k-pop 101

k-pop

depois que eu comecei a ver doramas, foi meio que inevitável me apaixonar também por k-pop. eu fui bem resistente à ideia de começar a ouvir música em coreano, sempre me achei muito exigente quando o assunto é gosto musical (mas dava um migué e ouvia sertanejo vez ou outra), e ficava meio assim de ouvir qualquer coisa em uma língua que eu não entendia.

o que, obviamente, não fazia nenhum sentido, já que eu não tinha problema algum em assistir horas e horas de séries em coreano. então, até por conta das trilhas sonoras dos doramas, eu acabei me abrindo um pouquinho para esse mundo e caí de cabeça tanto quanto com as próprias novelas.

hoje em dia, k-pop é uma das coisas que eu mais escuto. já tenho os meus grupos preferidos (Monsta X e GOT7 for life) e músicas que eu recorro sempre que preciso dar aquela animada no dia. aliás, k-pop é a melhor coisa pra quem precisa mudar de ideia e ficar com o dia mais leve, já que é cheio de músicas animadas e alto astral. é impossível você não querer sair dançando pela sala. a Prih até fez um post incrível falando justamente sobre como essas músicas a ajudaram numa fase complicada. eu assino embaixo!

depois de ouvir milhares e milhares de músicas, pirar com os comebacks, chorar por não ter ido no show do BTS no Brasil (sou dessas) e ainda ficar maluca caçando as músicas no Spotify (não acredito que não tem GOT7 lá, by the way), eu montei uma playlist para quem quiser se aventurar nesse mundinho também. eu não sou muito fã de girl groups, prefiro mais os grupos masculinos mesmo (tudo a ver com as coreografias incríveis e eu não engulo muito essa coisa de menininha super fofinha que eles vendem), mas ainda assim tentei variar ao máximo para vocês terem um ideia do que tem por aí.

foi uma playlist pensada em deixar o seu dia mais gostosinho de um jeito diferente (diferente bom, claro!)

você já ouviu k-pop antes? é fã também?

‘não leia os comentários’: a vez que eu viralizei

viralizei

viralizei. acho que esse é o sonho de todo jornalista da nova geração. escrever um texto que viraliza, que aparece em todas as redes sociais, recebe milhares de comentários e um alcance de mais de 100 mil pessoas no Facebook. eu consegui esse feito. escalei essa montanha, conquistei essa medalha de ouro.

viralizei. assisti uma série e escrevi um texto. pesquisei. li e reli sobre, conversei com pessoas, revi cenas, passei muito mal, pedi ajuda, chorei. terminei com a sensação de  nunca-jamais-em-hipótese-alguma quero que alguém no planeta Terra se sinta como eu me senti vendo aquela série. chorei de novo, li mais sobre, fiz pesquisas sobre a OMS e sobre o efeito Werther. passei 3 dias só com esse assunto na cabeça.

sentei no computador na segunda-feira. entendi que precisa ir por uma direção diferente, falar daquilo que não tinham falado ainda. escrevi. pesquisei mais, apaguei e escrevi de novo. o que eu senti escrevendo essa frase? raiva. não, apaga. não posso escrever esse texto sentindo raiva, preciso mudar de ideia. sentir raiva só vai alimentar a sensação que a série me vendeu (e eu comprei). pensei na morte, pensei nas vezes que eu tentei acabar com a minha própria vida e pensei que talvez essa não é uma ideia tão ruim, levando em conta a situação do mundo. parei, respirei fundo, lembrei de Deus. lembrei da minha missão no mundo, voltei a escrever com o coração tranquilo.

passei mais de cinco horas assim. escreve, apaga. muda essa frase, troca essa palavra. lê o texto anterior e vê se faz sentido. tá coerente? tá coerente, sim. manda pra equipe toda: ‘gente, lê isso aqui pra mim? me diz se faz sentido‘. ‘tá ótimo, Maki, pode publicar‘, ‘não esquece de linkar aquele texto sobre como identificar comportamentos suicidas‘, ‘escolhe uma foto que não seja da Hannah, já tem muito texto com imagem dela no site‘. tá bom, gente, brigada.

