Diário #13 – A lei da atração

Engraçado que quando você ouve falar de alguma coisa – qualquer coisa – ela parece te perseguir o resto do dia, da semana ou do mês. Tipo quando você quer comprar um carro, um Uno, digamos, e vê um de cada cor em cada esquina da cidade.

Tem sido assim comigo em relação à lei da atração. Enrolei muito para ver o filme The Secret (para quem quiser, tem no Netflix!), mas quando assisti foi como um tapa na cara. Claro que com a depressão é muito complicado mudar uma forma de pensamento de um dia para o outro (é difícil até para quem não está em depressão!), mas aquilo me impactou de uma forma que enquanto assistia já colocava em prática.

Imaginem vocês que eu estava louca por um doce enquanto via o filme. E toda vez que eles falavam ‘lei da atração’ me vinha na cabeça a vontade de comer um doce, cheguei até a visualizar um brigadeiro. E qual foi a minha surpresa ao ver minha mãe chegando no quarto com um potinho de brigadeiro de colher? Quase tive uma síncope. E antes que vocês digam que estou dando um exemplo surreal, aconteceu DE VERDADE. Eu tomei um baita susto.

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E isso me fez pensar que, poxa, se deu certo com um simples brigadeiro, imagina com o resto das coisas na minha vida? Verdade, não acredito que você tem que simplesmente esperar as coisas acontecerem sozinhas, se você não se mexer de alguma forma, nada acontece!, mas fez muito sentido para mim a ideia de que pedir o que você quer para o universo vai, sim, te mostrar o caminho para como chegar lá.

A lei da atração funciona mais ou menos assim: a ideia é que o Universo é um grande cardápio, você pede o que você quiser e ele te dá. Mais simples só fazendo pedido no McDonald’s. Claro, você precisa acreditar – e muito – no que você está pedindo. E todos os dias mentalizar o que você quer. Além disso, você precisa ser grato por aquilo que você já tem, controlar os seus sentimentos bons em relação ao que você já possui e ao que você deseja.

O brilhante dessa ideia é que é muito simples. A gente passa tanto tempo fritando sobre o que não tem, no que o outro tem, no que falta, que esquece de sentir uma gratidão verdadeira por aquilo que a gente já possui – família, saúde, trabalho, amigos, casa, etc. É uma onda de energia negativa que jogamos para o mundo e que, consequentemente, atraímos de volta. Lei da atração: o que você pensa, o que você deseja para o mundo, volta para você. Pode até ser entendido um pouco como karma.

É um trabalho diário, de hora em hora, de minuto em minuto. É incrível a facilidade com que os pensamentos negativos invadem a mente da gente, mas é possível reverter a situação. Basta querer, de verdade, e acreditar, de verdade também!

A quem se interessou, recomendo assistir ao filme e voltar aqui para discutirmos o que ele diz! Ou tentar praticar desde já! :)

3 filmes para repensar a vida

Eu ando nessa vibe de ler e ver só coisas que me inspiram de alguma forma, que me façam pensar ou repensar a minha vida (mais do que eu já estou fazendo normalmente!), e os filmes me ajudam muito com isso. Sou dessas que vê um filme três vezes seguidas se ele me tocou de alguma maneira ou se tem uma mensagem com a qual eu me identifico demais.

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Com essa ideia em mente, pensei em três filmes que eu gosto muito e que sempre, SEMPRE, me fazem pensar na vida e na forma como eu tenho levado a minha.

filmes-para-pensar-1Descobri esse filme meio sem querer, por pesquisas na internet, e revejo de tempos em tempos por um motivo muito simples: é lindo. O longa conta a história de Tim, um jovem que descobre que pode viajar no tempo e tenta usar os seus ‘poderes‘ para encontrar um namorada. Nessa, ele conhece a Mary, o amor da sua vida, e entre voltar no tempo para fazer o possível para conhecê-la de verdade e começar o trabalho em Londres, na Inglaterra, ele recebe uma lição muito importante do pai: viver cada dia duas vezes; uma da maneira normal, como todo mundo, e a segunda tentando prestar atenção nos pequenos detalhes. O mais bonito é quando ele percebe que talvez não precise desse poder para ser feliz. É lindo demais, e eu recomendo.

filmes-para-pensar-2Se você conseguir assistir esse filme sem se debulhar em lágrimas, você é uma verdadeira guerreira. Mas o motivo pelo qual eu amo esse longa (e o livro, diga-se de passagem), é porque ele mostra muito bem que mesmo frente à morte, a gente não pode ter medo de se entregar para o amor. De amar e ser amado, de ter experiências diferentes na vida, de enfrentar o medo. Quer lição mais bonita que essa?

filmes-para-pensar-3Falando em medo, A Vida Secreta de Walter Mitty é um filme muito subestimado, na minha opinião. Não sou fã do Ben Stiller, mas adoro ele nesse filme e adoro o personagem dele, o Walter. Até onde você iria para salvar o seu emprego? E para impressionar uma pessoa que você gosta? E os dois? O Walter é o tipo de pessoa controladora e comedida que fez tudo ‘certinho‘ na vida, controla os gastos, cuida da mãe e tenta lidar com a irmã meio porra louca. Ele sempre fez tudo nos conformes, até que o trabalho que ele tem há décadas é ameaçado, e entre perder o pouco que tem, ele prefere arriscar absolutamente tudo para viver uma verdadeira aventura e conseguir o que precisa. Enfrentar medos? Sim, ele enfrentou todos. E sobreviveu para contar a história.

