o maravilhoso poder do encorajamento

encorajamento

outro dia eu tava conversando com as meninas do trabalho sobre como é importante a gente valorizar o trampo dos outros. eu já percebi que o mundo inteiro funciona numa grande falha de comunicação – ninguém entende ninguém, ninguém escuta ninguém, e todo mundo acha que precisa se garantir de alguma forma -, e mesmo dentro de uma empresa que trabalha com comunicação, a gente tem uma grande dificuldade em ouvir, falar e encorajar uns aos outros.

ultimamente eu tenho percebido na internet esse movimento das pessoas se apoiarem mais (eu até usei o Twitter pra isso, lembra?) e acho que nunca quis tanto levantar uma bandeira. esqueça os movimentos sociais, a briga pela política, o que quer que seja: eu sinto que antes de qualquer coisa, a gente precisa aprender que o mundo não é uma grande competição e que a linha de chegada que a gente imagina todos os dias não existe.

é tão comum, sabe? a gente se comparar com a pessoa do lado, achar sempre que a grama do vizinho é mais verde que a nossa – e, de fato, com a internet fica fácil a gente acreditar que é isso mesmo, que tá todo mundo vivendo uma vida perfeita e maravilhosa (alô, farsa do Instagram!) e só a gente sofre. a gente acha que todo mundo tem tudo e a gente não tem nada. mesmo quando a gente tem tudo, consegue encontrar alguma coisa que tá faltando e que o outro parece ter. se não é dinheiro, é amor. se não é amor, é dinheiro. se não é nenhum desses dois, é fama. se não é fama, é beleza. e assim por diante, num eterno correr atrás da sobrevivência.

a pergunta que me apareceu na cabeça desde então é: o que é sucesso, afinal de contas? é ser melhor que os outros? é ter tudo o que você sempre sonhou? muito dinheiro no banco? uma casa própria? uma carreira estável? tudo isso parece tão pequeno comparado ao que eu quero pra mim… a resposta que eu cheguei, no fim das contas, foi muito simples: eu quero que as pessoas sejam felizes. isso é ser bem-sucedida. felicidade. não só minha, mas de todos.

poxa, mas isso é meio utópico, né? como é que todo mundo vai ser feliz ao mesmo tempo?‘. calma, pequeno gafanhoto. loucura é a gente achar que ter dias tristes é normal. todo mundo vai ser feliz, porque todo mundo merece ser feliz. se eu não consigo ajudar com a felicidade do mundo inteiro inteiro, que eu comece com as pessoas que me cercam. e qual a melhor forma de fazer isso do que encorajando essas pessoas a serem quem elas são?

eu lembro de uma época em que 90% dos pensamentos que passavam na minha cabeça eram de comparação. eu sou menos bonita que fulana, menos legal que ciclana, menos popular que beltrana. o tempo inteiro eu pensava em como as pessoas eram melhores do que eu, mais capazes do que eu, mais importantes do que eu. eu me sentia pequena, inútil. me sentia tão insignificante.

abrir esse blog foi um pedido de ajuda e um desabafo ao mesmo tempo. eu tava cansada de me comprar tanto e só queria me conectar com alguém. queria que alguém lesse o que eu escrevesse e pensasse ‘meu Deus, eu também me sinto assim! vamos nos ajudar a sair dessa‘. e aí o propósito do blog mudou, porque eu descobri a saída. e busco por ela todos os dias, é a minha meta. quando isso ficou claro na minha mente, você aí do outro lado percebeu e a gente começou a se ajudar – e aí você passou a me encorajar todos os dias a continuar com esse trabalho. é como eu comentei uma vez: eu deixei de fazer o blog por mim, pra fazer por você e pra você. só isso me motiva a escrever posts de sábado à noite, a fazer jornada tripla e pensar com tanto carinho em cada foto que eu posto no Instagram.

