a história da mesinha de cabeceira

tour pela cabeceira

daí que eu moro nesse apartamento em que estou agora há quase três anos, mas ainda não tive a motivação o tempo para arrumar o quarto do jeitinho que eu queria. chame de preguiça, procrastinação, ou uma combinação perfeita dos dois – a verdade é que isso simplesmente não aconteceu (ainda).

apesar disso, eu trouxe para a casa nova todas as coisas que tinham no meu quarto, incluindo a minha mesinha de cabeceira amarela. fun fact: eu detesto amarelo. ou, pelo menos, detestava. é uma história engraçada, a dessa mesinha.

na época, eu tinha acabado de ler Roube Como um Artista pela primeira vez, e fiquei obcecada com a ideia de ter um canto do meu quarto reservado para atividades zero tecnologia – ou seja, uma mesa, almofada, poltrona, qualquer lugar da casa onde eu me dedicasse à atividades que não tivessem nenhuma ligação com computadores ou celulares. tipo escrever num caderno à mão, colorir (sim, eu entrei nessa hype) ou mesmo desenhar (eu fazia muito isso quando mais nova). então, decidi mudar o tudo: a decoração do quarto, a disposição dos móveis… e fui com uma amiga na Tok&Stok comprar o que eu precisava pra fazer essa mudança.

olhei por todos os lados, e queria muito uma mesinha de altura razoável e uma almofada pra sentar no chão e colorir os meus livros ‘para adultos‘ até cansar. daí eu vi essa mesinha. ela olhou pra mim. eu pensei ‘detesto amarelo‘. minha amiga falou ‘nossa, vai ficar muito lindo no seu quarto!‘. eu chiei. ela disse que eu tava exagerando. anos depois, cá estou com a mesinha amarela do lado da cama.

hoje, eu tenho um carinho grande por ela. é ali que ficam algumas das coisas que eu mais amo e uso com frequência. a luminária que vive me ajudando a ler de madrugada; o UCEM (Um Curso em Milagres), um dos livros mais tocantes que eu já li e que é material do curso que eu faço na Coexiste (e um salvador pros momentos de loucura); o Bepantol, que eu passo todos os dias na boca e embaixo dos olhos; e esses dois hidratantes, um da Nivea (que tem o cheiro mais gostoso do mundo) e outro da Lush, o Once Upon a Time (que também tem o cheiro mais gostoso do mundo!).

não é muito, mas é um detalhe (!) que tem uma participação gigante no meu dia a dia. sabe aquelas coisas que tão sempre ali, mas você raramente presta tanta atenção quanto deveria? então, é tipo isso. ♥

este post faz parte do projeto detalhes, uma blogagem criativa criada por desancorando + sernaiotto +serendipity  saiba mais sobre o projeto clicando aqui e confira os posts já publicados aqui.

projeto detalhes novo

 

6 comentários

  1. Natália comentou:

    Que legal a história da mesinha hahaha Eu também não sou muito fã de amarelo, mas acho uma cor que fica um charme eu certas decorações.

    1. Maki respondeu Natália

      num é? tipo, é uma cor charmosa. mas num sei. parece que não orna comigo. mas a mesinha é uma graça, sim ♥

  2. Renata comentou:

    Eu gosto de amarelo, apesar de não ter nenhum móvel dessa cor (na verdade, quase não tenho nem roupas amarelas hahaha)
    Eu achei uma graça a mesinha, e também já tive uma branca (em que deixava um vaso e alguns livros), mas agora ela serve de apoio para a impressora :(
    Beijos

    1. Maki respondeu Renata

      roupa amarela é um problema comigo. sempre acho que eu fico com cara de doente! ahahahahahah

  3. Ahhhh Maki, que legal ouvir a história dessa mesa.
    É engraçado como algo que não tem tanta relação com a gente ou que não apreciamos tanto pode ter uma importancia táo significativa em nossa vida.
    Amei conhecer esse detalhe do seu cantinho: simples e inspirador!

    1. Maki respondeu Karin Paredes

      menina, tem vezes que eu ainda acho estranho ter uma mesinha amarela, mas ela é tão simpática, né?

deixe seu comentário