dá para não errar no bullet journal?

errar no bullet journal

semana passada eu li Diário em Tópicos, o livro da Rachel Miller (e que vai ganhar um post só para ele mais pra frente) sobre bullet journal, e me deparei com uma parte que fala sobre cometer erros no caderno. eu já percebi que as pessoas que começam um bujo tem essa questão: elas ficam desmotivadas se erram um título, uma linha do calendário ou algum detalhe.

eu não tô isenta disso. depois que comecei a fazer o calendário vertical, errei 99% das vezes nos primeiros cinco meses desse formato novo. agora eu acho que peguei o jeito, mas deixava errado mesmo quando não fazia tudo certinho: uma coluna mais larga que as outras ou uma linha mais fina que as demais.

fazendo as coisas à mão, é óbvio que você vai errar algumas vezes. tem horas que a gente escreve rápido demais, outras tenta fazer uma coisa direto à caneta porque calculou mentalmente o espaço e aí na prática não dá certo (euzinha toda). ou você erra uma data ou uma tarefa e precisa corrigir. tem jeitos e jeitos que você pode acertar esses detalhes (não vou chamar de erro porque não precisa), mas o ponto que eu quero chegar com isso é: tudo bem você errar de vez em quando.

bonito é você fazer uma coisa com carinho, mesmo que não tenha saído com todas as linhas retas e todas as cores certinhas. mesmo que a caneta preta tenha borrado um pouquinho. mesmo que o pincel da tonbow tenha manchado a página porque você passou por cima da tinta preta (euzinha, de novo). você não precisa se sentir desmotivada e chateada só porque errou.

eu lembro, na época do colégio, como eu sofria de verdade quando eu cometia um erro. do tipo ‘vou comprar outro caderno e passar tudo a limpo DE NOVO pra ficar perfeito’. mas nunca ficava do jeito que eu tinha na minha cabeça. de certa forma, o bujo foi uma maneira que eu encontrei de sair dessa cilada. fico tão motivada em me organizar, que acabo não ligando pros errinhos. eles viram parte da minha arte também.

errar no bullet journal

se você escreveu alguma coisa numa grafia não-correta, se fez um lettering e comeu uma letra, se trocou as cores ou se errou uma linha, eu pensei em algumas formas de você ‘acertar‘ esses detalhes, ó:

1.transformar o erro num desenho;
2. passar um branquinho e vida que segue (eu uso aqueles em fita, amo!);
3.colar um adesivo por cima;
4.fazer uma segunda arte com um pedaço de papel colorido por baixo (tipo assim ó);
5.colar uma folha por cima da original (um pedaço de cartolina ou folha sulfite ou o que você achar melhor);
6.fazer um ‘X‘ bem grande pra mostrar que tudo bem zoar uma página inteira;
7.fazer uma brincadeirinha (tipo a Boho Berry com os títulos dos dias da semana);
8.colocar um pedaço de washi tape por cima.

nem tudo está perdido se você fez alguma coisa que considera errada no seu bujo. eu já errei todas as datas de um calendário inteirinho, daí tive o trampo de passar corretivo em todas e acertar depois. e tudo bem, eu não refiz o calendário ou desisti do caderno por causa disso (dá um trabalhão fazer essas páginas e ain’t nobody got time for that).

uma diquinha esperta que eu peguei desde o começo do meu bujo é sempre fazer os títulos principais (tipo do calendário do mês ou algum lettering grande de meio de página) em lápis primeiro. faço o traço depois passo as canetas por cima. isso não é 100% de garantia que eu não vá errar no meio do processo (já aconteceu, quando eu tava muito distraída), mas é uma forma de você reduzir esses errinhos em páginas e detalhes importantes do seu caderno.

no mais, relaxaaaa… você tá montando uma agenda inteira à mão e isso é incrível! tudo bem se cometer um errinho aqui e outro ali! eles te ajudam a aprender também, como planejar melhor as páginas, testar canetas antes e até a treinar melhor o seu lettering com a lapiseira primeiro.

me conta: o que você faz com o seu bujo quando erra alguma coisa?

o que mudou no meu bullet journal de setembro

bujo setembro

eu comentei em algum lugar nas redes sociais que ia mudar o meu bullet journal esse mês. aliás, neste post aqui sobre organização eu já comecei a explicar que algumas coisas mudariam. a primeira semana completa de setembro passou e eu já adotei algumas novidades pra me ajudar a ter semanas mais tranquilas e menos confusas, e quis compartilhar tudo isso aqui com você.