e isso me deixa tão inspirada, sabe? tão inspirada e tão grande. eu fico gigante. o seu encorajamento me deixa gigante. me lembra de mim. e isso só me mostrou como o meu encorajamento pode fazer a mesma coisa por outras pessoas. e sabe aquela dificuldade que eu comentei certa vez, de falar o quanto as pessoas são legais e o quanto eu curto o trabalho delas? sumiu.

sumiu porque eu entendi o quanto ficar buscando por elogios o tempo inteiro é cansativo – e mesmo que eles venham, você não sente que são verdadeiros ou que são pra você. mas quando é um encorajamento real, quando você se conecta com alguém que fez uma coisa incrível e você fala e comenta e ajuda a divulgar… nossa senhora, você cresce junto com essa pessoa e aí vocês duas ficam do tamanho do mundo inteiro. e aí a gente vai se ajudando, se dando as mãos e, meu Deus, onde é que a gente vai chegar com tudo isso, né?

não dá um comichão? num dá vontade de sair por aí mandando mensagens pras pessoas que você admira, chamando elas pra tomar um café pra entender como elas pensam, quem elas são de verdade? num dá vontade de pegar cada um daqueles links incríveis que você salvou numa pasta na sua barra de favoritos e sair divulgando por aí?

ai, essa nossa mania de achar que só pode divulgar o próprio trabalho porque o resto é competição é tão antigo, né? eu já pensei assim. e o nome disso é medo. medo de conseguir provar de alguma forma que eu era tão horrível quanto eu sempre imaginei e que seria excluída da sociedade por causa de toda essa minha falta de duroneza, como diria minha amiga Shonda.

suck it up, miga. o mundo não gira ao seu redor. você é incrível. a amiga do lado também. a que vive no outro canto do mundo também. e estamos todos atrás da mesma coisa: ser feliz. então, por que a gente não se ajuda, né?

por isso, só pra lembrar, algunas regrinhas de ouro pra encorajar as pessoas que você ama:

  1. faça críticas construtivas (e sempre com carinho)
  2. comente se você acha que tem algo legal a dizer (#sdv não encoraja ninguém)
  3. compartilhe um link maravilhoso (joga no Twitter, no Facebook)
  4. manda uma mensagem pro autor (taí um medo que eu superei esse ano)

no meio disso tudo, acho que o aprendizado mais preciso que eu tive – e que é super relacionado com isso – é não peça amor, entregue. eu me comparava e buscava elogios porque não me sentia amada. hoje sei o quanto eu recebo de amor o tempo inteiro e sei que preciso devolver isso pro mundo pra ele lembrar do amor também. encorajar as pessoas é só um dos jeitos em que eu percebi que isso é possível. ♥

em tempo, fica aqui o link do post incrível da miga Nicas, que falou sobre esse assunto maravilhosamente bem também.

me conta: como você encorajaria alguém que admira?

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ser jornalista é uma declaração de amor

jornalismo é uma declaração de amor

lá em maio eu participei de um evento de comunicação, inovação e tecnologia, o festival Path. foi um fim de semana incrível cheio de palestras maravilhosas (incluindo uma com a Jess e a Ari do Indiretas do Bem), mas a que me deixou mais encantada foi uma palestra chamada ‘o futuro do jornalismo é mais humano‘, em que o Denis Burgierman (ex-diretor de redação da Superinteressante e que agora tá no Nexo) e a Juliana Wallauer, do Mamilos, eram os convidados. eu juro que eu saí do painel com muito orgulho de ser jornalista.

tem quem diga que a minha profissão está morrendo – já até me falaram diretamente que eu serei substituída por um computador (alô, sensibilidade), mas eu confesso que nunca dei muita bola pra esses cavaleiros do apocalipse, por mais que as notícias de passaralhos (as demissões em massa) também me deixem com o coração apertadinho. eu sempre acreditei que estava fazendo algo importante – mesmo nos dias que só escrevia sobre o que as celebridades estavam fazendo por aí – e isso não mudou só porque, na teoria, o mercado de mídia está caindo aos pedaços.

