porque ser organizada é tão legal

ser organizada

você provavelmente não sabia disso, mas o BEDA desse ano tem um tema: amor. não sabia porque eu esqueci de fazer o post explicando e só comecei as postagens sem essa ~informação importante~. na real, eu comecei a me organizar para o BEDA e parei no meio do caminho. daí o mês aconteceu, eu tive mil trabalhos e tarefas pra fazer e… corta a cena, eu tô escrevendo um post sobre o porquê ser organizada é legal.

parece contraditório, mas é verdade. com o bullet journal, a minha vida melhorou 200% porque eu consegui acertar uma rotina que funcionava para mim e ficar a par das entregas e trabalhos que tinha para fazer. ou seja: sucesso. ao mesmo tempo, eu ainda tenho um lugar que gosta de se sentir meio enrolada, meio cheia de coisa para fazer, meio ‘meu Deus, vou ter que trabalhar no sábado de novo‘, meio ‘tem mais de dois anos que eu não tiro férias, nem sei mais o que é isso‘. parece legal, sabe? pensar nisso o tempo inteiro. fazer post de madrugada, tirar foto aos 45 do segundo tempo, antes de sair de casa pra reunião que não tava marcada e ‘eita, vou ter que trabalhar até mais tarde hoje de novo porque me enrolei, procrastinei e não fiz o que eu tinha que fazer e poderia ter adiantado antes‘.

pois é. eu também cansei só de ler isso tudo que escrevi.

o que incomoda não é o meu bujo ficar meio incompleto ou eu deixar de fazer um post. é a bagunça mental que fica na minha cabeça. esse monte de ideias e coisas e assuntos que ficam rodando dia sim dia também e que eu não tiro dali. é quando fica ainda mais claro que eu esqueci o meu propósito, o porquê eu faço as coisas – eu me deixo levar por essas vozes infinitas, meio contraditórias e altamente cínicas e não entrego o que eu tenho pra entregar. daí eu termino o dia sentindo que não fiz nada direito, ainda tenho mil coisas pra fazer e, minha nossa, o dia amanhã vai ser muito corrido. será que vai mesmo? ou será que eu vou continuar no mesmo carrossel esperando um resultado diferente?

ser organizada não é ser perfeccionista, muito menos metódica ou neurótica. é saber o que precisa ser feito (e quando e onde) pra tudo sair da melhor maneira possível, sabe? é eu conseguir ficar tranquila pra fazer as coisas tranquila e aproveitar os momentos como eles merecem ser aproveitados, e não passando o fim de semana culpada porque saí com alguém quando deveria ter ficado em casa trabalhando (ou o contrário). é descansar e descansar de verdade – e não deitar na cama pra ver dorama enquanto eu penso nos prazos e no que deveria estar fazendo. é tirar essa bagunça mental da frente, sabe?

ser organizada 2

o bujo não tem que ser mais uma cobrança na sua (na minha, na nossa) cabeça, tem que ser um facilitador. mas esse facilitador só funciona se a gente quiser mesmo. se não eu tô lá montando trackers e fazendo as listinhas do dia e ainda terminando o dia com a sensação de que a vida tá uma bagunça.

a vida vai muito bem, obrigado, é a minha cabeça que fica inventando história e não colocando na prática o que eu falo sempre aqui. que não coloca na vivência o que eu estudo e leio e explico. não é ficar mais ansiosa do que eu já me sinto, mas tirar essa ansiedade do caminho.