1.agora eu faço um planejamento semanal

é assim, quando eu mostrei como monto o meu bujo, eu expliquei que fazia dia por dia, porque achava que funcionava bem pra mim. hoje eu sinto que isso mudou – e tem um motivo: eu comecei a ter uma carga de trabalho um pouco mais exigente e estava me confundindo nos dias e entregas. some a isso a minha falta de vontade de ficar indo e voltando no calendário do mês e até as minhas metas estavam esquecidas. agora, eu olhei para essas metas (que são bem realistas e pé no chão) e estou separando todas por semanas. no começo de uma semana nova, eu coloco um quadrinho com o que precisa ser feito nos próximos sete dias e distribuo nesse período conforme os prazos e a disponibilidade. já adianto que funcionou muito bem e eu vou continuar assim.

2.eu monto os dias com antecedência

esse novo método tinha uma pegadinha: eu podia muito bem escrever lá as minhas tarefas pra semana, não olhar e continuar montando os dias conforme eles chegavam. no fim, não ia mudar nada. por isso, agora eu adotei o hábito de montar a semana com antecedência. já deixo os dias com um número de linhas pré-determinado e já meio que distribuo as tarefas e compromissos antes. isso me ajudou DEMAIS a tirar aquelas tarefas do quadrinho semanal e, de fato, organizar os meus dias pra colocá-las entre as tarefas do dia a dia. daí eu dependo só da minha vontade de procrastinar pra cumprir ou não o que tá escrito ali (mas isso é assunto pra outro post).

bullet journal setembro

3.eu levo a sério o que eu escrevo

não que eu não levasse antes, mas essa coisa de deixar algumas tarefas pré-determinadas me colocou num lugar de ‘ou eu levo isso a sério e cumpro o que eu escrevi ou sigo empurrando com a barriga e me sentindo mal comigo mesma‘. como o bujo é uma ferramenta pra ajudar e não pra atrapalhar, eu tomei uma decisão muito honesta de levar a sério o que eu coloquei ali. se tá escrito pra mandar o email X no dia Y, eu mando. se é pra terminar de ler o livro no dia Z, eu termino. é óbvio que tem toda uma questão de flexibilidade e saber lidar com as coisas que aparecem ‘de repente‘, mas é um compromisso que eu assumi comigo mesma, sabe? e ficou fácil assim porque eu fui muito lembrada do meu propósito,e tudo o que eu tô colocando ali tem a ver com isso também. daí, pronto! funciona ♥.

ah, pra ajudar a entender tudo direitinho eu até gravei um videozinho, olha:

basicamente, é isso! nada elaborado demais, só alguns ajustes pra coisa ficar mais fluída e gostosinha de fazer. sigo fazendo anotações mil nas margens e no meio do caminho (só que agora elas ficam entre as semas e não entre os dias) e esquecendo de colocar os números das páginas no índice (alguém me ajuda, pelo amor!).

me conta o que tem de diferente no seu bujo?

porque ser organizada é tão legal

ser organizada

você provavelmente não sabia disso, mas o BEDA desse ano tem um tema: amor. não sabia porque eu esqueci de fazer o post explicando e só comecei as postagens sem essa ~informação importante~. na real, eu comecei a me organizar para o BEDA e parei no meio do caminho. daí o mês aconteceu, eu tive mil trabalhos e tarefas pra fazer e… corta a cena, eu tô escrevendo um post sobre o porquê ser organizada é legal.