na palestra com o Denis e a Juliana, eu fiquei maravilhada porque eles me deram uma esperança. querendo ou não, as pessoas sempre vão precisar do jornalismo. é uma profissão que leva pra todo mundo o que tá acontecendo de verdade por aí. por mais que as redes sociais façam isso muito bem, a gente ainda precisa de um editor para aprofundar e juntar todos os detalhes num lugar só, a gente precisa dele pra editar.

o problema é que, como a vida no mundo, o jornalismo representa exatamente o que as pessoa estão passando. e todo mundo perdeu a confiança. no jornalismo, no governo, nos outros. em si mesmo. isso é o que me deixa mais de coração partido. por um tempo, eu também deixei de confiar, e reaprender é um treino diário. não tem como virar essa chave de uma hora pra outra.

quando a gente se sente tão desesperançado, quando tudo parece tão errado, como é possível ter esperança de que as coisas vão melhorar? é bem impossível, né? mas, na real, não é não. o Denis disse, naquele sábado gelado de maio, que o sistema de imprensa como a  gente conhece hoje não funciona mais – e eu concordo. acho que a internet ainda é vista como um problema e tem muita empresa grande por aí que não soube desapegar do passado para entrar na nova era. e eu acho meio prepotente da nossa parte tentar adivinhar como vão ser as coisas daqui pra frente – eu não sei mesmo, vou ter que esperar elas acontecerem pra descobrir.

a Juliana parecia mais otimista (lembro muito bem que o Denis já chegou falando ‘eu não tenho ideia se o jornalismo tem futuro, nem se ele é mais humano‘), e trouxe um segundo ponto que eu achei o mais incrível de todos: o que o jornalismo (e o mundo, na verdade) precisa é de interesse. a gente tem que ter mais interesse no que tá rolando ao invés de só querer apontar o culpado de um lado ou de outro. todo mundo quer brigar no Facebook, mas ninguém quer entender como a outra pessoa pensa e porque ela pensa o que pensa.

isso bateu bem fundo no meu coraçãozinho jornalista. é isso mesmo. ninguém quer entender porque as pessoas pensam como pensam e porque o sistema todo tá do jeito que tá. todo mundo só quer achar um culpado, só quer encontrar um motivo pra brigar. e nesse meio tempo fica todo mundo correndo atrás do rabo sem saber pra onde correr, porque a sensação é que a coisa piora a cada dia.

quando eu escolhi ser jornalista eu lembro que fiz essa escolha porque queria mudar o mundo. hoje eu ainda quero – na verdade, hoje eu sei que vou -, e percebi que as palavras são a minha principal ferramenta para isso. é a forma que eu me comunico com você todos os dias, sabe? através dos meus textos, eu consigo colocar um pouquinho da minha meta em cada palavra e você sente um gostosinho no coração sempre que lê. o pulo do gato (sempre amei essa expressão) pra mim é conseguir fazer isso em todos os textos – os do blog, os que são pra trabalho, os que vão para as redes sociais…

cada dia mais eu sinto que consigo fazer isso, que uno um pouco do que o Denis falou com o que a Juliana defendeu tão fortemente, e ajudo a mudar o mundo, um texto por vez. o jornalismo me permite entrar em contato com um montão de gente todos os dias – as pessoas incríveis com quem eu trabalho, quem lê o que eu escrevo, as pessoas que eu entrevisto – e é uma rede de interesse que aumenta todos os dias.

ser jornalista é uma declaração de amor porque num momento em que todo mundo desistiu de acreditar nas palavras, eu prefiro continuar acreditando – já dizia Desmond Doss:

‘Com o mundo tão dedicado em se destruir por completo, não parece algo tão ruim eu querer colar algumas partes de volta no lugar’

(aliás, se você não assistiu Até o Último Homem, faça o favor de assistir nesse exato instante – eu espero você voltar)

com tanta informação falsa por aí, tanta notícia ruim, tanta notícia tendenciosa, qual o problema em querer colocar um pouco mais de amor nas informações que a gente precisa ter? qual o problema em querer se interessar pelos outros pra entender de verdade o que eles estão pensando, o que estão sentindo?