manda pra chefe: ‘chefe, tá aqui o texto, me diz se tá ok?‘. escolhe a foto, corta, coloca links, lê mais uma vez. acho que vou mudar. não, tá bom assim, não vou mexer mais. confia que tá bom. seu coração tá em paz? tá em paz. então publica. publiquei.

joga o texto no Facebook. em 10 minutos, mais de 100 reações e 50 comentários. os números de visualizações vão subindo… 100, 200, 300, 1000. meu Deus, o que que tá acontecendo? 100, 200, 300 comentários. mais de 4 mil visualizações em menos de uma hora e meia de publicação. o site sai do ar porque não aguenta esse tanto de gente junto no mesmo link ao mesmo tempo.

as mãos começam a tremer e o coração a pulsar forte. é inevitável querer ler os comentários. só críticas. ‘caça cliques!‘, ‘oportunista‘, ‘falou muita merda‘. ‘colunista bosta‘. tão fazendo comigo a mesma coisa que fizeram com a Hannah e ainda querem me dar lição de moral, falando que eu não entendi a série. hipócritas. será que eu não entendi mesmo ou será que as outras pessoas que não levaram a sério?

*não leia os comentários*não leia os comentários*não leia os comentários*. você é horrível mesmo, uma jornalista péssima. devia ter escrito o texto de outra maneira, talvez eu devesse ter usado outra palavra aqui, será que é melhor eu mudar esse parágrafo todo? não, para com isso, o texto tá bom, não adianta mexer agora. a equipe comemora, mais de 100 mil visualizações no fim do primeiro dia de publicação.

na minha cabeça, a dúvida continua: será que eu sou boa o suficiente? as pessoas não tão gostando, mas tem muita gente concordando em outros lugares. todo mundo me odeia, acho que fiz merda. para com isso, tá tudo certo. não, não, eles tão certos e eu tô errada. penso na morte e como talvez ela seja a única saída para o que eu tô sentindo. paro, respiro fundo, lembro de Deus.

agora é hora de fazer uma escolha: ou eu sigo alimentando a raiva que move o mundo ou desisto dela e pratico o perdão: nada disso importa de verdade, nada disso muda quem eu sou, as pessoas são amáveis e a minha função no mundo é cuidar de quem precisa de cuidado. só existem dois tipos de pessoas: as que entregam amor e as que estão pedindo amor. é hora de eu entregar e parar de pedir.

leio um comentário: ‘eu me amo, eu me perdoo‘. leio outro comentário: ‘eu desisto de sentir raiva para que todos sejamos salvos‘. leio mais um: ‘eu escolho sentir amor‘. eu escolho de novo e de novo e de novo. olho pra cena mais uma vez: meu Deus, obrigada por essa oportunidade incrível de escolher novamente e de desistir daquilo que não é a verdade sobre mim. leio o meu texto de novo: é isso mesmo, meu coração tá em paz. eu sei o trampo que fiz pra chegar até aqui. tá tudo bem comigo.

recebo mais comentários. alguns incríveis, outros também. mesmo aquilo que seria negativo agora eu vejo como uma chance de praticar o que eu vim ao mundo praticar: o perdão. comigo mesma, com o outro e, principalmente, com Deus. Deus, eu te perdoo pelas minhas ilusões, eu aceito o amor verdadeiro.

peço ajuda quando fica demais: ‘obrigada por me lembrar de quem eu sou‘. converso mais com as pessoas sobre isso. nossa, tô monotemática essa semana. ‘obrigada por lerem as minhas palavras‘. sempre, onde quer seja. obrigada.

só o relacionamento cura. e cura mesmo, fui atrás dele para curar a mente inquieta e insegura. é claro que tá insegura, você tá esquecida de novo! olha aqui, quem é você de verdade. você é amor, as pessoas são amor e elas precisam saber que essa lembrança é a saída que elas tanto buscam.

então, eu treino. treino mais e me lembro de novo. e toda vez que eu me lembro fica mais fácil pros outros lembrarem também. ei, você quer ajuda? pega aqui na minha mão. ué, não gostou do texto? tá tudo bem, opiniões são só isso, opiniões. no fundo, no fundo, não servem de nada. mas se você precisa delas, me permita usá-las para lembrar você de que tá tudo bem, que quem você é não muda e que nós vamos juntos até o último dia. até o sonho feliz, até a gente voltar pra casa. a gente tá com saudade mesmo.

