3 dicas para controlar a ansiedade

Eu já fui uma pessoa muito ansiosa. Não que eu não seja mais, eu estou trabalhando – e muito – pra melhorar isso, mas eu já fui num nível infinitamente maior do que agora. Do tipo que hiperventila no meio da noite só de pensar em ter uma reunião no trabalho no dia seguinte, e que treme inteira só porque alguém soltou as palavras ‘preciso conversar com você’ e foi embora antes de falar qualquer outra coisa.

Não sei quem foi que inventou a ansiedade (andam culpando o século XXI por aí), mas só sei que ela não é de Deus e já me causou muitos problemas na vida. Claro que esses problemas todos eram só meus, porque ninguém mais além de mim sofria com eles, mas essa é uma outra história.

3 dicas para controlar a ansiedadeFoto: Luísa Chequer Fotografia

Ao longo do tempo, eu descobri alguns truques que me ajudaram a controlar a ansiedade e não passar o dia inteiro hiperventilando por qualquer coisinha (porque com gente ansiosa é assim, né? Qualquer coisinha e você já precisa de um saco de papel pra respirar dentro), e pensei em dividir essas minhas pérolas de sabedoria com vocês:

1.Contar a respiração

Pode parecer a coisa mais idiota do mundo, mas sempre o que mais funcionou na hora de uma crise de ansiedade é contar a respiração. Principalmente na hora de dormir, quando a sua cabeça começa a fritar sobre mil assuntos diferentes, contar o inspira-expira é uma forma de você ficar muuuuuito mais calma. Pra mim funcionou todas as vezes e é um truque que eu recorro até hoje, quando a coisa começar a ficar feia.

2.Escrever

Essa é outra dessas ideias que parecem bestas, mas funcionam que é uma beleza. Uma amiga uma vez me deu a dica de colocar no papel tudo o que tá na minha cabeça, pra meio que desanuviar os pensamentos e eu faço isso sempre (pode apostar que a maioria desses ‘desabafos mentais’ viram posts pro blog). Só comece a escrever tudo o que tá passando na sua mente, sem julgar nem pensar a respeito, você vai ver como ajuda. É bom também você colocar no papel tudo o que você acha que pode acontecer numa situação, tipo, ‘se eu perder todo meu dinheiro, o que aconteceria?’. É uma forma de ver que as ideias que vão aparecendo são bem absurdas e que o pior que pode acontecer nunca é tão ruim assim.

3.Fazer algo que você gosta

A música sempre foi o melhor remédio pros meus momentos de ansiedade, principalmente quando estava no trabalho e precisava lidar com uma crise antes de entrar numa reunião ou falar com a chefe. Fazer coisas que eu gosto, como ler um livro, ouvir uma música que eu amo, ver um filme legal ou até mesmo sair pra caminhar e ir até a minha livraria preferia são formas de dar aquele stop básico na mente que não para de se preocupar. É uma forma de você distrair a cabeça e não ficar tão focada nos pensamentos de merda que estão passando por ali, sabe?

É óbvio que essas são dicas de coisas que funcionam comigo, não necessariamente vão dar certo com você. E ler esse post não substitui uma visita ao bom e velho médico, viu, amiguinha? É aquele ditado: a persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. Tem horas que só um profissional vai saber o que melhor pra você controlar a ansiedade e não tem problema nenhum em pedir ajuda médica pra isso. Não faz de você uma pessoa menos incrível! Eu mesma fiz terapia e tomei remédios pra me ajudar com isso (entre outras coisas), lembra?

Você tem alguma dica pra controlar a ansiedade? Me conta?

BEDA2016

Por um mundo que não se defina por profissões

Eu nunca entendi muito bem essa necessidade que a gente tem de ter uma profissão. Sabe? Como se a nossa vida dependesse de um diploma da faculdade e de um cartão de visitas com o nosso nome impresso. Pra mim, isso sempre pareceu meio pequeno, olhando o quadro geral dessa coisa toda que a gente chama de vida.

Mas, mesmo assim, eu segui o caminho tradicional que os meus pais me incentivaram a seguir: fui pra uma boa escola, fiz uma boa faculdade, me formei, consegui um emprego. E posso dizer com 100% de certeza que isso não me fez feliz.