é, jornalismo é um exercício de interesse: de querer entender o outro ao invés de julgá-lo, de observar e analisar ao invés de sair por aí dando opiniões como se fossem balas juquinha (amo bala juquinha, gente) é repassar a verdade dos fatos e fazer quem tá do outro lado pensar e questionar a realidade em que vive.

pode ser uma visão meio ultra otimista – e até meio Pollyanna – das coisas, mas eu amo muito a minha profissão e gosto de acreditar que ela tem um propósito. amo passar horas escrevendo, amo correr atrás de fonte, amo cobrir evento louco, amo usar as palavras escritas para me comunicar com as pessoas. amo, amo, amo, amo. vai ver é por isso que pra mim não existe crise, não existe tempo feio, só existe o arquivo do Word aberto e o cursor piscando, esperando eu encontre as melhores palavras pra você lembrar um pouquinho de quem é.

e aí tanto faz se eu tô falando de moda, de política, de bullet journal ou de armário cápsula. só o que me importa, de verdade, é você terminar de ler o texto com o coração quentinho e a sensação de que entende um pouco mais do que antes a forma como o mundo funciona e como é que você se encaixa nesse contexto.

o jornalismo é ferramenta. o computador é ferramenta. a pauta é ferramenta. é tudo ferramenta pra meta que eu escolhi no meu coração e que cada dia fica mais clara. o jornalismo tá em crise? puxa, depende. o que você considera como ‘crise‘? se for falta de propósito, talvez você tenha razão. mas, nesse caso, eu sei que tá tudo bem comigo, porque o meu propósito vai muito bem, obrigado.

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5 dicas para desapegar das roupas que você não ama mais

desapegar das roupas

desapegar das roupas nunca foi um problema pra mim. pelo contrário, eu sempre tive bastante facilidade em tirar do armário aquilo que não queria mais. o moletom do meu ex-namorado que eu usava pra ficar em casa. aquela blusa tie-dye rosa que minha mãe me deu quando eu tinha 15 anos. o meu vestido de formatura da faculdade. tchau, goodbye, adiós, à bientot. nem pensava duas vezes.

quando comentei que a parte mais fácil do processo de refazer o guarda-roupa era limpar o armário, eu falei sério. para mim, o problema nunca foi tirar dali o que eu tinha que tirar ou o que eu sentia que não funcionava mais pra mim. o mais difícil, o mais complicado sempre foi conseguir repor o que eu tirava de lá.

sim, eu confesso que ainda tenho algumas camisetas de valor sentimental escondidas em uma gaveta intocável (e intocada) no armário. mas elas também estão com os dias contados. acho que já passou do tempo de eu deixar a camiseta que a minha sala do 3º ano fez pra formatura (beijo, 3H3!) juntando pó só porque eu tenho certeza que ‘um dia‘ ela vai ser usada (mentira, não vai). então, //comofaz pra desapegar como você, Maki? assim, ó:

1.eu estabeleço uma meta

e tudo – eu disse escrevi tudo – o que não faz parte dessa meta, vai embora. é mais ou menos assim: pra esse novo guarda-roupa, eu precisava de peças que me representassem de verdade, e queria muito que cada uma dessas roupas combinassem perfeitamente entre si. assim, tudo o que não entrava nesse âmbito, nessa meta, ia embora. eu nem pensava duas vezes. se não combinasse ou se não estivesse de acordo com a meta… tchau.