ah, tanto faz o que você acha da série. ela é importante? puxa, é, pode-se dizer isso, sim. se eu gostei? puxa, sei lá. isso importa? ela me fez sentir coisas que desencadeou tantas outras que me trouxeram até aqui. então, sou grata. eu agradeço. e perdoo. ih, acho que não perdoei tanto assim, ainda tô sentindo uma coisinha chata no peito. para. respira fundo. ‘eu sou o amor perfeito de Deus‘. ‘nada disso muda quem eu sou‘. ‘eu sou importante‘. ‘eu tenho uma função no mundo‘. ‘eu quero entregar todo o amor que eu sou para lembrar os outros de quem eles são‘.

seguimos. eu topando aprender a cuidar. os outros topando serem cuidados.

diário #85 – o mundo só precisa de uma coisa

o mundo só precisa de uma coisa

eu lembro de todas as vezes que pensei que não conseguiria sobreviver a mais um dia. acordar cedo, tomar banho, ir para o trabalho. lidar com pessoas que eu considerava desreguladas e maníacas, pegar trânsito na volta para casa. perder minutos que eu considerava preciosos em um ônibus lotado ao invés de no conforto da minha cama.

lembro de uma amiga me dizendo que precisava se afastar. lembro de não saber como lidar com o que eu estava sentindo. e lembro ainda de não entender nem um pouco qual era o sentido disso tudo. dessa vida, desse mundo, dessa rotina escrota.

já falei muitas vezes por aqui o quanto tudo é uma questão de escolha e como eu, também, escolhi sentir tudo o que senti no passado. pode parecer totalmente contraprodutivo, mas eu sou muito grata por todos aqueles momentos em que achava que não conseguiria levantar da cama, simplesmente porque eles me levaram à outras escolhas que me trouxeram onde estou hoje.

escrevo tudo isso porque semana passada terminei de assistir 13 Reasons Why com o coração cheio de pesar. pesar porque, mais uma vez, eu vi com meus próprios olhos o quanto as pessoas estão sem esperança. pesar porque as pessoas acreditam, de verdade, que o mundo é horrível e nada tem solução.

não vou desmerecer o fato de que um dos (supostos) objetivos da série é fazer com que as pessoas olhem mais umas para as outras e pensem em como os seus atos podem afetar o próximo. não, isso faz total sentido: ao nos interessarmos pelo outro, olharmos de verdade pra quem está na nossa frente, é um ato de cura. olhando, a gente percebe o que o outro quer e precisa e então age de acordo, com carinho, com amor.

porém, o que mais me deixou com o coração apertado é como a série faz parecer que o mundo é esse poço sem fundo mesmo. que as pessoas são babacas e que não tem esperança para ninguém. no fim, são todos culpados de alguma coisa em algum grau. mesmo você, que só fez coisa boa a vida inteira, também tem a sua parcela no culpa no coração partido de alguém.

se esse for mesmo o caso, não há saída pra ninguém.

mas ainda bem que não é. ainda bem que tem jeito. e isso não é ser super otimista e acreditar em um mundo de arco-íris e sorvetes de flocos todos os dias (se bem que eu acredito que esse dia ainda virá). a saída é muito simples: ela está em uma escolha.

a nossa escolha. minha, sua, do seu irmão, da sua mãe. do moço da padaria, da cobradora do ônibus, dos meninos briguentos da escola. uma única escolha por sentir coisas que não são legais.

parece inevitável, né? eu sempre tive argumentos mil para provar que o que sentia tinha tudo ver com o ambiente em que eu estava. era o chefe, o trânsito, os amigos. era o crush que não me dava bola. mas era minha escolha.

e isso não significa que eu sou culpada por ter escolhido o que escolhi. por ter dado mais bola para as sensações ruins do que para as boas. não. eu sou igualmente inocente.

um dia eu escolhi sofrer. hoje eu escolhi ser uma referência de um outro estilo de vida. um que não vê culpa e que sabe da verdade sobre quem eu sou. sobre quem todos são. nesse lugar, não há dúvidas, não há inseguranças e, principalmente, não há culpa.

o que o mundo precisa não é saber que ele é horrível. é de uma esperança. uma centelha que espalha como fogo na palha e que lembra todo mundo que o amor é o único remédio que o mundo inteiro precisa para ser feliz. e ele começa com uma escolha: optar por amar ao invés de brigar, por olhar ao invés de ignorar. por querer bem todas as pessoas que você conhece (e que não conhece também).