Por um mundo que não se defina por profissões

A ponto que estou colocando aqui não é o fato da gente querer fazer alguma coisa com o tempo que temos na terra, isso é mais do que aceitável. A questão é a pressão que a gente coloca na própria cabeça pra fazer uma faculdade importante, conseguir um emprego importante, fazer coisas importantes.

Mas quem foi que disse que ser médico é mais importante que faxineiro? Ou que lixeiro? Ou que pipoqueiro? Ou que contador? Ou que pescador? Ou que costureiro de logotipos em camisetas polo?

Isso tem muito da nossa cultura, claro, mas sei que em alguns lugares do mundo (como nos Estados Unidos), não fazer uma faculdade não é assim um bicho de sete cabeças. E, sabe, não é mesmo. Ninguém vai morrer se você não fizer uma faculdade, o mundo não vai acabar, o chão não vai partir no meio e São Paulo não vai ser soterrada por uma enchente de lava de um vulcão adormecido no Alto da Lapa que ninguém sabia que existia embaixo do asfalto até o dia que entrou em erupção.

A gente precisa parar de desvalorizar as pessoas só porque elas tem uma profissão diferente da nossa. E ainda mais quando essa profissão não demandou uma faculdade.

No jornalismo, isso é até bem comum. Jornalistas que não são ‘jornalistas’ no termo mais acadêmico da palavra. É um tal de ‘o diploma vale’, ‘agora não vale mais’, ‘agora vale de novo’ que é difícil de acompanhar e tem um monte de gente incrível por aí que é jornalista e nunca foi atrás de fazer um curso antes de começar a exercer a profissão (Caco Barcellos, meu muso mor do jornalismo taí que não me deixa mentir – ele foi taxista uma cara antes de entrar pra comunicação, sabia?).

Então, talvez, pra gente que é de comunicação, não seja assim uma coisa tão extraordinária alguém que não fez faculdade. Mas com o resto das coisas, é uma história diferente.

Não sejamos aquela pessoa chata da internet que diz ‘noooosssaaa, quer dizer que você operaria com um médico que não fez faculdade?’. Não é isso que eu estou dizendo, minha gente, não distorçam as minhas palavras. Existem profissões que demandam um nível enorme de estudo e treino (a medicina é uma delas) e outras que são desenvolvidas muito melhor no âmbito da prática do que na teoria (é o caso do jornalismo, se vocês querem saber a minha opinião).

O que a gente precisa parar de fazer (com urgência) é achar que algumas pessoas são melhores do que outras porque têm um trabalho X ou Y, uma profissão A ou B. A gente tem que parar de ser esnobe mesmo e falar de peito cheio que fez faculdade e intercâmbio no exterior, como se isso nos tornasse pessoas mais dignas.

Não. A nossa dignidade não está aí, não. Ela tá em ser quem a gente é de verdade, independentemente de vender pipoca na esquina da escola ou operar no Presidente da República pra ganhar a vida. Tá em ser verdadeiro com a nossa essência em cada momento e não acreditar naquela vozinha que diz que a gente é menos merecedor das coisas porque não fez um curso com diploma no final.

A gente não precisa andar por aí exibindo as nossas credenciais como uma forma de provar que é importante de alguma forma, sabe? Isso é feio, é brega, é démodé. Tá tão fora de moda quanto usar colant de lurex por cima de legging colorida (apesar de que eu sou super a favor dessa moda voltar).

A moral desse post é: pare de achar que o amiguinho é inferior só porque ele não fez o que você fez. Só porque ele escolheu diferente de você por N motivos (e falta de grana pode ser um deles). Isso não te torna o rei do mundo. E não faz dele alguém obrigado a te servir.

O que você acha? As pessoas são mesmo esnobes por causa da profissão?

BEDA2016

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Diário #66 – Eu amo escrever (e odeio também)

Tem horas que o arquivo em branco do Word é tão intimidador que eu sinto vontade queimar o teclado. Fechar o laptop e sair correndo por aí, pra bem longe de todas as ideias que eu quero colocar no papel.

Outras vezes, ele é tipo um bálsamo. O cursor que pisca e os meus dedos correndo pelo teclado tem um efeito relaxante, que acalma, como se eu tivesse tirando um peso das costas. E tem horas que escrever, pra mim, é bem isso mesmo: tirar um peso do peito, uma nuvem de cima do coração.