2.eu agradeço

cada peça teve o seu propósito na minha história. eu comprei por um motivo, eu achava que combinava comigo por um motivo, eu investi nela por um motivo, eu guardei por um motivo. eu consigo ser grata por cada uma das roupas que eu usei ao longo da vida, porque cada uma delas foi importante nesse meu processo – por mais que muitas vezes eu não tivesse noção nenhuma do que estava fazendo com o meu estilo. não é muito mais legal ficar feliz pelo tanto que você usufruiu de uma coisa ao invés de ficar triste de vê-la indo embora? eu acho que sim! falando nisso…

3.eu penso em quem pode usar aquilo também

toda vez que eu limpei o meu armário, eu separei uma penca de roupas pra vender e outra penca pra doar. é óbvio que, para as duas opções, eu só deixei em cada uma das pilhas as roupas que estavam em bom estado (não vale doar roupa manchada ou rasgada, né?) e sempre me deixou feliz saber que outras pessoas poderiam usufruir do que não me servia mais. um dos lenços que eu mais usei por ANOS foi comprado de uma amiga por R$15 – ela não queria mais e me vendeu. a minha jaqueta jeans preferida eu comprei num brechó, e um dos vestidos do meu armário que mais anda sozinho é um que uma outra amiga me doou também. a gente fica triste em tirar um negócio do armário, mas não pensa no quanto isso pode fazer outra pessoa feliz.

4. eu pratico o armário cápsula

é, não mais daquele jeito super engessado de antes, mas eu ainda mantenho o meu armário bem reduzido. o número de roupas que eu tenho é pequeno, então o desgaste de cada uma delas é maior. eu ainda não consegui fazer a transição completa para só comprar roupas de qualidade maior e de marcas que são independentes e bacanas (tá nos planos) ou só em brechós, mas o fato de eu rever o que tenho no armário com frequência tem me ajudado também nesse processo – e aí vai tudo ficando alinhado ainda mais com a meta.

5.eu me dou tempo para pensar

se tem uma peça de roupa que eu gosto bastante, mas que não uso tem um tempo, eu dou uma segunda chance. eu sigo bem à risca aquela regrinha do ‘se você não usa há 6 meses, então não vai usar mais‘ e também a do ‘se você não sente falta, é porque não precisava pra começo de conversa‘. uso muito essas duas filosofias pra me ajudar a desapegar das roupas porque ela é muito simples e verdadeira: não dá pra insistir num negócio que você gosta, mas não usa. no fim das contas, só vai ficar juntando pó no armário.

 

acho que é isso, viu? paciência é uma virtude mesmo, também pra esses momentos. se eu tô em dúvida, deixo a roupa ali no armário um tempinho, marinando, até que eu olho pra ela e me vem um clique: ‘é, não vai dar certo mesmo, hora de você fazer outra pessoa feliz‘. roupa não é descartável, sabe? tirar do guarda-roupa uma blusa que você amou muito um dia não significa jogá-la fora (a não ser que ela esteja toda estragada, né?), mas sim dar um novo propósito para esse tecido. no fim, eu faço o que preciso pra me sentir bem com as roupas que tenho e com a forma como visto – e tenho me sentido cada vez melhor! ♥

você tem algum segredo pra desapegar de roupas? me conta?

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os perfis que eu amo acompanhar no Instagram

perfis instagram

o Instagram pode ter todos os problemas do mundo (e a gente já conversou um pouco sobre isso nesse post aqui, né?), mas também tem muita coisa legal, muita gente bacana que a gente pode seguir e acompanhar de perto. criando esse post, eu percebi que nunca parei para pensar exatamente em quem eu amo seguir por ali – é tanta gente incrível que às vezes a gente fica meio confusa, né?

eu gosto de ter um feed cheio de coisas inspiradoras e de good vibes, e de treinar aquele olhar diferente, de tentar entender o que cada pessoa pensa quando coloca uma foto numa rede social como o Insta. e dá pra fazer isso sim, e não usar isso como desculpa pra gente ficar se comparando com os outros, mas pra conhecer as outras pessoas e ficar com o coração quentinho, ajudando a criar esse ciclo de carinho, sabe?

então, separei algumas continhas que eu sinto que tem esse papel, e que me inspiram diariamente. olha só:

