lembranças do primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

começo de ano tem um negócio, né? tem uma vibe, uma expectativa. tem uns anos que eu não sinto aquele frio na barriga quando chega 31 de dezembro, mas preciso entrar naquela coisa clichezôna de filme de fim de ano ruim que a gente ama e dizer que 2018 já começou muito incrível e cheio de coisas deliciosas.

eu passei o ano novo como os dois últimos: numa festa da Coexiste. a gente sempre faz um esquema de cada um leva um prato e uma bebida, todo mundo se junta, as músicas são sempre incríveis, a gente volta pra casa já de manhãzinha com o coração quentinho, as pernas doendo e a barriga cheia. dessa vez não foi diferente, sabe?

primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

a decoração tava tão linda que eu chorei de emoção (sério). tinham lousas pra gente deixar recadinhos (chorei de novo quando li cada um). tinha muuuuuita comida (inclusive um bolo de banana que eu fiz e ficou mara – já falei que amo bolo de banana?). tocou muita música deliciosa, tinham tapetes fofinhos e almofadas gostosinhas pra gente deitar no chão. eu passei metade do tempo dançando, outra metade cantando e outra metade tendo conversas maravilhosas.

primeiro dia do ano
tô muito apaixonada por essa foto ♥

primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

meu primeiro dia do ano também teve poucas horas de sono, mas muitas abraçadas com as pessoas que eu gosto. teve aula na Coe. teve tapioca de caponata de berinjela. teve sorvete. teve sonequinha da tarde. teve o primeiro filme do ano (Como Treinar Seu Dragão 2, um dos favoritos). teve muito sorriso. teve a certeza de que eu tô no caminho certo.

primeiro dia do ano
Luma fofinha (que dormiu em casa depois da festa)

primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

primeiro dia do ano

o que você fez no primeiro dia do ano?

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projeto detalhes novo

vamos encher o mundo de amor

coração rosa

é, mais um ano começou. dá um frio na barriga, né? por um lado, a gente tem mais trezentos e sessenta e tantos dias pra tentar de novo, pra fazer diferente, pra começar do zero. na verdade, a gente nem precisa de um ano novo pra fazer tudo isso, né? mas a gente gosta de pensar que o bater da meia-noite tem aquela magia que a gente tanto busca (e que, na verdade, tá escondida bem fundo no nosso coração).

eu fiquei pensando que 2018 já começou lindo. já começou me deixando emocionada e com lágrimas nos olhos e aquela vontade de fazer mil novas promessas que talvez eu não cumpra e dizer pra todo mundo o quanto eu amo as pessoas. pensando friamente, talvez seja exatamente isso que eu faça esse ano.

em 2017 eu me compreti com uma única meta e acho que dessa vez não dá pra ser diferente. quando eu postei no Instagram essa foto aqui, com a legenda ‘vamos encher 2018 de amor‘, meu coração cantou de alegria. ‘é isso mesmo, Maki, a gente vai precisar colocar muito amor no mundo nesse ano que tá começando‘.

é ano de eleição. e a gente bem sabe o que acontece quando isso rola. é ano de Copa também, e se 2014 nos ensinou qualquer coisa é que the zoeira never ends, mas que futebol também é motivo de muita briga, de vergonha e cabeça baixa.

e as pessoas tão cansadas, sabe? elas tão cansadas das discussões sobre uma bola que bate ou não numa determinada rede, sobre quem toma decisões por todo mundo, mas usa o dinheiro pra comprar ilhas no litoral da França, tão cansadas de matar um leão por dia e tão cansadas de não se sentirem livres pra serem quem são. você sente isso? esse cansaço generalizado? essa vibe de exaustão? tá todo mundo muito cansado.

e o ano… sim, é um novo ano. são muitas oportunidades de fazer coisas incríveis. mas acho que a gente precisa mudar a prioridade. e acho que a nossa prioridade tem que ser o amor, porque o mundo não vai ser legal com a gente. não é função dele, entende? ele tá aí, fazendo as coisas que faz e distraindo a gente daquela latência no fundo da nossa mente, pedindo pelo amor de Deus que a gente volte pra casa, que lembre de quem é. 2018 tem que ser um ano de relembrança.

