ideias para bullet journal em 2017

ideias para bullet journal

eu sei que janeiro já passou da metade e fevereiro tá quase aí, mas ainda dá tempo de fazer um post com ideias pro bullet journal desse ano, certo? certo! me pediram por aqui há algum tempo um post sobre isso e eu só consegui sentar pra pensar nele direitinho agora. antes tarde do que nunca, é o que dizem.

antes de mais nada, eu acho sempre legal a gente lembrar que só vale a pena colocar no seu bullet journal coisas que vão ser práticas pra você, de fato. não vale gastar um tempão montando mil páginas diferentes, sendo que você só vai olhar o daily log e olhe lá. o propósito do bujo é deixar a sua rotina mais organizada, então adote apenas o que vai te ajudar a chegar nesse objetivo, ok?

1.divida o seu dia em partes

ideias bujo

uma forma legal de montar o layout do seu bujo, principalmente para quem tem muitas tarefas no dia, é separar cada dia em partes: como manhã, tarde e noite. essa pode ser uma maneira de deixar as coisas mais delimitadas, mais bem definidas e você não se perder no meio de todas aquelas tarefas, sem saber por onde começar.

2.trasnforme listas de filmes e livros em metas

ideias bujo
ao invés de colocar uma página só para anotar o que você tem visto e lido, monte uma lista com coisas que você gostaria de ver/ler e transforme isso em uma meta para o seu ano. pode ser uma forma de incentivo para você ler mais no dia a dia ou ver aqueles filmes que você sempre quis, mas acabava esquecendo por conta de outras cosas (alô, maratonas na Netflix).

3.anote tarefas por semana

ideias bujo

teve uma mudança em um dos meus trabalhos no começo desse ano, e agora toda semana acontece uma reunião que delimita as tarefas que cada um tem que fazer nos próximos cinco dias. estou começando a sentir a necessidade de colocar tipo um quadro antes do começo da semana para anotar essas tarefas e ficar com elas bem em mente durante os dias. já que nenhuma delas tem uma data específica de prazo, só precisam ser cumpridas até a sexta seguinte, então seria legal ter tudo ali à mão pra ir distribuindo conforme os dias passam.

4.página de memórias

ideias bujo

eu adotei a página de memórias há alguns meses e é uma das minhas partes preferidas do bujo. eu amo anotar ali coisas que acontecem durante o mês, seja um evento legal que eu fui ou alguma lembrança que me deixa com o coração quentinho (tipo os emails incríveis que você me manda, às vezes).

5.use cores

ideias bujo

ao invés de ficar no preto e branco de sempre, coloque cores no seu caderno! eu sou fã do P&B, mas quando faço páginas mais coloridas, além de ser um tempo extra de dedicação pra uma coisa que eu gosto, deixa tudo mais animado… é tipo um boost otimista! ♥ fora que você pode criar um sistema de cores para identificar tarefas específicas e criar um indez mais visual e de fácil identificação.

6.anote o seu humor

ideias bujo

teve uma época em que eu anotava tudo o que sentia em uma página. era parte do meu treinamento e eu achei mais fácil identificar as sensações quando pensava sobre elas e colocava no papel. essa é uma maneira de você prestar mais atenção no que você está sentindo e como você passa os seus dias. a gente passa tanto tempo sem olhar pra gente, que tem horas que é importante lembrar como anda o nosso humor, no geral.

 

tem muita coisa que você pode fazer para deixar o seu bullet journal com a sua cara, mas, o mais legal de tudo, é colocar amor no que você está fazendo, e lembrar sempre da sua meta com esse caderno. não vale a pena usar uma coisa tão pequena para se sentir frustrada e motivada, ok?

você já usa alguma dessas páginas? me conta quais?