parece contraditório, mas é verdade. com o bullet journal, a minha vida melhorou 200% porque eu consegui acertar uma rotina que funcionava para mim e ficar a par das entregas e trabalhos que tinha para fazer. ou seja: sucesso. ao mesmo tempo, eu ainda tenho um lugar que gosta de se sentir meio enrolada, meio cheia de coisa para fazer, meio ‘meu Deus, vou ter que trabalhar no sábado de novo‘, meio ‘tem mais de dois anos que eu não tiro férias, nem sei mais o que é isso‘. parece legal, sabe? pensar nisso o tempo inteiro. fazer post de madrugada, tirar foto aos 45 do segundo tempo, antes de sair de casa pra reunião que não tava marcada e ‘eita, vou ter que trabalhar até mais tarde hoje de novo porque me enrolei, procrastinei e não fiz o que eu tinha que fazer e poderia ter adiantado antes‘.

pois é. eu também cansei só de ler isso tudo que escrevi.

o que incomoda não é o meu bujo ficar meio incompleto ou eu deixar de fazer um post. é a bagunça mental que fica na minha cabeça. esse monte de ideias e coisas e assuntos que ficam rodando dia sim dia também e que eu não tiro dali. é quando fica ainda mais claro que eu esqueci o meu propósito, o porquê eu faço as coisas – eu me deixo levar por essas vozes infinitas, meio contraditórias e altamente cínicas e não entrego o que eu tenho pra entregar. daí eu termino o dia sentindo que não fiz nada direito, ainda tenho mil coisas pra fazer e, minha nossa, o dia amanhã vai ser muito corrido. será que vai mesmo? ou será que eu vou continuar no mesmo carrossel esperando um resultado diferente?

ser organizada não é ser perfeccionista, muito menos metódica ou neurótica. é saber o que precisa ser feito (e quando e onde) pra tudo sair da melhor maneira possível, sabe? é eu conseguir ficar tranquila pra fazer as coisas tranquila e aproveitar os momentos como eles merecem ser aproveitados, e não passando o fim de semana culpada porque saí com alguém quando deveria ter ficado em casa trabalhando (ou o contrário). é descansar e descansar de verdade – e não deitar na cama pra ver dorama enquanto eu penso nos prazos e no que deveria estar fazendo. é tirar essa bagunça mental da frente, sabe?

ser organizada 2

o bujo não tem que ser mais uma cobrança na sua (na minha, na nossa) cabeça, tem que ser um facilitador. mas esse facilitador só funciona se a gente quiser mesmo. se não eu tô lá montando trackers e fazendo as listinhas do dia e ainda terminando o dia com a sensação de que a vida tá uma bagunça.

a vida vai muito bem, obrigado, é a minha cabeça que fica inventando história e não colocando na prática o que eu falo sempre aqui. que não coloca na vivência o que eu estudo e leio e explico. não é ficar mais ansiosa do que eu já me sinto, mas tirar essa ansiedade do caminho.

é tipo um projeto de boicote, sabe? eu fico adiando e me distraindo com coisas que eu acho mais importantes do que as minhas tarefas pra me sentir mal depois – ‘olha só como eu faço tudo correndo e nada fica do jeito que eu quero‘. eu falo mal de mim, entende?

e a gente já sabe como eu tô cansada disso (e você deve estar também). ser organizada, saber o que eu preciso fazer, otimizar o processo, colocar presença, vida, é uma forma de eu não falar mal de mim. é entrar no fluxo e não fica travando a cada cinco segundos porque MEU DEUS, EU VI UM TUÍTE OUTRO DIA QUE EU PRECISO LER DE NOVO (o cachorrinho de UP me representa sempre).

e tudo bem se um dia ou outro eu estiver mais a fim de ver vídeos de gatinho no Youtube do que trabalhar. a questão é não usar isso para falar mal de mim tanto quanto o tal ser organizada. tanto quanto eu uso agora. é fazer tudo com o coração levinho, com a mente sã, com foco e propósito. assim até assistir um MV de kpop fica legal.

a organização tem que ser só mais uma ferramenta pra me ajudar a cumprir a função, pra alcançar a meta, pra ajudar você a ficar bem (porque assim eu fico também, sabe?). pensando assim, a vontade de organizar tudo outra vez e colocar mais carinho em cada página do bujo ou em cada texto que eu escrevo cresce exponencialmente. e é isso mesmo que vou fazer.

repensei a forma que eu monto o bullet journal e vou começar a colocar em prática em setembro. também repensei a minha rotina e quero ficar mais atenta aos movimentos dessa minha cabecinha insana, pra ver onde ela vai e como colocar ela no foco de novo. e aí a gente vai se adaptando e recalculando a rota e o nervoso passa e a gente consegue fazer tudo com o corpo molinho e gostosinho e cheio de prazer de colocar tanta vida nesse mundão.

você tem alguma dica para organizar o seu bullet journal? me conta nos comentários!

