resumaki #7

julho foi aquele tipo de mês que poderia durar o resto do ano, de tão lindo que foi.

um pouquinho sobre julho…

parece que eu vivi uma vida inteira em apenas 31 dias. com certeza, foi um dos meses mais marcantes de 2017 até agora e eu não poderia estar mais feliz com isso. cada momento, cada história compartilhada, cada segundo que eu escolhi ser quem eu sou ao invés de mentir sobre mim… tudo isso colaborou para dias intensos e tão lindos que eu fico emocionada só de lembrar.

teve milhares de cafés com uma das minhas pessoas preferidas do mundo, a Déa. toda vez que a gente se encontra, eu sinto que a gente fica mais próxima, que se ajuda mais, que se ama mais. e isso é tão lindo, sabe? e esse mês foi muito intenso pra nós duas (a gente sempre em sintonia, né?) e teve até choro (de alegria!) no meio do Starbucks.

um dia que vai ficar pra sempre gravado na minha memória foi logo no comecinho: eu e a roomie passamos o dia inteiro fazendo mercado aqui pra casa, indo de um canto pra outro, até que paramos para conversar e tomar um chá juntas. a gente tá sempre tão correndo que esquece que tem uma à outra pra usufruir sempre, pra se curtir, se gostar, se ajudar. a Lu e o Eri, que moram comigo, são a lembrança constante do quanto a minha vida é feliz.

é difícil escolher um momento preferido de um mês tão incrível. mas os momentos que eu passei no Anime Friends esse ano, além da visita da Clarinha estão no top 5, com certeza. a Clarinha é aquela pessoa fofíssima por quem eu tenho um carinho tão grande que meu coração canta de alegria toda vez que a gente consegue se encontrar ao vivo, sabe? e a gente foi na Liberdade, para variar um pouco, comer coisas gostosas e bater perna com um monte de meninas incríveis e maravilhosas.  ♥

falando em Liberdade, teve também o dia que eu conheci a fofinha da Mari, que além de leitora do blog (oi, Mari!), é também namorada de um amigo de colégio que eu não via há muito tempo. a gente foi lá no Portal da Coreia, se esbaldar em comida coreana. foi uma experiência incrível e não poderia ter sido compartilhada com alguém melhor! aliás, recomendo o passeio. o bibimpad e o tin mandu (tipo um gioza) de camarão são INCRÍVEIS! eu recomendaria também o bulgogi (o churrasco de carne, que você faz na mesa mesmo), mas aí é recomendar tudo o que eu comi lá e eu não sei se vale!

aliás, quem me acompanha no Instagram viu que o meu mês foi regado de comidinhas gostosas com pessoas incríveis, e você pode até perguntar ‘menina, e a dieta?‘, ao qual eu vou responder ‘vai muito bem, obrigada!’. sigo fazendo com carinho, pensando bem em quando escapar um pouquinho para aproveitar a companhia e os convites das pessoas que eu amo sem sentir culpa.

foi um mês tão cheio de carinho, sabe? eu espero que vocês tenham sentido um pouquinho de tudo o que eu passei esses dias através dos posts e das redes. é sempre muito alegre dividir tudo isso com vocês!

… e mais uma coisinhas que valem compartilhar

um post que amei escrever:  o que um mês de alimentação saudável me ensinou sobre carinho 

um post que amei ler: 10 things I’ve learnt from working for myself (em inglês – me identifiquei com cada um dos pontos do post da Anna!)

uma música: alguém me salva do crush eterno que eu criei pelo Jay Park, por favor

um livro: Três Coroas Negras, Kendare Blake

uma pessoa: a Sté, que todos os dias me emociona com a sua doçura e me inspira a me abrir para os outros

ah, e uma surpresa: quem me acompanha no Twitter já sabe, mas vai ter BEDA sim! um mês de posts incríveis e cheios de amor por aqui. aguardem e me desejem sorte!

agosto, vem sem medo, eu tô pronta pra você!