‘we’re all traveling through time together, every day of our lives. all we can do is do our best to relish this remarkable ride’ – About Time (2013)

se ano passado eu prometi me abrir pro amor, esse ano eu me comprometo a tornar o amor a minha prioridade. ele vai passar na frente de tudo, vai ser a minha primeira escolha sempre – e, se eu me esquecer, eu vou fechar os olhos e me perguntar de novo porque eu faço tudo isso, porque eu vim parar aqui, e eu sei que a sua voz doce e gostosinha vai soprar no meu ouvido que é pra eu lembrar as pessoas de que ele existe e que só ele salva.

seja gentil. cumprimente as pessoas com um sorriso. dá um beijo antes de sair de casa. abraça, aperta, segura na mão. cuida das pessoas que tão perto de você. pede ajuda. não tem problema nenhum em assumir que não dá pra fazer sozinha, e as pessoas vão ficar felizes em te ajudar. presta atenção, escuta. não digita de cabeça quente. pensa em quem tá lendo o que você vai escrever. lembra das pessoas que você ama quando as coisas ficarem difíceis. tome mais xícaras de chá. diz que ama. diz que ama muito. diz que ama pra sempre. pensa com carinho, sobre si mesma e sobre o outro. larga mão de falar mal, menina. não importa de quem seja. respira fundo. você consegue.

não joga as coisas pelo quarto. cuidado pra não se bater tanto pelas quinas da casa. fica atenta: a raiva que você sente não é normal. não discute, tenta entender. não entende só, perdoa também. sorria sorria sorria. ouve o que seu coração tá te falando. para de pensar tanto no que as outras pessoas acham de você (elas não pensam em você tanto assim). cuida. cuida. cuida.

o mundo vai continuar sendo cruel se a gente deixar. ela vai continuar injusto e cinza e triste e malvado. ele não será piedoso – não é por isso que ele foi criado. mas a gente? ah, a gente tem uma missão grandiosa. maior que o mundo e que o universo inteiros.

a gente é mais do que tudo isso. a gente pode. a gente consegue. juntos somos mais fortes mesmo. o amor vai prevalecer. mas a gente tem que começar de algum lugar. a minha promessa em 2018 é colocar o amor como prioridade. é não me deixar levar pelas mentiras do mundo. é me lembrar de novo e de novo do porquê eu vim pra cá. é ajudar você a lembrar também.

o mundo não é legal. a gente, sim. vamos ser maiores que as discussões no Twitter, as conversas no Facebook. maiores que eleições e Copas do Mundo e viagens pra praia no fim de semana e provas de vestibular. vamos lembrar pras pessoas que dá pra ser feliz, que dá pra cuidar de todo mundo e, principalmente, que a gente tem muito amor pra distribuir por aí, fazendo o que quer que seja. o mundo precisa do nosso amor tanto quanto a gente precisa dele.

em 2018, ame. ame, ame, ame, ame. ame muito. ame todos. ame sem distinção. ame sem limites e sem medidas. sem freios ou bloqueios. com lágrimas de alegria. com abraços de urso e beijos no nariz. ame sem pensar duas vezes. ame nas palavras, nos gestos, nas músicas que você ouve e nos tuítes que escreve. nos doces que come, nas fotos que tira e até nos banhos que toma.

ame. apenas ame. sempre ame. ame.

o ano novo mais louco de todos (ou: quando eu acreditei em magia)

eu sempre fui do tipo que esperava a meia-noite do dia 31 de dezembro com uma certa expectativa. era um recomeço, uma nova chance, uma folha em branco. mais uma oportunidade pra eu fazer diferente, pra tentar de novo, pra dessa vez fazer dar certo. às vezes funcionava. outras não.

mas acho que de todos os Anos Novos que eu já tive, o mais louco com certeza foi o de 2014. esse ano eu comecei em um aeroporto. sozinha. num país que eu não conhecia.

nessa época eu estava morando na França, em uma viagem que eu já contei pra vocês que foi cheia de contradições. eu amei e odiei ao mesmo tempo. eu queria ficar por lá e voltar pra casa. eu queria chorar o mesmo tanto que queria sorrir. perto da virada do ano, as coisas já não estavam lá aquelas maravilhas e eu decidi pegar o voo pra Londres, pra passar o Reveillón com duas amigas, no próprio dia 31 – era mais barato e o transporte na cidade daria conta de me levar até onde eu precisava ir à tempo.

as circunstâncias não foram tão amigáveis assim, e enquanto eu acertava a minha viagem, as minhas amigas decidiram aproveitar a virada vendo os fogos de artifício e numa festa que custava metade do orçamento que eu tinha pros 5 dias que ficaria lá. a gente tentou ver alternativas. eu pegaria um táxi até a balada (e gastaria meu dinheiro todo pra semana). eu iria até o prédio onde a gente tava hospedada e esperaria na portaria até elas voltarem. eu tentaria encontrar com elas no meio da galera durante os fogos. tudo porque, supostamente, não tinha transporte rápido o suficiente para me levar de Heathrow até o centro da cidade antes delas começarem as comemorações.