é tipo um projeto de boicote, sabe? eu fico adiando e me distraindo com coisas que eu acho mais importantes do que as minhas tarefas pra me sentir mal depois – ‘olha só como eu faço tudo correndo e nada fica do jeito que eu quero‘. eu falo mal de mim, entende?

e a gente já sabe como eu tô cansada disso (e você deve estar também). ser organizada, saber o que eu preciso fazer, otimizar o processo, colocar presença, vida, é uma forma de eu não falar mal de mim. é entrar no fluxo e não fica travando a cada cinco segundos porque MEU DEUS, EU VI UM TUÍTE OUTRO DIA QUE EU PRECISO LER DE NOVO (o cachorrinho de UP me representa sempre).

e tudo bem se um dia ou outro eu estiver mais a fim de ver vídeos de gatinho no Youtube do que trabalhar. a questão é não usar isso para falar mal de mim tanto quanto o tal ser organizada. tanto quanto eu uso agora. é fazer tudo com o coração levinho, com a mente sã, com foco e propósito. assim até assistir um MV de kpop fica legal.

a organização tem que ser só mais uma ferramenta pra me ajudar a cumprir a função, pra alcançar a meta, pra ajudar você a ficar bem (porque assim eu fico também, sabe?). pensando assim, a vontade de organizar tudo outra vez e colocar mais carinho em cada página do bujo ou em cada texto que eu escrevo cresce exponencialmente. e é isso mesmo que vou fazer.

repensei a forma que eu monto o bullet journal e vou começar a colocar em prática em setembro. também repensei a minha rotina e quero ficar mais atenta aos movimentos dessa minha cabecinha insana, pra ver onde ela vai e como colocar ela no foco de novo. e aí a gente vai se adaptando e recalculando a rota e o nervoso passa e a gente consegue fazer tudo com o corpo molinho e gostosinho e cheio de prazer de colocar tanta vida nesse mundão.

você tem alguma dica para organizar o seu bullet journal? me conta nos comentários!

banner beda desancorando

afinal, o que é um habit tracker?

há um tempo, eu estava conversando com uma amiga sobre bullet journal e ela comentou comigo que não conseguia entender o que era o tal habit tracker. para mim, que uso o bujo há quase dois anos, parecia óbvio, e eu nunca pensei muito em explicar sobre ele aqui. mas ela me lembrou que só porque eu sei o que é um habit tracker, não significa que todo mundo saiba.

touché.

então, vamos entender melhor o que é um habit tracker hoje. basicamente, um habit tracker é um sistema para você controlar os seus hábitos. eu acho ‘controlar‘ uma palavra estranha e que não se encaixa muito bem aqui, mas é o mais próximo que eu consegui encontrar em sentido. você usa o seu bullet journal, uma planilha no Excel ou um aplicativo no seu celular para acompanhar hábitos que você gostaria de colocar na sua rotina.

por exemplo: desde que fui ao nutricionista, eu comecei a tomar vários suplementos diferentes (vitaminas, proteína depois dos treinos etc). coloquei ‘suplementos’ e ‘proteína’ no meu habit tracker para saber quando eu estou mesmo fazendo isso e quanto estou esquecendo. na verdade, essa é uma forma apenas de você saber o que está e o que não está fazendo, e quando. o hábito só vai existir se você fizer mesmo.

vamos supor que você quer começar a acordar mais cedo. você pode estabelecer um horário (vamos colocar 06h30) e anotar no seu bullet journal: acordar todos os dias às 06h30. daí você marca ali os dias que isso rolou mesmo e deixa em branco os que não conseguiu. é mais ou menos como aquele sistema de corrente que o Jerry Seinfeld tanto fala: você tenta fazer um hábito todos os dias, sem quebrar a corrente (ou seja, sem pular nenhum) até que ele vire parte da sua rotina, algo que você faz sem pensar.

para isso, é importante saber que hábitos você vai colocar no seu tracker. seja offline ou online, você precisa escolher atividades que quer fazer de verdade e que você se sinta motivada a cumprir. não é produtivo você querer acordar todos os dias às 06h se o seu trabalho exige que você fique acordada até às 02h da manhã com frequência. assim como não vale colocar lá ‘ir na academia todos os dias‘ se você odeia academia. pense em atividades que você quer ter no seu dia e que vão te deixar com aquele quentinho coração, sabe? se você fala francês, mas não tem estudado nada (alô, euzinha toda) pode colocar ali ‘estudar meia hora de francês‘ ou ‘ouvir um podcast em francês por dia‘ para exercitar esse músculo, sabe?