 

 

doramas para um coração quentinho

doramas para um coração quentinho

outro dia eu tava assistindo uma série, Westworld, que apesar de ser incrível não me deixava com uma sensação gostosinha. pelo contrário, me fez sentir medo e me deixou meio perturbada depois. e eu percebi como muitas das coisas que a gente assiste são assim. por que a gente insiste no que não é gostosinho?

claro, tem muita série incrível por aí que não é amorzinho e que vale a pena ver, mas tem horas que o que a gente precisa mesmo é do coração quentinho, é daquela sensação de que o mundo tem salvação (porque tem mesmo), de que vai ficar tudo bem, de que é possível encontrar amor nessa confusão que a gente chama de vida. ultimamente eu vi tantos dramas desse jeito que não tem porquê não compartilhar com vocês aqui, pra todo mundo ficar de boinha e com um sorrisinho no rosto depois de fazer aquela maratona regada a chá quentinho e doses cavalares de pipoca.

1.weightlifting fairy kim bok joo (kissasian)

acho que esse é o meu drama preferido DA VIDA. comecei a ver pelo Nam Joo Hyuk, que também fez Scarlet Heart, mas fiquei por causa da história fofinha e super relacionável. A Bok Joo (Lee Sung Kyung) é uma levantadora de peso que reencontra, sem querer, um antigo amigo de infância na faculdade, o Jung Joon Hyung (papel do fofinho do Joo Hyuk). os dois não se bicam, mas acabam ficando amigos e a história se desenvolve a partir daí. o que eu mais gostei desse drama é que o romance dos dois não é tão óbvio assim. eu honestamente cheguei a duvidar que ia acontecer, mas é tudo tão fofo, tão bonitinho, tão inocente que dá vontade de apertar. tem algumas das cenas mais bonitinhas que eu já vi em doramas e eu dei pulinhos quando assisti, sério mesmo. (não, não tenho vergonha de admitir).

2.lucky romance (viki)

apesar da atriz principal, a Hwang Jung Eum não ser a minha preferida, esse drama é uma fofura sem fim, principalmente por causa da evolução do personagem do Ryoo Joon Yeol. A Bo-Nui é uma trabalhadora de meio período que acha vários empregos diferentes para bancar as contas médicas da irmã, Bo Ra. ela é muito supersticiosa e acha que o acidente da irmã aconteceu por causa dela e, um dia, um xamã explica que ela precisa dormir com alguém do ano do tigre pra que a irmã dela acorde. o Je Soo Ho é totalmente racional, um nerd dos games que não se dá muito bem com multidões, e acaba se encontrando com a Bo Nui meio que por acaso. ela descobre que ele é do ano do tigre e faz o que pode pra dormir com ele, o que rende umas cenas MUITO engraçadas. é um drama levinho, com cenas muuuuuito fofinhas e que vai te deixar apaixonada, com certeza. AH!, se você assistir, não deixe de esperar os episódios acabarem mesmo, sempre tem umas cenas ‘extras’ no final.

3.moonlight drawn by clouds (dramafever)

eu era muito relutante em ver dramas de época (pois preguiça), mas depois de Scarlett Heart, eu comecei a ver todos que apareciam na minha frente. Moonlight é levinho, meio de comédia, que começa super descontraído, mas vai ficando mais sério e bonito conforme passam os episódios. ele conta a história de uma menina que, desde nova, foi obrigada pela mãe a se vestir de menino para se esconder das autoridades. mesmo depois de crescida e de se separar da mãe, ela seguiu vivendo como homem e consegue, então, um trabalho como eunuco no palácio e se torna o servente do príncipe Lee Young (Park Bo Gum = amor eterno, amor verdadeiro). é uma delícia de drama, com alguns momentos mais tensos e que vão te fazer chorar, mas no geral, daqueles que mostram que tudo nessa vida tem jeito.

vocês sabem que eu tô sempre procurando coisas gostosinhas e que tenham um significado legal para ver. por isso acabo indo sempre atrás das séries, filmes e dramas, que mais me representem que mais tenham uma sensação que lembram a minha própria. é sempre investir naquilo que faz a gente se sentir bem, vocês não concordam?

pra terminar, um Park Bo Gum piscante pra animar o dia de vocês! ♥

me conta se vocês já viram algum desses?