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afinal, o que é um habit tracker?

há um tempo, eu estava conversando com uma amiga sobre bullet journal e ela comentou comigo que não conseguia entender o que era o tal habit tracker. para mim, que uso o bujo há quase dois anos, parecia óbvio, e eu nunca pensei muito em explicar sobre ele aqui. mas ela me lembrou que só porque eu sei o que é um habit tracker, não significa que todo mundo saiba.

touché.

então, vamos entender melhor o que é um habit tracker hoje. basicamente, um habit tracker é um sistema para você controlar os seus hábitos. eu acho ‘controlar‘ uma palavra estranha e que não se encaixa muito bem aqui, mas é o mais próximo que eu consegui encontrar em sentido. você usa o seu bullet journal, uma planilha no Excel ou um aplicativo no seu celular para acompanhar hábitos que você gostaria de colocar na sua rotina.

por exemplo: desde que fui ao nutricionista, eu comecei a tomar vários suplementos diferentes (vitaminas, proteína depois dos treinos etc). coloquei ‘suplementos’ e ‘proteína’ no meu habit tracker para saber quando eu estou mesmo fazendo isso e quanto estou esquecendo. na verdade, essa é uma forma apenas de você saber o que está e o que não está fazendo, e quando. o hábito só vai existir se você fizer mesmo.

vamos supor que você quer começar a acordar mais cedo. você pode estabelecer um horário (vamos colocar 06h30) e anotar no seu bullet journal: acordar todos os dias às 06h30. daí você marca ali os dias que isso rolou mesmo e deixa em branco os que não conseguiu. é mais ou menos como aquele sistema de corrente que o Jerry Seinfeld tanto fala: você tenta fazer um hábito todos os dias, sem quebrar a corrente (ou seja, sem pular nenhum) até que ele vire parte da sua rotina, algo que você faz sem pensar.

para isso, é importante saber que hábitos você vai colocar no seu tracker. seja offline ou online, você precisa escolher atividades que quer fazer de verdade e que você se sinta motivada a cumprir. não é produtivo você querer acordar todos os dias às 06h se o seu trabalho exige que você fique acordada até às 02h da manhã com frequência. assim como não vale colocar lá ‘ir na academia todos os dias‘ se você odeia academia. pense em atividades que você quer ter no seu dia e que vão te deixar com aquele quentinho coração, sabe? se você fala francês, mas não tem estudado nada (alô, euzinha toda) pode colocar ali ‘estudar meia hora de francês‘ ou ‘ouvir um podcast em francês por dia‘ para exercitar esse músculo, sabe?

habit tracker

o mais importante não é como você vai acompanhar esse hábito, mas qual hábito você quer acompanhar. no meu habit tracker, além de coisas como o blog e quando eu posto no Instagram, também coloquei uma linha para leitura e outra para uber. no primeiro caso, eu comecei um clube do livro e queria acompanhar melhor quando estava separando tempo para ler e quando não estava. no segundo, eu abusei da cota de uber mensal (e minha fatura estava um absurdo) e achei melhor colocar ali uma linha para saber quando eu estava usando esse serviço. foi um jeito também de eu lembrar de colocar mais exercícios no meu dia a dia.

o que eu percebi é que quanto mais específico o hábito, melhor. isso é algo que vou incorporar no meu habit tracker do mês que vem. só colocar ‘ler‘ é muito vago. criar um hábito tem tudo a ver com frequência, periodicidade, então é mais produtivo eu escrever ‘ler 15 minutos antes de dormir‘ e tentar fazer isso até que vire rotina, entende?

