em #essepê: kamzu cookie shop

kamzu cookie shop

o meu passatempo preferido ultimamente é descobrir lugares novos e gostosos para tomar um cházinho aqui em São Paulo. no último final de semana, eu passei o dia com a Celle e a Duds e, num passeio entre a Liberdade e a Oscar Freire, a gente fez uma pausa no Kamzu Cookie Shop, na Alameda Lorena.

o cafézinho fica entre a rua Pamplona e a Av. Nove de Julho, uma casinha muito simpática, já cheia de detalhes fofinhos na fachada. eu fiquei encantada pela paleta de cores desse lugar – total a minha aesthetic – e o guarda-bicicletas em formato de xícara de café.


kamzu cookie shop

o foco principal do Kamzu são os cookies (dur, tá até no nome!) e tem literalmente uma vitrine com as opções logo que você entra. infelizmente, no dia que a gente foi a maioria já tinha acabado (acho que esse é um bom sinal, né?), mas ainda assim tinham umas opções deliciosas!

eu comprei um combo de Chai Latte (uma mistura de chá preto, especiarias e leite) e um cookie de Oreo (cookieception?), uma das coisas mais deliciosas que eu já comi. os cookies são bem molhadinhos, muuuuuito saborosos e, o melhor, não são doces demais. Celle pediu um de chocolate meio amargo que tinha tanto chocolate que ela sujou a mão inteira! Dudinha foi no de Ninho, e todo mundo fez uma cara de choque quando provou, porque é um pouquinho do céu na Terra, sério!

quanto ao meu Chai Latte: que bebida mais deliciosa, gente! não sei o que me deu de tomar isso nesse dia, mas a última lembrança que eu tinha de chai foi um que eu tomei no Costa Café em Londres, lá em 2014, e tinha amado. com esse não foi diferente. tava quentinho e dava pra sentir o gostinho da canela no meio das especiarias todas. já amei e já quero um desses na minha mesa todos os dias às 08h, obrigada.

o lugar é muito delicinha! no andar de cima tem mesinhas, sofázinhos e uma bancada de frente pra rua, pra você passar a tarde vendo a paisagem. a trilha sonora é maravilhosa, as cadeiras são super confortáveis e a parede tem uns desenhos muuuuito fofinhos, com várias referências geeks. rendeu umas fotos maravilhosas, porque a gente não consegue passar em lugar nenhum sem fazer um book.

entrou oficialmente para o meu ranking de lugares preferidos dessa cidade maluquinha, também porque as pessoas que trabalham lá são muito fofinhas e divertidas!

pra quem quiser conhecer:
Kamzu Cookie Shop
Al. Lorena, 684
(11) 3564-1773

ah, um lembrete: esse foi o primeiro post do detalhes, o projeto que eu criei junto com a Lominha, do Sernaiotto. toda sexta-feira, você vai ver por aqui e no blog dela um texto especial mostrando um pouquinho mais das nossas vidas! (você pode saber mais sobre isso clicando aqui) e os posts do projeto serão identificados com esse banner lindo, ó:

projeto detalhes

resumaki #9 – setembro

resumaki setembro

tem horas que eu olho pra minha vida e fico em choque com tamanha alegria (por mais bizarro que isso pareça).

um pouquinho sobre setembro…

sabe quando você acorda e fica pensando ‘meu Deus, eu nunca achei que a minha vida poderia ser assim?‘, mas de um jeito bom? acho que todos os dias de setembro foram desse jeitinho pra mim. com certeza, foi um dos meses mais incríveis da minha vida até agora – eu sei que falo isso sempre, mas é verdade – e eu fico muito emocionada só de lembrar de cada um dos momentos que eu passei nos últimos 30 dias.

o mês veio no embalo do SPFW, com muita coisa pra fazer e uma mudança muito grande pra mim – permissão. eu senti que me permiti aproveitar, passar mais tempo com as pessoas, sair do casulinho que eu criei pra mim mesma. isso é, e seguirá sendo, a coisa  mais legal de todas que me aconteceram. teve um dos feriados mais incríveis que eu já vivi na vida, uma sucessão de coisas maravilhosas e rolês inesperados regados à bolo de cenoura com brigadeiro, muitas risadas e looks gostosinhos.

teve brunch com a Mari e o Marcelinho e eu não consigo não ressaltar o tanto que eu adoro esses dois e os momentos que a gente compartilha juntos. aliás, a Mari vive lendo o blog e me mandou um dos emails mais incríveis do mundo uns meses atrás falando que a gente precisava virar migas porque ela tava viciada em doramas e não tinha com quem conversar sobre isso (oi, Mari! ♥). os dois seguem sendo pessoas queridíssimas que eu quero manter por perto pra sempre.