 

diário #90 – a nossa vida é uma declaração de amor

encosta a sua testa na minha e sente a minha respiração fazer carinho na sua boca. a nossa vida é uma eterna declaração de amor, que não sai do hoje, não vê o passado e jamais imagina o futuro. entrelaça os seus dedos nos meus e sente o calor das minhas mãos nas suas, e percebe que ele é igual. assim, tão perto, a gente não consegue mais dizer onde eu termino e você começa, e todas as linhas e formas perdem o sentido, os contornos se dissolvem, e as imagens que os nossos olhos projetam deixam de existir.
mas eu e você… ahhh, a gente existe. existe em uma redoma de carinho que não tem começo nem fim, que engloba tudo e nada ao mesmo tempo, que vê só o que precisa ser visto e desconhece as lágrimas humanas. não sabe o que é sofrer, não entende a dor e não vê sentido na guerra. a nossa vida é uma declaração de amor porque a cada segundo dessa coisa doida chamada tempo faz o que pode com as ferramentas que têm para lembrar do quanto somos felizes. olha só, que loucura, a gente se esqueceu da felicidade.
se esqueceu e passa os dias dias tateando no escuro, confundindo formas supostamente concretas com monstros imaginários, buscando alegria onde sempre encontraremos tristeza, esperando que o mundo resolva o nó que nós mesmos demos no peito. silenciamos o coração na chance minúscula de que o cérebro saiba o caminho, apenas para perceber que ele é tão perdido quanto os nossos passos desconexos.
eu me vejo nos seus olhos, porque mesmo com íris tão diferentes e únicas, eu reconheço a minha vida na sua e isso faz o meu coração cantar músicas que eu nem imaginava que ele saberia. o seu abraço é seguro não porque me mantém no lugar, protegida daquilo que o mundo teme, mas porque me lembra que a segurança vem de outro lugar, de um lugar feliz, da nossa casa. de onde a gente veio e de onde nunca saiu. o nosso amor é a lembrança de que estamos e estivemos sempre em casa.
seus lábios são melodia e a sua voz representa as batidas do meu coração. às vezes, um simples verso faz o corpo pegar fogo, porque cada acorde é uma lembrança viva da vida que percorre as minhas veias, que movimenta os meus pulmões, que faz as bochechares corarem e que dá som às risadas. vida. cada dia mais viva, cada dia mais linda, cada dia mais eu. e você. e nós todos.
às vezes, as palavras não são necessárias. por Deus, tem horas que elas nem mesmo conseguem traduzir o silêncio da mente e o transbordar do coração. é impossível, impensável, ilógico. é irreal. as palavras falham porque o seu toque e o seu olhar e o seu sorriso e o seu carinho me levam de volta pro céu, de onde eu vim e de onde nunca saí.
a nossa vida é uma declaração de amor. em que cada gesto representa a verdade da vida. você me ensina e eu aprendo. e eu ensino e outro aprende. e a gente forma uma corrente, em que as mãos dadas se tornam mais fortes do que as facas, as armas, as doenças. a ganância. o medo. se tornam mais fortes que a morte, porque declarações de amor são eternas. são orações que passam de geração em geração, até as que gerações não existam mais e tudo o que a gente se lembra é do calor. do carinho. da vida. e do amor.

diário #89 – os 12 reais mais bonitinhos que eu já vi

tava conversando com a Duds, a Celle e a Babee outro dia sobre essa coisa de transformar blog / canal de Youtube em um trabalho ‘de verdade‘. eu sempre achei muito maluco como isso acontece e, confesso, até meio mágico. aproveitei a deixa para ver a minha página de afiliados da Amazon: tenho o perfil para usar os links quando falar de algum livro ou produto que ache legal aqui no blog e ganhar uns trocadinhos. não esperava nada quando abri o meu perfil.