Diário #66 – Eu amo escrever (e odeio também)

Eu já usei muito o escrever pra me magoar. Tinha uma época em que me sentia orgulhosa em dizer que tudo o que eu sabia fazer na vida era escrever (eu também sempre tive um pé no melodrama). Mas a pressão que eu colocava em mim mesma para ‘escrever bem’ sempre me jogava pro outro lado, o dos textos medíocres e vazios (na minha – muito crítica – opinião, claro).

Eu não lembro de um tempo que não gostava de escrever. Quando a internet apareceu e meu pai comprou um computador lá pra casa, lembro que fiquei fascinada com a ideia de conseguir escrever mais rápido do que eu conseguia à mão e a minha paixão por fanfics (que eu também descobrir graças à essa maravilha tecnológica) me abriu um leque para treinar mil vezes mais o que eu já gostava de fazer naturalmente.

Eu sempre achei que me expressava melhor pelas palavras escritas e talvez continue achando isso. Nada bate uma boa carta aberta ou um post que é escrito com o coração. Talvez só a música. Mas, até aí, eu nunca achei que tivesse talento pra música.

Fui lembrada esses dias que as coisas que nós mais atacamos são sempre as mais preciosas pra gente. É muito claro ver isso no meu cabelo, que sempre foi uma fonte de sofrimento pra mim. A escrita parecia imune a isso, mas é claro que essa é daquelas mentiras deslavadas que ninguém acredita. A minha necessidade de escrever bem e a minha vontade de ir atrás do texto perfeito deixou milhares de rascunhos inacabados no desktop da minha vida, muitas ideias que pareciam promissoras a princípio, mas morriam sozinhas na praia por falta de incentivo e confiança.

Confiança. É tão difícil confiar. Em mim, nos outros, em Deus. Em coisas que eu não vejo, mas sinto, em coisas que faço, mas não me sinto capaz de terminar. Tudo por falta de confiança.

Já comecei incontáveis fanfics, contos, resenhas, até mesmo alguns livros, mas nunca nenhum era bom o suficiente para ganhar mais do que algumas páginas escritas às pressas e revisadas à exaustão, sempre batendo numa trava que eu mesma coloquei porque não confiava no meu próprio trabalho.

Eu amo escrever. Mas tem vezes que odeio também. Odeio porque parece que é a única coisa que eu sei fazer e por muito, muito, tempo eu coloquei toda a minha esperança nas palavras escritas e deixei de olhar para os lados e ver o que mais eu poderia fazer de bom no mundo. Eu coloquei um cabresto, uma venda, fechei os olhos pra um monte de outras coisas porque tinha certeza que nunca seria boa em nada a não ser escrever.

Mas que peso enorme esse que coloquei no tal arquivo do Word.

Uma vez me contaram uma história de um cara que tinha o foco da vida dele numa vaquinha: ele vendia o leite, o queijo, cuidava da vaquinha dia e noite, a vaquinha era a vida do cara. Até um dia que alguém decidiu jogar a vaquinha do precipício (coitada). Todo mundo achou que o cara ia morrer sem a vaquinha, mas ele comemorou. Porque finalmente conseguia ver outras coisas além dela e descobrir outros talentos que ele não sabia que tinha porque morria de medo de largar a vaquinha.

A escrita é a minha vaquinha. E eu tô empurrando ela cada vez mais em direção ao precipício. Uma hora ela vai ter que cair. E isso não quer dizer que eu vou parar de escrever (acho isso meio impossível, para ser sincera), mas talvez seja um sacrifício necessário pra eu parar de acreditar que só o que eu sei fazer é escrever.

O meu talento (?) não me define. E eu sou capaz de muita coisa. Eu sou capaz de tudo o que eu quiser. A questão é justamente essa: querer. Querer correr atrás, querer superar o medo, querer confiar. É o primeiro passo, com certeza. Mas jamais será o último.