habit tracker

o mais importante não é como você vai acompanhar esse hábito, mas qual hábito você quer acompanhar. no meu habit tracker, além de coisas como o blog e quando eu posto no Instagram, também coloquei uma linha para leitura e outra para uber. no primeiro caso, eu comecei um clube do livro e queria acompanhar melhor quando estava separando tempo para ler e quando não estava. no segundo, eu abusei da cota de uber mensal (e minha fatura estava um absurdo) e achei melhor colocar ali uma linha para saber quando eu estava usando esse serviço. foi um jeito também de eu lembrar de colocar mais exercícios no meu dia a dia.

o que eu percebi é que quanto mais específico o hábito, melhor. isso é algo que vou incorporar no meu habit tracker do mês que vem. só colocar ‘ler‘ é muito vago. criar um hábito tem tudo a ver com frequência, periodicidade, então é mais produtivo eu escrever ‘ler 15 minutos antes de dormir‘ e tentar fazer isso até que vire rotina, entende?

essa é uma ferramenta muito versátil, como tudo no bullet journal. tem gente que usa para anotar o humor e pequenas tarefas que são difíceis para pessoas depressivas, como ‘levantar da cama‘ ou ‘escovar os dentes‘. você pode usar para anotar os dias que não tomou refrigerante, quando não gastou dinheiro, quando meditou… você que escolhe. mas lembre que essas precisam ser tarefas que você quer transformar em hábitos: coisas que fazem parte do seu dia a dia. depois de um tempo, você pode tirar essas linhas do seu tracker e substituí-las por outras coisas. ou você pode continuar acompanhando o que faz diariamente.

o que você precisa pensar, sempre, é em como tornar os seus dias melhores para você (e não para o que as pessoas acham que é melhor pra você). o bujo é uma terapia e não uma cobrança. é um jeito de você se organizar e saber como usar melhor o seu tempo em nome da sua missão, sabe? não vale criar um tracker para se cobrar todos os dias de coisas que você deveria ter feito e não fez. precisa combinar com o que você quer para você e quais as suas necessidades diárias, ok?

ah, uma dica de ouro: na hora de pensar em novos hábitos, lembre-se de escolher um ou dois no máximo para mudar. de preferência, hábitos que não briguem entre si. você precisa conseguir se concentrar nesse novo hábito para torná-lo parte da sua rotina e de nada adianta você querer acordar cedo todos os dias e ir para a academia logo cedo se ainda não tem nenhum dos dois hábitos firmados, entende?

algumas ideias do que você pode colocar no seu habit tracker:

  • hora de acordar;
  • hora de dormir;
  • se você tomou os seus 2 litros de água;
  • se você postou no blog;
  • se leu um capítulo de algum livro;
  • se estudou para uma prova ou curso que você faz;
  • se você fez hidratação no cabelo / máscara no rosto;
  • se você fez a cama;
  • se você comeu fora;
  • se  você usou uber / cabify / táxi;
  • se você tomou café;
  • se foi para a academia / fez uma atividade física que gosta;
  • se você comeu fast food.

e aqui tem um mural incrível com um monte de inspiração para o seu bullet journal que eu criei lá no Pinterest, ó:

você usa o habit tracker no seu bujo? me conta o que você anota nele? 

como eu monto o meu bullet journal

há algumas semanas (meses? anos? nem lembro mais!) eu mostrei um passo a passo para fazer o bullet journal e como eu montava o meu – tinham fotos detalhadas e tudo mais. no último final de semana eu sai enlouquecida por são paulo atrás de um caderno novo (quem viu meu drama no Twitter?) porque percebi que o antigo não teria páginas o suficiente para o mês.

então, decidi registrar em vídeo todo esse processo de ‘montagem’ de um novo bujo. mais ou menos como o plan with me que eu fiz no começo do ano, mas mais longo (deu 7 minutos de vídeo dessa vez!) e com mais coisinhas. algumas considerações importantes:

  1. eu deixei as páginas em branco, só ‘montadas’ mesmo porque tinham informações pessoais que eu não ia registrar em vídeo , né? preenchi tudo depois ♥;
  2. vocês vão perceber que eu vou e volto muito nas páginas, mas eu vou completando as coisas conforme acho ‘mais fácil’: primeiro faço os títulos, depois volto para fazer as legendas e assim vai;
  3. as canetas que eu usei estão na descrição do vídeo, mas você podem saber mais sobre elas clicando nesse link;
  4. prometo que da próxima vez coloco menos baderna na mesa pra ficar mais fácil de ver o que importa!

e, aqui em baixo, a lista de collections que eu montei:

  1. index;
  2. dados;
  3. senhas;
  4. legenda;
  5. leituras;
  6. tv e cinema;
  7. future log;
  8. calendário junho;
  9. metas, tarefas e tracker de junho;
  10. desancorando (ou: coisas do blog);
  11. finanças de junho;
  12. pautas a fazer para o trabalho;
  13. memórias;
  14. daily log de junho.

é isso! se você quiser se inscrever no canal, pode clicar no botãozinho aí em baixo, pra acompanhar mais vídeos que eu postar por lá! ah, e se você tiver alguma dúvida, é só deixar nos comentários, tá bom?

 

me diz o que você acha desse tipo de vídeo?

‘eu não sei fazer igual’ não é desculpa (ou: a saga do bullet journal)

todas as vezes que eu comentei com alguém sobre o bullet journal ou então que fiz posts sobre o assunto, tinha gente que comentava dizendo que não daria uma chance pra esse método de organização porque não tinha o ‘talento’ que a gente via tão bem nas fotos do Pinterest.

o que a gente (eu inclusa) insiste em ignorar – e que eu até comentei no Twitter hoje – é a nossa capacidade de melhorar com o tempo e o treino. parece que a gente tem que nascer fazendo tudo brilhantemente e se tiver uma linha fora do lugar, o trabalho é uma merda e não merece ser reconhecido.

bujo antes e depois

assim como eu escrevi muito nessa vida para escrever bem, as minhas técnicas com o bullet journal foram melhorando com o passar dos meses. em pouco mais de um ano e meio usando esse método, a mudança do meu primeiro bujo para o mais recente (o quarto) é gritante! parece que era uma outra pessoa que fazia aqueles quadradinhos grandes e escrevia de um jeito meio torno com canetas que manchavam a página.

vocês conseguem identificar qual é qual? quem me acompanha no Instagram já deve saber que o caderno que está à direita é o meu bujo atual – logo o que está à esquerda é o primeiro, que eu comecei em novembro de 2015. as fotos foram feitas das primeiras páginas principais, o calendário do mês e o daily log, para vocês terem uma ideia de comparação.

bujo antes e depois

antes eu consigo ver que os traços saiam meio duros e sem fluidez, vindos de uma mão bem insegura. hoje não. eu já consigo fazer letterings (essas brincadeiras com fontes e letras cursivas) com facilidade e sinto que já desenvolvi o meu estilo. hoje em dia é bem gostoso fazer isso, como uma terapia. eu coloco palavras que estão na minha mente no papel e brinco com cores e formatos. é divertido e muito gostoso de fazer.

é mais ou menos a mesma coisa que dizer que você ‘não tem recursos‘ pra fazer alguma coisa. é uma das piores coisas de ser perfeccionista: se você não tem o material perfeito ou o traço mais incrível de todos, não adianta nem tentar. tudo besteira da nossa cabeça, claro.

bujo antes e depois

acho que o meu bullet journal é a melhor prova de que a gente melhora com o tempo – a mão fica mais firme, os traços mais claros, o propósito mais certo na mente, e as coisas perdem essa pressão toda que a gente acha que elas precisam ter. dá pra ser leve, sabe?

se você alguma vez achou que não conseguiria fazer um bujo porque não sabe fazer essas coisas ‘bonitas’, para com isso, menina! é treino e meta: lembra do que você quer fazer com o seu faça! a prática leva à perfeição e tals.