é escolher pelo amor toda vez que um pensamento ruim sobre mim mesma me faz duvidar de quem eu sou. é querer o amor mesmo quando levantam a voz, quando brigam comigo (e ‘brigar comigo’ é muito relativo). é escolher me amar ao invés de odiar a minha essência e e as minhas escolhas passadas. é querer fazer diferente e dar carinho ao invés de chutes no peito.

é escolher de novo. de novo. e de novo. até que a escolha não seja mais uma escolha, mas apenas um reflexo do verdadeiro eu.

resumaki #4

resumaki março

sou só eu ou você também achou que março levou um ano inteiro para passar? um mês que eu nunca parei muito para pensar a respeito, mas que me trouxe tantos presentes que eu não sei nem dizer.

um pouquinho sobre março…

meldels que mês incrível. eu vivi uma vida inteira nesses 31 dias e não poderia estar mais grata e mais feliz com tudo o que aconteceu. se eu olhar para trás, para o começo do mês, percebo que não sou mais a mesma pessoa e isso é maravilhoso! significa que eu estou conseguindo alcançar o meu objetivo de ficar mais perto de quem eu sou de verdade, um dia por vez.

que mês legal. em março eu encontrei com a Celle e a Babee (e esquecemos de tirar foto DE NOVO!) e a gente fez um rolezinho bem a nossa cara: andar pela liberdade e também pelo mercado místico. a Celle até fez um vlog desse dia e ficou muito fofinho, gente, quero apertar.

março também teve uma viagem nova! passei uma semana no Rio de Janeiro a trabalho. eu não visitava a cidade há muitos e muitos anos (uns 20, eu acho!) e foi incrível ser reapresentada a um lugar tão maravilhoso. de fato, o Rio de Janeiro continua lindo

lá em errejota eu conheci, finalmente, a Clara. ela é uma das pessoas mais fofinhas que eu conheço e um presente que a internet me trouxe. aos pouquinhos vou postando as fotos que a gente fez juntas, porque o nosso encontro foi muito amor. teve também jantar com meu pai, que acabou não entrando no vídeo (eu esqueci de filmar e tava muito escuro no lugar que a gente foi), mas entrou sempre no meu coração.

sabe o que é mais legal? eu tive uma intoxicação alimentar em um dia e o meu voo de volta pra São Paulo atrasou muito no outro, mas eu percebi que nem isso conseguiu tirar de mim a alegria que aprendi que é minha. passei um dia de cama, não rolou de visitar muito mais da cidade (só o Parque Laje que virou um dos meus lugares preferidos DA VIDA), mas só de estar ali, levando o que eu tenho pra entregar pras pessoas do meu trabalho, já foi maravilhoso e valeu todo o treino que eu tenho feito.

o que mais… esse mês eu reencontrei também com algumas das pessoas mais queridas do mundo. são os amigos que eu conheci na Disney e que, depois de tanto tempo, finalmente conseguiram se encontrar (todos no mesmo dia, na mesma hora. foi bem mágico). tenho tanto carinho por eles e foi uma tarde deliciosa conversando muito e tomando chá.

teve também o sarau da gentileza na Coexiste e, meu Deus. eu não tenho palavras pra descrever como esse evento foi incrível e como eu me senti amada em cada segundo que passei ali. todo esse evento me lembrou de como ser gentil é algo muito natural em todo mundo, basta a gente se lembrar da sensação maravilhosa que é compartilhar a gentileza com os outros. teve até uma tarde delícia aqui em casa como parte desse evento e foi maravilhoso.

eu assisti A Bela e a Fera e fiquei emocionada do começo ao fim. ainda não consegui ver o filme de novo, mas já sei que é um dos mais bonitos que eu já assisti a vida toda. sabe a gentileza que eu comentei ali em cima? então…

… e mais umas coisinhas que valem a pena compartilhar

um post que amei escrever: a lição mais importante que aprendi na França

um post que amei ler: acreditem se quiser, mas não consegui ler nada esse mês #mimimi

uma música: *don’t let this be our final song tururururu*

uma série/dorama: Strong Woman Do Bong Soon (coisa mais FOFA, gente!)

um livro: ainda não terminei de ler Capture Your Style, da Aimee Song :~

uma palavra: gentileza

uma pessoa: a Malu, que me lembrou tanto da minha missão e do quanto eu sou importante na vida de todos

abril tá quase chegando e eu já sei que vai ser um mês tão maravilhoso quanto março foi. se você quiser acompanhar de pertinho, pode me seguir no Instagram e no Twitter (além do bloguito, claro!).

manda mais amor que tá pouco, abril!