essa é uma ferramenta muito versátil, como tudo no bullet journal. tem gente que usa para anotar o humor e pequenas tarefas que são difíceis para pessoas depressivas, como ‘levantar da cama‘ ou ‘escovar os dentes‘. você pode usar para anotar os dias que não tomou refrigerante, quando não gastou dinheiro, quando meditou… você que escolhe. mas lembre que essas precisam ser tarefas que você quer transformar em hábitos: coisas que fazem parte do seu dia a dia. depois de um tempo, você pode tirar essas linhas do seu tracker e substituí-las por outras coisas. ou você pode continuar acompanhando o que faz diariamente.

o que você precisa pensar, sempre, é em como tornar os seus dias melhores para você (e não para o que as pessoas acham que é melhor pra você). o bujo é uma terapia e não uma cobrança. é um jeito de você se organizar e saber como usar melhor o seu tempo em nome da sua missão, sabe? não vale criar um tracker para se cobrar todos os dias de coisas que você deveria ter feito e não fez. precisa combinar com o que você quer para você e quais as suas necessidades diárias, ok?

ah, uma dica de ouro: na hora de pensar em novos hábitos, lembre-se de escolher um ou dois no máximo para mudar. de preferência, hábitos que não briguem entre si. você precisa conseguir se concentrar nesse novo hábito para torná-lo parte da sua rotina e de nada adianta você querer acordar cedo todos os dias e ir para a academia logo cedo se ainda não tem nenhum dos dois hábitos firmados, entende?

algumas ideias do que você pode colocar no seu habit tracker:

  • hora de acordar;
  • hora de dormir;
  • se você tomou os seus 2 litros de água;
  • se você postou no blog;
  • se leu um capítulo de algum livro;
  • se estudou para uma prova ou curso que você faz;
  • se você fez hidratação no cabelo / máscara no rosto;
  • se você fez a cama;
  • se você comeu fora;
  • se  você usou uber / cabify / táxi;
  • se você tomou café;
  • se foi para a academia / fez uma atividade física que gosta;
  • se você comeu fast food.

e aqui tem um mural incrível com um monte de inspiração para o seu bullet journal que eu criei lá no Pinterest, ó:

você usa o habit tracker no seu bujo? me conta o que você anota nele? 

como eu monto o meu bullet journal

há algumas semanas (meses? anos? nem lembro mais!) eu mostrei um passo a passo para fazer o bullet journal e como eu montava o meu – tinham fotos detalhadas e tudo mais. no último final de semana eu sai enlouquecida por são paulo atrás de um caderno novo (quem viu meu drama no Twitter?) porque percebi que o antigo não teria páginas o suficiente para o mês.

então, decidi registrar em vídeo todo esse processo de ‘montagem’ de um novo bujo. mais ou menos como o plan with me que eu fiz no começo do ano, mas mais longo (deu 7 minutos de vídeo dessa vez!) e com mais coisinhas. algumas considerações importantes:

  1. eu deixei as páginas em branco, só ‘montadas’ mesmo porque tinham informações pessoais que eu não ia registrar em vídeo , né? preenchi tudo depois ♥;
  2. vocês vão perceber que eu vou e volto muito nas páginas, mas eu vou completando as coisas conforme acho ‘mais fácil’: primeiro faço os títulos, depois volto para fazer as legendas e assim vai;
  3. as canetas que eu usei estão na descrição do vídeo, mas você podem saber mais sobre elas clicando nesse link;
  4. prometo que da próxima vez coloco menos baderna na mesa pra ficar mais fácil de ver o que importa!

e, aqui em baixo, a lista de collections que eu montei:

  1. index;
  2. dados;
  3. senhas;
  4. legenda;
  5. leituras;
  6. tv e cinema;
  7. future log;
  8. calendário junho;
  9. metas, tarefas e tracker de junho;
  10. desancorando (ou: coisas do blog);
  11. finanças de junho;
  12. pautas a fazer para o trabalho;
  13. memórias;
  14. daily log de junho.

é isso! se você quiser se inscrever no canal, pode clicar no botãozinho aí em baixo, pra acompanhar mais vídeos que eu postar por lá! ah, e se você tiver alguma dúvida, é só deixar nos comentários, tá bom?

 

me diz o que você acha desse tipo de vídeo?