Vocês já viram alguns desses filmes? Confesso que já vi os três tantas vezes que até sei algumas das falas de cor. Se vocês ainda não viram, vejam e depois venham me contar o que acham, sim?

Sobre Victoria Beckham e o poder da mudança

Vou contar uma coisa para vocês: eu sempre fui muito, MUITO, fã de Spice Girls. Sabia todas as músicas de cor, as coreografias, e meu maior sonho de vida era ser Baby Spice. Mas, depois de um tempo, deixei de acompanhar um pouco a vida das cantoras, principalmente porque entrei numa fase punk rock muito forte que não permitia esse tipo de música no meu discman.

Por isso, qual foi a minha surpresa ao descobrir, anos depois, que Victoria Beckham, a Posh Spice, se tornou um grande nome no mundo da moda? Para mim, esse tipo de mudança era impossível, onde estava a mulher das coreografias ensaiadas?

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Mudou, simples assim. Victoria Beckham é uma das pessoas que eu mais admiro ultimamente porque mostrou o poder da mudança, da dedicação e do trabalho duro. Muito marcada pela sua fama como parte de uma girl band nos anos 1990, com uma imagem até que bastante sexualizada, como ela poderia entrar em um ramo conhecido pelo glamour e pelas panelinhas? Aos poucos é claro.

Depois do fim das Spice, Victoria fez alguns trabalhos como modelo, enquanto tentava manter a carreira de cantora, antes de assinar sua primeira parceria no mundo da moda, com a marca Rock & Republic. Depois disso, e contando com a ajuda de muitos contatos que ela fez no mundo fashion ao longo do tempo, ela passou a migrar do entretenimento para a moda de alto luxo, sendo conhecida, pouco a pouco, como uma das mulheres mais elegantes do mundo atual.

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Victoria lançou sua marca homônima em 2008, tendo antes lançado uma linha de jeans e um perfume sob o seu nome. Como parte do sucesso e do seu trabalho duro, Victoria foi chamada para fazer uma série de campanhas de moda e desfilar para mais algumas marcas, antes de deixar o lado modelo um pouco de lado para se dedicar à sua marca. Nem por isso, ela deixou de estampar capas de revistas e ganhar (apesar de eu não gostar desse termo) o título de uma verdadeira it-girl.

Acho muito admirável a forma como a Victoria conseguiu mudar completamente a sua imagem. Tem horas que é difícil pensar na estilista como aquela mulher que cantava Wannabe e Spice Up Your Life. Na minha visão das coisas, acho que a música nunca foi uma paixão dela, mas a moda, sim.

Hoje, confesso que sou apaixonada pelas roupas que a Victoria faz, ainda mais pelas peças da linha Victoria by Victoria Beckham, muito feminina, cheia de vestidos rodados e algumas estampas mais divertidas. Gosto muito das peças dela por conta da vibe mais normcore, simples, minimalistas, normalmente monocromáticas e com um corte impecável.

Peças da coleção de primavera/verão 2015 da linha Victoria Beckham
Peças da coleção de primavera/verão 2015 da linha Victoria Beckham

Mas, principalmente, admiro essa mudança de vida, de imagem, em como ela se encontrou no mundo mesmo quando as pessoas ainda a viam como uma cantora pop ícone de uma década só. Ela, realmente, criou e recriou a própria vida, aproveitando ao máximo as oportunidades que apareceram no caminho. Porque sim, ser uma Spice Girl foi uma verdadeira oportunidade, que ela agarrou com unhas e dentes,

 

Na Web #10

Toda vez que eu percebo que já é domingo, tomo um susto enorme! Gente, como está passando rápido! Minha vida no último mês tomou uma guinada muito grande e eu nem estou percebendo o tempo passar, de tão envolvida que estou com algumas coisas, em especial, o meu trabalho.

Ao mesmo tempo que isso pode ser um pouco ruim (gente, não paro de trabalhar um diazinho sequer!) é bom porque na fase em que eu estou, eu preciso ocupar a cabeça o máximo possível. mente vazia, oficina do diabo, já dizia minha avó.

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Mas, sem mais delongas, vamos aos links desta semana!

1. Como a minha relação  com a moda afeta a minha felicidade

2. Queria me costurar no mundo

3. 5 Sinais de que você precisa recalcular a sua rota

4. Como buscar pelo sucesso na sua vida profissional

5. Divagações: Sobre a importância de transmitir boas energias

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Na Web #09

Êee! De volta com o Na Web, depois de uma semana de contemplação (vulgo, trabalhei demais e não conseguia nem dormir direito). Vou tentar voltar com a programação normal do blog essa semana. Confesso que depois do post em que falei sobre a minha depressão, reencontrei a vontade de blogar (tava meio difícil, verdade…).

Como foi a semana de vocês? A minha passou beeeeeem devagarinho e foi bem trabalhosa (o que não necessariamente é algo ruim!). Mas nem acredito que já é domingo DE NOVO e amanhã começa tudo outra vez. Ufi!

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Mas vamos aos links de hoje!

1. É preciso ir embora

2. Viva as pequenas bênçãos

3. Precisamos falar sobre ’50 Tons de Cinza’ (e sexo)

4. E o medo de correr atrás dos nossos sonhos?

5. Uma questão de perspectiva

6. Anitta e a grande lição do seu vestido Versace para a Riachuelo

Curtiram? Se tiverem alguma sugestão, deixem nos comentários!