 

 

diário #81 – sobre desistir de ideais

sobre desistir de ideais

eu sempre me considerei uma pessoa razoavelmente realista, até o dia que percebi que de realista eu não tinha absolutamente nada. de fato, a minha enorme predisposição para imaginar milhares de coisas diferentes eram a maior prova de que eu vivia, mesmo, no mundo da lua.

vivia tanto lá no alto que nem percebia que os ideias que eu criava pra mim não eram um incentivo. não eram coisas legais que me motivavam a ir em frente e conquistar o mundo como eu achava que ele deveria ser conquistado. não, era um quadro do Picasso quando eu mal conseguia fazer bonequinhos de palito.

já ouvi dizer mutias vezes que admirar alguém é bom, mas as pessoas dificilmente falam sobre como isso também é horrível. a diferença entre ‘admirar‘ e ‘idolatrar‘ e entre ‘admirar‘ e ‘se comparar‘ tem uma linha tão tênue que a gente trespassa e nem percebe que ela esteve ali algum dia.

a gente cria um ideal do que é perfeito na nossa cabeça e tenta chegar nesse patamar sem nem reconhecer tudo aquilo que a gente já fez. na nossa mente, a gente nunca vai ser ‘bom o suficiente‘ e eu já entendi, de uma vez por todas, que ela não é nem um pouco confiável. é hora de colocar a minha confiança na verdade sobre mim e não nessas ideias doidas que ficam zunindo de um lado para o outro, me fazendo perder a paz e esquecer de quem eu sou.

mas, sim, eu criei muitos ideais, e fiquei muito frustrada toda vez que não consegui alcançar um deles. verdade seja dita, eu também nunca tentei com muito afinco, e ignorei por completo todos os progressos que fiz ao longo do tempo. a gente tem um dom pra ler só o lado ruim das coisas, afinal.

o maior baque que eu tive na última semana foi perceber, principalmente, que esse ideal que eu tanto criei e cultivei não me incentivava. ele não me impulsionava e, muito menos, me deixava motivada. pelo contrário. ele me deixava frustrada, com aquela sensação de que eu estava sempre falando alguma coisa errada, e sem energia pra correr atrás daquilo que eu nunca ia alcançar.

até porque eu sempre tive muita certeza de que tudo o que eu sempre quis alcançar ia ser bom pra mim. eu nunca questionei que isso não seria assim. aliás, a gente tem certeza que questionar as cosias é algo ruim também, e não percebe que nisso pode estar a saída pra esse inferninho que a gente chama de ‘vida no mundo’. você deve ter percebido que não questionei os meus ideias.

e aí, não questionando, eu tentava chegar num patamar lá em cima, sem nem construir o primeiro degrau, quanto mais o segundo. ‘eu chego lá no pulo, eu consigo!‘, e quando eu não conseguia, eu chorava achando que tava errada de novo. e não era que eu estava errada, eu só estava vendo com olhos distorcidos, que não entendiam muito bem onde eu queria chegar. era o meu coração em conflito com a minha cabeça, o tempo todo, todo tempo.

talvez, a coisa mais gentil que a gente possa fazer por nós mesmos é reconhecer que esses ideais não são bom negócio. sabe? só aceitar que criar um ideal para cada coisa não ajuda, só atrapalha, e ver o mundo pelo o que é: uma questão não respondida. é ver as coisas que você quer fazer da mesma forma que você vê um projeto do trabalho: dividido em tarefas pequenininhas que, no fim das contas, dão um projeto gigante.