@mourajo

pode enaltecer a Jo? eu conheci o blog dela desde que ela começou o desafio de ficar um ano sem Zara e usava a página como uma forma de expor o que ela tava sentindo com essa mudança de estilo de vida e aqueles looks incríveis com tudo o que ela já tinha no armário. amo o insta dela porque ela é hiper sincera no que faz, tem um estilo maravilhoso e que é muito uma fonte de inspiração e não tem medo de se mostrar, sabe? ele coloca ali os looks diferentões que usa, expõe os cabelos brancos, mostra o dia que tá tomando água de coco numa praia paradisíaca e quando tá sem maquiagem e com aquela cara de sono pós-fim de semana. amo demais ♥

@melinwonderland

ai, gente. a mel ♥. só tenho amores por ela, sério. é um dos feeds que mais me inspira e eu adoro tudo o que ela posta ali. tem muito carinho envolvido no que ela faz, entende? dá pra sentir em cada clique. e eu acho incrível o quanto ela se dedica às fotos que ela faz. a mel pode não se definir assim, mas ela é uma artista. fora que é fofíssima e eu amo assistir aos stories que ela faz também.

@boho_berry

amantes dos bujos, uni-vos. quem é ~do ramo~ com certeza conhece a Kara. ela é referência quando o assunto é bullet journal e o bujo dela é uma verdadeira obra de arte. tem dias que eu fico pensando o tanto de tempo que ela leva pra montar um dia que seja naquele caderninho, porque é cada desenho lindo que ela faz!

@gbbrbs

A pessoa não pode ver uma parede bonita. 💕 // 📷 @mateusdsss

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a gabi é uma amiga do coração e eu adoro o feed dela. acho tão sincero… tem coisas que ela curte, coisas que ela tá fazendo, coisas que inspiram ela e um monte de outros conteúdos bacanas (fora os looks maravilhosos que ela monta ♥). sou fãzoca mesmo.

@karinebrrt

a Karine é uma fotógrafa muito talentosa e o Instagram dela é cheio de carinho. dá pra perceber em cada foto como ela melhora com o tempo, como ela ama um olhar sincero das pessoas e como ela tem um apreço por cada imagem que faz. sou maluca com as fotos dela e a considero uma das pessoas mais talentosas que eu conheço, #realoficial.

@lulooca

pode ter ilustradora também? pode, sim! adoro as ilustras da lulooca porque são fofíssimas, mega coloridas e tudo com uma carinha de aconchego que eu acho maravilhosa. fora que ela também é a louca do kpop e vive fazendo stories com algumas músicas que eu amo e grupos que acompanho também (a gente até já conversou sobre isso por mensagem lá!).

@rechcamila

Camila é outra pessoa com um feed me faz babar. cada foto é linda, é tudo cheio dela, cheio de personalidade, com looks incríveis que eu uso como referência muitas vezes. fora que ela é divertidíssima e faz uns Stories que eu racho de rir!

@blogdomath

pensa num feed dos sonhos. esse é o Insta do Math. menina, que homem talentoso! ele trabalha com decoração e design e cada foto que ele posta é uma obra de arte. fora que eu sou completamente apaixonada com o cachorrinho dele, o Sushi. coisa mais delícia, gente.

 

tem muita gente bacana que eu sigo, mas essas são algumas das que eu acompanho de pertinho, que eu amo curtir e comentar, com quem eu interajo por lá. são pessoas que tão sempre fazendo de tudo pra criar um conteúdo impecável e que tenha muita entrega, muito de si.

quem você ama acompanhar no Instagram?

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os 3 lugares que eu mais amo em são paulo

eu já falei o quanto amo são paulo por aqui? acho que não, né? mas eu amo demais essa cidade, gente, sem brincadeira. eu nasci e cresci aqui e nada do que você disser vai me fazer mudar de ideia – essa cidade é maravilhosa. como todo lugar do mundo, têm as suas questões, mas eu gosto de acreditar que sempre tive um olhar mais carinhoso com as ruas paulistanas.

eu acho que tem muita coisa incrível por aqui e pretendo (em algum ponto do futuro), fazer um post sobre os meus cantinhos preferidos pra comer, mas, por enquanto, achei melhor pagar a língua e finalmente fazer o texto com os lugares que eu mais amo nessa cidade. confesso que, na hora de sentar para escrever, me surpreendi ao pensar que são poucos, mas que cada um tem um motivo para estar nessa minha lista (e em todos os vídeos de #resumaki, hehe).

