica aqui, mas meio que burlei a minha própria regra nessas semanas mais recentes. o trampo agora é, de novo, colocar o celular bem longe para não ficar olhando as notificações que chegam e me distraindo com o Instagram. colocar a música mais alta no fone me ajuda, porque eu não escuto nem o celular tocar (se você me ligou e eu não atendi, ou se mandou uma mensagem e eu levei muito tempo pra responder, é por isso!)

5.fechar todas as abas que não estou usando

tenho um problema sério com muitas abas abertas no navegador. ficava tudo aberto. emails, redes sociais, textos que eu queria ler, chats, páginas de pesquisa. e eu tenho síndrome do dedo nervoso no teclado, uso vários atalhos para ir de uma página para a outra e isso me causava muito mal-estar. eu pulava de aba para aba o tempo inteiro e ficava até com dor de cabeça. é tipo um tique. agora eu estou tentando lembrar de fechar tudo o que eu não estou usando mesmo. e evitando mudar de página sempre que paro cinco segundos para esperar alguma coisa carregar.

6.fazer uma pausa pro chá

ainda não encontrei remédio melhor para a falta de foco do que fazer uma pausa para o chá. infelizmente, eu não posso fazer isso toda hora que tô desfocada (será, hein?), mas tem horas que só parando mesmo e combinando uma boa xícara de chá com umas belas respiradas fundas para focar de novo. na verdade, tô pensando inclusive em voltar a fazer pausas de meia hora no meu dia de trabalho pra ver se me ajuda a ficar mais focada quando preciso trabalhar mesmo.

 

acho que é um aprendizado, né? a gente vai testando e vendo o que funciona e não funciona, e sugestões são sempre bem-vindas! a dificuldade de focar anda braba por aqui. mas, tudo bem. aos pouquinhos a gente vai entendendo o que acontece e treina manter o foco um pouquinho por vez.

me conta como você faz para se concentrar e manter o foco?

 

eu vou recomeçar o meu guarda-roupa

eu nem sei quantas vezes eu comentei aqui sobre a crise que tenho com o meu guarda-roupa. desde que fiz toda a experiência com o armário cápsula (e que foi super válida!), eu mudei muito e percebi o quanto eu me vestia para me esconder (chegaram até a comentar que eu estava de luto e não percebia). mas acho que, no último mês, eu percebi o quanto as roupas que eu tenho não combinam mais comigo mesmo e que eu preciso de uma repaginada.

isso significa tirar tudo de dentro do armário, tudo tudinho, e começar do zero. tem algumas coisas que eu sei que vou manter, mas certeza que a maior parte vai sair: vou doar, vender o que der e me organizar para comprar o que eu preciso e quero usar de verdade.

uma coisa que eu entendi nesse meio tempo é que eu estava indo atrás de referências de pessoas ao invés de coisas que eu gosto. quero me vestir como fulana, mas sem pensar o que eu gostava do look de fulana e porque eu queria tanto me vestir como ela. a questão é: no fundo, eu não tinha referência nenhuma porque não sabia o que eu me representava.

não estou dizendo que agora eu sei tudo e que ‘encontrei o meu estilo pessoal‘ ou o que quer que isso signifique, mas que eu percebi, mais uma vez, a necessidade de uma mudança de propósito. dessa vez nas roupas.

sou muito grata por todos os movimentos e tentativas que eu fiz de tentar me encontrar nesse aspecto e entendi perfeitamente a minha dificuldade: me vestir para ser aceita ao invés de representar quem eu sou de verdade e o que eu sinto. a treta é essa. é um me vestir pedindo atenção, entende?

dito isso (e levando em conta que tenho me programado financeiramente para isso há um tempo), eu pensei em tópicos para colocar esse plano em prática (de verdade dessa vez):

  1. definir uma paleta de cores que eu gosto e quero usar;
  2. limpar o meu armário e deixar ali só o que eu uso muito e que está em bom estado;
  3. fazer uma lista do que precisa ser comprado;
  4. montar um plano de ação e definir o que é prioridade e o que pode ser comprado depois;
  5. buscar em marcas menores, que priorizem a qualidade, e brechós primeiro;
  6. passar em marcas mais acessíveis só para peças mais ‘atuais’ e que eu não encontrar nas demais.

refazer o guarda-roupa

lembrei também que na pesquisa que eu fiz sobre o blog (se você não respondeu, ainda dá tempo, é só clicar aqui) muitas das pessoas que leem o blog comentaram que sentem falta de posts de ~muóda~ por aqui e queria usar esse gancho para voltar a falar do assunto, mas de um lugar legal, sabe? acho que esse pode ser um bom começo.

sinto que, depois de tanto brigar com a minha imagem, eu finalmente estou no ponto de usar peças que sempre invejei nos outros e tinha medo de colocar em mim, e usar os looks que eu sempre imaginei na minha cabeça. se vestir com carinho é sempre tão gostoso, né? eu tô aprendendo muito a fazer isso.

me conta o que você curtiria saber sobre esse processo? tem alguma dica? fala aí!