o susto veio quando eu vi o saldo: R$ 12,13. cinco produtos vendidos. soltei um berro (real). COMO ASSIM eu fiz 12 reais num site de afiliados? o motivo era o post sobre o livro da Shonda Rhimes (essa maravilhosa), e tudo ficou bem real para mim. eu escrevi uma coisa sobre um livro que amei, as pessoas gostaram e quiserem comprar o livro também. e clicaram no link que eu coloquei lá. e compraram alguma coisa (que eu espero que seja o livro da Shonda, porque você merece essa maravilhosidade na sua vida). CINCO LIVROS. 12 REAIS. eu ganhei 12 reais. graças à você que me lê. você confiou em mim o suficiente pra clicar num link que eu coloquei no blog. e comprar um negócio que eu falei que era legal. isso não é a coisa mais incrível que você já leu na vida?

fui automaticamente transportada para o dia que escrevi sobre o texto da Sarah Cooper e quando eu percebi que não me levo a sério o suficiente. eu fiquei bem incrédula no quanto as pessoas (CINCO PESSOAS!) confiam em mim e no que eu escrevo, e no quanto isso é legal e, hey!, como isso pode se tornar uma coisa divertida que me ajuda a pagar umas contas de vez em quando.

eu criei um negócio da minha cabeça, escrevi com o meu coração e vocês gostaram. e isso teve uma resposta, teve uma reação, teve um retorno. dessa vez foi no formato de 12 reais. muitas vezes, vem na forma de um e-mail carinhoso ou de uma mensagem no Instagram (e ambos eu vivo esquecendo de responder, tsc tsc). a gratidão aparece de jeitos que a nunca consegue imaginar.

isso me mostrou também outra coisa: é muito poderoso essa coisa de escrever pra internet. a gente acha que ninguém lê a gente, que os blogs estão ‘morrendo’ e que ninguém se importa. mas as pessoas prestam atenção, e se elas confiam em você, elas vão seguir o caminho que você indicar.

no fim, acho que tudo isso diz respeito à confiança mesmo. é muito maluco pensar que você pode nunca ter me visto na vida, mas confia no que eu falo. ao mesmo tempo eu digo com toda certeza do mundo: pode confiar, porque eu sei muito bem pra onde estou indo. e, se você quiser, pode vir junto. às vezes, a nossa caminhada dura um post só. às vezes é só do tamanho de um tuíte, outra de um livro que você comprou porque eu indiquei. mas eu percebi que o meu caminho não muda, eu vou sempre andar em direção a um lugar que deixe a gente com o coração quentinho e em paz.

essa virou a minha régua. aqui eu tô mais perto ou mais distante do coração quentinho? distante, então vamos voltar e tentar de novo. e agora? tô mais perto, yes! e agora? ixi, tô em dúvida, vou tentar aqui e se não der eu volto. ou sigo em frente. é tipo um jogo de ‘quente ou frio‘. no fim, eu tô fazendo exatamente o que o Neil Gaiman (esse maravilhoso) falou no discurso mais incrível que eu já ouvi na vida.

Algo que funcionou para mim foi imaginar que o lugar aonde eu gostaria de chegar […] era uma montanha. […] E eu sabia que, contanto que continuasse caminhando na direção da montanha, ficaria bem. Quando eu não tinha certeza nenhuma do que fazer, parava e ponderava se aquele caminho me aproximaria ou me afastaria da montanha. – Neil Gaiman

então vamos juntos, sabe? vamos em busca desse lugar feliz. pode ser que um dia você me dê 12 reais por um texto meu. pode ser que me mande um e-mail que me faça chorar (acontece mais vezes do que gostaria de admitir), pode ser que a gente se abrace depois de se trombar na rua sem querer. pode ser que o blog vire meu trabalho e passe a pagar todas as minhas contas. pode ser que ele continue um hobby. pode ser muitas coisas. mas a única certeza que eu tenho é que você pode confiar em mim. eu sei pra onde tô indo. e, começando a me levar mais a sério, eu sei que posso te levar junto comigo também.