teve, inclusive, um monte de visitas à lugares incríveis, como o Um Coffe Co lá no bom retiro, um café coreano maravilhoso que ganhou meu coração e virou um dos preferidos da vida. eu fui também num lugar que só vende cookies, que chama Kamzu, bem aos 45 do segundo tempo, e que virou a minha nova casa – infelizmente estou mudando pra lá pra comer cookies deliciosos todos os dias.

teve encontros semanais com a Duds e a Celle e a Bee e foi maravilhoso ver essas três pessoas que eu amo tanto, tantas vezes seguidas. já falei mais de uma vez e repito: vocês são a lembrança constante da minha meta e da minha função no mundo, e eu amo vocês.

teve também aquele momento WTF? em que eu passei mais de duas horas conversando com a Lominha, diretamente do país Coreia. foi uma das conversas mais inspiradoras de todas e rendeu um projeto de blogagem coletiva de deixar o coração quentinho e que eu tô doidinha pra começar a fazer.

teve muitas fotos com sorrisos sinceros e eu preciso confessar que teve uma fase da minha vida em que eu achava que nunca mais conseguiria sorrir desse jeito. mas, olha só, que loucura, tô dando sorrisão em tudo quanto é foto – e nem precisa de muito, viu?

teve leituras de livros deliciosos, teve semana em que eu entrei e saí de casa a cada dez minutos pra dar conta de tanto trampo, teve milhares de abraços e beijos e noites dormidas pensando no quanto eu amo as pessoas e teve uma noite específica que me provou por a + b (mais c mais d) que o amor é pra todo mundo mesmo e que tanto faz o que a gente tá fazendo, desde que a gente ame sinceramente. daí, todo mundo sente também, sabe?

enfim, setembro foi um mês cheio de momentos que eu vou levar no meu coração como uma prova de que eu tenho costas quentes e que eu tô fazendo exatamente tudo o que deveria pra ajudar a lembrar as pessoas que tá tudo bem. ♥

… e mais umas coisinhas que valem compartilhar

um post que amei escrever: sobre amores (e dias cheios de permissões)

um post que amei ler: o que eu aprendi sendo famosa na internet por um dia e meio

um livro: Diário em Tópicos, da Rachel Miller

uma música: baby love me lights out 

uma pessoa: a Duds, que tem um monte de alegria pra compartilhar por aí (ela só não sabe disso ainda)

outubro, traz mais um monte de amor pra gente, ok?

diário #92 – obrigada por ficar

eu fui salva

me peguei observando a felicidade de soslaio e me perguntei mentalmente como é que eu vim parar no meio dessa bagunça alegre. seria mentira dizer que eu não sei o caminho que fiz até aqui, e uma falácia ainda maior ousar falar que eu não gosto disso.

qualquer olhada ao redor me faz chorar copiosamente. logo eu, a Maria Chorona da infância. vamos dizer que não era difícil me fazer cair aos prantos. não que precise muito para isso acontecer hoje também. mas é um choro diferente. se antes era sofrido, dolorido, triste, hoje só choro se for de alegria.

eu tinha uma certeza muito grande no meu coração de que a vida não valia a pena ser vivida. de que desistir de tudo era a solução para os meus problemas e de que morrer era a única saída pro que eu sentia. eu via o mundo tal qual uma fotografia antiga: em tons de preto e branco ou com um filtro sépia que de hipster não tinha nada. a vida não tinha cor. não tinha carinho. não tinha vida.

lembro de um dia olhar pela janela do carro, enquanto minha mãe me levava pra faculdade, e dizer pra mim mesma ‘eu tô só existindo‘. o próprio meme ambulante. mas a pergunta não tinha nada de engraçada. não tinha nada de irônica ou de retórica. tinha uma carga de tristeza que nem eu conseguia carregar mais. tinha uma dúvida de uma vida inteira, dentro de tão poucas palavras.

olhando para as últimas semanas que tive, me peguei sorrindo à toa, querendo ficar junto das pessoa que eu amo, buscando desculpas para ficar perto daqueles que já estão perto (não que desculpas sejam necessárias pra isso, que fique bem claro). e não preciso ir muito longe para perceber que a Maki de alguns anos, que se perguntava o que estava fazendo com a própria vida, sumiu. ela, de fato, morreu. aqui jaz a Maki do Passado™, que um dia acreditou que a morte era a solução e que a vida não tinha sentido.

eu renasci. eu revivi. eu encontrei o amor. e encontrando o amor percebi que precisaria me despir daquela pessoa que eu achava que era pra viver a vida que é minha por direito. a que é feliz, a que é alegre e que é plena, abundante e completa. a que não reconhece a falta, a que não vê o ódio, a que a ama a todos igualmente.