BEDA2016

TAG: Minha vida é um dorama

Os doramas estão, aos poucos, dominando a minha vida (a ponto de eu não ver série norte-americana tem uns bons seis meses), e não é nenhuma surpresa pra ninguém que surgiu até uma TAG sobre o assunto para postar por aqui.

minha-vida-é-um-dorama

Eu tava conversando com a Clara, do Leuxclair, outro dia, e a gente começou a jogar ideias de perguntas para responder e eu me empolguei DEMAIS com a ideia porque: 1) raramente me animo com TAGs e 2) nunca na vida tinha criado uma TAG do zero. Ou seja, animação em dobro. Se você não tem ideia do que é um dorama é só clicar aqui, porque eu já escrevi a rodo disso do blog (e pretendo escrever mais, aguentem). No mais, vamos à TAG!

1.Qual heroína de dorama você seria?

Oh Yeon Joo, de W. O dorama nem acabou (cêis tão acompanhando o meu drama – literal – por causa disso no Twitter?), mas ela já é a melhor protagonista de todas pra mim. Ela é inocente, divertida e muito, muito, verdadeira. Não tem uma cena dela que não mexa comigo de alguma forma, ela é boa assim! Girl crush total ♥

2.Quem você gostaria que te desse um piggyback ride?

Lee Jong Suk. Não preciso nem pesar duas vezes porque esse homi é maravilhoso e podia me carregar nas costas todos os dias da semana sem precisar de motivo (nas séries isso rola muito quando alguém tá doente ou quando a protagonista tá bêbada hahahaha).

3.Qual closet você gostaria de roubar pra chamar de seu?

O da Chae Young Shin, de Healer, porque é muito parecido com o meu agora! Ela não tem essa coisa muito menininha, é mais moleca e eu fiquei apaixonada com uma camisa xadrez que ela usou na série que até hoje não vi parecida em lugar nenhum. Ajuda, Luciano?

4.Quem seria o seu oppa (aquele boy que cê curte)?

De novo, Lee Jong Suk. PORQUE SIM NÃO ME JULGUEM.

5.Qual o second male lead faria você ficar em dúvida?

Uhhh, essa é difícil, hein? Mas acho que o Choi Young Do, de Heirs. Apenas porque Kim Woo Bin é maravilhoso e eu gosto dessa coisa de ~bad boy~.

6.De qual inimigo você passaria longe?

Pra essa eu tenho duas respostas: primeiro o John Mayer, de The King 2hearts. Tive pesadelos com esse cara porque ele é muito psicopata e manipulador. E chato. E ele faz mágicas. E eu nunca gostei de truques de mágica. *arrepios*

O segundo é o Kwon Jae Hee, de Sensory Couple. Apesar do Namgung Min ser maravilhoso, esse personagem era SINISTRO e eu tinha altos arrepios quando ele fazia as ~maldades~ dele. Me dava um nervoso, esse cara!

7.Quem seria sua melhor amiga?

A Chun Soo Hee, de Doctor Crush! Simplesmente porque ela é muito divertida! Ela é bem doidinha (tipo eu), é dramática (tipo eu) e sabe como sempre estar presente pra quem precisa dela (tipo o que eu tô aprendendo agora!). Então acho que a gente se daria muito bem por questão de afinidade, Bial!

8.Com qual second lead couple você sairia num double date?

Nunca fui de sair em double dates, mas acho que se tivesse mesmo que escolher seria com a Lee Bo Na e o Yoon Chan Young, de Heirs. Pra mim, eles são o melhor casal de doramas, muito fofinhos! Dá vontade de apertar os dois.

9.O que você faria se fosse um chaebol (um herdeiro de conglomerados)?

Boa pergunta. Provavelmente a mesma coisa que eu faço agora. Não consigo pensar em viver numa mansão, comprando roupas de um milhão de reais e esbanjando dinheiro por aí. Mas se tem uma coisa que eu gostaria de fazer com certeza é isso:

Ia passar no caixa eletrônico e sacar uma grana só pra fazer a rapper e MAKE IT RAIN!

10.Se a sua vida fosse um dorama, qual seria?

Provavelmente seria W. Eu tô CHOCADA com o quanto esse drama é bom e como o roteiro tem representado muito coisas que estão passando pela minha cabeça ultimamente. A coisa de questionar a própria existência, de retomar o controle da própria vida, de ficar mais em contato com a verdade sobre quem a gente é… Isso mexe muito comigo e encontrei meio que um consolo pra essas coisas que passam na minha cabeça nesse drama. Ele é incrível. Fora que lá vem ela de novo tem o Jong Suk no papel de protagonista e quem não gostaria de viver num mundo com esse homem, minha gente?