ainda hoje eu sinto o coração revirar lembrando de receber essa notícia e perceber que, no fim das contas, eu teria que me virar nos 30 e descobrir sozinha o que fazer. eu passei a noite em claro chorando. liguei pra minha mãe (que não atendeu), passei a madrugada falando com um amigo que muito carinhosamente fez o que pode pra me mostrar alternativas. eu senti raiva. muita raiva. eu quis desistir de tudo e voltar pro Brasil.

até que eu decidi… que não ia perder a chance de conhecer Londres só porque as pessoas pareciam não fazer questão da minha companhia (e aí a gente ouve os violinos da vitimização tocando ao fundo, uma sinfonia que me acompanhava 24 horas por dia naquela época). as opções então eram: ou passar o Ano Novo no aeroporto ou no frio de Londres. acho que você já imagina o que eu escolhi, né?

optei pelo aeroporto. fiz as malas. fiz as pazes comigo mesma. sequei as lágrimas e engoli o medo. cheguei com 20 minutos de antecedência porque o piloto também tava com pressa. perguntei. dava pra chegar no centro em uma hora, às 20h. falaram pra eu ‘decidir o que era melhor pra mim‘ (e eu nunca odiei tanto uma frase em toda a minha vida). decidi. ‘vou ficar aqui, encontro vocês às 06h na estação‘.

subi para o lounge e encontrei ali tantas outras pessoas que também esperavam. por voos. pelo transporte. por começar o ano do outro lado do mundo. sentei. abri meu livro e esperei.

meia-noite chegou e eu olhei ao redor esperando algum anuncio, uma música, um mínimo reconhecimento de que alguém sabia a importância daquele momento também. ali do outro lado tinha uma moça fazendo a mesma coisa que eu, com uma garrafinha de Chandon na mão, comprada no mercadinho do terminal, e duas mini-taças. ela me olha com expectativa. eu vou até lá e a gente brinda.

acredite se quiser, essa foi uma das viradas de ano mais incríveis que eu já tive. eu conheci uma britânica que ia trabalhar como professora de inglês no Oriente Médio, mas antes ia passar uns dias com o ex-namorado no México. uma australiana que estava indo para a França encontrar as amigas. um grego que até hoje não descobri pra onde tava indo, mas tava lá fazendo volume na nossa festinha improvisada com Chandon de loja de conveniência e salgadinhos baratos.

a gente falou um monte de besteira e atrapalhou as outras pessoas que queriam algumas horas de sono antes do próximo voo. a gente fez piadas idiotas e brincou que os funcionários tavam armando uma festa clandestina nos bastidores do aeroportou ou num avião estacionado.

mas acho que o principal foi que a gente se fez companhia e topou ficar junto quanto todo mundo se sentia meio sozinho e longe de casa.

a minha memória pode mentir (já aconteceu), mas o que eu lembro de ter deixado o coração quentinho foi isso. a gente acha que tá sozinho mundo, que ninguém tá disposto a olhar duas vezes pra gente, mas talvez a gente mesma não esteja assim tão disposta olhar a em volta e ver que tem, sim, alguém ali do lado esperando pra fazer um brinde de Ano Novo e torcendo pra você engajar numa conversa divertida até a hora de embarcar ou de pegar o trem pra cidade.

e isso, minha amiga, é magia. isso é mágica. a gente sair da nossa cabeça e se abrir pra ter uma experiência boa independente das circunstâncias. confesso que a minha visita à Londres ainda me deixa meio de estômago virado e eu não lembro da cidade com toda a alegria do mundo. mas aquelas horas que eu passei no aeroporto foram preciosas. porque eu não me senti sozinha. eu me dispus a conhecer pessoas novas, a confiar em alguém o suficiente pra chorar e dizer que tava com saudade de casa enquanto a gente comia salgadinho de sal marinho – e ouvir conforto em línguas diferentes, e fazer o mesmo pelos outros.

hoje, eu fico pensando por onde andam essas pessoas e se elas também lembram desse Ano Novo com tanta gratidão quanto eu. no dia seguinte, eu já tava triste de novo, já tava com raiva de novo, mas por algumas poucas horas, entre 31 de dezembro 2013 e 1º de janeiro de 2014, eu me permiti viver outra coisa e criar uma bolha de empatia e good vibes bem no meio do saguão do aeroporto.