sim, aquela Maki morreu. mas isso não é triste e de perda não tem nada. pelo contrário, eu celebro o seu fim cada dia mais. porque o momento que ela decidiu partir foi o mesmo em que eu decidi ficar. eu me dei uma segunda chance. eu optei pela porta número dois, eu me deixei guiar pelos mágicos que diziam palavras bonitas sobre o amor e que pareciam não sofrer com dias tristes. mal sabia eu que de mágicos eles não tinham nada.

de corpo vivido, sou mais velha do que antes, porém mil anos mais nova. visto o que me deixa com um quentinho no coração. como comidas gostosas. recebo abraços carinhosos. ganhei parceiros de jornada e tenho por todos os lados anjos que me guiam pelo caminho certeiro em direção a meta final: voltar pra casa e enfim descansar o meu coração onde ele surgiu. onde só existe luz e calor e carinho e paz, virando a direita na rua da gratidão, duas quadras depois do perdão.

nossa, a gente é muito feliz, né?‘ hoje digo essas palavras com um coração que ocupa o mundo inteiro e mais um pouco. olho nos olhos e me sinto contente, recebo um beijo e me vejo plena. vejo as pessoas dançando numa pista de dança improvisada e montada com todo o carinho do mundo e tenho vontade de cantar as mais belas músicas já escritas, recitar todos os sonetos de Shakespeare e encarnar a Julieta no seu balcão: ‘aquilo a que chamamos de rosa, com qualquer outro nome teria o mesmo e doce perfume…’

hoje eu existo. eu vivo. eu amo. eu aprendi a ver, e aprendendo a ver reaprendi sobre quem eu sou. eu me lembrei. eu sinto. eu sei. tão claro quanto as vozes que ouço na cozinha, os meus colegas de quarto conversando sobre um filme que assistiram mais cedo. tão alto quanto os latidos do cachorro na esquina. eu sei. o que eu sou não muda. o que eu sou ama. o que eu sou é feliz. portanto, eu sou feliz.

e com esse coração leve, eu só sinto gratidão pela Maki de antigamente, a que desapareceu. porque ela decidiu ficar. e escolheu sair de cena pra eu voltar a ser eu mesma, pra eu poder amar de novo. pra eu olhar pra um dia como esse e ter a plena e feliz certeza da veracidade dessas três palavras que rondam a minha mente diariamente, e que exprimem, tão simplesmente, tudo o que me aconteceu:

eu. fui. salva.

resumaki #8 – agosto

resumaki agosto

eu não tô acreditando que estamos em 1º de setembro e cabô agosto, cabô BEDA, cabô Maki aloka das postagens.

um pouquinho sobre agosto…

daí que agosto foi um mês tão maravilhoso, mas que, contrário da crença popular, passou muito mais rápido do que eu imaginei. aconteceu tanta coisa que chegou num ponto em que eu só perguntava QUE QUE TÁ CONTE CENO e continuava andando meio desengonçada, rindo feito criança.

agosto foi o mês do BEDA, e eu tô me sentindo a própria definição de ‘veni, vidi, vici‘, isso mesmo, euzinha mello. vim, vi e venci, fiz todos os 27 posts que me propus a fazer esse mês (a ideia era só não postar aos domingos, mas a tal falta de organização bagunçou um pouco as minhas semanas) e o carinho que eu recebi das migas e de você me acompanha por aqui foi tão incrível que fez o meu coração cantar. foi um blog every day august memorável com certeza.

falando em blog, o que vocês acharam do layout novo? já nem lembrava que foi em agosto (meu deus, que mês comprido!) que tinha mudado o visual daqui e eu sigo completamente apaixonada. um obrigada muito especial pra linda da Adri e pra Dani que tiraram essa ideia da minha cabecinha e executaram ela maravilhosamente bem no mundinho dos 0s e 1s.

esse mês teve Dudinha de volta no Brasil e eu não acredito que a gente não tirou uma foto desse reencontro das estrelas (de novo!) e teve Celle muitas vezes seguidas e a Bee num dia também. amo tanto essas três que nem sei dizer. é sempre um afago no coração quando a gente se encontra (e muitas risadas e piadas internas no Twitter).

esse mês eu também conheci a Mel e nem acredito que isso aconteceu. eu fui no lançamento do livro que ela fez com outras três autoras incríveis (incluindo a Babi, que eu também chorei por ter conhecido!) em parceria com o Maurício de Souza e aquele dia foi loko demais™.

aliás, o dia que eu conheci a Mel foi um dos mais incríveis que eu já tive na vida. começou às 9h da manhã e terminou à 1h da madrugada do dia seguinte e foi repleto de ‘coincidências‘ maravilhosas, xícaras de chá e muitas panquecas. falei um pouquinho mais sobre aqui, lembra?