é olhar com carinho pra cada coisa que você faz, e jogar esse ideal pela janela. é não esperar que as coisas se solucionem sozinhas, mas buscar uma resposta onde realmente importa: no seu coração, no que você é de verdade, naquele lugarzinho de você que sabe de tudo porque vê tudo, e que, com certeza, sabe que o melhor pra você não é imaginar uma coisa que você não é.

como saber que tipo de mochila eu mereço?

como saber qual mochila eu mereço

tem uma coisa que parece muito difícil a gente entender: que a gente merece coisas boas. e por ‘coisas boas’ entenda tudo aquilo que é legal. mesmo uma mochila bacana para levar o seu laptop.

eu sempre fui o tipo de pessoa que ia no ‘mais barato’. e, entenda, não era falta de dinheiro, mas uma descrença em achar que eu merecia qualquer coisa que fosse boa de verdade, que fosse legal, que durasse. o meu lema era ‘vamos no mais baratinho e eu vou cuidar bem pra durar bastante’.

de fato, as minhas coisas costumam durar muito. e o ponto aqui não é gastar dinheiro demais ou de menos com alguma coisa material, mas sim uma sensação de conforto e merecimento. se o mais legal pra você for o mais barato, que ótimo! se for o mais caro, que ótimo também! é além disso, sabe?

quando eu descobri que tinha sido escolhida para ser correspondente Kipling, esse foi o tipo de coisa que me veio na mente, porque nunca, em sã consciência, eu acreditava que merecia uma coisa dessas. mas eu mereço. mereço mesmo. e você merece também.

merece um monte de coisas incríveis e merece cuidar bem das suas coisas. mesmo que isso signifique gastar um pouquinho a mais para comprar uma mala de trabalho que vai comportar direitinho tudo o que você precisa. e se você ainda não sabe, nesse caso, exatamente o que você merece, eu te ajudo, olha só:

se você é do tipo minimalista…

se tudo o que você usa para o trabalho é um laptop – e só! – dá pra gente concordar que falta de espaço não é um problema, certo? então, no caso, o que você precisa é de uma bolsa ou pasta que comporte o seu computador confortavelmente e deixe o bichinho bem protegido da chuva, de eventuais batidas e outros inconvenientes. Tipo a pasta de trabalho Kaitlyn, que é fácil de carregar, mais levinha e deixa o seu laptop bem bonitinho ali dentro.

se você é meio termo…

vamos supor que você seja mais ou menos como eu. usa um laptop para trabalhar, mas prefere usar um mouse ao mousepad (o meu punho agradece!), não sai de casa sem um caderno (meu fiel escudeiro bujo) e um estojo e é do tipo que gosta de levar tudo num lugar só do que sair de casa com várias malas e bolsas. eu preciso de um pouco mais de espaço, e o ideal talvez seja uma mochila como a Deeda (o meu xodó da linha Work!), que tem um lugarzinho para o computador e para todas as outras coisas que eu preciso.

qual mochila eu mereço

A pasta de trabalho Ceroc

se você é do tipo que leva a casa junto…

agora, se você é aquele tipo de pessoa que tem milhares de gadgets e não sai de casa sem nenhum deles, sempre precisa levar os cabos e carregadores de todos, além de carteira, necessaire, estojo, caderno, caixinha de óculos e no meio da bagunça acha até o seu gato perdido ali no meio, então espaço é essencial para você cuidar bem de todas essas coisas. uma bolsa de trabalho como a Superwork, ou então uma pasta como a New Ceroc, que faz as vezes de mala de bordo, são a melhor opção para você cuidar bem do que tem.

vamos combinar que não vale a pena a gente ficar batendo na tecla de que não merece as coisas e precisa ‘se virar nos 30’ pra fazer dar certo? não tem que ter esforço, gente. dá pra ter carinho em tudo. Até na forma como você guarda o seu laptop na mala. tá entendido?