Acho que já deu pra perceber que eu analisei muito os doramas que vi até agora, né? Mas tem muita coisa legal nessas histórias e eu criei um carinho muito grande por elas (especialmente por W, não canso de repetir, já virei papagaio de pirata).

Você já viu algum desses doramas que eu citei? Me conta o que achou?

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Como ficar motivada com o seu bullet journal

Eu já cansei de falar sobre como o bullet journal salvou a minha vida e como eu serei eternamente grata por esse método maravilhoso que me ajudou a ser bem mais organizada, ainda mais trabalhando de casa. Mas mesmo tendo um carinho enorme por esse caderninho salvador, tem horas que dá uma baita de uma preguiça de escrever ali. Principalmente de final de semana.

Como ficar motivada com o seu bullet journal

Eu duvido que você não tenha sentido isso em algum momento do seu dia/semana/mês com o bullet journal e se você falar que não teve aquela preguicinha básica, é mentira. Mas o ponto aqui é que tudo que se torna uma rotina fica meio cansativo, às vezes, e pode ser difícil encontrar motivação para continuar em frente (ui, que profundo pra um texto sobre BuJo ahahaha). Se esse cara é você, aí vão algumas dicas pra ajudar a segurar essa barra que é gostar de você:

Pare de complicar

Se você usa o seu BuJo pra controlar o clima, o quanto de água você bebe num dia, o que você come, quantas vezes você postou no Instagram, quantas voltas você deu no quarteirão com o seu cachorro e mais mil coisas, vai ser difícil mesmo. O objetivo do bullet journal é você focar no básico, no que é necessário para que você continue organizada (e não pra que você vire um control freak). Uma dica é dar uma bela de uma maneirada no que você coloca ali e focar no que é importante mesmo.

Torne o BuJo o seu único método de organização

Se você tem o BuJo, mas insiste em mandar e-mails pra si mesma com lembretes de coisa pra fazer (euzinha), então tem algo errado. O bullet journal não foi criado para ser um método adicional, mas, sim, o principal. Por isso, deixe de lado todos os outros apps que você usa para se organizar e foque apenas nele. É impossível você não ficar motivada quando sabe que tudo o que você precisa está ali.

Reveja o que funciona e o que não dá certo

Por uns meses, esse ano, eu tirei o habit tracker do meu BuJo porque simplesmente não estava dando certo mais. Eu nunca lembrava de preencher e olhar para aquilo me fazia mal, me deixava para baixo. Mas agora eu coloquei de novo, porque senti falta de marcar algumas coisas ali. Então, é tudo uma questão de você saber como o seu bullet journal funciona a seu favor. Ele tem que ser uma ferramenta facilitadora, viu?

Pare de se comparar

Você tá fazendo o seu BuJo direitinho e ele está funcionando muito bem, mas fica com aquela sensação de derrota sempre que olha pras inspirações do Pinterest ou do Tumblr. Apenas pare, amiga. Cada pessoa funciona de um jeito e o seu bullet journal não precisa ser uma obra de arte para funcionar bem. Não se preocupe se a sua letra é meio bagunçada ou se você não sabe fazer mil caligrafias diferentes. O importante é que ele te ajude a se organizar. O que me leva ao próximo ponto:

Lembre do seu propósito

Qual o objetivo do seu bullet journal? Por que você está usando esse caderno? É só pra entrar na onda do momento? É pra postar foto com a hashtag no Instagram? Pra quê ele serve, afinal? Se você quer se organizar, então saiba que esse é o propósito dele. Se você quer usar como um arquivo de furtos, então o propósito muda. Mas tenha sempre em mente a resposta desse ‘pra quê’. Se você não sabe porque está fazendo alguma coisa, é hora de mudar o foco, não?

Sentir uma preguicinha vez ou outra é normal, mas se a gente manter em mente o nosso propósito, o porque de fazer qualquer coisa (mesmo um bullet journal), tudo flui muito mais fácil, sabe?

Como você se mantém motivada com o BuJo?

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