teve recebidos do mês (nem acredito que ganhei o livro Diário em Tópicos da Editora Sextante!), teve passeios pelo centro da cidade (e eu relembrei os meus dias de Galeria do Rock), teve muitas idas à Liberdade, muito lámen, muitos cafés da manhã deliciosos, teve SPFW e ~lúki do dia~, muitos sorrisos e abraços – e meu Deus, eu não tô chorando VOCÊ QUE TÁ.

esse mês foi tão louco que teve até uma viagem surpresa pra São Bento do Sapucaí, em plena quarta-feira, um dia que também ficou conhecido como ‘a vez que eu dormi só seis horas num espaço de três dias e vivi pra contar a história‘.

conheci tanta gente maravilhosa esse mês, conversei com tantas pessoas incríveis, lembrei de tanta coisa importante sobre mim, que tudo o que eu posso dizer é: brigada, brigada, brigada, mil vezes MUITO OBRIGADA. a vida é muito linda, gente, de verdade. e eu nunca estive tão feliz e tão confiante de que tá tudo bem com a gente e que a gente vai lembrar que o amor vai salvar o mundo.

foi um mês que eu finalmente percebi como eu tenho vontade de viver e como é importante eu estar nesse mundo. reparei que não penso mais no quanto morrer pode ser uma solução pras coisas que eu sento e que penso de mim e que tudo o que eu mais quero da vida é que as pessoas sintam isso também, que a gente se lembre de como é bom existir, sabe?

*abraça apertado você que tá aí do outro lado da tela*

… e mais uma coisinhas que valem compartilhar

um post que amei escrever: só um? vou deixar aqui todos da categoria BEDA, pois ela merece ♥

um post que amei ler: eu escrevo, da fofinha da Isa!

um livro: Girlboss, da Sophia Amoruso (tá R$19 na Amazon, gente!)

uma música: *DINOSAUR UUUH UH UH UH*

uma pessoa: a Celle, que foi tão presente na minha vida esse mês

o BEDA acabou, o blog volta com a programação normal (amém, gente, eu preciso dormir), mas eu só consigo pensar com alegria e um sorrisão na cara no quanto esse mês foi incrível.

setembro, pode vir. eu tô com o coração cheio de amor pra te dar!

o domingo mais louco de todos (ou: quando comi panqueca no café na manhã)

domingo louco

domingos são dias muito legais, né? e normalmente são aqueles que eu me proponho (e consigo me organizar) a registrar tudo o que eu faço (ou quase isso) pra compartilhar com vocês. teve um que eu acordei às nove da manhã pra sair de casa e só voltei depois da meia noite. como diz a sabedoria popular: esse dia foi loko™.

nesse domingo em questão, eu tinha combinado de ir com a Déa tomar café da manhã. a gente foi lá no Santo Pão Boulangerie, uma padaria incrível no Jardins. tinha panqueca estilo americana no cardápio e eu estaria mentindo se dissesse que não fui 100% vendida por isso. comi panquecas, óbvio. (com mel, pois melhor versão)

depois disso a gente andou até a Livraria Cultura e eu tomei um tiro com as capas novas de Harry Potter. já quero renovar a minha coleção porque elas são lindas demais (sempre falo isso porque sempre tem uma capa nova e maravilhosa pra gente expor nas prateleiras, né?). eu já falei que sou apaixonada pela Cultura? eu sou muito apaixonada pela Cultura.

como se não bastasse, a gente foi pro shopping Eldorado depois. isso já tava nos meus planos, porque rolaria na Saraiva a sessão de autógrafos do livro Turma da Mônica Jovem – Uma Viagem Inesperada, com contos da Melina Souza, da Babi Dewet, da Pam Gonçalves e da Carol Christo. eu tava muito animada para conhecer todas, mas fui mais com a Mel em mente porque  a gente tinha conversado no Twitter que queria muito se abraçar. enfim, nos abraçamos, foi maravilhoso eu fiquei emocionada e quero encontrar com ela de novo mais vezes. ah, e o Maurício de Souza tava lá e eu não segurei a minha emoção de ver esse homem de pertinho. tão fofinho, ele!

depois desse rolê todo, a Déa veio comigo pra casa porque a gente ia no cinema da Coexiste. no fim, esqueci de registrar esses momentos (era muita coisa acontecendo, gente!), mas posso dizer que foi maravilhoso. a gente assistiu Ruby Sparks lá, e você sabe que eu sou bem doida com esse filme, né?

no fim, meia noite e 22 eu tinha chegado em casa (em pleno domingo) e me preparei pra dormir. foi um dia intenso, foi um dia lindo e quero mais milhares de dias assim. ♥

domingo louco

domingo louco

domingo louco

domingo louco

domingo louco

domingo louco

domingo louco

vocês gostam desse tipo de post? o que mais gostariam de ver da minha rotina? 

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