todas as canetas que eu uso no meu bujo

muita gente me pergunta quais são as canetas que eu uso no meu bullet journal. por mais que eu ainda esteja em busca das canetas perfeitas (sonho meu) eu cheguei num consenso sobre algumas que tem sido boas o suficiente para fazer tudo o que eu quero/preciso com o meu bujo.

a questão das canetas parece mesmo um problema: por causa da gramatura (o peso) das folhas, é muito comum a tinta passar para o outro lado e a página ficar manchada. aí você escreve na parte de trás e fica tudo meio estranho, meio borrão, meio arte abstrata. e aí a gente se irrita e tem vontade de fazer um fogo cerimonial com o caderninho (quem nunca).

mas antes que a gente comece um hábito de incendiar os nossos bullet journals, o melhor conselho que eu posso dar é: faça testes. eu testei muitas canetas antes de achar uma que ficasse de acordo com o que eu tinha em mente – e ainda assim não estou 100% satisfeita. o truque é ter paciência e ir buscando a melhor caneta para o seu tipo de caderno e para o que você quer.

eu, por exemplo, já desisti de usar as canetas Stabilo que tenho aqui em casa. por mais que ache as cores lindas, elas sempre vazam na folha e o resultado não fica legal. prefiro usar para um detalhe de vez em quando, mas, no geral, as canetas que tenho usado são essas aqui:

canetas bujo

Uni PN Fine Line 0.05

eu amo escrita fina. minha letra é muito redonda e ‘grande’, então quanto mais fina a caneta, mais legível e bonita ela fica. até agora, a 00.5 é a caneta que ficou melhor para esse propósito, mas por ser uma caneta de desenho, é normal a força de escrever avariar a ponta e ela começar a falhar. foi um trampo medir a força na mão para não estragar a ponta e conseguir escrever direitinho. tem dado certo. me recomendaram usar a 0.1, que não dá esse problema, e acho que esse vai ser o meu próximo teste!

Sakura Pigma Micron 02

originalmente, eu tinha comprado essa caneta para escrever normalmente, mas ela é beeem mais grossa que a Uni 0.05. agora, eu uso mais para fazer quotes nas páginas, títulos e outros detalhes maiores no meu bujo.

lapiseira Pentel 0.3mm

como eu disse ali em cima, eu amo escrita fina e o mesmo vale na hora de escrever à lápis/lapiseira. usava muito a 0.3 na época da escola e segue sendo a minha preferida até hoje. escrita fininha e mais leve, sem marcar a página se precisar apagar.

canetas bujo

Tombow ABT 620, 451 e N65

a Tombow é super famosa: é uma caneta pincel, muito usada para fazer lettering e outros trabalhos artísticos. eu amo porque as cores são mais leves, ela não mancha a folha do outro lado e dá para brincar bastante com as duas pontas diferentes (uma é pincel a outra lembra as canetinhas esferográficas que a gente usava quando era mais nova). tenho três cores e acho o suficiente. consigo brincar bastante e colorir um pouquinho o meu bujo.

canetas bujo

marcadores de texto Pilot Lumi Color e Oval

tenho três marcadores de texto diferentes porque uso cada um com funções diferentes. o amarelo é para datas, o rosa é para coisas importantes que eu preciso lembrar  e o azul eu uso às vezes como um complemento às canetas Tombow. dessas três, a única que eu uso todos os dias é a rosa, porque uso como um alerta de coisas importantes – como sou uma pessoa bem visual, ter uma cor ‘gritando’ comigo ajuda.

 

isso não significa que eu levo essas canetas todas comigo o tempo inteiro. não, não. normalmente eu faço tudo com a Uni e a minha lapiseira e depois complemento com as cores e outros detalhes. na hora de montar o meu dia, por exemplo, eu sou muito básica e preciso de praticidade. se não a coisa perde a mão e, principalmente, o propósito.

que tipo de canetas você usa no seu bujo? me conta?