 

o que um mês de alimentação saudável me ensinou sobre cuidado

você lembra quando eu contei sobre começar a tomar proteína – foi um choque e eu ainda acho engraçado ter me tornado esse tipo de pessoa, que leva a garrafinha cheia para a academia e toma de bom grado a misturada de pó doce dom água (dica: evitem a de baunilha, crianças, é enjoativa demais!). mas pouco mais de um mês de toda essa mudança alimentar, eu fiz o retorno no nutricionista e percebi que essa foi a melhor decisão que eu tive na vida.

ter uma dieta saudável parecia um sacrifício, uma coisa ruim, algo que eu não queria porque era chato comer legumes, e eu preferia mil vezes mais me encher de chocolate no fim de semana. andar com uma garrafinha de chá de hibisco para cima e para baixo também não parecia assim o melhor dos mundos. mas quando veio a necessidade de cuidar do corpo, aquele chamado que eu não pude ignorar, eu dei um passo para trás e topei esquecer tudo o que eu sabia sobre dietas para pensar só numa coisa: como eu poderia cuidar do meu corpo para cumprir a minha função.

a alimentação, claro, foi essencial para isso. mas a questão é além do meu almoço milimetricamente medido em uma balança de comidas que eu pego emprestada da roomie. tem gente que come super bem, mas se ataca, pensa mal de si mesma, a cada garfada de rúcula. tem outras pessoas que fazem a mesma coisa, mas com um bolo de chocolate ao invés de uma porção de quinoa. tem uma galera ainda que se ataca não comendo nada. e tem quem faça todas essas coisas e não se ataca nunca, porque não usa a comida como uma ferramenta pra alimentar a raiva que sente, em maior ou menor grau.

eu já fiquei mais tempo sem comer do que deveria. já comi muito e compulsivamente. só comi besteira e só comi salada. em nenhuma dessas vezes eu me senti cuidando de mim. agora é diferente. colocar a minha comida na balança e comer as porções exatamente como o nutricionista indiciou – além de tomar todos os complementos vitamínicos – me fez olhar para a forma como eu como, como dou cada garfada, como eu vejo a comida e o meu corpo.

assim como um prato de mandioquinha com patinho moído e legumes refogados (alô, amo muito – quem diria) é uma ferramenta, o meu corpo também. é com ele que eu escrevo essas palavras, que eu trabalho, que converso com as pessoas que amo no Whatsapp ou no ônibus. é com os olhos do corpo que olho pra você, pra te lembrar que o corpo é só uma ferramenta e que você não depende dele pra ser feliz.

oras, mas se eu faço isso com você, como não faria isso comigo? cuidando de mim eu cuido de você! e cuidando de você, você cuida de mim também. é assim que as coisas funcionam, sabe?

ficar sem comer doce esse tempo todo não foi um sacrifício. não foi triste, muito menos algo que ficou passando pela minha cabeça! puxa, eu diria até que foi feliz! quando eu comi aquelas sobremesas maravilhosas, comi sabendo que tava tudo bem e que eu não estava cometendo um pecado horrível por sair da dieta. nada de culpa nas minhas garfadas.

quando eu almocei o lámen na Liberdade, foi também pensando em como é gostoso poder usufruir de um prato tão delícia ao lado de pessoas que eu gosto tanto. mesmo que não seja 100% dentro do que o nutricionista passou. levar a garrafinha de chá de hibisco se tornou leve, porque é só mais uma forma de eu entrar nesse plano de cuidado. eu cuido de mim e cuido de você.

cuidado é uma coisa tão bonita, sabe? a gente acha que só um punhado de pessoas sabem fazer isso bem, mas a gente tá ligada em como essa roda gira. hoje, eu me sinto mais disposta, não tenho tanto sono, trabalho mais focada e durmo melhor – tudo porque eu comecei a pensar no cuidado na hora de comer. eu cuidei de mim e, como resultado, cuido mais (e melhor) de você. e assim a gente se cura, entende?