o que eu aprendi limpando o meu armário

de tempos em tempo eu gosto de tirar tudo do meu armário e fazer aquela boa e velha ‘limpa’. não ao estilo Marie Kondo, só pra renovar as energias e tirar dali o que eu não uso/gosto mais. tem um tempo que eu parei de fazer o armário cápsula e estou tentando ver as roupas de uma maneira nova (como uma ferramenta, ao invés de algo que me define). a última ‘rapa’ que eu fiz me ajudou muito com isso.

apesar de amar moda e trabalhar com isso boa parte do meu tempo, eu sempre tive uma relação meio tóxica com ela. do tipo ‘não sou tão estilosa quanto as outras meninas’ com uma dose de ‘mas também não tenho paciência/dinheiro pra pensar nisso’. era a boa e velha falácia do ‘não tenho recursos pra isso’ (e esse tema vai, com certeza, virar um post aqui). uma junção do ‘não quero’ + ‘encontrei vários motivos para provar porque eu não quero, mas de uma forma que ninguém perceba que eu tô mentindo (inclusive eu), se não fica pesado’.

por isso essa última limpa que eu fiz no meu guarda-roupa foi tão importante. porque foi meio que uma mudança de chave nesse sentido. não rola mais eu ficar usando essa desculpa, já que ela me faz mal. então é hora de olhar com carinho para o que eu uso e o que eu tenho no meu armário e trabalhar, de verdade, a partir daí pra usar o que passa a mensagem que eu quero passar. nesse meio tempo, eu aprendi algumas coisas:

1.a gente sempre tem mais coisas do que usa de verdade

isso é um fato. você sempre tem mais coisas do que usa no seu armário. tem aquela blusinha de valor sentimental, aquele lenço que a sua mãe te deu, mas você nunca usou, aquele sapato que você jurava que ia usar todo dia mas usou duas vezes e olhe lá. o objetivo de um guarda-roupas funcional é ter apenas peças que você gosta e usa sempre, pra gerar essa rotatividade, sabe? armário bom é aquele que tem tudo o que você mais ama e com peças que conversam entre si.

2.a forma como você cuida das suas peças diz muito sobre você

por mais que dê uma dorzinha no coração pensar nisso agora, no meu guarda-roupa tinham muitas peças que já tinham passado a linha do ‘feias’: com furinhos, encardidos, cheias de bolinhas, que não serviam mais direito… sabe aquela coisa de roupa bem velha e que já não deveria ser usada mais? pois é. eu usava algumas assim todos os dias. e é claro que isso fazia eu me sentir mal. mas é apenas um reflexo do que eu comentei ali em cima, que eu tinha uma relação tóxica com a moda e com as minhas roupas também. é um negócio de não me achar merecedora de roupas bonitas e bem cuidadas, entende?

3.não existe idade para usar o que você gosta

essa coisa de ‘se vestir de acordo com a idade’ é uma das maiores baboseiras que eu já ouvi na vida. de uns tempos pra cá, eu percebi que todo mundo pode usar o que quiser, quando quiser e como quiser. a gente cria tantas caixinhas pra se limitar, porque a moda tem que ser mais uma? se você quer usar roupa curta depois dos 40, use! se quer usar cores pastel, salto alto, batom vermelho, saia de couro, camisa do namorado, vá em frente! não se deixe limitar pelo o que você pensa de você e pelo o que você acha que os outros vão pensar a seu respeito.

acho que só agora eu estou, de verdade, descobrindo esse tal ‘estilo pessoal’ e entrando em contato com as coisas que eu gosto de vestir. mas eu precisei tirar um monte de coisas da frente, principalmente o que eu pensava de mim. se você acredita que não pode ser uma ‘menina estilosa’, concorda comigo que isso vai se tornar ‘verdade’? você acredita e pronto, oficialmente você virou um mulher não-estilosa. vale o exercício de, todo dia, lembrar que você (e eu e todo mundo canta junto) é muito mais do que a roupa num armário ou num corpo.

a gente tem muito mais a oferecer do um look bonito, você não concorda?