1.liberdade

lugares de são paulo liberdade

o tanto que eu amo esse bairro, gente. tô num ponto que vou pra lá um fim de semana sim, outro também. eu tenho um carinho e uma apreciação muito grande pela cultura oriental, e amo visitar os restaurantes típicos e as lojas tradicionais por lá. desde pequena, é um dos lugares que eu mais curto em são paulo, e um bairro que eu visito muito há eras. fosse pra comprar mangás, fosse pra dar uma volta na Ikezaki, eu sempre achava uma desculpa pra ir pra lá.

é o melhor lugar pra comer, sim, senhor, e eu piro nos restaurantes de lámen e de comida coreana. gosto de chegar cedo porque lota demais e os melhores restaurantes sempre ficam com filas imensas se você deixar pra comer mais tarde (tipo, umas 13h). fora que é bom lembrar: muitos dos estabelecimentos por lá abrem meio-dia e fecham entre 14h30 e 15h, pra abrir depois só às 18h,pro jantar.

2.av.paulista

lugares de são paulo av. paulista

eu morei boa parte da minha vida a algumas quadras da paulista. essa avenida sempre foi o meu refúgio, era normal eu sair andando por ali nos dias que não me sentia bem. eu sentava no Starbucks da Campinas com a Santos e passava horas lendo enquanto tomava um chá preto tall e depois ia de ponta à ponta da avenida só observando as pessoas. amo o Conjunto Nacional e a Livraria Cultura (um dos meus lugares preferidos DA VIDA!), as escadarias da Casper e, principalmente, a diversidade: se tem um lugar onde você vai ver de tudo um pouco, esse lugar com certeza é a avenida Paulista.

de domingo então… eu fico maravilhada com o caos criativo que aquele lugar vira. é banda de axé de um lado, roda de samba do outro, uma banda de metal num canto e um grupo de forró na esquina. tem de tudo, mas, principalmente, tem um montão de gente tentando se conectar com alguma coisa verdadeira e procurando motivos pra continuar em frente, sabe? acho que isso sempre foi o que mais me chamou a atenção.

3.as ruas do alto da lapa

lugares de são paulo alto da lapa

quando eu saí da casa da minha mãe, mudei da Paulista pro Alto da Lapa. se você nasce e cresce num mesmo lugar, parece que não existe vida fora dali e foi um treino me abrir pra descobrir um lugar novo. hoje eu sou completamente apaixonada pelas ruas desse bairro, pela calma, pelo verde, pelo gostosinho de andar por aqui todos os dias e descobrir cantinhos gostosos todo fim de semana. eu achava que não conseguiria viver longe do caos da paulista, mas sou mil vezes a tranquilidade daqui hoje em dia. é tão gostosinho, sabe? a gente começa a descobrir a beleza em cada detalhe, e – hey – pode não ter um Starbucks a duas quadras de casa, mas tem uns cafés de bairro que são a coisa mais fofa do mundo e um monte de gente que eu amo morando bem pertinho (ou seja: tenho companhia na distância de uma mensagem de Whatsapp ♥).

é óbvio que são paulo tem muitos outros lugares legais que fogem desses três tão ~genéricos~ (o centro!, a Pinacoteca!, a Estação da Luz!, a Catedral da Sé!), mas esses são pontos que me trazem um quentinho no coração e que eu sempre tenho um prazer genuíno de visitar. dificilmente você vai me ver chateada de ter que ir na Liberdade pela milésima vez no mês ou de passar a tarde andando na Paulista. aliás é fácil você me encontrar em qualquer um desses lugares (faça o favor de me dar um abraço se me vir por aí, hein?), porque eu tô sempre em um dos três ♥

qual o lugar favorito da sua cidade? me conta nos comentários!

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