verdade, tiveram algumas mudanças físicas bem impressionantes – os sete centímetros e meio que eu perdi de abdômen e os cinco de quadril não me deixam mentir -, mas por  incrível que isso seja, o mais legal de tudo foi começar a cuidar. a olhar. o que que tem nessa garfada, hein, dona Maki? vish, tá comendo cheia de raiva, isso não vai dar certo.

para, respira fundo, lembra do cuidado. cuidando de você, você cuida dos outros; cuidando dos outros, você cuida de você. come de novo. agora sim. desce redondinho. o corpo fica cheio de energia e amanhã de manhã a gente consegue acordar feliz sem precisar apertar o botão da soneca 52 vezes.

resumaki #6

eu pisquei e já era tempo de fazer o resumaki de novo ♥ (e esse mês tem vídeo!)

um pouquinho sobre junho…

cada mês que passa eu sinto um mix de emoções: parece que demorou muito tempo para acabar e fui do dia 1 ao 30 voando. aconteceu tanta coisa em junho que eu nem sei por onde começar. mas, acho que o mais importante foi perceber que cada dia que passa fica mais fácil encontrar aquele lugar de mim que se sente sempre confortável e feliz no que faz. isso pode não durar o dia inteiro, todos os dias, mas eu subo um degrau por vez, né?

teve uma vez que um colega de curso comentou durante um treino que a nossa maior certeza era que o nosso dia mais feliz era o dia seguinte – isso porque a gente estava treinando para chegar num ponto em que representamos só aquilo que somos, não mais o que a gente pensa sobre a gente. e eu sempre lembro disso com um sorriso no rosto: porque é verdade mesmo e meu dia mais feliz é sempre amanhã.

dito isso, esse mês foi um dia mais feliz que o outro. começou com um café da manhã tipicamente mineiro que me encheu o estômago de amor e pão de queijo quetinho. foi um dia tão delicioso que me deixa com o coração leve só de lembrar.

teve também clube do livro (vou falar mais sobre isso logo mais!) e eu consegui ler um livro inteiro esse mês: a alegria é sem tamanho! aos pouquinhos eu vou retomando o hábito da leitura, que eu perdi totalmente quando comecei a trabalhar de casa e não tinha mais o ônibus pra me incentivar (quem nunca perdeu o ponto porque estava distraída  lendo, que atire a primeira pedra!).

pra variar um pouco, eu fui pra Liberdade almoçar lámen, desa vez junto com a Celle e a Thays, essas fofinhas que alegram os meus dias. o tanto que eu amo esse bairro deveria ser objeto de estudo de TCC (não, sério). mas é sempre uma delícia andar por lá.

foi um mês ainda de muitos cafés e comidas gostosas. de botinha nova e meias chamativas. de festival ao ar livre num domingo, e de fazer um bate e volta até a praia para tirar algumas das fotos mais lindas que eu já vi na vida. e o melhor é que elas eram de mim! acho que nunca me vi tão eu quanto nesse ensaio.

em resumo: junho encheu meu coração de calor, mesmo com os dias frios (e as frases clichês que eu tanto insisto em usar).

… e umas coisinhas que valem a pena compartilhar

um post que amei escrever: carta aberta para a Maki de 15 anos 

um post que amei ler: Do You Take Yourself Seriously? (escrevi até um post sobre ele)

uma música: um hino é um hino, né?

um livro: O Ano em que Disse Sim, da Shonda Rhimes

uma série / dorama: Suspicious Partner (ou: ‘como surtar em cada episódio por causa do Ji Chang Wook)

uma palavra: alegria

uma pessoa: a Jo, que me proporcionou tantos momentos de carinho!

já começo julho com o pé direito, esperando mais (muitos) dias felizes