4 tatuagens e 4 formas de ver o mundo

tatuagens

tatuagem é um troço que vicia – muito! eu fiz a minha primeira em 2011 e desde então já coloquei mais seis desenhos na pele. confesso que não penso em parar tão cedo, mas estou muito feliz com as sete que tenho até agora e queria compartilhar com vocês um pouco sobre algumas delas.

eu sou a única pessoa da minha família inteira que tem tatuagens e achei engraçado que, quando contei pra minha mãe, ela achou até divertido me acompanhar na primeira vez e ver de perto todo o processo. desde então, ela não foi mais comigo, mas dá risada e me manda mensagens surpresa toda vez que eu posto a foto de uma nova no Instagram.

então vamos, lá:

1.expecto patronum

Esse dia foi massa™ – (tem post sobre esse look lá no blog! LINK NA BIO)

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Harry Potter sempre foi uma parte muito importante da minha vida. por muito tempo, eu encontrei nesses livros um refúgio pra solidão que eu sentia e acompanhei de perto cada um dos lançamentos – dos livros e dos filmes. me envolvi muito como fandom, escrevi fanfictions a respeito, li e reli os livros inúmeras vezes e até hoje tenho um carinho especial por tudo o que ele me trouxe. a minha primeira tattoo foi feita na semana seguinte ao lançamento do último filme da série – Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2. para mim, ‘expecto patronum’ é uma proteção, é um bálsamo, uma esperança. quando você acha que tá sempre sozinha, nada melhor do que buscar refúgio naquele lugar feliz e seguro na sua mente, onda a solidão não passa de uma ideia doida.

2.jamais desistiremos

às vezes, tudo o que a gente precisa é dessa lembrete: jamais desistiremos

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acho que já falei algumas vezes por aqui que Romeo e Julieta é a minha peça predileta de Shakespeare. existe uma tradução que eu li quando fiz a Oficina de Teatro da Coexiste e que marcou muito, porque mostra como a intenção do autor sempre foi fazer com que as pessoas entendessem que existe muito mais da vida do que a gente conhece e imagina. ‘jamais desistiremos’ faz parte do prefácio e foi uma frase que me impactou tanto durante a oficina que até hoje eu leio e me emociono – é um lembrete da minha função no mundo e da minha essência.

3.flor de cerejeira

não teve do trio, mas teve foto minha tomando um balde de capuccino

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a flor de cerejeira é a minha predileta, com certeza! essa tattoo foi tipo uma ode ao tanto que eu gosto e o tanto que fui influenciada pela cultura oriental em toda a minha vida. Sakura Card Captors sempre foi meu anime/mangá preferido (amo forte até hoje) e eu sempre adorei o simbolismo dessa flor: ela representa a frivolidade da vida no mundo, como as coisas passam rápido por aqui e como precisamos aprender a observar a beleza de tudo antes que seja tarde demais.

4.catavento

catavento, cata-sol, cata-chuva, cata até amor ❤

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sabe a minha viagem pra França? então. na varanda da casa em que eu morei tinham vários cataventos e essa imagem – da varanda com os cataventos girando – ficou tanto na minha memória que eu decidi marcar essa viagem com uma tattoo também. claro, vocês já sabem que esse intercâmbio foi tipo uma montanha russa emocional pra mim, mas ainda assim, tiveram momentos de alegrar e lembrar deles me faz olhar pra essa experiência toda de uma outra maneira – com gratidão.

a tatuagem da flor de A Bela e a Fera (o meu xodó do momento) vocês já conhecem um pouquinho, né? mas, basicamente são essas que tem um significado mais marcante pra mim e que eu senti que seria legal de compartilhar com vocês.

você tem tatuagem também ou  já teve vontade de fazer alguma?