se isso não é mágica, pelo menos eu gosto de acreditar que foi um primeiro momento em que eu percebi, de verdade, que já não estava bem, mas que a alegria da qual eu sentia tanta falta ainda estava ali, esperando pra vir à tona. um ano depois disso, eu chorei mais um tanto no meio do caminho, mas aquelas pessoas e aqueles momentos me acompanharam em cada dia de 2014, até a hora que eu decidi que precisava mudar, tirar a tristeza de campo e fazer diferente do que eu tava acostumada todos os dias e não só por algumas horas na virada do ano.

todo o meu amor pra moça do Chandon, pro grego perdido e pra australiana comediante que me fizeram companhia no chão frio de um aeroporto, que, apesar de tudo, me deixou com o coração alegre e me mostrou um fiapo de esperança que eu agarrei com todas as forças.

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52 pontos: o que é e para que serve um log mensal (a.k.a monthly log)

log mensal

tá bom: há algumas semanas a gente começou a conversar um pouquinho melhor sobre como cada parte do diário em tópicos funciona (clica aqui se você ainda não leu os outros posts dessa série maravilhosa!), e hoje – finalmente – começamos a falar de uma das partes mais populares dele.

por mais que o future log seja mega importante para algumas pessoas, para tantas outras ele não funciona – é aquela tal coisa de trabalhar com muitos eventos e prazos longos e nem todo mundo tem um trampo (ou uma vida) que é tão pré-planejada desse jeito. mas o log mensal, ou o monthly log, é o tipo de página que funciona para praticamente todo mundo no planeta (juro!).

se você não sabe o que ele é, exatamente, eu explico: o log mensal é tipo um planejamento do mês. é uma página em que você vai escrever todos os dias do mês e as entregas e eventos que vão acontecer ali. é diferente do future log – a gente não olha tão para frente, mas para o nosso mês e o que tem de importante nos 30 dias seguintes. tipo, se você tem um casamento para acontecer no meio do mês ou se tem que fazer uma apresentação no trabalho no dia 25, você anota ali e isso vai ser importante para o seu log diário mais para frente.

então, é mais ou menos assim: vamos montar um monthly log para o próximo mês. as letras do lado esquerdo indicam os dias da semana, e os números, os dias do mês. fazer nesse esquema de lista é o tradicional, na versão do bullet journal desenvolvida pelo Ryder Carroll, e é esse que eu vou ensinar para você saber o básico, antes de sair por aí arrasando nos calendários feitos a mão (caso eles funcionem para você, claro!):

Janeiro 2018
S 1 – almoço de ano novo na casa da Duds
T 2
Q 3
Q 4
S 5 – amigo secreto (atrasado!) da galera
S 6 – pagar conta de celular
D 7
S 8 – volta ao trabalho!
T 9
Q 10 – pagar o aluguel
Q 11 – jantar de aniversário da Déa
.
.
.

e assim por diante. deu para entender a mecânica, certo? você anota ali todo e qualquer compromisso ou data importante para você, para ter uma visão geral de como está o seu mês e quais são os seus prazos. por um tempo, o log mensal foi o meu melhor amigo, e eu usava muito para saber das minhas entregas de matérias e reuniões externas. eu até costumava postar no Instagram os meus calendários, lembra? agora, depois que rolaram algumas mudanças profissionais, o melhor para mim é montar as minhas semanas – e não pensar no mês – e por isso deixei de usar esse tipo de formato para me organizar semana a semana.

antes de sair por aí vendo milhares de referências no Pinterest e achando que você não tem ‘talento’ para fazer um montlhy log decente, eu aconselho você a começar pelo básico, como eu mostrei ali em cima. pega uma página, coloca os dias do mês identificados junto com o dia da semana, anota as coisas mais importantes que vão acontecer nos próximos 30 (ou 31) dias e pega o hábito de olhar esse calendário todo dia.

quando isso acontecer, você pode começar a buscar um formato que melhor se encaixe ao que você precisa (e lá na minha pastinha de #bujo no Pinterest tem um montão de inspiração). mas não é difícil, certo?

aproveitando que estamos na última semana do mês (e que esse é o último post do #52pontos DO ANO), eu e a Duds pensamos que seria muito legal ajudar você a montar o seu diário em tópicos para 2018 cheio de coisas lindas e inspirações maravilhosas. e ela, que é muito talentosa, criou um pacote de bordas, doodles e títulos de dias da semana para você imprimir, recortar e colar onde quiser! ah, a inspiração veio da cor do ano da Pantone, a ultra-violet, e o tema é o universo, então fica mais legal se você imprimir colorido, viu? (mas nada te impede de imprimir em preto e branco e pintar como você quiser!).

como esse é um pacote especial de fim de ano, um presente nosso pra você, a gente pede só que você ajude a gente divulgar esse trabalho tão incrível trocando o freebie por um tuíte. pode ser? nem é tão difícil assim, vai? é só clicar no link aí embaixo:

CLICA AQUI PARA BAIXAR O SEU FREEBIE FABULOSO

ou nesse botãozinho azul:

ah, e promete pra mim que você vai compartilhar o seu log mensal de janeiro usando a hashtag #meus52 no Instagram? assim a gente consegue ver, curtir e comentar também! vamos nos ajudar a ter um mês maravilhoso, já começando com essa organização super fofinha?

deu para entender como funciona um log mensal?

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chegadas e partidas e um filme para ver no Natal

simplesmente amor

o mais incrível do projeto detalhes desse mês é que eu precisei me desafiar muito para encontrar coisas que eu curto nessa época do ano. foi um pouco estranho perceber que eu não tenho exatamente uma tradição natalina (a não ser comer rabanadas. eu amo rabanadas). mas tem uma coisa que eu gosto muito e que sempre faço, independente da época do ano: rever filmes natalinos. 

acho que o preferido é, e sempre será, Simplesmente Amor. é aquele filme que eu assisto sempre que passa na TV, já sei o discurso de abertura do Hugh Grant de cor e eu amo – amo amo amo amo amo – a ligação que eles fazem entre o amor e os aeroportos.

na verdade, eu tenho um carinho especial por aeroportos (e você vai entender melhor porque na semana que vem), mas é que tem uma vibe, sabe? uma coisa de reencontros. de expectativa. tanto pra conhecer um lugar novo quanto pra encontrar alguém que você não vê tem um tempo. eu observo as pessoas nos portões de desembarque e me dá um quentinho no coração pensar que daqui a pouco vai passar alguém por aquela porta automática que vai fazer outro alguém pular de alegria ou abrir um sorrisão.

eu amo aeroportos.

e amo que esse filme faz uso disso para falar sobre o amor, sabe? eu adoro as histórias que se entrelaçam (mas a do Sam continua sendo a melhor de todas), a cena do Hugh Grant dançando na casa do primeiro ministro (esse cara sou eu) e até o Colin Firth falando um português super enrolado se declarando pra Aurelia (tão fofinho os dois tentando se entender, gente).

simplesmente amor

aliás, apesar de curtir tanto a história do primeiro ministro com a secretária, o meu personagem preferido é o Sam. a conversa dele com o Daniel naquele banco, falando sobre a total agonia de estar apaixonado não poderia deixar de ser mais sincera e verdadeira. a gente meio que esquece o que significa amar alguém, às vezes, e que não existe idade pra isso acontecer, né?

pra mim, esse filme é tipo um carinho. um aconchego. uma lembrança que o amor está em todas as coisas, o tempo inteiro, e que de vez em quando a gente se engana sobre as pessoas e o que elas pensam. acho que a história da Juliet com o Mark é a maior prova disso, né? ela tinha certeza que ele não gostava dela… e ele lá, tão apaixonado quanto o Sam.

é um lembrete também da gente ser mais gentil, sabe? e grato pelo o que a gente tem. não dá pra ver um filme desses e não pensar em tudo que a nossa vida tem de legal, tudo que ela tem de incrível. é fácil deixar isso de lado, né?

enfim, pensando agora, acho que sou uma dessas pessoas que amam filmes de Natal, que gosta das historinhas água com açúcar, do beijo à meia noite, da reconciliação na hora da ceia, da troca de olhares quando as pessoas tão comemorando a chegada do ano novo… tem uma coisa de querer ficar junto, um carinho, que a gente meio que deixa de lado nos outros dias do ano.

sei lá. pegou pra mim agora essa coisa da gente se reencontrar. é o portão de desembarque outra vez, sabe? é fazer questão da presença de alguém na nossa vida, é ir lá esperar por ela com uma plaquinha de ‘bem-vinda de volta!‘ e os braços abertos. é não afastar quem a gente ama só porque a situação parece difícil. é querer demonstrar o quanto a gente gosta de alguém sem medo. é falar o que tá no coração e buscar aquela sensação gostosinha de que tá tudo bem.

me conta: qual o seu filme preferido de Natal?

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